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O rosto impassível não demonstrava seu divertimento com leviandade de tais palavras. A mentalidade tão simplista não deveria ser tão surpreendente para um vampiro milenar, mas o que podia fazer? A capacidade humana de relevar perigos e ameaças pela cegueira de algo que não chega aos pés de amor, um desejo tão intenso que não enxergava... Drácula lambeu os lábios e considerou, catalogou os visitantes daquela noite e as alas dispostas para cada nome com passados manchados de sangue. "Concedido." Murmurou para o quarto, sem necessariamente dirigir-se ao príncipe. Só... Só precisava colocar um de seus guardas à postos para interromper a tortura antes do óbito do homem tão destemido. Uma experiência assim constrói caráter, mexeria com o pensamento, lembrá-lo-ia que a crueldade do Rei dos Vampiros era sua característica mais marcante. "Se ainda estiver disposto, tomá-lo-ei como sobremesa. A colheita trazida em meu nome é de muito tempo esperada por mim. Somente flores e frutos, não é fascinante?" Humanos com dietas específicas, no intuito de transferir o sabor impossível para os vampiros numa forma que conseguissem assimilar. Contudo, a mão subiu ao rosto de Hans. Seus dedos percorrendo a linha do maxilar, o polegar arrastando na maciez dos lábios. E descendo, pousando sem força ao redor do pescoço e erguendo o rosto para aproximar o próprio. "Espero que viva, Hans..." E a ideia veio, brilhando como um relâmpago no verão. Seus olhos acenderam em vermelho, fome e sede milenar transformando as feições na suas assassinas. "Não levante-se da mesa até ser servido com a minha taça." Os lábios, enfim, se tocaram. Um selar breve. "E realmente espero que sobreviva a essa noite, Hans." E quando ele piscou, Drácula desapareceu no ar. Sombras e velocidade vampírica o colocando no extremo oposto do Castelo.
FINALIZADO.
A mão erguida esperava o encaixe da taça entre os dedos, um sorriso mínimo erguendo os cantos dos lábios. "Minha coleção de vinho é mais pelo ego do que pela apreciação, Hans. Minha bebida preferida é servida quente, ainda pulsante." Não fazer esforço nenhum além de passar a língua e deixar o veneno fazer efeito, impedindo o fechamento sem a sua autorização. Drácula, dessa vez, deixou a risada escapar com a coragem descabida do homem. Uma ousadia que era mais impossível do que completamente admirável. "Apresenta um ponto interessante... Sua morte não seria rápida... Tem alguma experiência em torturas que eu não esteja ciente?" A ordem de sentar estava na ponta da língua, contudo, o lorde vampiro ergueu-se e encaminhou para as opções. Uma calça negra, sapatos escuros e brilhantes de tão encerados. "Alguém acordou com o desejo de combater o mundo, hum?" Ronronou Drácula ao subir os dedos pelas próprias mãos, eficiência em tirar as abotoaduras das mangas. "Podemos começar esse teste de resistência agora. Use-as para o jantar." Balançando a cabeça, seu olhar escuro ergueu para o claro de Hans. "Posso ser particularmente possessivo do que me pertence, Príncipe Hans. Não me teste com uma demonstração pública, você não tem a minha permissão."
Olhou entre Drácula, e a peça conforme foi colocando o presente nos punhos. Não esperava isso. Por mais que provocasse, Hans imaginava que seu lorde apenas ignoraria suas falas mundanas e o usaria como aperitivo antes da refeição. O peso do presente e o brilho da joia fez com que o antigo príncipe olhasse para o objeto. Ele era acostumado com ouro, joias, e presentes de todo tipo. Os Westergaard moravam nas Ilhas do Sul, onde possuíam muitas riquezas. Da qual, poucas vezes, Hans tivera acesso. Por ser o mais novo de trêze filhos, ele achava que os presentes que eram destinados a ele por ser mais um na linhagem eram extremamente insatisfatórios. Nada havia se parecido com aquela abotuadura. Trajado da calça e dos sapatos escuros fez questão de se vestir da forma mais lenta e exibicionista possível. Ele gostava de ser olhado. Desejado. Era algo que nunca em sua vida teve. Talvez, por alguns momentos com Anna, mas como ela mesma provou não havia sido verdadeiro. "Oh, por favor, sou o membro mais novo com outros doze irmãos, e preciso lembrar que fui novo de uma garotinha que gostava de cantar a cada segundo, desejar bom dia para os pássaros e reclamar por que a irmão mais velha não dava atenção? Sim, eu já fui bastante torturado, e não do jeito que pode ser apreciado."
