Essa tag está composta por pessoas mentirosas e de moral falsa.
Vivam nesse mundinho nojento onde a razão é o que vocês determinam, mesmo que seja composta por racismo, lgbtfobia, neo nazismo e sexualização.
A fantasia de vocês está tão bem criada que ela vai se alimentando nessa terra morta chamada.
Só vocês ainda não perceberam que o motivo da tag ter acabado é única e exclusivamente dessa seita maldita que dissemina o ódio se fazendo de vítima, que persegue enquanto se diz perseguida, que joga hate enquanto clama pela paz.
Vida longa à rp br, e que vocês se afundem mais e mais nessa sujeira.
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Antes de mais nada, vale analisar o seguinte: Por que você precisa tanto que o seu personagem seja cis? Se o receio for por não saber explorar tanto essa parte, tem como interpretar personagens trans sem tornar ele O Personagem Trans. Ele pode ter sonhos, objetivos, problemas, coisas que não tem relação com a transição, onde a transição acaba sendo só um detalhe e não a história toda. O primeiro passo é parar de pensar que pelo personagem ser trans, não pode ter mais nada além disso na história dele.
Dito isso, como pessoa trans, eu digo que gostaria de ser reconhecida acima do meu gênero, então não vejo problema nenhum em usarem um fc trans pra interpretar um personagem cis, mas tem um porém muito grande aí: personagens trans são praticamente inexistentes no rp. É muito difícil MESMO de se ver. Pensando por esse lado, eu entendo quando tem a regra de que fc trans precisa ser usado pra personagem trans, porque parece que é o único jeito de se ver esses personagens. Então assim... Parece uma resposta em cima do muro, mas acho que é porque ao mesmo tempo que não é errado "proibir", também não é errado "permitir".
Vai muito da intenção, se você quer usar a Hunter Schafer de fc por achar ela linda, "mas pena que tem que ser trans, se fosse cis eu usava" acaba sendo um pouco esquisito pra não dizer outra coisa. E no fim, penso que talvez as moderações prefiram manter essa exigência pra evitar gente com esse tipo de pensamento, já que é difícil contar 100% com bom senso/boas intenções de player.
concordo com você em número, gênero e grau, pimpolho. fica aí o recado pros curiosos e interessados!
RPGs de Percy Jackson são ruins pq eles sempre vão se resumir aos acampamentos. Goste ou não, isso vai acabar sendo insuportável de jogar porque os players não vão arriscar nada original com jogos que se passam dentro dos acampamentos. E eu não to falando que eles são ambientes limitantes. Se você sabe como eles funcionam, dá pra criar muita coisa legal, mas a tag tem medo de inventar. Por isso rpg de PJO é um saco de jogar.
Essa é a única coisa positiva que eu tenho pra falar do universo de HP. Os fãs sabem explorar o universo quando o montam. E olha que o universo de Percy Jackson é tão original quanto o de HP (nem um pouco).
Se você pretende abrir um rp de PJO, aqui vai um conselho de uma pessoa que realmente é fã da obra: manda o acampamento pra casa do caixa prego. Explora o mundo semideus fora do acampamento. Tenha em mente uma coisa simples sobre o AMS e o AJ: eles são lugares de treinamento, principalmente para jovens, onde o objetivo é passar uma parte de suas vidas lá, e não a vida toda. A verdadeira história de PJO acontece fora, na vida real e em missões. Se a gente vai mesmo parar de jogar com char adolescente, dizer que os acampamentos são para adultos também é a maior limitação que você pode criar.
Jogue PJO no mundo real! Semideuses adultos lidando com as merdas de serem semideuses e humanos adultos.
concordo, mas não acho que seja só isso.
sim, o plot de acampamento é algo muito limitado e tenso de se jogar, ainda mais quando a tag vem vindo com preferência de personagens mais velhos. é bem complicado ver um monte de semideuses de 30, 40 anos lidando com os problemas que o percy de 15 já lidava, e por aí vai. acaba sendo extremamente limitado porque todo plot de percy jackson consiste em: 'ninguém pode sair do acampamento devido a um grande risco', com grandes acontecimentos terríveis e trágicos, blá blá blá.
