A VOVÓZINHA MAIS QUERIDA DA FLORESTA ENCANTADA! A nossa nova habitante costumava se chamar GRANNY RED, do conto RED RIDING HOOD, e antes da névoa da maldição arrastá-la até Storybrooke, ela estava no REINO DE RED ROSE, lá na FLORESTA ENCANTADA. Aqui na cidade você talvez a encontre se procurar por uma tal de SANEM KIRMIZI que é PROPRIETÁRIA DO GRANNY’S.
RESUMO
Na Floresta Encantada, Granny se sentiu muito culpada por não conseguir proteger Chapeuzinho Vermelho de desaparecer, ainda que nunca tenha descoberto o que a fez sumir. Na maldição, Sanem é uma mulher que aprendeu desde cedo que havia duas coisas que mais amava no mundo: atenção e dinheiro. Observou sua mãe largar seu pai e dar um golpe do baú, e foi aconselhada a fazer o mesmo; e fez! Criou uma filha com um marido ausente que fez questão de se livrar dele com um café mexido com bastante arsênico, ficando com a herança dele e da mãe recém falecida. Mudou-se para Storybrooke para evitar as fofocas e olhares desconfiados de viúva sorridente demais, e abriu o Granny’s para manter seu padrão de vida alto, assim como anda na tênue linha de sugar baby e sugar mommy para suprir sua necessidade de atenção.
INFORMAÇÕES BÁSICAS
Nome completo: Sanem Kirmizi
Apelidos: O que você quiser, meu amor (;
Idade: 62 anos
Altura: 164cm
Aniversário: 6 de novembro (escorpião)
Face Claim: Neslihan Yeldan
Hometown: Reino de Red Rose, Floresta Encantada
Localização atual: Storybrooke, Maine
Orientação sexual: Bissexual
Ocupação: Proprietária do Granny’s
Label: The Vixen – someone who is alluring and manipulative ; uses their good looks to get what they want.
Alinhamento: Lawful Neutral
Vício primário: Luxúria
Traços positivos: Bem-humorada, extrovertida, inteligente, sedutora, decidida.
Traços negativos: Gananciosa, perdulária, manipuladora, rancorosa, abusada.
ANTES DA MALDIÇÃO
A história do ponto de vista da avó continuava igual, ainda com um final bem diferente. Ainda tinha uma saúde debilitada e isolou-se no meio da Floresta Encantada para não ser incomodada, e sabia que sua neta precisava fazer longas caminhadas para lhe entregar doces e remédios que sua filha lhe enviava regularmente. Não se lembra quando exatamente Chapeuzinho a apresentou a nova namorada, que disse ter conhecido, por coincidência, por conta da avó, já que fora no caminho para entregá-la uma nova cesta. Granny... Nunca foi exatamente com a cara da mulher, apesar de não saber o porquê. Instinto.
Não há palavras para descrever o pavor que foi perder Chapeuzinho, mas com certeza há uma para descrever o sentimento que sua avó tinha ao colar todos panfletos nas árvores, procurando pela neta: Culpa. Culpa por não ter sido mais presente, por pensar que a garota estava fugindo de si. Nunca soube exatamente o que fez a neta fugir (apesar daquela nova namorada dela ser muito suspeita), mas sempre se imaginou pensando o que teria acontecido de diferente. Talvez, se fosse mais protetora, ela não teria sumido de sua vista? Se não morasse tão longe, ela não teria precisado fazer tantas caminhadas por sua conta?
Enquanto adormecia cansada e chorosa sobre uma pilha de papéis com o rosto da neta estampado, mal sabia o quanto poderia ter aquelas perguntas respondidas.
DEPOIS DA MALDIÇÃO
Trigger Warning: age gap, violência doméstica, assassinato
A infância de Sanem fora, para se dizer o mínimo, conturbada. Nascida em solo turco, em berço de família tradicional, todo o conforto material que teve vinha em troca de um pai abusivo e uma mãe que, apesar de amá-la incondicionalmente, a alimentou desde cedo a imagem que a felicidade verdadeira de uma mulher consistia no quão bem ela se casava. Durante sua primeira década de vida, foi forçada a sorrir para fotos de família enquanto engolia o choro depois de seu pai ter batido nela e em sua mãe no dia anterior. Com a mãe lhe dizendo todos os dias sobre como devia pensar logo em se casar e como devia ter uma criança para escapar daquilo tudo, sua cabeça foi moldada com aquele objetivo.
Aos onze anos, sua mãe a anunciou que estariam de partida para uma nova vida em outro país, ao lado de um homem que nunca tinha visto na vida, e muito mais velho que seu pai e sua mãe (àquela altura, com seus vinte e sete anos). Descobriu depois que ele era aposentado da marinha americana, que hoje trabalhava como capitão em um cruzeiro de luxo, e que estava disposto a levá-las consigo para a América. Nunca soube como sua mãe conheceu aquele homem, e nunca ouviu o que seu pai teria a dizer sobre aquilo, tendo as duas fugindo no meio da madrugada com malas pequenas e a roupa do corpo. Lembra-se visivelmente, no entanto, do sorriso da mãe que lhe dizia que agora sim, haviam vencido na vida, e tudo melhoraria a partir dali.
