Kim Yoo Jung? Não! É apenas Ara Kim, ela é filha de Atena do chalé 6 e tem 24 anos. A TV Hefesto informa no guia de programação que ela está no NÍVEL III por estar no Acampamento há 10 anos, sabia? E se lá estiver certo, Ara é bastante divertida mas também dizem que ela é introvertida. Mas você sabe como Hefesto é, sempre inventando fake news pra atrair audiência.
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Resumo: Ara veio para o acampamento a 10 anos atrás, aos 14 anos. Ela não lembra nada da vida dela, chegou totalmente desacordada e machucada, e nem tem ideia quem a deixou ali. Ela ficou um bom tempinho no chalé de Hermes, até ser assumida por Atena, e foi surpreendente para todo mundo, porque Ara não é exatamente inteligente. PORÉM, A MENINA É BOA NUM ARTS AND CRAFTS! Ela consegue fazer qualquer tipo de trabalho manual, digo que toda a inteligência dela foi para a habilidade artística que ela tem. Ela ficou no acampamento até os 18 anos, e foi fazer faculdade ( Ara é formada em artes plásticas, e até uma artista conhecida ). Ela ficou 2 anos sem aparecer no acampamento e agora voltou, por causa do chamado. Coitada quase foi pro tártaro nessa volta dela, mas ainda tá viva! O poder dela é mimetismo corpórea, ela consegue criar partes do seu corpo em qualquer lugar, mas ela tem muita vergonha dos próprios poderes.
Para responder:
Aslan
Yasemin
Para abrir:
@linguadetrapo
Kim Ara é o nome que Ara adotou para si, depois de vários meses no acampamento sem saber quem realmente era. A garota chegou ao acampamento aos seus 14 anos, extremamente machucada e sem nenhuma lembrança de quem era, quem eram seus pais e muito menos que era um semideus. Ara passou vários meses no chalé de Hermes até ser realmente declarada uma filha de Atena, o que foi uma surpresa tanto para ela quanto para todos os outros. Ara não era exatamente a pessoa mais inteligente…
Talvez por não ter lembranças, foi mais fácil para a garota se acostumar com esse novo mundo. Era quase como um mundo inteiro de aventuras, no qual ela treinava, brincava, comia e dormia. Era bastante divertido, na sua visão, mas aquele tipo de atitude não era exatamente o que seus irmãos esperavam dela. Era uma filha de Atena, afinal, onde estava o interesse dela por conhecimento? O desejo de saber? O pensamento rápido e a excelente capacidade de estratégia? Ara apenas era boa com as mãos. Na realidade, ela era a melhor de todas. Qualquer tipo de trabalho manual artístico, era a especialidade da garota, que fosse esculturas, costura, pintura, desenho. Toda a inteligência da garota, que deveria ser voltada a estratégia e conhecimento, foi direcionada a um intelecto artístico sem igual.
Seus poderes começaram a surgir pouco tempo depois que se acomodou no chalé de Atena, e, com toda certeza, foi um baque para ela, quando durante a noite um segundo braço direito começou a surgir em si. Ter consciência do seu próprio corpo para um adolescente já é extremamente difícil, agora imagina quando você pode criar novas partes de seu corpo aonde quiser e como quiser. Ara sentia-se estranha, mas principalmente, envergonhada. Demorou alguns anos para ela se acostumar realmente com aquilo, e é muito difícil ela os expor na frente de outras pessoas, mas com o tempo, ela parou de ver seus poderes como algo ruim, e sim, como algo incrível. Ara conseguia pintar, costurar e fazer esculturas ao mesmo tempo, por causa disso, o que fazia valer a pena ser um ser horrendo, como se considerava.
Ara saiu do acampamento quando fez 18 anos, para fazer faculdade de artes plásticas — no qual se formou com louvores — e tentar descobrir sobre seu passado, mesmo que fosse a menor informação — no qual falhou. Acabou deixando o segundo tópico de lado para focar apenas em sua arte e ensiná-la para os outros, então quando recebeu o chamado de Dionísio para retornar ao acampamento, a garota foi pega de surpresa, o que a fez relutar um pouco sobre voltar, principalmente porque achou que era exagero de Dionísio sobre morrer, mas quando foi atacada por um monstro no fim de uma de suas aulas e quase partiu dessa para melhor, Ara decidiu que seria melhor voltar.