eu só não concordo que seja só esse o problema. os players de percy jackson são de certa forma nichados e sempre conseguem confusões e problemas que só existem porque eles também existem. são brigas ridículas e sem fundamento, além das moderações acabarem sendo também repetidas que enchem de regras que te fazem questionar se é um rp ou uma ditadura, ou pelo menos foi assim que minhas exatas duas últimas experiências foram.
como alguém que já co-moderou um rp de percy jackson, posso dizer que é provação divina. eu entrei na moderação no final, em um rp de anoooos atrás, e a encheção de saco era diária, mesmo sendo uma moderação flexível. os players eram completamente insalubres, e estes vieram a ser os moderadores das outras futuras. é simplesmente um nicho onde ninguém sabe conviver, de um jeito bizarro.
explorar outras ambientações seria divertido e completamente legal de se fazer, mas os players saberiam lidar? duvido muito. eu já vi ideias passando por aqui e todas floparam: acampamento fora dos estados unidos, ilhas de semideuses, semideuses na época antiga em um espaço divino criado pelos deuses (essa em especial me deixa deprimida até hoje). faz tempo que não leio nada do rick riordan e não sei como ele faz com adultos, mas até onde eu me lembro é tudo muito limitado, o que dá um espaço enorme pra que a criatividade seja colocada na prática.
Cara, concordo em partes mas preciso discordar de uma coisa: "os acampamentos são para crianças, o objetivo é passar uma parte da vida lá e não toda."
O acampamento jupiter tem literalmente uma cidade atrelada feita por semideuses, para semideuses e que já tem uma comunidade de várias décadas morando lá. A gente vê muito mais lá o senso de comunidade que vai além de uma época de treinamento. Além da cidade em si tem a faculdade de semideuses. Tudo isso junto ao acampamento, mesmo que não seja grudadinho alí no terreno.
Agora quando falamos do acampamento meio sangue, não é que ele seja para crianças, mas é bem claro que os semideuses gregos em sua grande maioria morrem cedo, poucos são os que vivem até a fase adulta por N motivos(pelo menos segundo a lore das primeiras sagas). Depois da segunda guerra, nós temos todo os indicios de que a partir daquela geração mais semideuses vão chegar a fase adulta e agora os acampamentos se conhecem e tem uma "troca" ativa. O percy e a Annabeth vão para a faculdade do acampamento júpiter. Então arrisco dizer que depois dessa treta toda da guerra, semideuses adultos seriam mais frequentes em ambos os acampamentos, não apenas no romano.
Dito isso, eu pessoalmente não acho os acampamentos super limitantes, como foi dito da pra criar várias coisas mesmo dentro deles se a pessoa quiser e apesar deles existirem é interessante ter a liberdade de poder sair se quiser pra ter jogos em outros ambientes e missões. O *meu* cenário ideal (que é o que eu uso alias) é não se limitar nem dentro, nem fora dos acampamentos... ou seja... eles estão alí para serem usados mas não pra ser sua cela.
Na real quando eu falei "parte de sua vida" eu quis dizer que é um acampamento de verão. Foi só uma falha minha de comunicação mesmo. Mas assim, como eu disse e tu ressaltou, o bagulho não é que os acampamentos sejam limitantes. Quem conhece bem o universo, sabe o quanto dá pra explorar cada um deles.
Quando falo de adultos no universo de PJO, eu imagino algo como:
os acampamentos com o foco em treinamento de crianças e adolescentes, mas também como um lugarzinho para passar as férias;
os adultos vivendo fora do acampamento em seus trabalhos, podendo variar entre entregador da Hermes Express a um herói famoso da atualidade que faz missões para os deuses. Ou só um simples gerente de mercado tentando ter uma vida mortal normal enquanto tem que lidar com monstros bagunçando sua loja.
Ou um novo apocalipse mesmo, em que a gente não tenha que criar estratégias para juntar gregos e romanos em um acampamento destruído, ou criar um novo acampamento, ou ter um acampamento para adultos. Sei lá, a gente não precisa ter um acampamento como centro da narrativa, sabe?
É isso que eu quero dizer quando falo que os acampamento são limitantes. Parece que não existe uma forma de jogar Percy Jackson em outro cenário. Por isso é limitante e por isso é chato.
