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princesaevangeline:
Ao ouvir os dois toques na porta e aquela voz tão familiar, Evangeline se levantou de onde estava sentada e foi logo abrir a porta. Seus olhos quase lacrimejaram ao ver ali Theodosia, sua melhor amiga de infância, quase como se fosse da sua própria família. Theo tinha dito que iria em sua busca de controlar seus poderes e não voltaria enquanto não realizasse esse objetivo. Evangeline passou todo esse tempo ansiosa e temerosa pela amiga, mas ali ela estava em carne e osso. Não sabia dizer se tinha mudado, mas definitivamente parecia muito animada. Evangeline exibia um largo sorriso. “Encontrar um modo de abraçar sua melhor amiga?” Chutou a resposta. “E aí, você conseguiu? A gente pode se tocar?” Perguntou realmente soando uma pessoa esperançosa, e ela era na essência de seu ser.
‘ SIMMMMM! ’ Ainda que estivesse feliz, e sua mente estivesse enevoada pelos sentimentos que agora inundavam-na, a princesa não se deixou desconcentrar um mísero segundo. Comicamente, Theo nunca havia abraçado alguém em sua vida até uma semana atrás, quando encontrara sua mãe, portanto, sentia quase um desejo constante de continuar em contato. O abraço em Eva ocorrera de forma mais demorada do que o que dera em sua mãe — talvez pelo sentimento inquietante de dar algo errado — e sua expressão era mais relaxada do que a demonstrada para a Rainha de Nova Orleans. No entanto, depois de alguns segundos, ainda insegura, Michelle se afastou, mantendo suas mãos nos ombros cobertos — por segurança. ‘ Eu posso te tocar agora! Eu estou muito muito feliz de ver você e bem, Eva! Eu fiquei pensando o tempo todo em você, no Neevan, e, caralho, em todo mundo e- ops, foi mal o palavrão. ’ O sorriso, conquanto, não cedeu. Continuava tão animada quanto outrora. ‘ Você está bem, não é? Aconteceu alguma coisa com você? ’ E, como vira um e outro aluno com membros mágicos para substituir os amputados, a garota procurou com cuidado, os olhos esquadrinhando cada parte de Evangeline.
notmaddiecine:
—Surtada não sou eu! — Disse mais uma vez, claramente irritada com aquilo, independente do tom monótono usado pela outra, para Madison aquele poderia ser um tópico sério. —Por que diferente sou, cismam que louca devo ser apenas por que não sou como você. — Constatou irritada ainda que agora estivesse mais calma, provavelmente por que raiva estava sendo afastada do controle, um ponto positivo. —Sim, sim, mas pior seria não se cada palavra ao contrário falasse eu? Omoc assed amrof euq olaf aroga? *
‘ Você está gritando no meio dos corredores... ’ Não era pela essência alheia, mas sim pelo comportamental atual, que Theodosia apontava o modo como interpretava o comportamento. Não seria errôneo que a garota tivesse uma crise nervosa depois de tantos acontecimentos. ‘ Uma dúvida: de qual conto você é? ’ A pergunta era essencial para compreender de onde vinha tudo aquilo. Também era um fator importante para Theodosia já que a curiosidade era tamanha na vida da princesa. ‘ Hm, realmente. Eu teria de escrever tudo que você está me dizendo para entender. Mas não seria melhor se você conseguisse ajustar sua fala para compreensão geral? ’
a-hood:
Se fosse qualquer outra pessoa, sustentaria a pose cordial a qual, como a boa dama de Nottingham fora ensinada a sustentar. No entanto, conhecia Theodosia bem o bastante assim como a aprendiz também conhecia a descendente de Robin Hood de modo que não havia necessidade alguma em seguir com aquela encenação. Tudo o que fez foi revirar os olhos e suspirar, puxando uma das cadeiras para se sentar, permanecendo ainda na frente da sala para que qualquer pessoa que resolvesse ingressar ali a visse em primeiro lugar e pudesse receber as boas vindas apropriadamente. ❝ — Nossa Theo, por um momento eu quase senti saudade do seu veneno sendo destilado por aí. Mas, já passou. — ❞ Riu, apoiando os cotovelos nas coxas para se inclinar para frente, mantendo os olhos na anilena.❝ — Quando foi mesmo que você foi embora? Senta aí que eu vou te atualizar em primeira mão. Tem certeza que não quer comer nada? Eu estou ficando boa nisso, devia experimentar já que passou um ano inteiro fora sem provar meus quitutes. ❞
