Yves meaning "archer", is an unusual, catchy name with the energetic impact. Matthieu is a given name. It comes from french Matthieu, which is from Latin Matthaeus, derived from Greek Ματθαῖος (Matthaios) from Hebrew מתתיהו (Matatyahu), מתיתיהו (Matityahu), meaning "gift of the lord; gift of yahweh"
𝐀𝐁𝐒𝐓𝐑𝐀𝐂𝐓
Primeiro filho de Charlotte Le Bouff, nasceu de uma gravidez difícil e despertou um sentimento de super proteção por parte dela, o que fez com que ele se tornasse um pouco rebelde. É bonito e sabe disso, usa de sua aparência para conseguir manipular bem a situação a seu favor, o que resultou em muitas relações não duradouras. Ele preza pela sua liberdade, a ponto de ser muito desapegado, exceto pela sua família no qual ele é bastante super protetor e tenta ao máximo manter uma boa relação. Após receber a sua habilidade, se tornou um bom aluno, se esforçando ao máximo para estar entre os melhores e, principalmente, ter algum domínio sobre sua habilidade. Quando mais novo, ainda causando dúvidas em sua família sobre o seu desapego sentimental, Yves quase morreu ao tentar salvar uma criança castigada que acabou sofrendo um acidente nos lagos de Zootopia, isso causou uma lesão auditiva que é gradativa, mas ainda não é um problema para ele. Se for resumir quem é o Yves, a maneira correta é dizendo que ele não é o melhor exemplo para ninguém, o golpe tá aí, cai quem quer.
Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
✓ Live Streaming✓ Interactive Chat✓ Private Shows✓ HD Quality
Anya is LIVE right now
FREE
Free to watch • No registration required • HD streaming
「 com @yvcsstlabouff no MONSTER BALL 」 ╰ * no SALÃO.
·˚ ༘ ༄ ‧* As mesas com os alimentos separados eram algo interessante, Patrick estava fazendo algumas fotos para seu Instagram pois assim que pisou ali e viu as comidas tão diferentes, pensou logo em fazer um desafio com seus followers. Mas claro, até ele queria participar porque recriar os pratos dos eventos acabou se tornando uma boa atividade que repetia desde o início do ano! Sua distração o impediu de ver a aproximação de Yves, tomando um susto ao ouvir a voz do rapaz perto. O susto foi tão grande que Pat quase derrubou o iWish dentro de uma tigela com ponche dos vampiros. “Oh merda, a intenção é assustar e traumatizar as crianças non-maj, não a mim.” reclamou, apertando o celular contra o peito, mas logo afastando pois o colar, mais uma vez na presença alheia, ficava quente e vibrava. “Olha, está fazendo de novo. É definitivamente você, cara. Isso é estranho.”
Yves estava odiando aquela festa e aquelas bebidas fraquíssimas, nada parecia atrair a sua atenção, mas talvez fosse o que descobriu antes de ir ao tal baile. Naquele momento, odiava o sobrenome que carregava e as obrigações que ele parecia trazer, fazer parte dos eventos da academia era uma delas. Ficou feliz em ver o amigo ali, Patrick tinha aberto uma porta para Yves que nunca tinha pensado em fazer e só a presença dele já parecia ser tudo o que precisava naquele momento, por isso que não hesitou em se aproximar. “O que está fazendo?” Perguntou ao vê-lo com o seu iWish em mãos e ocupado em tirar várias fotografias, mas ele realmente não esperava assusta-lo daquela forma e chegou a estender a mão na tentativa de socorrer o aparelho celular, se por acaso ele caísse, mas Patrick foi mais rápido. “Eu ainda não assustei ninguém, então será que isso conta?” Era óbvio que não, mas a brincadeira foi uma maneira de acalmar o amigo, um ato que durou segundos já que Patrick voltou a falar do colar e Yves deu dois passos para trás. “Não é estranho... sou eu mesmo” Confessou, inseguro sobre falar aquilo, mas ainda sim, não conseguia confiar em mais ninguém. “Pop me deu uma maldição como presente de chá de bebê”
após a mordida jade só se sentia incrivelmente bem, era como se tivesse todos os problemas fora da cabeça, os desligado ao menos temporariamente. havia bebido todas as taças de sangue que podia, infelizmente o álcool não tinha feito sobre si mas não era um problema, e dançado todas as musicas que podia. abrindo um largo sorriso quando viu yves, as presas ficando a vista. ❪ é de mentira né?·❫·perguntou sobre os machucados, um biquinho se formando em seus lábios pela preocupação. a ordem seguida pra sentar a fez respirar fundo porque ele sabia bem o efeito que aquele tipo de frase tinha sobre ela. ❪ como eu posso negar uma oferta dessas?·❫·disse bem humorada se sentando em seu colo, as mãos fazendo carinho em seu cabelo. queria perguntar se ele estava bem mas sabia que não teria uma resposta, talvez pudesse melhorar sua noite e isso fosse suficiente. ❪ tá procurando uma desculpa pra ficar a ´´sós`` comigo?·❫ já que teriam a bruxa como telespectadora o que não parecia ruim, soava meio excitante.·