Sinceramente, queria muito abrir uma cmm aqui no tumblr, mas sou péssima editando, não entendo nada sobre fazer estética, nada de desing, me sinto uma porta com essa rede social. 😮💨
oi, chicletinho! eu já tive muito essa vontade e também só não fui justamente por causa dessas coisas, mas existem tutoriais legais que ensinam a montar e tudo mais, posso pedir um help pro pessoal deixar comentado aqui pra você!
Olá, como vão todos? Hoje falaremos sobre personagens fortes, o que as fazem dessa forma e como retratá-los da forma certa.
Ação
Bem… o primeiro passo para ter personagens fortes nas nossas histórias é deixá-los viver. Sim, parece meio ridículo, mas é a verdade. Você tem uma cena e um enredo e até um par romântico. Esse personagem, sendo homem ou mulher, protagonista ou não, se você quer que ele seja forte, deixe que ele exerça ação e não qualquer outro personagem. Porque, talvez, se ele não estiver agindo, outro personagem deve estar, o que torna esse personagem o protagonista. Se lembre, seu protagonista pode ser um vilão ou um personagem secundário, isso significa que sua história está sendo contada por outra pessoa.
Show, Don’t tell (Detalhes)
Não conte o que ela está fazendo, mostre ela fazendo; descreva suas ações e o que ela sente. Existe uma diferença entre dizer “ela levantou a espada e acertou o monstro” e “Sua espada era negra, tremia em sua mão, reluzindo um brilho fantasmagórico. Ela levantou a espada, fincou os pés no chão e bradou, correndo direto até o monstro e fincando a lâmina em seu pescoço.”
Pode parecer que não faz diferença, mas os detalhes são o que permitem que o personagem exerça a ação de forma pessoal e individual. E, claro, se manter o mais específico possível durante a narração. Por exemplo, ela não tem uma espada qualquer, e sim uma espada negra e fantasmagórica. Como ela agiu? Foi fugindo do perigo ou foi o enfrentado? Tudo isso pode dar a atitude que seu personagem precisa.
Objetivos, motivações e propósitos
O objetivo do personagem é a razão pela qual ele começou a jornada, seja para resgatar um ente querido ou para conseguir algo que ele deseja. O objetivo deve sempre estar presente, assim, servindo de guia para o enredo da história.
A motivação se refere à razão dele continuar naquela jornada e até onde ele iria para alcançar seus objetivos. Ele faria algo que vá contra sua moral para consegui-lo?
O propósito é sobre se um personagem é útil na história e no que ele espera conseguir se concluir sua missão. Se for um personagem secundário e ele não afetar os personagens principais, dê a eles um propósito ou os descarte. Já, se for sobre o protagonista, se pergunte qual seria o propósito para ele chegar ao fim daquela aventura. O que ele realmente espera conseguir daquilo e se valerá a pena no final.
Medos
É muito importante que personagens tenham medos; isso cria dúvidas e inseguranças que ajudarão a criar conflito quando chegar a hora deles fazerem algo que temem se quiserem continuar na jornada. Além disso, esse medo os torna humanos e os leitores podem se identificar com eles mais facilmente.
Falhas
Uma forma de desenvolver caráter é ter falhas, pois elas não nascem do nada. Precisaria que algo tivesse acontecido no passado desse personagem para gerar tal falha. Assim, apresente falhas ao seu personagem que envolvam seus relacionamentos, medos, decepções e traumas durante a vida.
Interesses
Todos temos interesses e ter interesses em comum é o que conecta pessoas. Pode ser um lugar que os personagens dividem, trabalho, desejos ou hobbies, além de fazer parte da personalidade de qualquer pessoa real. Que tal dar um traço de preferências e gosto a ele? Dê algo que somente esse personagem tenha, algo que o faça especial.
Amor
Amor é alegria, esperança e possibilidade. Definir quem ou o que seu personagem ama pode revelar muito mais do que simplesmente o que o tira da cama de manhã.
Poder
Dê poder a seus personagens. Pode ser poder sobre outras pessoas, de forma monetária ou psicológica, ou até política. Você já pensou sobre o poder que outras pessoas têm sobre você? O poder que minha mãe, minha melhor amiga ou meu chefe se diferem completamente. E melhor ainda, veja o poder que o personagem tem e se pergunte quanto mais ele gostaria de ter.
