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Eaí galera! Tudo beleza? Nós da equipe do infoHPV encontramos uma postagem super interessante sobre mitos e verdades do HPV, então decidimos compartilhar aqui, acrescentando mais um mito pois curiosidades nunca são demais! Vamos conferir?
Mito 1: ‘HPV é transmitido apenas sexualmente’.
Fato: A transmissão do HPV acontece geralmente por meio de relações sexuais sem proteção e sem que os parceiros estejam vacinados, mas também pode ocorrer pelo contato com a pele ou mucosas infectadas.
Mito 2: ‘HPV é um sinal de promiscuidade’.
Fato: Estima-se que 80% dos seres humanos vão contrair o vírus em algum momento da vida. É muito fácil ser contaminado e passar adiante, você pode contrair o vírus na primeira vez que tiver qualquer tipo de relação sexual, ao sentar em uma privada de banheiro público, ao compartilhar material de depilação sem que este esteja devidamente esterilizado, entre outros meios de se contrair a doença.
Mito 3: 'HPV significa que tenho câncer'.
Fato: Existem pelo menos 200 tipos de HPV, sendo que aproximadamente 40 deles afetam a área genital. Alguns causam sensações incômodas, mas são formas inofensivas, como verrugas genitais. Cerca de 13 tipos são considerados de alto risco e podem causar câncer do colo do útero, além de outros cânceres genitais,ou câncer de boca e garganta.
Mito 4: 'Se você tem HPV, vai saber'.
Fato: o HPV não necessariamente se da de forma sintomática, sendo que na maioria dos casos, o sistema imunológico pode liberar o corpo da infecção.
Mito 5: ‘A vacina do HPV causa Miastenia Gravis’.
Fato: Só houve 1 artigo que relata um único caso a respeito da vacina de HPV causar a miastenia, porém o artigo é inconclusivo. Em contrapartida há inúmeros estudos que provam a eficácia da vacina para a prevenção do câncer de colo de útero sem que houvesse contraindicações.
Referência:
Ives, Laurel. BBC News. 4 mitos sobre o HPV, vírus de transmissão sexual que afeta maioria das pessoas. Disponível em: <https://www.bbc.com/portuguese/geral-45546135>. Acesso em 26 de maio de 2020
Olá pessoal! Tudo bem com vocês?
Para a postagem de hoje, iremos contar um pouco sobre o tratamento do HPV. O título dessa postagem foi pensado devido ao fato de que, infelizmente, não há um tratamento específico para o vírus do HPV! :( O vírus do HPV, como constatamos em algumas postagens anteriores, pode sumir completamente do seu organismo porque seu próprio sistema imunológico irá o combater, porém esse é seu único aliado na luta contra o HPV, por assim dizer.
Mas pera lá! Um tratamento específico para o vírus do HPV não significa que não existam outros tipos de tratamento que possam vir a te ajudar. O tratamento principal para infecção por HPV, por exemplo, se baseia nas lesões e verrugas causadas pelo vírus. Pode ser feita através de:
Agentes tópicos (aplicado na lesão, externamente): Ácido tricoloroacético de 50% a 90%, 5-fluoruracila em creme, etc. (Importante esclarecer que os medicamentos agora citados estão apenas aqui por razões de informação, jamais se automedique! Caso você tenha contraído o HPV, sempre se consulte com um médico e use apenas o medicamento prescrito para você).
Como visto anteriormente, também há uma possibilidade de uma infecção por HPV vir a se tornar uma neoplasia (Neoplasia é o termo usado para aquilo que conhecemos como câncer. Um câncer surge à partir de lesões celulares, coisa que o vírus do HPV é capaz de fazer). Dessa forma, caso seja a situação, o tratamento será destinado à neoplasia desenvolvida. Esta se resumirá em Imunoterapia e/ou Cirurgias.
Esperamos que com esta postagem suas dúvidas perante ao tratamento da infecção por HPV sejam respondidas! Até mais!
REFERÊNCIAS:
Eu contraí HPV. Se eu tomar a vacina ficarei curada?
Infelizmente, não :( A vacina só irá te proteger contra o HPV se tomada antes de uma infecção. No entanto, se você tomar a vacina, por mais que o HPV que você já contraiu não será curado, você irá ficar imune à outros tipos de HPV! Existem diversos vírus que podem causar o HPV! Interessante, né?
Na maior parte das pessoas o HPV é assintomático, ou pode ficar latente por anos, sem manifestações clínicas (visíveis a olho nu), ou apresentar manifestações subclínicas (não visíveis a olho nu). Raramente essas lesões podem se apresentar em outros lugares que não as genitais, como conjuntivas, mucosa nasal, oral e larínge.
Após a contaminação, os sintomas podem demorar de 2 a 8 meses e em alguns casos pode se levar anos para surgirem. Com uma queda de imunidade o HPV pode se manifestar apresentando lesões características, que em sua maioria (geralmente em adolescentes) somem sem necessidade de tratamento. A gravidez também pode levar ao surgimento das lesões.