A pergunta fez o rapaz levar a mão até o próprio rosto, se lembrando da maquiagem que tinha feito e riu baixo, fingindo sentir dor com o toque. “Não” Mentiu, mas não demorou muito para rir e entregar a mentira, com a mulher sentada em seu colo, as mãos foram até o quadril e Yves se distraiu um pouco com a imagem dela, Jade era um tipo de contradição que fazia todo o sentido para o La Bouff, quase o tempo todo ela carregava aquela imagem de fragilidade e cuidado, mas se ela queria mostrar algum tipo de poder, ela conseguia com alguns tecidos e uma boa maquiagem. Era impossível resistir a ela e Yves nem queria também. “É, eu sei que você gosta do meu colo” Provocou com um sorriso divertido em seus lábios, que logo foi emendado com uma risada divertida com a pergunta dela. “Sabe que eu gosto de chamar a atenção e não posso deixar toda a sua produção passar em branco, minha querida Hook” Brincou novamente, deixando um beijo na bochecha dela, bem pertinho da boca. “Quer tentar encontrar essa querida? Quem sabe a gente se livra dessa maldição que dizem ter jogado sobre a gente”
Muitos já devem ter lido ou assistido alguma coisa que mostra o protagonista preso a um looping temporal constante, como se todos os dias fossem iguais e deveriam ser revividos da mesma forma sem qualquer quebra daquela linha temporal. Yves se via exatamente assim, naquela manhã que antecedia o evento de Halloween mais esperado na cidade monstro, o legado de Charlotte La Bouff não conseguia deixar de ignorar o enorme incômodo que estava preso em sua peito com a dúvida que o seu último encontro com Patrick resultou. Por mais que não tenha mostrado nada no dia em questão, não conseguia esquecer a informação sobre como o colar funcionava e em como ele havia reagido com a presença do rapaz, de todas as formas que havia testado e comprovado, a causa era ele e apenas ele.
Algumas horas de sua manhã foram gastas no interminável silêncio, na escuridão do quarto por conta da cortina fechada e embalado apenas com o som de sua pequena coruja que piava enquanto dormia e o zumbido, que se tornava um companheiro insistente naquele vazio. Depois de seu alarme tocar com o aviso da reunião com Jim Hawkins, o rapaz se levantou, tomou um banho demorado e quente, se vestiu com a primeira roupa que encontrou e seguiu até a cidade de Arthurian, onde também buscaria qualquer porcaria para vestir no tal baile.
Não era uma agenda muito agitada, ainda que pegasse boa parte de sua tarde, mas ainda sim era muita coisa para ser feito. Seguiu até o prédio da magitech, anunciou a sua chegada e foi até o escritório do magnata da tecnologia, não teve mais do que vinte minutos de conversa e testes, um aparelho novo que Jim decidiu testar com Yves e era bom para ver se isso ajudava em relação a lesão que carregava. Dois testes rápidos antes do aparelho ficar em seu ouvido, para um teste prolongado de três dias até que pudesse retornar até lá com o feedback, e o evento seria o primeiro lugar com um conjunto grandioso de sons e ações que ajudaria na compreensão do funcionamento daquele aparelho. Se desse certo, mais dois seriam entregues ao mais do velho dos La Bouff.
E aí que o destino parecia funcionar a seu favor, talvez... Foi como se conseguisse ouvir a voz de Patrick depois de toda deliberação sobre a sua aversão a romance e a forma como aquele colar queimou na presença dele, quando surgiu no corredor que dava acesso a sala do Hawkins, a imagem do Feiticeiro. Dois pontos importantes sobre ele: Primeiro que aquele homem era um tipo de colírio para os olhos, lindo e charmoso, não tinha como não acabar tendo as suas pernas trêmulas na presença dele e uma louca vontade de se ajoelhar; segundo, e mais importante, que ele entendia de magia e ponto final.
— Ora, que surpresa. Como vai Sr. La Bouff? Veio procurar novidades tecnológicas com o Jim?