Fracasso
Faça seus personagens falhar. Se um personagem só acerta, como ele poderá evoluir? Permita que seu personagem se dê mal às vezes e o faça mudar dessa forma, assim, dando um crescimento para ele, que pode ser psicológico, físico ou mental.
Sofrimento
Ninguém muda ou tenta melhorar se algo não estiver bem, principalmente se eles estiverem sofrendo. Não tenha medo de trazer dor a eles. Eles não são seus amigos ou filhos, eles são aspectos da sua história. Quanto mais profunda for a dor, mais transformador será o enredo.
Luta
Faça seus personagens trabalhar. Não entregue o sucesso do seu personagem em uma bandeja de prata. Crie um conflito que faça seus leitores continuarem lendo, mesmo que eles tenham que sangrar, suar e chorar.
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Esse papo de self insert é um perigo! Pq à partir do momento em que você faz, nada te impede de pensar que as outras pessoas também fazem, e aí tudo vira treta ooc pq uma vírgula mal colocada pode fazer um personagem babaca virar um player problemático.
Sim, demais! Ainda mais no bsky onde é fácil comentar qualquer coisa.
Eu acho legal trazer acontecimentos do dia a dia pro personagem, mas sempre adaptando a situação para que faça sentido pra ele. Acho que isso gera uma realidade maior e imersão no cotidiano quando o plot é um slice precisa disso pra desenvolver.
Agora transformar o personagem em você, é só um escudo pra poder fazer o que bem quiser e dizer que é o personagem. Como você disse, é um caminho sem volta pra gerar uma treta entre players e crescer além do rp.
Olá, hoje falaremos sobre introvertidos. Vocês sabem o que os definem? Vejam a seguir.
Sempre achei esse assunto interessante, porque, enquanto eu crescia, não entendia o motivo de umas pessoas serem tão diferente das outras. Eu era a mais devagar para tudo, para me interessar pelos estudos, em pensar em garotos ou para querer ter experiências que todos estavam tendo, menos eu. Eu preferia ficar sozinha, ou, no mínimo, ter meu momento de silêncio e solidão no dia. Mais tarde descobri que eu era introvertida e que, até hoje, as pessoas não acreditam muito nesse conceito, sendo que apenas uma pequena parcela da população é.
Por definição, os introvertidos precisam de tempo para se recarregar e evitar o esgotamento emocional (Enciclopédia do Patrimônio Mundial, sd), e de acordo com a pesquisa do Dr. Jonathan Cheek, professor de psicologia do Wellesley College, existem quatro tipos diferentes de introvertidos. É levada em consideração as variações de personalidades dos introvertidos e reconhecido que a introversão é um espectro da personalidade e não uma condição ou doença mental. Com isso dito, aqui estão os 4 tipos de introvertidos:
Social Introvertido
Os introvertidos sociais são os mais extrovertidos e os mais reservados dos quatro tipos. Eles não se sentem tímidos ou ansiosos em ambientes sociais e podem até gostar deles, mas se sentem emocionalmente esgotados se ficarem fora por muito tempo. Embora os introvertidos sociais gostem de ficar sozinhos, eles ainda querem alguns amigos próximos de quem possam confiar e tendem a ser mais sociáveis quando estão entre esse grupo de amigos (Cheek, 2014). Alguém que não os conhece pode até presumir que eles são extrovertidos se os encontrar quando estiverem saindo com seus amigos próximos, mas os introvertidos sociais não compartilham muito sobre si mesmos com ninguém além de seus amigos mais próximos.
Introvertido Pensador
Os introvertidos pensadores também não se importam em socializar, isso ocorre porque estão perdidos em seu próprio mundinho. Frequentemente sonham acordados e podem parecer indiferentes para aqueles que não os conhecem. Os introvertidos pensantes também são muito introspectivos e, portanto, mais sintonizados com seus sentimentos do que a pessoa média (Grimes et. Al., 2011). Outras pessoas podem ter dificuldade em se conectar com introvertidos pensadores porque eles têm um processo de pensamento único e preferem vivenciar seus pensamentos em vez de gastar tempo e energia explicando-os aos outros.
