QUE SORTE QUE O NOSSO NOVO HABITANTE NÃO TEVE A CABEÇA CORTADA… Ele costumava se chamar VALETE DE COPAS, do conto ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS, e antes da névoa da maldição arrastá-lo até Storybrooke, ele estava no REINO VERMELHO, lá no WONDERLAND. Aqui na cidade você talvez o encontre se procurar por um tal de NATHANIEL VALERIO DUKE que é HERDEIRO.
resumo ;
todo fodido das ideias, um dia nathaniel teve uma vida feliz! sua familia costumava ser dona de uma filial de lojas de decoração por todos os estados unidos, mas que acabou falindo. hoje em dia, ele é sim ‘herdeiro’ como gosta de falar, mas sua única herança é uma loja na periferia de storybrooke. um dia ela fora famosa e movimentada, mas hoje está jogada às moscas. para manter a pose, ele precisa de grana e para conseguir grana… bom, usou de uma de suas poucas habilidades: força. luta no clube da luta há um bom tempo. toda vez que sai de uma luta, fica dias trancado em casa para que ninguém o veja machucado e quando “volta” diz que estava viajando pelo mundo a fora. dessa forma, mantém sua grana mediana mas mantém o status de homem rico da cidade, que tanto gosta.
before the curse ; wonderland 🃏
tw: depressão pós parto, suicidio
Uma familia nobre e respeitada no reino vermelho. A mulher, a duquesa de Naipes era uma das mais respeitadas damas do reino. O homem, duque de Naipes, era um grande cavaleiro da família real. de forma que sempre se colocava a disposição e era de sua grande confiança. A gravidez da duquesa foi inesperada, eles nunca haviam planejados ter filhos. E quando o garotinho nasceu, Lord de Naipes, alguns dos valores que sempre foram ensinados ao longo da vida foram negados. Não, o amor de mãe não era o mais forte do mundo. Não, o amor de mãe não era inevitável ou vitalício. Às vezes ele nem existe. A duquesa tinha medo de ser deixada sozinha com seu filho, pois tinha medo de fazer mal a ele. A duquesa tinha medo que jamais pudesse amá-lo, tinha medo que jamais pudesse sentir o que todos disseram que ela um dia sentiria se tivesse filhos. Não sentia nada. E ano após ano, a sensação não passava. A mulher foi se afundando em depressão. E o filho nunca foi fácil, de fato. Parecia que, ao sentir a resistência da mãe, apenas dava um jeito de incomoda-la mais e mais. O que ele nunca havia esperado era que um dia aquilo tudo ia acabar. Lord tinha apenas dezesseis anos quando sua mãe foi encontrada morta em sua banheira. Com um grande ferimento na barriga, a banheira transbordando de água e sangue. Ao seu lado, uma faca e um bilhete. Suicídio. O Duque de Naipes surtou. Ver sua esposa daquela forma e não poder fazer nada para ajuda-la tirou-lhe completamente dos eixos, de forma que ele não conseguiu aguentar viver a vida que tinha - tudo lembrava sua esposa, inclusive seu filho. O adolescente era o mais perto de um motivo concreto para o suicidio da esposa e ele fez questão de deixar isso claro para o garota, várias e várias vezes até sumir. Lord de Naipes sentiu-se perdido. Sem emprego, sem fonte de renda, sem nada a não ser um título, ele se viu sozinho. Precisaria vencer na vida por si mesmo. Conseguiu o título do pai, se chamando Duque de Naipes, mas ainda assim, era apenas mais um na corte da Rainha de Copas. Além de seu título, a única coisa que lhe restava era a esperteza, pois dinheiro algum parava em seus bolsos. Apesar do título de duque, ele estava completamente falido. O que não significava que ele não podia dar seu jeito de conseguir a grana. Foi percebendo, conforme os anos passavam, que sua lábia era a melhor coisa que tinha. Enquanto jovem, ele conseguia enganar alguns com um sorrisinho de lado, um por favor bem colocado. Às vezes até com negociações e favores - esses, inclusive, que começou a sugerir a rainha, de forma que começou a ajuda-la em algumas tarefas sujas.