“Sim, ele está me ajudando com um problema” Iniciou, após o formal e educado aperto de mão, pelos deuses, até a mão dele mexia com o fisico de Yves. “Eu posso ter cinco minutinhos com o senhor?”
— Por favor, não me chame de senhor, vamos até a praça de alimentação e tomamos um café juntos. - Disse após passar o braço sobre os seus ombros e voltar pelo caminho que estava indo, quase perguntou se ele não estava indo ver o senhor Hawkins, mas isso poderia cessar a única oportunidade que tinha com o mais velho. Em silêncio, seguiram até o espaço onde os funcionários da empresa pareciam gastar horas de seu descanso diário. Um copo de café para cada um e alguns bolinhos, no qual Yves recusou todos. - Certo, o que precisa conversar comigo.
“Você conhece o Patrick Triton?” E quem não conhecia afinal? O príncipe dos mares, meio que impossível não saber de quem falavam, mas educadamente, o feiticeiro respondeu que sim. “Ele tem um colar que parece detectar magia das trevas” E a expressão no rosto do homem mudou rapidamente, o olhar pareceu mais profundo e o rosto carregava um peso no qual Yves não tinha visto em nenhum momento que encontrou aquele homem, seja em ambientes públicos e cheios ou em momentos casuais como aquele. “Essa coisa queimou quando eu fiquei perto, eu sei que fui eu, porque testei diversas formas e em todas elas, o pingente parecia brasa quente”
Pareceu longas horas quando o homem decidiu fazer um gesto muito simples, pegar o copo de bebida e virar em sua boca para tomar de dois a três goles antes de voltar a descansa-lo sobre o tampo da mesa, na mente ansiosa de Yves, aquela ação pareceu acontecer na maior lentidão da história. “Você sabe alguma coisa, não sabe?”
— Se eu disser que não, você vai aceitar? - Yves apenas sorriu e negou com a cabeça de maneira incrédula, era fácil ler as feições das pessoas quando elas mentiam e não seria diferente nem mesmo com um dos homens mais poderosos daquele lugar. - Certo, então eu sei sim, mas não tenho direito de dizer nada. Essa informação ela está com mais duas pessoas: a sua mãe e o seu pai. E eu acho que são as melhores pessoas para lhe dizer sobre isso.
“Eu posso ao menos saber do que se trata?”
Com uma expressão de pesar, o feiticeiro apenas negou com a cabeça e se levantou da mesa. — Yves, sugiro que fale com eles, mas pra facilitar as coisas, posso te dizer apenas uma palavra-chave: Facilier, talvez você encontre alguma informação usando esse nome.
Nem a despedida do homem importou para o rapaz que observou a figura masculina seguir o caminho de volta para os elevadores, voltando ao que iria fazer de início. Ao menos ele já sabia para onde ir, depois de terminar de fazer o que estava organizado em sua agenda, mesmo que o aparelho ainda fosse extremamente desconfortável e com algumas pequenas falhas de adaptação, que estava irritando-o. Ele conseguiu ter uma folga de duas horas antes de voltar para a academia e se arrumar para ir até o tal baile, só precisaria de alguns minutos com a sua mãe para que conseguisse seguir com isso.
Foi até a revista, mesmo sendo a sua folga, cumprimentou algumas pessoas, passou pela secretária histérica de Charlotte e quando abriu a porta, ignorou a presença dos dois estilistas que estavam ali, provavelmente combinando a próxima agenda da revista. “Espero não estar atrapalhando” E antes que sua mãe terminasse a frase com o tom visível de irritação em cada sílaba, Yves a encarou e disse de maneira simples. “Eu sei sobre o Facilier, a ligação que ele tem com você e com o pop” Era uma grande mentira, mas tinha que começar de alguma forma.
E conseguiu, rapidamente Charlotte cancelou a reunião e avisou que remarcaria com eles depois, deem uma olhada na minha agenda com a minha secretária e voltem depois, sinto muito. Toda a cordialidade e educação de quem parecia desesperado para chegar naquele assunto e sorriu quando a mulher fechou a porta, lhe encarando com o tom de sua pele quase cinza de tão pálida. — O que você sabe?
“Nada, só o nome e que eu tenho magia das trevas em mim”
Charlotte arregalou os olhos e precisou se sentar para não cair no chão duro de seu escritório, mordendo o lábio com certa força antes de perguntar mais uma vez. — Quem te deu o nome? - Precisou dizer? Não, Yves apenas meneou a cabeça e sorriu, ela saberia de quem se tratava e o amaldiçoou por alguns minutos antes de respirar fundo, levar a mão até o rosto para tentar se organizar antes de voltar a falar com o filho. — O seu pai teve uma amante durante o casamento, quando eu engravidei de você, ela expôs ele e acabou perdendo a relação em consequência disso. Como um tipo de retalhação... - Charlotte pareceu sentir um peso em seu peito e encarou o rosto bonito de seu filho com um sentimento diferente que Yves não conseguiu entender o significado. - Ela era uma bruxa, seus poderes estavam anulados igual a de todos os castigados, mas ela conseguiu algum trato com o Facilier e o seu nome foi dado a ele.