Introvertido Ansioso
Talvez um rótulo melhor para o introvertido ansioso seja o introvertido tímido, para diferenciar a introversão ansiosa dos transtornos de ansiedade. Os introvertidos ansiosos anseiam por solidão, mesmo quando estão com seus amigos íntimos (Cheek et. Al., 2014). Sentem-se extremamente desconfortáveis em situações sociais novas ou amplas e analisam ou ruminam sobre seu comportamento sempre que estão em público (Grimes et. Al., 2011). Por exemplo, eles podem repetir encontros sociais em suas cabeças e pensar sobre o que disseram ou fizeram e o que poderiam ter feito de forma diferente.
Em casos extremos, essa aversão a situações sociais pode evoluir para ansiedade social. Embora qualquer tipo de personalidade (introvertidos, extrovertidos ou ambivalentes) possa sofrer de ansiedade social ou outros transtornos de ansiedade, se você perceber que está evitando situações sociais necessárias porque tem fortes reações físicas, como tremores, aumento da frequência cardíaca ou náusea durante elas, isso é um sinal de ansiedade social e não de timidez (National Institute of Mental Health, sd).
Introvertido Contido
O último tipo de introvertido é o introvertido contido. Os introvertidos contidos são atenciosos e não gostam de mudanças (Cheek et. Al., 2014). Eles ficam desconfortáveis se forem obrigados a estar em situações especialmente sociais. Eles vão sair se tiverem planejado com antecedência, mas preferem relaxar sozinhos: assistindo seus programas favoritos, lendo ou fazendo ioga. Os introvertidos contidos encontram conforto em sua rotina e também podem ter dificuldade para fazer sua mente e corpo se moverem logo após acordarem (Cheek et. Al., 2014).
Se você ou seu personagem são introvertidos, com qual desses quatro tipos você se identifica? Deixe sua opinião nos comentários. Se você se acha introvertido, mas não se identifica com nenhum desses quatro tipos, pode ser ambivertido ou estar mais próximo do lado extrovertido do espectro da personalidade. Eu com certeza já fui um pouco de cada um desses, e agora me encaixo no Introvertido Contido. Até a próxima!
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Eu continuo achando que existem moderações que erram. Continuo achando que existem comunidades mal administradas. Mas esse texto não é sobre elas.
Comecei isso aqui com um textão e eu vou fazer outro após ler muitas coisas e também de ver outras e esse texto em especifico vai diretamente para os players: Qual é a porra do problema de vocês?
Eu pergunto isso de coração aberto mesmo, eu sei que existem moderações que não colaboram e não valem o esforço como citei inicialmente, mas por qual motivo vocês desgastam TANTO os que estão tentando? É pelo bel prazer de ser uma pessoa ruim ou é a falta de uma CLT na vida de vocês? De uns anos para cá anda simplesmente impossível se manter uma comunidade ou uma pesquisa. Nesse texto, não estou incluindo os players que se esforçam, mas sim os que realmente são um bando de pau no cu.
Vocês se juntam, vocês fazem panelas, vocês fazem um inferno na vida de moderações, vocês não aceitam as regras das comunidades e ai eu sempre concluo que vocês NUNCA leram as regras daquele lugar. Vocês desmotivam aqueles que querem tentar nas próprias pesquisas pelo simples fato de algo não ser o que você quer. Por um acaso vocês sabem viver em sociedade? Vocês sabem trabalhar em equipe e entender como funciona um ambiente compartilhado e cooperativo? Eu nem precisava perguntar pois eu já sei todas as respostas.
Eu sempre tento equilibrar ambos os lados nas minhas respostas, eu entendo quando existe erro do lado da moderação e entendo quando existe erro do lado dos players, mas de uns tempos pra cá, está mais fácil encorajar as moderações a não fazerem mais comunidades. Acho que falta por a mão na consciência, parar de vir em talker reclamar e destilar hate.
Depois reclamam que ninguém quer moderar, que as comunidades fecham rápido e que a tag está sempre na mesma. Será que vocês realmente não conseguem enxergar a relação entre uma coisa e outra?
Já falei e vou falar mais uma vez, os players são o grande problema dessa tag. Sei que existem pessoas boas, que realmente querem escrever e desenvolver plots interessantes e bem pensados, mas os que se destacam são os ruins. As pessoas aqui só gostam de ser desagradáveis sem motivo algum, apenas porque o anonimato permite. Qualquer coisa é motivo para xingamento e para perturbação. Vocês são extremamente problemáticos.