PODERES: Manipulação corpórea. Ela tem a habilidade de manipular qualquer aspecto de seu corpo em diferentes lugares, sendo em objetos ou indivíduos.
HABILIDADES: sentidos aguçados e reflexo sobre-humano.
ARMA: Ara tem duas adagas super afiadas, imbuídas com veneno, que imitam presas de aranhas. Como não é exatamente forte, mas extremamente ágil, foi a maneira que a mulher pensou para balancear com suas habilidades.
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𓂅 ⠀ ⠀ ⚡⠀ ⠀zane não precisava de desculpas para arrastar seus amigos para explorar o acampamento. o fazia com maestria e com uma insistência inigualável. mesmo que ele conhecesse aquele lugar como a palma da sua mão, ele ainda gostava de ficar andando por aí, cuidando da própria vida, mas ao mesmo tempo garantindo que todos estavam bem. dessa vez a proposta veio com um propósito maior. zane queria tirar fotos para o seu catálogo e colher ramos que ele achava serem perfeitos para algumas ideias de artesanato que tinha salvo no pinterest há um bom tempo atrás. eu acho que alguém chegou aqui antes. eles estavam perto do local onde zane havia encontrado os ramos, verdes e no ponto perfeito para serem colhidos e trançados, quando ele avistou o motivo para ele ter parado e começado a sorrir feito um idiota. ele deu uma risada fraca e apontou para o meio da mata, um casal de coelhos se alimentando há meros metros deles. olha que fofo! ele teve que disfarçar e puxar a câmera para uma foto, ou iria acabar passando vergonha com um surto de fofura.
Ara se perguntava mentalmente porque havia aceitado a ideia do filho de Zeus de ir para o meio do mato enquanto matava os mosquitos que tentavam devorá-la. Adorava a companhia do amigo, mas Ara estava em outro mundo quando apenas concordou em acompanhá-lo ali, sendo que ainda havia o possível cão infernal a solta – a filha de Atena acreditava piamente que o monstro era o próprio Petrus. Mesmo desgostosa, a morena tinha que admitir que o lugar tinha sua beleza e quando a garota viu os coelhinhos, agarrou o braço do amigo e balançou, animada. — Que fofinhos!! — pegando seu caderno de sketch, Ara rapidamente traçou um esboço para melhorar mais tarde, sorridente. Mesmo com seu estilo… cru, não-emocional no geral, a garota amava coisas fofas. Mas a fofura não durou muito, e logo a feição neutra voltou e ela encarou o amigo, colocando uma das mãos na cintura. — Ok, os coelhinhos são belíssimos, mas… O que estamos fazendo exatamente no meio do mato, Zane? Além de ser devorada por mosquitos, e sendo uma possível isca para cães infernais.
não era sua intenção acabar soando mais distante do que o comum. especialmente porque kaito podia ser uma pessoa quieta, mas não deixava de observar. olhando para o horizonte, observava alguns semideuses menores brincando com os escombros utilizando seus dons. um pouco depois, com a chegada da conselheira, os dois voltaram a fingir estar trabalhando na reconstrução. inevitavelmente, kaito acabou dando risada. ❛ só tentando encontrar alguma coisa feliz pra olhar por alguns instantes. ━━━━━ comentou, voltando sua atenção para ela, enquanto pegava seu caderno, e começava a rabiscar o que mais tarde se tornaria um desenho de verdade. ❛ o que você acha que se passa na cabeça deles? ━━━━━ e então fez um gesto com a cabeça, para indicar a cena que estava observando antes. ❛ muitos de nós chegamos tão novos aqui, mas parece que eu já não me lembro mais como era pra mim quando eu quem era a criança tendo que reconstruir minha casa.