Lesões clínicas: são verrugas com aspecto parecido com o de uma pequena couve-flor na região genital e anal (denominadas de condilomas acuminados e popularmente conhecidas como "crista de galo", "figueira" ou "cavalo de crista"). Podem ser únicas ou múltiplas, de diversos tamanhos. Em geral, são assintomáticas, mas podem causar coceira no local.
Lesões subclínicas: podem ser encontradas nos mesmos locais das lesões clínicas e são assintomáticas. Esse tipo de lesão só será percebida apenas por exames específicos
Nas mulheres: as lesões podem surgir na vulva, vagina, colo do útero, região perianal e ânus.
Em homens: as lesões podem aparecer no pênis (geralmente na glande), bolsa escrotal e/ou região pubiana, região perianal e anus.
Em crianças que acabam por se infevtarem de forma vertical (no momento do parto) podem desenvolver lesões verrucosas nas cordas vocais e laringe (Papilomatose Respiratória Recorrente).
Referências:

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Você sabia que usar preservativos é essencial para a prevenção contra a transmissão do HPV?
Com base na nossa ultima postagem do vídeo de camisinhas femininas, resolvemos publicar esse outro vídeo: Dúvidas sobre camisinha? Descubra tudo sobre prevenção e IST da Youtuber e sexóloga Cátia Damasceno (recomendamos muito o canal, que possui diversos vídeos sobre educação sexual voltada à mulheres!). Nesse vídeo, ela tira dúvidas de inscritos e explica de uma forma didática e descontraída a importância da camisinha masculina.
Essa camisinha é encontrada em farmácia, supermercados e é distribuída GRATUITAMENTE no SUS (onde pode ser retirada em postos de saúde e Unidades Básicas de Saúde). É uma das formas de se prevenir de diversas ISTs, inclusive a HPV, por isso é algo importante de se usar em momentos de relações intimas e assim evitar desenvolver doenças que podem prejudicar vidas.
Você sabia que usar preservativos é essencial para a prevenção contra a transmissão do HPV?
Por mais que ela sozinha não seja 100% efetiva e que a vacina seja indispensável, o uso de preservativos durante o ato sexual deve ser sempre prioridade pois ajuda a te proteger (e não só a você, como também as pessoas com quem você se relaciona!) de diversas ISTs, como o HPV. Por isso, hoje nós viemos fazer uma sugestão de vídeo muito educativo, e de maneira descontraída, sobre ele: O PRESERVATIVO FEMININO. Esse vídeo é do canal da Youtuber e sexóloga Cátia Damasceno (recomendamos muito o canal dela pois a mesma possui diversos vídeos sobre educação sexual voltada à mulheres!)
Apesar de dificilmente encontrado em farmácias, o mesmo é distribuído gratuitamente pelo SUS (podendo ser retirado em postos de saúde e Unidades Básicas de Saúde) e é até mais eficaz na prevenção do que o preservativo masculino para as mulheres, pois cobre grande parte da genitália feminina, enquanto o preservativo masculino sobre apenas algumas áreas da genitália masculina, tornando a exposição cutânea (de pele) mais suscetível a infeccionar-se.
A verruga ela aparece na genitália, tanto masculina quanto feminina?
Sim, e você pode conferir mais sobre isso nesse post: Clique Aqui!
Você é uma pessoa que não necessariamente está cursando um curso da área da saúde, mas quer aprender mais sobre (ou testar seu conhecimento já adquirido) sobre o HPV? Então este FORMS é para você!
Esse FORMS é pra você que esta cursando ou já trabalha na área da saúde, testar ou relembrar os seus conhecimentos sobre o vírus HPV! Nós da equipe do Info HPV desejamos boa sorte!

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Para não contrair o HPV, existem algumas formas de se previnir, sendo que todas elas são disponibilizadas gratuitamente pelo SUS. São prevenções:
Vacina contra o HPV: é o meio de transmissão mais eficaz contra as infecções por esse patógeno. É indicada para meninas de 9 a 14 anos e meninos de 11 a 14 anos, pessoas que vivem com HIV e indivíduos transplantados na faixa etária de 9 a 26 anos. Entretanto a vacina não é um tratamento, não sendo eficaz contra infecções ou lesões por HPV já existentes³.
Preservativo: usar preservativo (camisinha), tanto masculino, como feminino durante relações sexuais é um bom método de prevenção a ISTs, porém, não impede totalmente a infecção pelo HPV, já que algumas lesões estão em áreas não protegidas pela camisinha (vulva, região pubiana, perineal ou bolsa escrotal). Entre as camisinhas, a feminina é a melhor, pois cobre também a vulva e evita de forma mais abrangente o contágio se utilizada desde o início da relação sexual.
Papanicolau: é um exame ginecológico preventivo, que ajuda a detectar anomalias das células de revestimento do colo do útero, que podem ser tratadas antes de se tornarem um câncer. Porém, esse exame não é capaz de levar a um diagnóstico da HPV, pois não detecta a presença do vírus, no entanto, é considerado o melhor método para detectar o câncer de colo do útero e suas lesões precursoras.