Acho que todas as comunidades deveriam tirar a opção de receber asks anônimas. Sei que às vezes alguns players se sentem mais à vontade para fazer perguntas em anônimo, mas nenhuma pergunta é boba, todas são relevantes, então não vejo porque não usar sua própria conta pra isso. Além do mais, se você quer entrar em uma comunidade, você vai ter que sair do anônimo de qualquer jeito, então é a melhor opção. Desativando o ânimo, você força as pessoas a serem civis umas com as outras, e mantém os tóxicos longe. É, ao meu ver, uma solução simples e fácil para o problema que a tag enfrenta há tanto tempo.
I wanted to take a moment to create this post, took me a while cause i been in pain, cause my country needs all the help as possible.
As some may know, i'm venezuelan. On June 24 it was hit with a twin earthquake, one in Moron (7.1) and the other one in La Guaira (7.5). It did not only affected this two zones, but also Caracas, Tucacas, El Junquito and many more.
My goverment isnt doing anything to help my people, in fact, they are trying to stop help. Even if it had go other countries as El Salvador, Spain (where i'm now), France, USA, Colombia, Peru and more, some arent begin allowed to get in.
The people have been helping each other but the goverment stops them, stealing food/meds supplies and even closing aid groups.
I'm doing this post to reach as many people, not only to show what is happening, but also want to share some links i been collecting and posting in my BlueSky, where i been spreading information to where to donate, where are Aid centers worldwide and more:
Donation links (Organizations, direct link to people. NOTE: Do not donate to the Venezuelan Red Cross, they are with the helpless gov)
Websites with people who gotten lost and can be found: Venezuela Te Busca and Desaparecidos Terremoto Venezuela
Google drive document with people in hospitals from Moron, La Guaira, Caracas and more
Website of the kids who gotten lost
Donation centers around the world where you can go and give supplies (food, clothes, medicine)
Hogar Bambi: A place that its also taking care of the children that been left homeless, orphanage and more. They need donations to help these kids.
I'll be updating mostly in BlueSky, but if anyone know more links or places to donate, please let me know.
Have my country, my people, in your toughts and prayers, and help us.
i get so frustrated when people post about missing the old rpc and blame the community at large for a lack of investment or care, as if we haven't all grown older and taken on incredible amounts of responsibility in the years since we joined the rpc. some people expect us all to still be teenagers with endless amounts of free time to respond to every message and reply instantly to threads.
if you care about this community, you have to respect the fact that a majority of us are 25+ now, and work and family and health situations and other irl obligations will always come before participating in this hobby.
instead of lamenting that we'll never be the way we were back then, uplift your mutuals. interact with them. post dash games. like and comment on posts. send memes. reblog promos. engage with the writers in this community. as we all get older and our lives change, our relationship with this hobby will also change. we have to band together to keep this community safe, creative, and fun for all, regardless of how much time we can spend participating in it.
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Olá, como vão todos? Decidi encaixar aqui algumas formas de como os escritores costumam escrever só para mostrar que mesmo que eu goste da minha escrita bem estruturada e organizada, existem pessoas que conseguem escrever de outras formas mais instintivas e espontâneas. Eu não posso negar que já passei por cada uma dessas fases, até se podendo usar algumas delas em conjunto, porém, agora que eu planejo com mais cuidado o meu enredo, costumo sofrer muito menos com bloqueios criativos.
Os 4 Tipos de Escritor
Os 4 tipos de escritor são vistos como uma ferramenta essencial pela maioria dos escritores, e dependendo de como você escolhe usá-la, esses métodos podem definir o rumo que sua história vai seguir. Basicamente, eles se dividem em escrita bem planejada, escrita sem planejamento e escrita que usa o meio-termo entre escrita livre e escrita controlada.
O Criador e o Editor
Esse é um conceito que devemos conhecer antes que possamos prosseguir com os tipos de escritores. O criador e o editor são aspectos da escrita que sempre andaram juntos. Há aqueles que que gostam de escrever a história toda e só na segunda versão do manuscrito usar o aspecto editor da escrita, que todo nós conhecemos por revisão, mas é inegável que um não pode existir sem o outro.