“O meu nome? O que eu tenho a ver com isso? O que ela fez?”
— Você foi fruto do amor que seu pai teve por mim, o que ele nunca teve com ela. - Patético, sempre aquela coisa do amor, pessoas faziam loucuras por causa disso e agora Yves estava pagando por isso. Pelo sentimento mais patético que poderia existir naquele lugar. - Ela tirou a sua capacidade de sentir o mesmo, que você fizesse exatamente a mesma coisa que o seu pai e que você estivesse fadado a viver sem amor até o dia que morresse, Merlin conseguiu reverter uma parte disso. - Yves ficou em choque, da mesma forma que entrou naquele escritório, ele ficou e sua expressão agora carregava um olhar diferente, não tinha mais a determinação de antes e estava começando a achar que o desprezo que sentiu a alguns minutos atrás não foi tão natural quanto parecia. - Em uma analogia poética, um pouco exagerada, o seu coração está enjaulado e só quem tiver a chave pode ajudar a solta-lo. Pode soar fantasioso, mas é quase como se você fosse a Aurora e o Merlin fosse a última fada a presentea-la, então a solução é que você encontre o seu príncipe Philip.
E quando ela achou que alguma reação surgiria do filho, Yves soltou uma gargalhada alta e descontrolada, como se tivesse comido um bombom do riso e estivesse sob efeito dele. Ele chegou a se encostar na parede para segurar a sua barriga, os olhos cheios de lágrimas até o momento que o tom da risada começou a ficar triste, Charlotte sentiu isso e foi o que mais lhe doeu, o som foi diminuindo e, ofegante, Yves recuperou o seu fôlego com o corpo levemente curvado a frente, com a franja longa caindo sobre os olhos e seus braços envolvidos em sua barriga como se estivesse se abraçando... se acolhendo... — Filho...
“Pro inferno você e aquele homem que você escolheu para casar” Foi a primeira coisa que pensou em dizer, a sua voz rouca e apagada devido a dor que sentia na garganta, era o nó que se formou ali e Yves se recusava a ceder. “Pro inferno a amante maldita daquele escroto, pro inferno Merlin e essa merda de solução ridícula que ele encontra pra tudo” Amaldiçoou novamente e se encostou na parede para recuperar a sua postura, ajeitou os seus cabelos e alinhou a sua roupa, fechando os olhos e respirando fundo para que o maldito nó se desfizesse na garganta, pigarreando um pouco para que sua voz voltasse ao normal. “Eu não vou carregar isso comigo, não é justo. Eu quero o meu apartamento e quero que mude as minhas coisas para lá, destrua aquele quarto ou aluga, faz o que quiser, mas para a sua casa eu não volto mais”
E foi assim que ele se despediu de sua mãe, ainda que fosse obrigado a conviver com ela, Yves não estava interessado em negociar e muito menos em ouvir qualquer explicação da mulher, dando as costas para uma Charlotte aos prantos e pedindo que lhe desse uma chance para entender melhor o que aconteceu, foi o momento que escolheu para tirar os objetos em seu ouvido e, pela primeira vez, não se incomodou com o silêncio e muito menos com o zumbido permanente que tinha naquele vazio.
Yves estava começando a ficar irritado com os eventos promovidos pela academia, até porque o resultado da última festa ainda azucrinava a sua mente desde então, uma lesão irreversível que se acelerou com o que aconteceu e não só precisa lidar com isso, como também parece estar preso a uma tortuosa nova informação que não tinha como esquecer. Resultado: bloqueio criativo, bebedeira descontrolada e falta de sexo, porque realmente não tava mais afim de ir pra cama com ninguém. Yves não havia feito nenhum flerte ou cantada, ignorou todos os olhares que recebeu e estava realmente começando a querer sumir daquele lugar.