Pouco antes da maldição, Duque de Naipes estava bem. Tantos anos haviam passado desde as situações com seus pais e, mesmo que ele ainda tivesse os traumas marcados em si, ele conseguia lidar bem com tudo aquilo. Envolvia-se com três mulheres, simultaneamente, na intenção de casar-se - quantas vezes fosse necessário - e aplicar o golpe do baú. Conseguia cobrar seus favores com mais incisão, já que era mais velho agora e mais ardiloso. Ele já tinha o título, afinal, só precisava de seu dinheiro de volta. Seu grande objetivo era tomar o lugar do valete da rainha. O que ele não esperava era a volta de seu pai, tantos anos depois, até o reino vermelho, buscando refúgio no castelo. Se viu entre um dilema: ajudar-lhe ou não? Mas não teve tempo de decidir, uma vez que a maldição decidiu por ele.
after the curse ; storybrooke 🥊
tw: alcoolismo
Costumavam ser uma família rica: donos de uma filial de lojas de decorações por todos os USA, a loja que tinham em Storybrooke bombava! Era super movimentada e vendia muito bem. Porém tudo desandou. A história “falsa” de Nathaniel na verdade não é tão falsa assim. A maldição manteve boa parte de seus traumas. Infância mal amada? Check. Mãe morta? Check. Abandono do pai? Check. Aos dezesseis anos, Nathaniel se viu perdido e tendo de assinar diversas papeladas sobre entregar as lojas para os sócios, uma vez que não havia ninguém ali que pudesse geri-las. Manteve apenas a loja sede em Storybrooke, mas ela foi ficando às moscas. Diferente da história original, o sumiço de seu pai foi bem mais rápido. Ao invés de ficar quase vinte anos fora, o pai de Nathaniel retornou alguns anos depois, quando o mesmo fez vinte anos. Por quê? Não tinha dinheiro. Mas a realidade? Ali na casa deles também não tinha nada. Não que isso fez com que o mais velho parasse. Estava afundando em bebida há muito tempo. E não conseguia parar. Mesmo que quisesse, mesmo que tentasse. Ele não conseguia. E Nathaniel não entendia, achava que era algo simples, algo lógico: por que ele não ajudava? Por que não tentava? O máximo que fazia era cuidar da lojinha na periferia da cidade, mofada e suja, que mal vendia decoração alguma naquele ponto. E naquele ponto? Nathaniel sabia que naquela cidade pequena o status era importante, não queria ser olhado de cima. Se perguntarem a Nathaniel? Ele vai dizer que é herdeiro. Herdeiro de uma rede de lojas espalhadas pelos Estados Unidos, assim como antes. Diz que seu pai mora em New York, administrando uma das filiais e ele gerencia daqui. Fala que a lojinha de Storybrooke não compensa porque os produtos encareceram e as pessoas ali não tem condições de comprar - mas mantém a loja apenas para que o caseiro que toma conta de sua casa tenha onde trabalhar quando Nathaniel não está viajando. Viajando para onde, você se pergunta? Bom, ai entra a outra parte da mentira.
O dinheiro para se manter e manter seu pai tem que vir de algum lugar: lutas. Está no clube da luta desde sua criação e desde então é sua única fonte de renda. Depois de cada luta, fica destruído. E por isso fica dias preso dentro de casa e diz por ai que estava viajando. O caseiro que trabalha em sua loja? Seu pai, que está tão precocemente envelhecido que mal é reconhecido - e Nate nem quer que seja, afinal, se encontra com ele em algum bar ou casa de apostas já sai logo correndo, pois não quer ser relacionado a ele. Vive sua vida de forma discreta, apesar de manter o status alto. É um cara bem humorado, pelo menos por fora - por dentro é um grande reclamão mal humorado. Foge de relacionamentos como o diabo foge da cruz pois tem muito medo de ser abandonado. É um cara de raciocínio rápido e de boa lábia, sabe ser simpático e gosta de fazer com que todos gostem dele.
headcanons
tem um carro velho que está sempre dando problema. se perguntarem, ele diz que é muito apegado e que deixou o seu em new york da ultima vez que foi de carro e voltou de avião. vive tendo que levar no mecânico;
as vezes, ao se sentir muito sobrecarregado, tem alguns acessos de raiva. normalmente tem blackouts e não se lembra do que fez;
tem algumas belas cicatrizes espalhadas pelo corpo e quando perguntam, ele sempre foge do assunto;
quando ele diz que está viajando (mas na verdade está em casa escondido) paga para alguém fazer montagens dele em vários lugares no mundo;
não bebe muito, no máximo socialmente. mas sempre se oferece para ser o motorista da vez (ainda mais se emprestarem os carros, ele adora dirigir carro chique);
viciado em cold brew (não, não é a mesma coisa que café gelado, e ele poderia entrar em uma discussão por isso);
grande amante de frank sinatra, queen e bon jovi;
ATUALIZAÇÃO: durante o evento de natal, nathaniel ganhou de presente uma reforma em sua loja. a reforma já estava acontecendo e ele está logo mais estará contratando!
conexões



