O Modo Criador: É quando escrevemos sem qualquer planejamento, pois sua proposta é apenas colocar as palavras no papel. É o famoso brainstorm ou tempestade cerebral das ideias. Esse estágio da escrita é bem útil para quando não temos certeza do que escrever e colocamos no papel tudo o que vem a cabeça em relação ao tema que queremos desenvolver. Eu costumo fazer isso para título de histórias;
O Modo Editor: Como eu comentei antes, o método editor é a fase onde revisamos o material já escrito com a proposta de transformar o texto em sua forma mais primária em literatura ou em algo que se assemelhe a uma história. É nesse momento que eu gosto de adicionar os detalhes que passaram batidos ou trabalhar nas estruturas dos meus parágrafos, os tornando mais rítmicos e agradáveis à leitura.
Escritor Improvisador
O escritor improvisador é aquele que escreve com pouco em mente, inspirado em uma cena ou uma frase. Se ele tem uma ideia, ele escreve sem nada para guiar o caminho até chegar ao fim do enredo ou até ele se cansar. Se o caso for um conto, esse método pode funcionar muito bem, mas se for uma história com vários capítulos, pode resultar em desistência no meio do caminho.
Escritor Improvisador Editor
Escritor Improvisador Editor é aquele que escreve e logo em seguida volta para reescrever o que acabou de colocar no papel, deixando tudo bem escrito e já procurando possíveis falhas. Eu admito que quando eu estou escrevendo um capítulo para as minhas histórias, me enquadro nesse tipo de escritor. E deve ser por isso que eu demoro tanto para chegar no produto final. No geral, é um improvisador organizado, mas que pode ser usado em outros momentos da escrita, como é o meu caso.
Escritor Planificador Improvisador
Escritor Planificador Improvisador é aquele que escreve só uma parte planejada, mas ao invés de parar, ele improvisa mais um pouco, e depois planeja outra parte, esse tipo tem duas subdivisões: o Planificador que Improvisa e o Improvisador que Planeja.
Escritor Planificador
Escritor Planificador é aquele que planeja todos os capítulos meticulosamente e segue a risca o planejamento desde o início, não costuma variar muito sua história e geralmente a muda apenas a parte final para criar, por exemplo, os chamados Plot Twists.
Agora, para que não haja dúvidas, gostaria de falar de uma forma mais simples, dizendo onde cada tipo de escritor se encaixa.
1. A escrita sem planejamento
Como vimos anteriormente, existem várias formas de escrever uma história, todas tendo seu próprio grau de complexidade. E se eu fosse classificá-los aqui diria que o Modo Criador e os modos Improvisador e o Improvisador Editor se enquadram muito bem nessa categoria. Eu começaria pelo Modo Criador, pois é por onde todos nós iniciamos nossa jornada de escritores, o único objeto aqui sendo escrever sem qualquer distinção e colocar as palavras no papel. Já os modos Improvisador e o Improvisador Editor eu vejo como uma evolução do Criador. Nós ainda estamos criando sem muita ordem, porém, nesse ponto, temos uma ideia ou um tema central para a nossa história, momento que também já começamos a inserir o Modo Editor que mais para frente se tornará a maior parte do trabalho de um escritor.
2. A escrita planejada
Aqui nosso objetivo é fazer no mínimo um resumo da história com enredo primário, personagens, arcos narrativos, lugar, tempo, sinopse da história e definir o começo, o meio e o fim dela. Bastante coisa, não? Certo. É por isso que nesse caso quem se encaixa nessa categoria são os modos Planificador e Planificador Improvisador. O Planificador, como o próprio nome já diz, se concentra em planejar cada pedaço de informação do início ao fim, sem nunca se desviar do planejamento inicial. Já o Planificador Improvisador também é bem rígido em seu planejamento, porém se permite improvisar durante o caminho com tanto que o plano geral se mantenha o mesmo. E para tornar tudo isso possível e impedir que nós nos percamos nesse mar de aspectos literários, existe a escrita em flocos de neve, ou o método Snowflake, criado por um professor e escritor americano chamado Randy Ingermanson.