Involuntariamente, Theodosia abriu um largo sorriso com a fala de Alexis. ‘ Você acha que eu perderia uma característica tão marcante? Não se preocupe, eu ainda continuo escorrendo veneno. Se precisar... ’ O ombro direito se erguera com a própria fala, deixando a sugestão para Hood. Embora fossem um tanto exageradas, as falas de Michelle sempre brincavam com o quão trágico era se envolver minimamente com ela. Pela distância que tivera de tomar dos outros, acabara se tornando pouco sociável. ‘ Um ano, Alexis. Não é como se eu fosse assim tão comum para não notar o tempo que passei fora. ’ Mas, seguindo o que fora dito, acabara se sentando, mas recusando o alimento. ‘ Eu não. Vai que errou alguma coisa e eu acabo morta nesse chão. Passo. Só quero saber o que está acontecendo. ’
littlegotbrooke:
Brooke avaliou silenciosamente o rosto da amiga, e suspirou alto quando ouviu as palavras alheias, respondendo-a em um pequeno tom de brincadeira evidente: - Não acredito que já esqueceu de mim só tendo passar um ano desde sua partida… Fizeram alguma lavagem em você, Theo? Oh, depende. Você quer a versão resumida com detalhes ou sem detalhes? São tantos eventos que preciso ter um norte primeiro. -
‘ BROOKE! ’ As pernas de Theodosia passaram para fora do sofá no qual se aconchegara para ler as notícias dos últimos meses, deixando o papel de lado, enquanto se aproximava de Brooke. No entanto, não a tocara naquele momento, sabendo que era melhor que evitasse até ter plena consciência do que fazia. ‘ Você acha que conseguiriam fazer alguma coisa com a minha cabeça, Brooke? Me respeita! ’ Ainda assim, o sorriso era largo, agradecido por não ter a amiga privada de si; por ela não ser um dos desaparecidos. ‘ Eu quero todos os fatos. Eu vi sobre uma garota grávida, Calanmai, os eventos catastróficos... Mas quero os detalhes sórdidos de tudo. ’

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flynnanigans:
E como se fosse ele mesmo o detentor de um poder matador pela voz, a voz de Eugene desceu para um chiado de pulmão congestionado. Era medo da outra? Nada disso. Se perguntassem, eram os efeitos colaterais de uma puberdade atrasada. + Eu já parei. + A voz miudinha e a bolsa sendo abraçada, como se fosse uma proteção significativa para qualquer pessoa frente a aprendiz. E colega de Casa. E participante coadjuvante de um pesadelo. + Teve de um tudo. Os sortudos com um cortezinho e os azarados… Esses eu não consigo descrever. Mas pense no pior dos casos, um ruim mesmo, aí piore. Antes da morte, né. Ninguém morreu pelo que eu fiquei sabendo. A menos que você considere sequestro uma meio morte porque faz tempo que não tivemos notícias deles e- É. Eu estava aqui e o máximo que peguei foi uma quase pneumonia. Tratado, saudável, pode confiar.
Devido ao tempo em que fora obrigada a controlar suas próprias emoções, afinal, nunca poderia deixar chegar ao corpo tudo que sentia, Theo havia adquirido uma inflexibilidade que pautou a formação de sua personalidade. Isso a tornava um tanto incisiva em diversos momentos, mandona você poderia dizer. ‘ Ótimo. ’ Respondeu-o um tanto ríspida, preparando-se para ouvir o relato que mais a interessava. ‘ Não sei se morte seria o pior dos casos. ’ Em verdade, morte era, para quem ficava, o pior dos casos; para aqueles que iam era apenas... Uma passagem. Nada realmente doloroso. Ainda assim, a naturalidade com a qual se referia a morte não significava que não pesava para ela. Infelizmente, para Theodosia era pesaroso o suficiente. O contato com a morte de outrem ocorrera de forma significativa e traumática para a princesa. ‘ Vocês não têm ideia nenhuma do que aconteceu aos que desapareceram? ’ Indagou enquanto ponderava sobre todos aqueles que se foram. Não os conhecia, conquanto, não era completamente insensível para não se preocupar — assim como, para não pensar em si mesma, retornando para todo aquele caos.
vitaodarussia:
“Prazer, me chamo Viktor, como quiser, o espaço pessoal de qualquer pessoa deve ser respeitado” assentiu, cumprimentando-a, o rosto anilemo lhe era familiar, talvez já visto alguma vez nas áreas comuns da casa da arvore. o tom usado era polido e a postura altiva buscando ser o mais respeitoso que podia. “Crise política? Mais uma querendo derrubar Merlin?” brincou com um risinho divertido, abafado e breve. “Claro, você busca informação a partir de quando?”