Ara sentou-se ao lado dele, observando as crianças enquanto colocava o caderno de desenho sob o colo. — É um item bem difícil de se encontrar nesse lugar ultimamente. — assentiu, tristonha. Toda essa reconstrução havia deixado a filha de Atena tão exausta que nem vontade de desenhar a mesma tinha mais, mas como precisava exercitar para não ficar enferrujada, ela ainda tentava desenhar uma coisinha ou outra. — Acho que nesse momento, para eles, tudo parece uma grande aventura. Ficar longe dos pais, viver num mundo onde se tem poderes e vários perigos para enfrentar, então talvez seja um momento feliz, mas acho que não deixa de ser preocupante para eles também. — falou de forma reflexiva, dando os ombros no final. Felicidade era algo muito subjetivo, afinal. Ara riu baixo pelo comentário do filho de Hefesto. A morena não se lembrava de nada antes de chegar ao acampamento, então 14 anos de sua vida eram um limbo em branco em sua cabeça. — Acho que independente da idade, toda essa reconstrução é chata. Eu que o diga, não aguento mais arrumar chalés alheios. — era engraçado como Ara falava isso, mas ao longe era possível ver suas mãozinhas trabalhando no recolhimento de entulhos e na limpeza do chalé que observavam. — Deu tudo certo na reconstrução do seu chalé? Ou você tem um irmão igual o meu que é implicante e um grande preguiçoso presunçoso?
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" então deveria treinar mais a usar seus poderes, em vez de ficar com vergonha deles, assim não ia se cansar tão rápido. " sugeriu com indiferença, estudando o título do livro que estava em sua mão, mas virando-se para a irmã quando simplesmente parou de ouvir o barulho do entulho sendo removido. " eu não estou de birra, meu trabalho é muito mais intelectual, eu preciso pensar em toda a arquitetura do acampamento para reformá-lo, não ache que é fácil. " não que ele estivesse fazendo isso no momento, mas ele poderia fazer. " ótimo, me mostre como usa seus poderes... eu posso copiá-los se quiser e assim te ajudar. " ele não queria sujar as mãos, mas se fosse necessário para fazer a irmã usar os poderes, ele o faria.
Se os olhos de Ara pudessem virar, naquele momento, eles já estariam encarando seu próprio cérebro. — Você é uma pessoa extremamente impertinente, Asher. — soltou, bufando baixo. Por algum motivo, o irmão era uma das pessoas que mais a deixavam irritada. Era coisa de família, talvez? Era verdade que tinha vergonha dos próprios poderes, mas era muito simples para ele falar, já que não era ele que ficava parecendo um monstro, como se tivesse sido amaldiçoada. — Esqueci que você é muito inteligente para trabalhos braçais. — o tom de Ara era desdenhoso, e foi acompanhado de um riso nasal, como se tivesse zoando a própria frase. Ara ainda lembrava dos próprios irmãos a diminuindo por não ser tão inteligente, ou por passar mais tempo fazendo esculturas do que "aprendendo algo útil". — Você sabe como eu uso meus poderes, eu me concentro, e os membros que eu quero, vão aparecendo. Se eu me esforçar mais que o normal, eles aparecerem em outros lugares, e se eu me esforçar ao extremo, aparece outra de mim. — apoiada na cadeira, ela parecia desgostosa, mas a cada frase, surgiam membros. Primeiro em si, depois na perna do irmão, para então surgir uma outra Ara ao lado de Asher, lhe dando um peteleco na orelha. — Assim.
˚。 ㅤ ㅤ ㅤ ㅤ obviamente, alethia estava participando da reconstrução por livre e espontânea pressão. porque se fosse por vontade, estaria sentada em algum canto lendo um livro. não que fosse egoísta, nem nada do tipo. é que realmente não levava jeito para trabalho pesado - e não gostava mesmo. mas estava se esforçando para ser útil! só que era cansativo… assim, quando viu a melhor amiga se aproximando, correu em direção a ara, segurando as mãos dela. ━━ oh! você veio me salvar dessa tortura? vai me empurrar naquela fenda como um ato de misericórdia e acabar com o meu sofrimento? ━━ disse, sendo dramática só pelo gosto de ser dramática.