Ele não ligava para aqueles jogos na cama. Algemas, vela, cordas. Hans havia passado um tempo descobrindo prazeres em diversas camas quando ainda novo, essa pelo menos uma das vantagens de se ter irmãos mais velhos. Sempre acabavam buscando afeto em outros lugares. Enquanto ajeitava os cachos que custavam a se organizar ainda a frente do cabelo, ele tombou o pescoço para trás. "Se o vinho não lhe agrada, eu posso oferecer algo quente e pulsante. Só vamos evitar manchas na blusa por ter sido um presente bastante estimado." Ele estava desejando também por um pouco de afeto. Um pouco de toque. Nos poucos dias ali, se viu com um pouco mais de atenção que já teve em muito tempo, e poderia ou não estar se acostumando com isso. "Só quero fazer com que você se sinta bem também, então se um pouco de sangue é o que vai fazer o seu jantar, sirva-se."
Anaïs Nin, from The Voice

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"não gosta de casamentos?" a pergunta veio em automático, como um pensamento que escapou pelos lábios. celeste assumia que interações humanas poderiam ser difíceis, mas era a primeira vez que via alguém revirar os olhos com a menção. "celeste, querido. é um prazer." e lá estava o sorriso carismático de sempre, oferecendo a destra para oficializar o cumprimento. "pareço alguém que recebe muitos pedidos de casamento?" a fada não sabia se aquilo era um elogio ou uma tentativa de flerte, mas aceitou de bom grado porque estava interessada em saber qual a visão que as pessoas tinham de si.
"Bom, o meu último acabou comigo levando um pé na bunda e quase sendo congelado no processo, desde então, não sou tão fã." Usou seu sorriso mais travesso possível. Hans era um galanteador, e um enganador. Todos sempre elogiaram essa habilidade dele. "Se eu não tivesse prometido a mim mesmo, que agora só casaria por amor verdadeiro, eu me ajoelharia agora." Mentiras, mentiras e mais mentiras. Mas era bom sempre ter uma carta em sua manga. "Parece alguém que muitos entrariam em guerras para ter ao seu lado." Tentou preferir tentando ver se ainda estava no seu melhor jogo.
nana goes MPB with relationships: HANS AND DRACULA
hoje eu preciso de você
com qualquer humor
com qualquer sorriso
hoje só tua presença
vai me deixar feliz
só hoje
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onde: festival da renovação.
quando: competição de fogos de artifício.
apesar do barulho dos fogos não ser um chamariz para a fada, as luzes coloridas eram. a magia de celeste estava sendo usada para abafar os estouros nos próprios ouvidos enquanto os olhos eram hipnotizados pelos desenhos que se formavam no céu. estava disposta a aproveitar o momento em silêncio se, o que anteriormente era um desenho, não estivesse se transformando em palavras. "não sei se estou vendo certo." um estalar de dedos, magia desaparecendo. demorou alguns segundos para conseguir ler e entender do que se tratava, mas quando percebeu um pedido de casamento, seus olhos se arregalaram e foram direcionados para muse. "é seu nome?"
"Eu te garanto que não é." Ele revirou os olhos. A última pessoa que alguém gostaria de se casar era com ele. E olha que ele era um ótimo partido, mas aparentemente uma tentativa de assassinato e pronto já era o vilão favorito de todos. Hans não se importava. Havia agora alguém que se importava com ele. Por mais que ele soubesse que não era duradouro, e que provavelmente era falso ele não poderia deixar de pensar que era uma realidade que ele queria algum dia. Ser rei. Casar. Ter um trono para si. Pessoas o servindo e fazendo tudo que ele mandasse. "Qual o seu? Aposto que muitos pediram sua mão assim que a conhecesse, love."
com quem: @hansmalvadao
onde: casa da princesa merida
━━━━━━━━━━━━ Tinha visitas. Ótimo! Era, realmente, aquilo que a princesa queria. Uma plateia para assistir ao show de horrores que Mor'du havia feito consigo. Ela não deu importância para o anúncio, enquanto encarava o jardim e, bem ao longe, a Floresta Proibida, desejando ir lá novamente, caçar aquele que havia feito o que fez consigo. Entretanto, a ideia lhe causava arrepios: nem mesmo totalmente sadia havia aguentado. Estava enfaixada na coxa e na costela, isso pra não citar os diversos arranhões no rosto, pés, mãos e o nariz, roxo. Claro, quem é que não queria vê-la hoje? "Hans?", perguntou, indignada, irritada. Um dos pretendentes de sua mãe, claro. Ele lentamente adentrava a varanda em que Merida havia se escondido. "O que veio fazer aqui?", perguntou, sem se preocupar se estava soando ríspida. A carinha de dor não se fez simplista, falar e respirar doíam até demais.
