Em nome da Excalibur, 𝐁𝐎𝐑𝐀 𝐘𝐀𝐙𝐀𝐑-𝐇𝐔𝐍𝐓𝐄𝐑 em seus VINTE E SETE anos, jura seguir o legado de CAÇADOR (BRANCA DE NEVE E OS SETE ANÕES) durante a sua estadia na Academia dos Legados. Com a sabedoria concedida a ele deve se manter caminho da luz enquanto conclui o MÓDULO III.I (Defensor da Távola Redonda). Com a bondade tocada em seu coração, recebe ASSERTIVIDADE e não se permite ser corrompido pela TEIMOSIA. Por último, é deixado um corte na mão de ALPEREN DUYMAZ como prova de seu comprometimento com a luz.
HABILIDADE MÁGICA: Radiestesia: é capaz de localizar indivíduos, objetos e semelhantes sem utilizar qualquer método ou aparato científico, valendo-se apenas de métodos mágicos ou extrassensoriais. Além disso, ele também é capaz de rastrear seres vivos ao entrar em contato com objetos que eles tocaram, sentindo vestígios desse indivíduo e usando-os como "pista" para a localização. Com muita concentração, pode fazer com que esse rastreamento continue se estendendo para acompanhar todos os passos e ações do alvo em tempo real. Ainda está aprimorando os poderes para localizar não apenas indivíduos, mas também quantidades massivas de determinados recursos e fontes de energia, bem como para descobrir a localização exata de determinados lugares e tudo o que há neles, sejam indivíduos, tesouros ocultos ou quaisquer coisas semelhantes. Seus poderes funcionam melhor ao entrar em contato com os objetos de interação do alvo, sendo esta sua maior dificuldade. Ademais, é incapaz de localizar indivíduos com habilidades de evasão de rastreamento.
OCUPAÇÃO: Defensor da Távola Redonda (iniciante)
DORMITÓRIO: (x) sim ( ) não.
Nadar contra a correnteza requer uma força de vontade descomunal – foi isso que Bora aprendeu com o passar do tempo. Arthurianos podiam ser cruéis em suas taxações e não deixavam que nada passasse batido. Um garoto sem mãe, num lugar onde todos se conheciam a fundo, levantava suspeitas. Que motivo haveria para que Humbert não revelasse que mulher havia gerado seu filho se não que ela era uma castigada? Também poderia ser uma maluca do País das Maravilhas; ou até mesmo uma princesa casada. Especulações à parte, fato é que o Yazar se manteve bastante devotado a esta antiga amante, pois nunca mais buscou outra companheira, optando por criar o filho sozinho.
Os anos de trabalho e dedicação à Távola Redonda, contudo, fizeram com que se tornasse uma espécie de autômato que vivia em prol de Arthurian. Era como se tivesse esperanças de que algum dia alguém se desse conta de que não apenas no passado, mas principalmente no presente, fazia mais por Storydom do que David Charming ao longo de toda a sua inútil existência. Sua cegueira fez com que os momentos que dedicava ao próprio filho fossem única e exclusivamente para torná-lo mais forte e melhor – se ele não podia ser, Bora seria, até porque o mais jovem tinha a seu favor o fato de ter nascido entre os bons de coração; não haveria questionamentos acerca de sua índole.
E o rapaz desenvolveu-se como um típico arthuriano, dedicado a servir à Ordem e ao Conselho desde que a Excalibur lhe marcou. Na condição de sucessor natural de seu pai, teve de apresentar-se sempre como o soldado mais qualificado, o combatente mais destacado, o líder nato, sacrificando muito de sua adolescência e momentos de lazer. Não havia muitas coisas em que fosse bom além de ferir, era verdade, mesmo que não se orgulhasse disso no final do dia. Ele não tinha o charme dos filhos de protagonistas, ou a bondade que saltava aos olhos dos coadjuvantes. Tampouco tinha o perfil de herói - era rígido demais pra isso. Todos sabiam qual era o lugar de um Hunter na sociedade e Bora também sabia.
Sua servidão era tamanha que nem mesmo questionava as ordens a ele repassadas pelo Conselho - que foram se acumulando conforme suas habilidades foram sendo notadas. Era um dos poucos que tinha acesso ao Isolamento, mas só porque sua presença na prisão, por mais das vezes, era necessária para extrair alguma informação a mando de seus superiores. Com o tempo, também passou a atuar como olhos e ouvidos dos mais influentes arthurianos no Castigo - sendo este o motivo para que frequente a Cidade Baixa - delatando possíveis traidores e levando-os à custódia do Conselho. Nem é preciso dizer que confia cegamente no sistema a que pertencem, afinal, foi projetado para que vivessem na mais perfeita ordem.
Personalidade:
Bora é um homem reservado, trazendo todas as características típicas de um soldado, especialmente a estoicidade. Suas emoções podem ser difíceis de ler na maioria das vezes por aqueles que o rodeiam, por conta de sua dificuldade de explanar o que se passa em seu interior, bem como para mostrar certa ‘força’ pelo cargo que pretende ocupar um dia. Pode parecer rude e rigoroso no início, embora mostre alguns atos de bondade. No fundo, é amoroso e tem uma forte lealdade para com aqueles com quem se importa. Além disso, é extremamente leal e obediente, especialmente quando se trata de proteger os arthurianos.
Pode ser uma figura fria para seus inimigos. Também se mostra extremamente desconfiado com aqueles que não conhece, mas respeita as habilidades alheias. Como valoriza muito a posição de Defensor da Távola Redonda, tenta se dedicar e mostrar competência.
inspos: dimitri belikov (vampire academy); tobias “four” eaton (divergent); chaol westfall (throne of glass); trevor belmont (castlevania); aaron warner (shatter me); coriolanus snow (a cantiga dos pássaros e da serpente)