Não estava nem se achando bonito, não fez nenhum esforço para isso e ouvir a tal história de rituais fez com que ele só aceitasse o seu novo fardo sem se preocupar com nada. Isso foi até os olhos caírem sobre a imagem de Jade Hook, estava um pouco alterado apenas, distraído e com um olhar meio caído, havia bebido, mas ainda estava sóbrio e muito lúcido. Estava sentado em uma cadeira quando acenou para ela, colocando os dois pés sobre a mesa. “Senta aqui” E ofereceu o seu colo. “Ou podemos ir até o lugar onde tem a tal bruxa que tá amaldiçoando todo mundo”
Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
✓ Live Streaming✓ Interactive Chat✓ Private Shows✓ HD Quality
Anya is LIVE right now
FREE
Free to watch • No registration required • HD streaming
Yves já disse diversas vezes que odeia fantasias, sua mente criativa não era para algo como isso. Ele pensou em inovar no evento e aparecer de uma maneira escandalosa, mas a sua cabeça não parecia estar nos seus melhores dias e o bloqueio criativo veio com força.
Resultado: Steve Harrington todo arrebentado na terceira temporada de Stranger Things. Específico, sim, porque ele queria usar maquiagem ao mesmo tempo que estava com nenhuma capacidade de pensar em algo mais criativo que isso. PS. Imagem ilustrativa sobre o Yves de shortinho.
ooc: agradecimento especial para a @legacingspita por ter feito o edit pra mim, te amo mig <3
·˚ ༘ ༄ 🧜🏻♂️ ೃ ‧* Ao contrário de Yves, não conseguia desviar o olhar do macarrão de larvas. Patrick estava atônito, como alguém poderia servir isso para legados que vinham de outro reino?! O cardápio não tinha sido adaptado? E se aquilo já era uma adaptação, nem queria saber o que diabos tinha antes. “Acho que a gente pode sair de fininho, deixamos uma boa gorjeta junto com o dinheiro do prato e vamos embora.” tinha que concordar que comer aquilo não daria certo. Iria vomitar antes de sequer conseguir levar à boca. “Esse seria o pior encontro possível, não ia nem querer te ver depois pra não lembrar do fiasco.” agora isso lhe rendeu uma risada quando terminou de projetar as letrinhas. “Topa sair mesmo?”
“Ainda bem que o nosso primeiro encontro foi melhor que isso, apesar de igualmente desastroso, a minha grande vitória foi você querer me ver de novo e se tornar meu amigo” Riu ao dizer aquilo. Yves ouviu a ideia do rapaz, pegando a sua carteira para deixar uma quantia generosa sobre a mesa. “Vamos sair daqui” Foi o que finalmente fez depois dele dar a ideia e acenou antes de voltar a tampar o prato, pedindo desculpa para as larvas. Quando um garçom fez menção de se aproximar deles, Yves passou o braço pelos ombros do rapaz, puxando-o para mais perto e abaixou o rosto como se fosse beija-lo mas não fez nada, apenas sussurrou. “É só pra deixa-los desconfortáveis, dá uma risadinha” Guiou o homem enquanto caminhavam para fora do restaurante e também deu uma risadinha para que a encenação fosse boa. O problema veio do calor que parecia cada vez maior na região do peito do outro rapaz, Yves precisou se concentrar demais para isso e quando estiveram fora do restaurante, ele se afastou rapidamente. “O que é esse negócio quente? Você anda com brasa quente debaixo das roupas? Te machucou ou você não sente isso também?”
❪ nem vem. ❫ ela estreitou os olhos e apontou pra ele, tentou soar ao menos um pouco ameaçadora, sabia exatamente o que aquele sorriso significava. era quando ele via o poder que tinha sobre si e começava a perturba-la com isso, não que fosse ruim, não era nem um pouco mas não iria conseguir se concentrar se ele começasse com aquele jogo entre eles. eu confio. ele literalmente só tinha dito duas palavras, mas o corpo da hook se arrepiou pelo tom usado, a fazendo levar as mãos até o pescoço tentando se esconder de alguma forma.
respira. parecia até que esquecia como o fazer perto dele. só seguiu o caminho tentando não pensar muito que suas mãos ainda estavam entrelaçadas. acabou rindo com a fala sobre os fantasmas ter sumido com o quadro pra sempre porque realmente eles eram muito traquinos naquele sentido. ❪ quando você. ❫ apontou pra yves com a mão livre. ❪ morrer. ❫ fez então um sinal trilhando uma linha inicial no pescoço como se fosse decapitada. ❪ vai virar um deles. ❫ disse devagar esperando que ele entendesse o quão ruim era. nada contra a virar fantasma mas preso em arthurian não era nada legal.
não demorou muito pra eles chegarem onde ela queria, nos jardins, trilhando uma passagem que jade já conhecia. a medida que entravam mais naquela parte do jardim uma sensação estranha vinha a seu peito, era um pouco sufocante e sua mão apertou um pouco mais a de yves. ❪ oh seus filhos da puta! ❫ ela gritou tentou chamar a atenção dos mesmo subindo em uma das ruinas que deveria ser sagrada pra algum deles, com certeza, porque um dos fantasmas veio com força em sua direção a dando um susto e quase a fazendo cair.