Com a grande prioridade que um veterano de guerra tinha nos Estados Unidos, além de todo o dinheiro que o homem tinha disponível, sua nova esposa e filha ganharam acesso à nacionalidade americana com muito mais facilidade que o normal. E se antes achava que tivera conforto, haha, não era nada comparado ao luxo que era viver com um ex-marinheiro. A grande casa na Flórida, na beira do mar, era tudo o que sua mãe e ela sonharam. E o conselho perdurava: case bem, minha filha.
Seu padrasto morreu cinco anos depois de irem para os Estados Unidos, e, inacreditavelmente, sua mãe estava mais radiante que nunca. Àquela altura, Sanem já havia se dado conta do que exatamente sua mãe estava atrás: dinheiro, não amor. E poderia julgá-la? Estava ao seu lado durante todo o abuso e durante os últimos anos de glória. Agora, sua mãe viveria uma vida tranquila de viúva. Como não poderia pensar em trilhar um caminho parecido?
Quando Sanem se casou, também com um militar, tinha dezesseis anos, a idade mínima para união em matrimônio nos Estados Unidos dos anos 70. Sua mãe desaprovava seu casamento por acreditar que o homem que havia escolhido não era velho o suficiente-- apenas vinte anos a mais! Mas fora o que deu para conseguir antes dos dezoito anos, onde teoricamente (segundo sua mãe) já a veriam como velha demais, perdendo concorrência para as garotas de dezesseis.
Seu marido, Jonathan, a engravidou poucos meses depois de oficializado o casamento, para o qual Sanem tinha grandes expectativas. Foi tudo flores nos primeiros dois anos, com a pequenina Azra sendo acolhida com todo o amor que Sanem fora privada, e tudo parecia que correria bem e muito mais tranquilo do que imaginou que seria. Infelizmente, a realidade bateu à porta quando o marido conforme o marido passava a ser mais e mais ausente, sempre culpando o trabalho que prestava ao país era por conta de um patriotismo que ela não seria capaz de entender, então sua mulher estrangeira não poderia reclamar. Sequer esteve consigo para lhe segurar a mão ou abraçar quando recebeu a notícia que sua mãe havia morrido no hospital, ou quando as demandas da filha, entrando na pré-adolescência, começaram a ficar mais complicadas. Sua mãe fez parecer tão fácil cuidar de uma criança sozinha. Foi nessa época que começou a utilizar-se do dinheiro do marido para fazer suas primeiras cirurgias plásticas e pagar pelos caríssimos tratamentos estéticos. Não, não tocaria no dinheiro que sua mãe havia deixado; e se seu marido fosse deixá-la sozinha em casa, que abusasse do dinheiro dele, não é mesmo?
Bem, Jonathan não concordava com aquela “gastação sem sentido”, e eventualmente proibiu que sua esposa utilizasse de seu dinheiro para fazer suas cirurgias. E bem quando ela faria sua segunda rinoplastia! Imperdoável. Lembrou-se do conselho de sua mãe, e de como as vidas das duas melhoraram depois da morte do padrasto. Bem, se isso era o que fosse necessário, que arranjasse, então. Pela primeira vez em tanto tempo, tocou no dinheiro da herança da mãe, apenas para poder pagar o silêncio de um farmacêutico que receitou a dose certa de arsênico para servir em um bom café para o marido, bem como comprar o silêncio e o laudo do necropsista, para falar que o marido havia morrido de ataque cardíaco. Com certeza, ela estaria orgulhosa de si, principalmente do belíssimo teatro de viúva que prestou no funeral, e de toda a herança que recebeu.
Infelizmente, não foi tão fácil assim escapar das fofocas da vizinhança, que metiam o nariz em sua vida o suficiente para poderem fazer suas próprias suspeitas. E tudo bem, Sanem tinha dinheiro para pagar um médico e um farmacêutico, mas não uma leva inteira de policiais que poderiam abrir uma investigação contra ela se ficasse cada vez mais suspeita. Então, Sanem vendeu o casarão onde morava na Flórida e ela e Azra se mudaram para Storybrooke, uma cidade menor e mais pacata onde poderia escapar dos olhos do público.