‘ Exatamente! ’ Respondera com simplicidade, embora, rapidamente, tenha assumido uma postura mais rígida com o comentário alheio. ‘ Ah, eu vi sobre essa ação ridícula. Qual a razão para derrubarem o Merlin e não pensarem em boa parte do corpo gestor? ’ Abandonara o jornal diante do questionamento, erguendo para que pudesse se sentar, propriamente. ‘ Um ano atrás. ’ Respondera com as íris faiscando de curiosidade. ‘ E todas as informações que conseguir me passar. ’
‘ Eu acho que a gente nunca se viu, né? Prazer, mas não chega perto. Eu não quero criar uma crise política com uma semana. Me dê duas. ’ Ainda que fosse uma piada, não era visível em seu rosto o teor da mesma; Theodosia não era boa em evidenciar brincadeiras com sorrisos. Era demasiadamente séria para uma garota da sua idade. ‘ Enfim, me atualiza do que aconteceu? Eu estava lendo as edições do Jornal, vendo algumas postagens na Nimbo... mas é muita informação. ’
notmaddiecine:
—Isso não diria se a alegria tivesse não em ti. — Explicou em tom irritadiço, como se qualquer um pudesse compreender, mas no fundo ela sabia que poucos entendiam do que ela falava sobre as emoções, até aqueles que haviam visto ainda a chamavam de louca. E aquela era uma pergunta recorrente, ainda que geralmente ela viesse junto de um insulto por que poucos entendiam suas frases. —Em comum sim, difícil é compreender, na ordem falo o que entender melhor eu. Porém, charades também falo.
‘ Eu continuaria com a minha opinião, docinho. Vocês surtaram nos últimos meses. ’ O tom era monótono, como se aquela observação fosse óbvia em qualquer estado emocional do sujeito. Era uma verdade. Verdades não eram transmutadas por emoções, embora fossem ocultadas. Conquanto, aquilo era uma relação direta com o caráter, não com suas emoções. ‘ Difícil é, mas não é impossível. Quando se é obrigada a aprender tantas línguas, uma forma diferente de se comunicar é extremamente fácil de compreender. ’ Assentiu enquanto segurava o queixo. Precisava de um esforço, óbvio, mas nada difícil demais.
As notas melhores em gastronomia tinham uma razão: Anika Snow vinha lhe ajudando com a matéria durante meses e cada vez mais os resultados se mostravam melhores. Para aquela tarde havia pedido ajuda a princesa para preparar alguns itens para a reunião, normalmente no mesmo horário em que ocorria o clube dos ladrões - ao menos esperava que os colegas do clube comparecessem para que a ideia não fosse um total fracasso. Disfarçada de “Suporte aos Eventos Recentes”, a descendente de Robin Hood espalhara pelo Instituto que um grupo de apoio seria oferecido aos aprendizes que precisassem conversar e encontrar algum conforto diante de tudo o que acontecera, os desaparecimentos, as vozes… O que melhor do que desabafar com os amigos, não é mesmo? Ainda por cima haviam lanchinhos e doces para completar. Um curandeiro insistiu em participar do encontro, visto que poderia contribuir na recuperação das feridas emocionais dos aprendizes. No entanto, a arqueira insistiu que aquilo somente os deixaria mais acuados para se expressar e então, após muita discussão conseguiu que Ceridwen fosse a responsável por aquilo. Ao menos com a professora sabia que poderia revelar suas reais intenções sem qualquer receio.
Assim que acabou de arrumar a mesa com os itens, ouviu as suas costas uma movimentação e se virou com o seu melhor sorriso. ❝ — Entre! Fique a vontade, temos pães, bolo, torta… Ali tem café, chá, água e suco… Estou feliz que tenha vindo. Tanta coisa aconteceu ultimamente, não é mesmo? Esse é um espaço aberto para discutirmos a respeito… — ❞ Interpretar nunca fora um problema para ela que exibia sua melhor postura de anfitriã como uma verdadeira lady, apesar de detestar aquele tipo de teatro.
‘ Eu posso vomitar depois que você terminar de ser tão gentil? É quase um ultraje você assumir que eu acredito em suas boas intenções quando seu histórico não é dos melhores, Hood. Eu posso ter desaparecido por um ano, mas eu não fiquei burra no processo. Então, a não ser que você tenha arrumado um namorado e tenha matado sua personalidade por ele, eu duvido que tenha mudado tanto assim para que sua voz se torne doce e angelical ao falar. ’ E, com um aceno de sua mão, dispensou completamente qualquer cordialidade de Alexis. Ambas se conheceram em outro momento, em circunstâncias completamente diferentes, mas não acreditava que tudo teria influenciado a Hood de tal forma. A verdade, porém, era que Theodosia não acreditava em boas intenções. ‘ Eu só quero saber das notícias mesmo. Preciso me inteirar do que está acontecendo. ’ Ela quem não comeria nada. Poderia facilmente estar envenenado.