❪ desculpa, eu precisava chamar atenção. ❫ mordeu o lábio um pouco sem jeito mas o fantasma parecia não ligar muito. ❪ eu sei que foi um de vocês que pegou minha bússola e o quadro dele então… dá pra só… sabe… ❫ fez um sinal com as mãos como se indicasse pra que eles parassem com a brincadeira mas tudo que recebeu foi uma risada macabra.
Franziu o cenho enquanto mantinha o seu olhar preso na imagem da garota, observando a forma como ela se comunicava com ele e achando tudo simplesmente adorável, pessoas que tentavam fazer com que ele compreendesse suas palavras sempre ganhavam um espaço muito especial em seu coração. Quer dizer, foi assim quando recebeu aquela lesão e agora com essa nova realidade um tanto quanto assustadora. “Ah… eu vou virar fantasma quando morrer?” Não era ruim, o que tinha de ruim nisso? Continuar vivendo uma vida glamourosa e preso naquele castelo? Ah, não era tão ruim, ainda que fantasmas pareciam não ter uma vida muito animadora em alguns pontos, poderia ser engraçado poder espionar algumas pessoas ou coisa parecida.
O caminho até o jardim foi feito com Yves preso em seu silêncio, ou parte dele, desviando o olhar na direção da garota sempre que sentia que precisava, foi nessa que observou toda a cena que desenrolou. E quando o fantasma se aproximou daquela forma, Yves também se assustou pois ele conseguiu ouvir aqueles seres e foi como se todo o seu silêncio recebesse o som de maneira repentina. “Pelos… deuses” Exclamou em sopro, tentando proteger a garota de sabe-se lá o que. Franziu o cenho e sentiu um arrepio na espinha com a risada, ouvindo os fantasmas surgindo repentinamente no lugar, um ria e o outro dizia que iriam virar fantasma no final das contas.
“Quer uma dica bonitão?” Um sussurro invadiu o seu ouvido esquerdo e virou o rosto rapidamente no momento em que viu o rosto de um fantasma. “Você viu alguma ursa por aí?” E imaginou que aquela era a dica, virando o rosto para a ela. “Jade? Talvez no observatório?”
Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
✓ Live Streaming✓ Interactive Chat✓ Private Shows✓ HD Quality
Anya is LIVE right now
FREE
Free to watch • No registration required • HD streaming
·˚ ༘ ༄ 🧜🏻♂️ ೃ ‧* “Agradeço se você não fizer.” as letrinhas estavam desanimadas como o humor de Patrick, ou bem, a falta dele. O arrependimento era grande, mas sair agora seria uma tremenda falta de educação. O Triton então suspirou pesadamente, oferecendo um sorriso para Yves. “Não temos muitas opções aqui, sair por onde entramos é mais seguro.” afirmou antes de aquietar-se, esperando o amigo abrir o prato e… então o seu coração pode ter um alívio. O tal especial do dia era apenas uma belíssima macarronada com almôndegas. “Ora! Tanto medo para nada!” soltou uma risada baixa, sem graça por seu nervosismo anterior. “Fomos um pouco preconceituosos, acho que eles estão adaptados para os turistas. Nós tomamos a cidade deles.” comentou, pegando o seu prato para provar o alimento que, para sua enorme surpresa, estava mesmo parecendo bonito. Quer dizer, até que trouxesse para mais perto e percebesse um detalhe importante: o macarrão estava se mexendo. “Yves? Eu acho que não é macarrão.” eram larvas.
A forma como as letrinhas surgiram fez com que Yves compreendesse o desânimo do rapaz, bem, já que começaram aquilo, deveriam terminar em algum momento. “Está bem, se ficar muito difícil de engolir, a gente dá um jeito de sair daqui” Ele ainda não conseguiu abandonar a ideia da fuga bem pensada, abrindo o prato para que eles vissem o que seria um macarrão, levemente suspeito. Yves escolheu esperar para ter certeza, os olhos fixos na imagem da comida e foi aí que a pequena movimentação foi notada, respirou fundo e desviou o olhar, levando a mão até a boca para evitar uma reação mais intensa do que estava vendo ali. “Pat, tem certeza que quer continuar aqui? Eu não me importo de pagar a comida que não vamos comer, só… não… quero” Sussurrou a palavra final, sequer fazendo qualquer movimento para tocar no que era a tal comida. “Imagina se a gente estivesse em um tipo de encontro romântico, daria tudo errado exatamente aqui” Riu, pois foi assim que a amizade dos dois começou, em um encontro as cegas que deveria ter sido romântico e logo de cara tinha dado tudo errado.