Depois de fazer algumas contas, percebeu que, mesmo com todo o dinheiro que tinha, não seria o suficiente para bancar seu estilo de vida e o da filha por muito mais tempo sem que continuasse entrando mais dinheiro. Pela primeira vez na vida, então, dispôs-se a trabalhar e conquistar algo que fosse seu, única e exclusivamente. Não queria mais depender de algum marido que precisasse ter o trabalho de se desfazer depois de alguns anos, e, diferentemente de sua mãe, queria dar um exemplo melhor do que aquele para a filha. Como a única coisa que sabia fazer bem (além de fazer plásticas) era cozinhar e receber visitas, montar uma pousada pareceu a estratégia mais rápida e direta. Foi assim que o Granny’s nasceu.
Conforme o dinheiro entrava, mais satisfeita Sanem ficava, e, por muitos anos, tudo ficou bem. Sua filha havia crescido e se casado com um turco recém chegado na cidade, e, ainda que acabou engravidando também muito nova, parecia que, diferente de Sanem e sua Mãe, que fora mais por um acidente do que algo estrategicamente planejado por um golpe. Crimson nasceu rodeada de muito amor, e Sanem faria o possível para garantir que o novo núcleo familiar teria uma vida confortável. A única questão foi, bem… Uma pequena crise, por assim dizer. Tinha seus 36 anos, e, com tantas cirurgias para manter-se mais jovem, se sentia sozinha. O trabalho ocupava sua mente, mas os clientes não conversavam tanto quanto gostaria. Precisava de algo a mais, algo para poder se divertir como a mãe se divertiu até o final dos seus dias. A ideia de procurar homens mais velhos que estavam dispostos a pagar pela sua companhia já era bem solidificada e foi um passo natural. Conforme os anos passavam e sua fortuna também aumentava… Ela virar também uma bonificadora para outros mais jovens começou a lhe despertar interesse. Toda a sua experiência sexual desenvolveu-se a partir daí, inclusive, e descobriu que, no final das contas, sequer importava-se com gênero: a atenção que as pessoas lhe davam era a mesma, então era isso o que buscava a cada pessoa nova que se dispusesse a conversar, jantar, e trocar presentes.
Tudo parecia voltar aos trilhos novamente, até Azra e seu marido falecerem em um grave acidente, deixando Crim como sua responsabilidade. Ela, agora vivendo tudo o que não havia vivido antes, cuidando de uma pivete. Ah, Sanem ficou irada, seus sentimentos intensificados pelo grave luto que, sinceramente, até hoje nunca superou muito bem. Obrigou a pré-adolescente a trabalhar no Granny’s, e cuidou dela de forma tão rígida que, em alguns momentos, a lembrava até do próprio pai, tendo de se segurar vez ou outra. Os últimos anos foram difíceis e complicados, cheio de indas e vindas, mas, eventualmente, Sanem e Crimson conseguiram manter uma relação estável; Sanem ama a neta e, ainda que ela tenha 30 anos, a vê ainda como a garotinha que criou por tantos anos.
ESTÁ ACORDADO?
Não! Está muito bem adormecida, cuidando do seu restaurante. Seu objeto token é uma cesta, a mesma que sua neta trouxe para si quando estava doente. Essa cesta está no porão do Granny’s, meio abandonada, desde que a mãe de Crim faleceu.
PODERES
Nenhum. Talvez instinto materno, se contar.
HEADCANNONS
É absolutamente viciada em procedimentos estéticos, e já perdeu a conta de não só quantas cirurgias fez ao longo dos anos, mas também do quanto de dinheiro já gastou com isso. O rostinho de boneca e o corpo bem cuidado não vieram só com boa alimentação e uma regrada rotina de exercícios, oh, não. A idade chega para todos, e Sanem tenta atrasá-la o máximo possível.
A maior consumidora de todas as revistas e blogs de fofoca de toda a Storybrooke. Se existe algo que pode usar para fuxicar a vida alheia, ela com certeza vai ser uma leitora ávida. Ah, e, claro, adorará fofocar também sobre as pessoas que entram e saem do Granny, mesmo que diga que sua boca é um túmulo. É tudo sem querer querendo.
Anda numa tênue linha entre sugar mommy e sugar baby. A verdade é que adora mimar e ser mimada, porque, no final das contas, o que ganha com os dois papéis é o que mais adora na vida: Atenção. Quem a der o que ela mais quer, ganha o que quiser dela, independente do papel que precise cumprir para isso.
Suas raízes turcas ainda são muito presentes no seu cotidiano, desde o sotaque que nunca conseguiu abandonar por completo (apesar que hoje ela adora falar que é um charminho), até as decorações de certas partes do Granny’s e as festas tradicionais que insiste em aplicá-las à moda antiga. É sua maneira de não ser apagada do país que foi obrigada a fugir para pouco retornar, mas que ainda molda grande parte de sua personalidade.
CONEXÕES REQUERIDAS
SUGAR BABIES
SUGAR DADDIES/MOMMIES
AMIGOS DE COMPRAS
AMIGOS DE FOFOCAS
CLIENTE FREQUENTE NO GRANNY’S
CLIENTE ARRUACEIRO