Ara estava preocupada com a melhor amiga, então assim que teve o mínimo de tempo, a primeira coisa que fez foi ver Thia no chalé de Hermes. Não foi pega de surpresa quando a mulher correndo em sua direção e sendo totalmente dramática, como sempre, fazendo um sorriso surgir no rosto da filha de Atena que correu para ela também, a abraçando apertado. Ara odiava contato, mas isso nunca se encaixava para a garota a sua frente. Afastando-se um pouco, ela fingiu-se pensativa. — Se esse é seu desejo, eu acho que posso concedê-lo... Mas estava pensando mais em te ajudar com uma mãozinha. — fez um trocadilho péssimo com o próprio poder, com uma mãozinha surgindo no chão e acenando para a garota, para depois fazer um coraçãozinho com os dedinhos.
havia praticamente sido expulso da enfermaria pelo resto do dia. muito a seu contragosto, é claro! não queria estar em outro lugar e duvidava que fosse ser capaz de dormir. contudo, os irmãos nem tentaram discutir, apenas o empurraram pra fora enquanto kaiser reclamava e disseram que ele só deveria voltar no dia seguinte. no fundo, sabia que estavam certos. sabia que precisava ao menos tentar descansar ou fazer qualquer outra coisa. não estava fazendo bem pra sua mente com poderes descontrolados estar num ambiente tão caótico feito a enfermaria. os passos foram seguindo até o chalé por puro costume quando quase deu um pulo de susto ao notar um punhado de mãos juntando entulhos sem qualquer sentido. estava habituado ao poder de ara, mas toda vez que o via em ação, era uma nova mistura de estranho e fascinante de novo. "errou de chalé, aranhazinha?" provocou-a com um meio sorriso, colocando as mãos nos bolsos conforme se aproximava da semideusa. "esse aí é o meu!"
Ara estava tão concentrada, por causa da quantidade grande de membros externos que estava criando, que quando ouviu a voz de Kai, a garota levou um susto e as mãos tremelicando no lugar, não sumindo por causa do controle muito bom dela. — Você nunca ouviu que não deve assustar quem está trabalhando, Kaiser?! — ela bufou, o olhando de canto de olho. — Não, não errei. Quíron me pediu para ajudar alguns chalés na reconstrução, por acaso do destino, o seu era um deles. — a garota não estava exatamente mentindo, Quíron realmente havia pedido para ela ajudar alguns chalés, mas o de Apolo não estava na lista. Ara estava ali por pura e total vontade própria, queria de alguma forma ajudar Kai, mas era orgulhosa demais para admitir tal coisa para ele. — Aproveitando que você está aqui, o que precisa que eu faça primeiro? Pensei em tirar todos os entulhos, para depois ir para a reconstrução em si.
Não havia muitos semideuses no chalé de Deimos e alguns dos poucos que tinham estavam feridos ou só simplesmente não davam conta. Era verdade sim que estava recebendo ajuda de outros campistas pertencentes de outros chalés, mas ainda eram poucos visto o estrago que sofreram. Felizmente já estavam quase no final da reforma mais brusca, então a presença de Ara ali foi uma surpresa para Yasemin. Havia sido acordada por um dos pirralhos do chalé dizendo sobre ter uma garota na porta para ajudar e depois de muito resmungar, se levantou zangada. Precisou de uns bons minutos para acordar de verdade e quando feito, caminhou para a porta notando que todos ainda estavam dormindo. ❝ ― Oi, Ara... ❞ ― Não esperava ver logo ela quando abriu a porta, olhando para dentro e saindo do chalé para conversar com ela do lado de fora. O unico contato que teve com a garota nem foi, de fato, com ela. Apenas avistou ela e Yuhok conversando de longe no dia da festa antes de acudir o garoto. ❝ ― Ahn... Alguém te enviou pra cá ou... ❞ ― A pergunta foi genuinamente curiosa porque até então ninguém ali sabia de nada e receber ajuda de bom grado estava sendo um milagre.
A garota cumprimentou a outra com um aceno de cabeça, com um pequeno sorriso que logo desapareceu. Ara era péssima em conversar com pessoas que não conhecia, o que tornava sua vida um limbo bastante complexo no quesito de fazer novas amizades. Colocando uma mecha de cabelo atrás da orelha, assentiu, para confirmar a duvida da outra garota. — Quíron me pediu para ajudar alguns chalés que estavam precisando de um auxílio maior, seja pela quantidade de pessoas e pelo estrago. Por isso bati na porta, gostaria de conferir o que vocês precisam que eu arrume com mais urgência, para eu poder começar a fazer.