a inquietação e apreensão que latejava no interior de seu ser como um lembrete durante toda a noite veio com força total. seu coração batia tão forte que por um momento achou que estivesse a beira de ter um ataque cardíaco. seria o pânico que começava o dominar apesar da magia do evento? alisou a calça do look que vestia tentando se acalmar, o vermelho tingiu o salão por inteiro, uma de suas cores preferidas, um misto de medo e excitação tomava conta de seu corpo esguio. olhava para todos os lados e nada de achar seu par, o que não deveria ser nenhuma surpresa, não seria a primeira vez que uma arthuriana o sacanearia. mas precisava mesmo ser justo hoje? “está tão bonita” murmura distraído ao olhar a lua, o sentimento de querer fazer parte da lua ou se fundir a ela lhe veio à mente e uma risadinha nervosa escapou. tinha certeza de que não teria muito tempo mais, estavam esperando algum sinal e ele só conseguia ficar atordoado com tudo. apesar de ter sido claramente deixado na mão, não estava irritada ou com raiva, só… preocupado. ao ser virar reparou em yves e logo tornou a se virar novamente, dando às costas para o homem. era só o que faltava, acabar dançando aquela valsa tão importante justo com quem ele meio que odiava. “por favor merlin, qualquer um, menos ele… prefiro dançar com uma vassoura do que com ele” murmurou olhando em volta mais uma vez, se perguntando se algum dos artistas do circo aceitaria dançar com ele.
Aquele baile era estranho, tudo era esquisito para Yves e a sensação de que aconteceria alguma coisa não deixava o seu peito de forma alguma, apesar de ter tido um par para a noite, foi descartado facilmente quando a sua escolha, bem, escolheu outra pessoa. Yves jamais julgaria alguém por isso e até achou graça quando a encontrou aos beijos com outra garota, desde então estava sozinho, algo que já estava acostumado a ter na sua vida mesmo. O momento da valsa não foi uma preocupação para ele, ainda que seus olhos (claros de maneira artificial depois de beber uma poção para isso) tivessem sido capturados pela imagem da lua sobre eles e despertado aquele deslumbre que fez com que ele não percebesse a aproximação de quem quer que fosse. E naquele momento de distração ele sentiu que deveria olhar para trás e esse sentimento lhe trouxe a imagem de Rhaegar que poderia ser a maior piada do destino naquele momento, ajeitou as suas vestes e se aproximou do homem com um certo cuidado, curvando-se levemente para poder sussurrar em seu ouvido. “Boa noite, me concede o prazer desta dança?” A parte engraçada era que ele não estava fazendo isso para provoca-lo, sequer sabia o motivo de ter procurado um par que ele nem queria, mas o seu coração parecia pedir por isso e aquele homem era a escolha, não dele, mas da lua.
Assim como Ruihao sempre colocava o bem-estar dos outros acima do dela mesma, Yujie também o fazia e, a bem da verdade, cuidar dos outros e dar atenção às necessidades alheias era uma boa forma de evitar o turbilhão que era sua mente naquele momento. Uma espécie de self-care diferenciado. Por isso, um pequeno sorriso esticou seus lábios ao falar novamente, todo o carinho que nutria pelo rapaz a sua frente podendo ser observado no curvar e na gentileza com a que o tocava. “We’ve already checked on each other. Posso ficar com você, se quiser.”
Havia um sentimento diferente por Yujie, não era só sua amiga de muitos anos, mas também tinha aquela admiração que sempre desenvolvia algum tipo de situação em que os dois passavam um pouco da linha da amizade. E bem, não tinha como não admirar aquela mulher, ouvir que ela escolheu ficar com ele em vez de seus irmãos era quase como um pedido para que o sentimento se tornasse cada vez mais forte dentro dele. “Eu quero que fique” Disse em voz baixa, levando as mãos até as dela e puxando levemente para que ela pudesse se aproximar, buscando ali um único abraço e era tudo o que ele queria naquele turbilhão de sentimentos que ele não saberia explicar. “Eu prometo que será pouco, eu só... preciso” Suspirou, mostrando ali mais da sua vulnerabilidade, existiam poucos que conseguiam ver aquele lado de Yves e a jovem Li era uma dessas pessoas. Levasse o tempo que for, só a presença da mulher já era o suficiente para que seu coração se acalmasse e a sua mente pudesse se organizar de novo.