Quando havia esbarrado na praça com a rainha ele jamais imaginaria que conseguiria encantá-la o suficiente para que soubesse que a havia uma princesa herdeira e que em breve poderia ser rainha. Ainda mais se os três menores acabassem virando comida para urso. Ele não sabia o porquê havia pensado em ursos, mas eles vieram a sua cabeça conforme se aproximava da locação onde a princeesava ficava. " Sua mãe comentou que sua linda filha estava doente." Ele pegou as flores e o chocolate. "Vim trazer um agrado. Sabe de príncipe para princesa." Não que ele fosse ainda príncipe, pois perdeu os títulos, mas eles não precisavam saber disso. "Nós, realeza precisamos cuidar um dos outros. Acho que nunca conversamos ou fomos próximos, e como sua mãe foi tão gentil, achei que seria educado vir." Mentira, mentira, mentira. Só saiam mentiras, mas se ela estava doente era ainda mais fácil casar e dar o golpe nela. Finalmente sua vida fácil. "Onde você está? Não consigo vê-la."
Sem fazer um mísero som, Drácula deslizou para dentro. O clique da porta sendo fechada combinando com o escolher daquela poltrona para sentar e admirar o dilema em forma de pele quente e coração pulsante. O vampiro cruzou uma perna sobre a outra, a língua puxando o lábio inferior num mordiscar analítico. "Confie em mim, Príncipe, vossa alteza não duraria 24 horas se fosse colocado na mesma ala que a minha. Sua ambição deturpa a realidade de quão alto está na minha hierarquia." Vinho, os olhos demoraram-se na cor escura e sedutora. Aprovação brilhando nos olhos com ainda mais força quando abriu a boca e: "Branca. Se qualquer um encostar em você, saberei de imediato. O que mais irá usar?"
Ele não pode deixar de olhar para o Lorde a sua frente. Toda sua postura, a maneira como ele entrava no recinto e todos sabiam para onde desviar sua atenção. Era esse tipo de comandante que ele queria ser. Um que todos paravam tudo para olhá-lo. "Vinho?" Ofereceu a taça da bebida que havia contrabandeado mais cedo em uma de suas aventuras para conhecer o castelo. "Espero que não fique bravo por eu ter pegado emprestado, mas como verá meu gosto é excelente." Hans sabia reconhecer um bom vinho de longe. Sempre acostumado com o melhor. "24 horas? Acho que temos que testar. Eu sou bem resiliente, você poderia até ficar impressionado." Serviu um pouco da taça a si mesmo. Demorando para tomar um gole querendo que ele prestasse atenção em seu pescoço e cada parte de si. "Não sei. Ia escolher ainda, mas não sei. Quer escolher para mim? Ou posso simplesmente não vestir nada...O que Milorde desejar."

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Esperava, inocentemente, que a mansidão prestativa que ofereceu a Hans de início poupasse ambos da dor de cabeça do conflito. Deveria saber que inocência não lhe serviria, tal qual tranquilidade nunca poderia caber ao outro. Um arfar cansado, dramático, escapou-lhe os lábios quase azulados. Ali estavam, novamente. Presos, decerto, em um tempo desperdiçado no passado mal solucionado e em reclamações penosas. Quando a recusa fora proferida, não conteve o rolar dos olhos. Era uma escapatória o que ofereceu, para ambos. E em uma empreitada característica, ele optou por tornar a própria vida difícil — a arrastando junto. ❛ Eu poderia explicar todas as formas que dar a minha coroa para você, especialmente, seria desastroso, mas eu não acredito que tenha a consciência para concordar. ❜ O tom de voz, apesar de ácido e levemente ressentido, não foi elevado. Pouco era de seu feitio se afetar, mesmo que Hans, sozinho, testasse essa realidade. Não foi até a confissão que passou a encará-lo, um escrutínio nada sutil que perdurou no silêncio. O riso breve que escapou-lhe os lábios, em seguida, parecia arrancado mas não zombava. Que representassem familiaridade, em qualquer sentido, era uma ironia que não apreciava, mas que tinha de reconhecer. ❛ Talvez esse lugar tenha, por fim, encontrado formas novas e criativas de nos confundir. ❜ Torturar, mais apropriadamente. ❛ Tem algo para me dizer? Se começar a discursar sobre arrependimento, aí sim estarei oficialmente assustada. ❜
Olhou Elsa de ponta a cabeça. Todos os sentimentos de raiva vindo a superfície e ele tendo que respirar inúmeras vezes. "Não me arrependo. E ainda acho que seria um bom comandante de Arendelle. Você fugiu ao menor som de algo não sair como você esperava e Anna...Você sabe como é sua irmã. Quem de nós está realmente preparado e com aptidão para isso? Você mal queria conhecer o próprio povo. Eu seria um bom rei de Arendelle." Seus olhos voltaram para Elsa. O desgosto, mas ele dobrou as mangas deixando o frio corar seu rosto. Sentia tanta falta disso. Do frio, do gelo. Era uma das coisas que mais odiava em Tão Tão Distante. A falta de inverno de verdade. O clima era tão agradável quanto as pessoas. "Não sei, acho que eu deveria ter te cortejado ao invés da Anna. Acha que formariamos uma boa dupla? Claro, agora eu só quero cortar sua cabeça, mas não vou fazer isso, pois finalmente consegui um bom lugar aqui em Tão Tão Distante, mas em um universo paralelo. Acho que teria dado certo." Resmungou enquanto se apoiava em uma parede o gelo o acalmando um pouco.