REFERÊNCIAS:
REFERÊNCIAS:
Na postagem anterior, fizemos uma breve e simples explicação de como o Vírus do papiloma humano (HPV) é transmitido e, dentre as formas de transmissão, citamos a Transmissão Vertical. A Transmissão Vertical irá ocorrer durante o parto do bebê, de mãe para filho. Por mais que dados epidemiológicos sugerem que há uma possibilidade de sermos infectados pelo HPV por meios não-sexuais (nós já falamos um pouco sobre isso na nossa postagem sobre Epidemiologia!), a transmissão vertical é comprovada como um meio de transmissão real. A transmissão irá acontecer quando o feto/bebê passar pelo canal genital infectado da mulher. Hoje, nesta postagem, iremos contar sobre esse tipo de transmissão mais detalhadamente, bem como apresentar as formas como o vírus pode comprometer a saúde da criança.
Olá pessoal! Hoje vamos falar um pouco sobre como acontece a transmissão do HPV.
A transmissão pode ocorrer a partir de uma única exposição ao vírus por meio do contato direto com uma pele ou mucosa infectada durante o ato sexual, neste caso, se você tiver relações sexuais com alguém infectado sem ter tomado a vacina do HPV ou fazer uso de preservativos, estará sujeito a ser infectado também. Os tipos de contato podem ser oral-genital, genital-genital ou mesmo manual-genital. Há também a transmissão de forma vertical, isto é, da mãe para o filho durante o parto. Essas crianças apresentam, em maioria, rouquidão, estridor ou obstrução das vias aéreas apenas aos 2 ou 3 anos (Sim, se a criança for infectada durante o nascimento, demorará alguns anos para manifestar os sintomas/consequências).
Olá pessoal! Nas postagens anteriores, contamos um pouco para vocês sobre o HPV e apresentamos dados estatísticos quanto à epidemiologia do mesmo. Hoje, entrando em uma área mais biológica do estudo sobre o HPV, viemos compartilhar com vocês algumas informações sobre a estrutura do vírus HPV. Vamos lá?

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Olá pessoal! Tudo bem? Hoje, no INFOHPV, vamos compartilhar com vocês um pouco da epidemiologia do HPV!
"Mas INFOHPV, o que é Epidemiologia?"
A Epidemiologia é, por definição, um ramo da medicina que estuda os fatores que irão determinar a frequência e a distribuição das doenças na coletividade humana (por coletividade humana entende-se a sociedade e a vida em conjunto das pessoas em uma região específica, ou ao redor do mundo todo). Dessa forma, a Epidemiologia é um estudo que é importante para que possamos entender a prevalência das doenças, ajudando a controlar aquelas que são causadas através de transmissão, como é o caso do HPV, entre outros cenários. A Epidemiologia irá apresentar a história da doença, como a mesma se comportou e prevaleceu conforme o tempo, e como ela atingiu a sociedade num geral!
MONTILLA, Dalia Elena Romero; Noções Básicas da Epidemiologia. ENVELHECIMENTO E SAÚDE DA PESSOA IDOSA. Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca - Fiocruz. Disponível em <http://www5.ensp.fiocruz.br/biblioteca/dados/txt_690106550.pdf> Acesso em 8 JUN 2020.
Agora que você aprendeu o que significa Epidemiologia, e obteve uma pequena noção do porquê ela é importante para a educação à respeito das doenças e, claro, sobre o HPV, que é o foco deste blog, vamos falar enfim sobre a epidemiologia do HPV. Para isso, vamos começar falando um pouco de Prevalência. E o que seria prevalência? Prevalência é um termo muito usado em estatística para se referir a quantidade de casos de uma certa doença, dentro de um certo período de tempo.
O HPV (sigla em inglês para Papilomavírus Humano) é um vírus que infecta a pele ou as mucosas (oral, genital ou anal) tanto de homens, quanto de mulheres, provocando verrugas na região genital e no ânus. Dependendo do tipo de vírus, alguns tipos de câncer podem acabar sendo desenvolvidos. A infecção por HPV se dá por via sexual, sendo então uma Infecção Sexualmente Transmissível (IST). A infecção pelo HPV não apresenta sintomas na maioria das pessoas. Em alguns casos, o HPV pode ficar presente de meses à anos sem manifestar sinais (visíveis a olho nu), ou apresentar manifestações subclínicas (não visíveis a olho nu). As manifestações costumam ser mais comuns em gestantes (grávidas) e em pessoas com imunidade baixa. Prevenção: Vacina contra o HPV: é a medida mais eficaz para prevenção contra a infeção. A vacina é distribuída gratuitamente pelo SUS e é indicada para: Meninas de 9 a 14 anos e meninos de 11 a 14 anos; Pessoas que vivem HIV; Pessoas transplantadas na faixa etária de 9 a 26 anos;
KORSMAN, Stephen N.J; ZYL, Gert U. van; NUTT, Louise; ANDERSSON, Monique I.; PREISER, Wolfgang. Virologia. Elsevier, Rio de Janeiro, 2014. Disponível em:<https://www.evolution.com.br/epubreader/9788535279771> Acesso em: 6 de jun de 2020.