❝ Yeah some of our clothes are from victims. You might bite someone, and then you think 'Ooh, those are some nice pants!’ ❞ ( @chuysean )
Definitivamente, Yves não entendeu nada do que estava sendo dito pelo outro, mas coisa boa não era e, pelo deuses, como era difícil não ficar pensando besteira ao lado daquele cara. Tudo em Rhys era como se pedisse por isso, seja o pescoço longo com aquela pequena curvatura que ele gostava de beijar, ou a pele clara que ficava facilmente avermelhada e que dificilmente era marcada, além da boca, que parecia convidar para que Yves cometesse todos os pecados que poderia cometer naquele momento. “Rhys, eu não sei do que está falando” Sussurrou, se aproximando dele e com a liberdade do espaço vazio em que estavam, sem qualquer chances de serem pegos ali, envolvendo a sua cintura e guiando-o até conseguir prensa-lo, impedindo-o de sair de sua pequena armadilha. “Vamos ocupar essa boca um pouco, vamos” Sorriu, antes de mordiscar o inferior e puxar levemente. Uma pequena provocação antes do beijo de verdade, do encaixar perfeito das bocas e a invasão de sua língua, quase como se proibisse o mais novo de falar qualquer coisa ou sequer pensar de maneira consciente, só queria continuar beijando-o e o que viesse depois, seria apenas consequência.
you know, you can always come here when you’re in need. (@snaerror)
“É por isso que eu te procuro” Disse sem muitas delongas, se sentando no sofá daquele dormitório, os olhos corriam por cada detalhe de Las Vegas que sempre faziam ele ficar completamente incrédulo sobre a escolha repentina para as piores noites que uma pessoa poderia ter em algum lugar. Ou talvez fosse o fato de detestar aquela parte do mundo non-maj. E isso não importava muito quando estava na presença do amigo, tendo a sua atenção roubada quando a silhueta masculina passou na sua frente, provavelmente no desejo de dar a volta e se sentar no lado oposto ao que estava no estofado, mas o impediu no caminho, segurando o seu pulso e puxando-o para o seu colo.
Um som ecoou pelo cômodo quando o outro se chocou com as suas coxas, ainda que abafado, Yves teve cuidado em acomoda-lo de uma forma mais confortável sobre si e os olhos voltaram para o rosto dele. “Eu não vou me incomodar se estiver com o seu tesão descontrolado agora” Brincou, com um sorriso sem jeito enquanto levou a mão até a sua nuca, guiando para mais perto de uma forma que talvez o Snaer não estivesse acostumado. “Só me faz esquecer um pouco, você é muito bom nisso” Sussurrou com os lábios colados em seu pescoço, roçando levemente enquanto as palavras saíam no espaço que havia entre eles. “Por favor”
Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
✓ Live Streaming✓ Interactive Chat✓ Private Shows✓ HD Quality
Anya is LIVE right now
FREE
Free to watch • No registration required • HD streaming
[ DOWN ] for sender to have chased down receiver and pulled them into a kiss right when it begins to rain. (rhae)
A relação entre Rhaegar e Yves teve uma divisão, antes e depois daquele baile esquisito, a insegurança parecia ainda maior e ele tinha medo, quase o tempo todo ele temia machucar o amigo e também em acabar fazendo alguma besteira, mas bastava trocar os olhares para que ele entendesse que não tinha como ficar longe dele. O problema, o maior de todos, era que não conseguiam ter uma boa relação, ambos brigavam o tempo todo e por qualquer bobagem, não conseguia entender porque os dois tinham aquela relação conturbada, mas toda vez que Rhaegar se afastava por conta da irritação, era como se houvesse qualquer chance dele não voltar mais e Yves não conseguia lidar com isso.
Vê-lo sair da sala não lhe agradou em nada, precisou de alguns segundos para o controle do ar em seus pulmões, mas Yves parecia não aceitar aquilo muito bem, não soube o porquê e jamais conseguiria explicar, seus pés pareciam ter vida própria e quando se deu conta, sua mão estava envolvendo o braço dele, impedindo-o de seguir o seu caminho e puxou para perto de novo, colando seus lábios aos dele sem qualquer hesitação. Yves não se incomodou com o frio e muito menos com a chuva que caía já fazia algumas horas, ele só queria convencê-lo a não se afastar nunca, ele não saberia viver sem aquele que fazia seus poderes ficarem no equilíbrio perfeito. La Bouff só tinha certeza de uma coisa, depois daquela valsa, ele ficou completamente depende da simples presença de Rhaegar Kingsley.