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Ajudar na restauração do acampamento estava sendo algo exaustivo e longo demais para que Aslan estivesse feliz. As manhãs e tardes que antes passava apenas treinando ou conversando com seus irmãos agora eram substituídas por trabalho braçal generalizado e isso, além de ser chato, lhe dava fome, muita fome. E se antes já era comum vê-lo no pavilhão, depois da festa era quase certeza que, independente da hora do dia, ele estaria lá, nem que por apenas 5 minutos, com um sanduíche ou um prato cheio em mãos.
Foi assim que Ara o encontrou e Aslan tinha a boca cheia quando a moça lhe dirigiu a palavra. — Dia dos namorados? — perguntou, a frase soando estranha por conta da comida. Burakgazi apressou-se para engolir e pediu desculpas por seus modos à amiga antes de voltar para o assunto anterior. — Já é dia dos namorados? E você fez isso para mim? — limpando as mãos na calça que usava, Aslan pegou a toquinha e um sorriso enorme surgiu em seu rosto. Não era acostumado a ganhar presentes, então sentia-se muito feliz e amado sempre que ganhava algo, além de guardar tudo que recebia com muito carinho. — Uau, Ara, não precisava me dar nada, mas muito obrigado! Feliz dia dos namorados para você também! — agradeceu e a abraçou, beijando-a rapidamente na bochecha. Ao se afastar, vestiu a touca, movendo as orelhas de tecido com as mãos como faria se estivesse em sua forma felina. — Isso é muito maneiro, obrigado de verdade, vou usar o tempo todo. Mas eu não te fiz nem comprei nada, desculpa, esqueci total que o dia de São Valentim estava perto assim. Me diz o que você quer, pode ser qualquer coisa, eu juro que eu te dou, pode falar!
O modo que Ara demonstrava amor era muito único: ela fazia roupas e outros presentes manuais, como tocas, como no caso de Aslan, ou cachecóis e até mesmo, pulseirinhas de missanga. Parecia bobo e até um pouco infantil, mas era a maneira que Ara conseguia - dentro da sua personalidade introvertida -, demonstrar o quanto apreciava as pessoas a sua volta. Ela sorriu para o amigo, feliz por ele ter gostado do presente, mas o abraço e o beijo a pegaram totalmente desprevenida, sentindo as bochechas se tornarem extremamente quentes. Ara não era o tipo de pessoa que gostava de contato, muito pelo contrário, ela odiava, mas a mulher sabia que o amigo não havia feito com intuito de deixá-la desconfortável, ele apenas era carinhoso demais. Balançando as mãos para negar, ela sorriu, aproximando-se para balançar uma das "orelhinhas" da toca com ele. — yeppeoyo! E não se preocupe, está tudo bem, mas você vai ter que me ajudar com uma coisa... — ela assentiu, sentando-se na mesa que ele estava antes, roubando um pedaço de sanduiche do mesmo. — Tem... Tem uma irmã minha, sabe? Uma outra filha de Atena. E ela gosta desse cara a muito tempo, sabe? Muito mesmo, acho que desde que ela chegou no Acampamento e isso tem uns 10 anos. E pelo jeito, ele gostava dela também, mas nada ficou muito claro sobre... — Ara parecia reflexiva, enquanto falava. Estava envergonhada de admitir que era ela, principalmente porque não queria que o amigo a visse como a pessoa egoísta que realmente era. — Então, ela meio que ficou com medo de como as coisas poderiam terminar entre eles, então pra se preservar, ela foi embora por um bom tempo, uns 2 anos. Só que agora ela voltou, ele tá no acampamento, e ela notou que ainda gosta bastante dele. Tipo, muito mesmo. O que ela poderia fazer?
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Our story began when he was 22 years old. I once buried my feelings towards him worried that someone else might find out. I worked hard to become a better person to match his pace. And when I finally caught up to him, that's when I knew that I wasn't the only one running. He was running towards me too. In these five whole years, I healed his trauma. He gave my bittersweet first love a happy ending. Our story began when he was 22 years old. And it came to an end when I was 22 years old.