Castelo do Drácula w. @hansmalvadao
Drácula dispensava cada um do seu séquito pelos corredores da própria casa. Os caminhos escolhidos combinando com salas de reunião e quartos particulares, não dando nenhum possibilidade de permanecerem ao seu lado enquanto patrulhava entre os quadros. Devagar, calmamente, estendendo a audição vampírica para o completo... isolamento. Foi assim que a mão fechada em punho bateu na madeira da porta. E foi pela possessividade que girou a maçaneta e se forçou para dentro. "Perdoe-me a demora para fazer uma visita, príncipe Hans. Os aposentos estão do seu gosto?"
Hans olhava-se no espelho. Olhando para o próprio reflexo uma blusa branca em sua mão e ele vendo se deveria ou não usá-la para o jantar. Havia acabado de sair do banho. Os cachos dourados ainda continham gotículas de água, e seu torso reluzia com as luzes do local. Quando o quarto abriu ele fechou a cara pronto para brigar com o criado que não respeitou sua privacidade, mas ao ver a visão de Lorde Drácula fez os lábios se curvarem em um sorriso. "Milorde." Fez um reverência, e deixou um sorriso atravessar o rosto. "Muito. Apesar de achar que seriam mais próximos do seu. Todavia, diga-me, sua melhor opinião. Qual camiseta?" Levantou a branca que era mais aberta e a vinho que fazia contraste com seus olhos.
Saw @arendellekingdom‘s gif set and I had to make one for Hans.
❝ Um coração partido é um coração partido; tomar uma medida é crueldade. ❞
@hansmalvadao
Olhou para o vampiro enquanto ele falava. Hans estava se acostumando com a presença daquelas figuras e suas frases complexas. Provavelmente fez parte de sua educação refinada como ex príncipe. "Um coração só é partido quando você permita que ele se parta. Se você tomar as redéas nunca irá partí-lo, mas você tem a eternidade seu coração vai ficar bem. "
📍 𝐟𝐫𝐨𝐳𝐞 𝐨𝐯𝐞𝐫 𝐚𝐫𝐞𝐧𝐚 / pós natal.
Dessemelhante quanto fosse aquele momento de sua vida, em especial, ainda seria pouco usual que buscasse por companhia. Não porque assim o desejasse — não, nada tão inevitável quanto o anseio continha-lhe, mas por hábito, solitário e persistente. O familiar, para a monarca, era ambos: um tormento, mas também o que lhe ancorava. Era por isso, inclusive, que não se sentia presa quando sabia que, ali, liberdade não era possível. O que era positivo, se parasse para pensar. Menos frustrante. Foi, então, de sobressalto arrancada das próprias ponderações, as íris gélidas sendo levantadas até a figura de muse. ❛ O que faz aqui? ❜ Não exatamente repreensiva, questionou com curiosidade; as mãos cessando o congelar da área externa da Froze Over Arena. ❛ Não funcionamos nessas circunstâncias, deve saber. Posso te ajudar de alguma outra forma? ❜
Ele não sabia porquê seus pés o haviam levado até ali. Justamente nas ultimas pessoas que ele queria encontrar. Toda vez que encontrava uma das irmãs de Arendelle seu sangue fervia. Ele esteve tão perto de realizar tudo que queria. Tão perto de finalmente ter uma coroa em seus cabelos, e tudo foi abaixo, por conta que Anna decidiu se apaixonar por um caipira e Elsa querer implicar com o relacionamento dos dois. Elsa sempre foi o pivô problemático no relacionamento dele e de Anna, pois poderia ter dado certo. Poderia ter sido rápido, e ele poderia ter feito tudo de uma vez se a mulher não tivesse atrapalhado desde o começo. Ele poderia até mesmo ter aprendido a gostar da outra. "Por mais que me alegra saber que você é educada a ponto de se forçar trabalhar mesmo na minha presença, não, você não pode me ajudar. Poderia se tivesse simplesmente me dado a coroa de Arendelle, mas não é tão facil, não é?" Suspirou, pois ele mesmo não sabia o que fazer ali. "Aqui é o local onde o clima mais se parecesse com minha casa. Só queria ficar um pouco mais no frio."

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SPIKE | 6.13