A escrita em flocos de neve
Tenho que dizer que esse método é o meu favorito no momento. Eu diria que leva no máximo um mês para planejar toda a história. Isso pode parecer muito tempo, mas, se você quiser uma história que não tenha furos e seja verossímil, esse método é para você. O objetivo desse método é desenvolver nosso enredo a partir de uma única frase que resuma sua história e a partir daí ir expandindo o enredo.
Em resumo, a escrita em flocos de neve propõe:
Passo 1: escreva sua história em uma frase.
Passo 2: escreva sua história em um parágrafo.
Passo 3: escreva uma página sobre cada personagem.
Passo 4: escreva uma sinopse de uma a duas páginas.
Passo 5: escreva uma página com o arco de cada personagem
Passo 6: escreva sua história em cinco a dez páginas.
Passo 7: escreva uma a duas páginas com a biografia de cada personagem.
Passo 8: escreva sua história em uma linha para cada cena.
Passo 9: escreva sua história em um ou mais parágrafos para cada cena.
Passo 10: escreva sua história do início ao fim!
Vocês também podem dar uma olhada nesse texto em português que explica em mais detalhes.
3. A reescrita
Enfim chegamos no assunto que faz a maioria dos escritores fugir de escrever uma história ou arrancar os cabelos. Infelizmente, não existe uma fórmula mágica para editar um texto. Porém, nem tudo está perdido e talvez eu possa te ajudar nesse quesito. Não é uma convenção universal, mas gosto de dividir a reescrita em dois aspectos diferentes. O primeiro é quando estou editando um capítulo à procura de furos, falhas, informações falsas, gramática e ortografia incorretas. Essa parte é bem simples, assim que eu termino de digitar meu texto, tento deixá-lo o mais bem escrito possível, de forma que me agrade desde já. O segundo aspecto é depois que a história está completamente escrita; mas só porque ela chegou ao final não quer dizer que ela esteja terminada. Ela nem está perto disso, isso eu te digo com pesar, meu amigo, de verdade.
Tudo bem, você me fala, o que mais poderia faltar?
Esse é o momento que eu costumo respirar aliviada e comemorar por chegar ao fim de mais uma história, e apenas deixar de lado a minha história, mas só por um tempo. Sim, é exatamente o que você leu. É necessário que nós nos distanciemos de nossas histórias o suficiente para esquecermos os detalhes mais importantes, porque só assim seremos capazes de ver com um olho crítico nossas falhas, nos dando tempo também de nos desapegarmos de certas cenas ou conceitos que no começo pensávamos que eram essenciais para nossa história. Eu aposto que tem aquela cena ou aquele momento que não seria realmente necessário e não faz nada pela história. É nessa revisão que iremos adicionar ou excluir cenas e é onde usaremos um manual de estilo.
Agora, você me pergunta: O que é um manual de estilo?
É fácil, eu te digo. Um manual de estilo ou manual de redação são diretrizes para a escrita de um bom texto. Basicamente, é um documento que vai te dizer o que é aceitável ou não em um texto. Todos os tipos de escritores e em diversas profissões usam, como jornalistas, revisores, editores e tantos outros.
Desde já, posso citar alguns exemplos:
Evite uso de abreviações em palavras.
Evite formatação mal feita.
Evite linguagem extremamente rebuscada.
Aqui estão alguns links de exemplos de manuais:
Mundodovestibular.com.br
Jornal da USP
Revisão para quê?
Estadão.com.br (Jornal Estadão)
Qual é o melhor método de escrita?
Até hoje eu não sei a resposta para essa pergunta. Eu até chutaria dizer que não existe um método melhor. O que existe é o objetivo que você deseja alcançar. Seria um romance? Um conto? Uma shortfic? Microconto? É disso que trata os 4 tipos de escritores, achar o método que te ajude a chegar a seu objetivo.
Hello. I'm sure you guys already know, but yesterday evening there was an earthquake in my country, followed by several smaller quakes. The lives lost and the damages are quite simply insurmountable. Both myself, and my family, were able to scape from our building in time, but as of now, I'm afraid we've lost our home and with our home almost twenty years of work. This isn't something I would do, but in light of my country's circumstances, and the fact we're now to start completely from scratch, I would like to invite you to check out my theme shop or buy me a ko-fi. I'm, understandably, focused on working offline but this is an all hands on deck situation for myself and my family. So I greatly, greatly appreciate it.