Postando outra vez*
(Achei perdida no drive)
Quando olho pra você consigo sentir como se o mundo parasse por um instante e você de repente se transportasse para perto de mim.
Sinto sua mão delicada tocando a minha pele e eu sem qualquer pudor transformando minha mão em um colar que enlaça seu pescoço, te tirando o ar e a timidez, te enchendo de beijo e de tesão.
Gosto da sensação de ver seu corpo reagir quando percorro sua pele com minha boca, sentir você arfar enquanto beijo sua boca e toco sua intimidade ao ponto de sentir um rio de prazer irromper entre suas pernas.
Me vicia o sabor do seu beijo e o brilho no seu olhar quando te faço provar do seu próprio gosto, quando te coloco com facilidade submissa ao nosso desejo incontrolável, onde você me olha pelo canto do olho de costas para mim.
Abro o caminho de suas pernas e você já pode me ver em riste ao seu encontro, firme como pedra e molhado como um sereno orvalho prestes a invadir você.
Seguro seu cabelo, dominando sua fera interior só para ver você querer libertá-la.
E encontro, encontro seu íntimo prazer, visito o fundo do seu desejo e torno a desbravá-lo, indo do início ao fim, em um ritmo delirante para te fazer perder o controle do próprio corpo, sentindo o tremor que sobe pelas suas pernas, explodindo em um gemido agudo em dueto com o meu grave.
Estamos satisfeitos, mas nunca deixamos de estar famintos.
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When I look at you, I can feel as if the world stops for a moment and you suddenly find yourself transported close to me.
I feel your delicate hand touching my skin, and without the slightest hesitation, I turn my hand into a necklace that wraps around your neck, taking away your breath and your shyness, covering you with kisses and desire.
I love the feeling of watching your body respond as I trace your skin with my mouth, hearing you gasp while I kiss your lips and touch your most intimate places until I can feel a river of pleasure bursting between your legs.
The taste of your kiss is addictive, as is the sparkle in your eyes when I make you savor your own sweetness, when I effortlessly bring you into submission to our uncontrollable desire, where you glance back at me over your shoulder.
I part your legs, and you can already see me standing ready for you, firm as stone and damp as the morning dew, about to enter you.
I hold your hair, taming the beast within you only to watch you long to set it free. And I find your deepest pleasure, I journey to the depths of your desire and explore it once more, from beginning to end, in a delirious rhythm meant to make you lose control of your own body, feeling the tremor rise through your legs and burst into a high-pitched moan in duet with my low one.
We are satisfied, but we never cease to be hungry.
