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—BEM EU JÁ DISSE ESTAR! — Proferiu aos gritos com a pessoa a sua frente, para infelicidade de todo um instituto, a pequena Madison havia sido pega em uma armadilha na própria mente, um complô da raiva e da tristeza para permanecerem vivas, fazendo com que a Kingsleigh matasse a maior parte dos sentimentos positivos, que não parecia que iriam voltar tão cedo. —Louca?! Louca acha que estou eu?! Maluco você que é! — Agora ela gritava aos sussurros empurrando a pessoa para trás, a expressão raivosa no rosto da loira.
‘ Vocês pareciam mais civilizados um ano atrás. Ninguém ficava gritando pelos corredores o tempo todo. ’ Observou enquanto se recordava da situação que vivenciara mais cedo. Ou estavam todos traumatizados demais para que se portassem de forma convencional. Qualquer que fosse o motivo, porém, sempre ela estava entre os acessos dos demais colegas. ‘ Eu poderia dizer que tudo o que você diz é uma charada, mas eu acho que é só uma ordem inversa. Você fala assim por que querer ou é algo que nascera com você? ’
˙ ˖ ⊰ : talvez o passatempo favorito da vogelmann era passar horas atormentando os outros do instituto. dessa vez, variou na atividade e convidou alguém para participar das suas artimanhas. sentaram-se consideravelmente longe e escolheram sua vítima que estava ao redor, logo então maviella explicou como funcionaria. “presta atenção… é só pegar algo afiado como essa agulha e usar contra a boneca.” retirou ambos objetos de sua bolsa e os colocou em cima da mesa. em seguida, pediu para a pessoa pegar o objeto afiado, segurou a mão da mesma ── já que apenas ela tinha o poder sob a boneca ── e deu uma leva alfinetada no material de pano. no mesmo instante, a vítima soltou um murmúrio e olhou confusa para o próprio braço, fazendo a garota soltou um sorriso presunçoso. “mágico, não é? dá para passar horas fazendo isso.” deu de ombros e olhou para a companhia para ver sua reação.
‘ Eu diria que é um pouco psicopata, na realidade. Meio doentio. Uma coisa é ameaçar príncipes que só fazem gritar pelo corredor, mas de brincadeira; outra bem diferente é sair atacando pessoas com uma boneca vodu. Você é perturbadinha da cabeça, não é? ’ Theodosia cruzou os braços enquanto observava a outra de forma analítica, procurando entender quais eram os traumas que a levaram àquele lugar. Não que fosse da sua conta, mas era interessante. ‘ Aprendi o conceito há alguns meses. Mas, enfim, desde que você não use contra mim, acho que não teremos problemas. ’ Ali, a princesa não teria problemas em fazer uso dos próprios poderes.
flynnanigans:
[ obs.: é fora/depois da festa ]
Sabe quando você engole três vezes seguida a própria saliva e, na quarta, a coisa trava como filho de Gaston em dia de prova? Pois bem, era assim a sensação que Eugene Jr. carregava consigo enquanto rumava pelos corredores. Não vou falar mais nada, sussurrou para si próprio e… O grito veio mais rápido do que o cérebro processando a presença ali perto. + NÃO TOCA EM MIM! CHEGA! NÃO QUERO MAIS! MEUS CABELOS MINHAS REGRAS! + O corpo bateu contra a parede, as mãos bem em frente barrando maiores aproximações. O anileno abriu um dos olhos, depois o outro, o medo e a hesitação em cada micro movimento. + Só me deixa ir para cama, por favor. Eu só quero dormir, dude, as camas da enfermaria são pedras. Não dá não. + Os olhos já estavam brilhando com as lágrimas do golpe final, só esperando o momento certo para derramar primorosamente.
‘ Vossa Alteza dos Gritos! ’ Sua voz mais estridente que o comum, as mãos sobre os ouvidos e um olhar furioso sobre a face do príncipe — que ela sabia ser um príncipe porque, bem, naquele ramo era obrigada a conhecer todas as famílias reais — eram indicativos de que Theodosia não estava nada contente. ‘ Em primeiro lugar, eu posso te matar se eu fizer isso; e eu não preciso de uma crise política por ter matado, acidentalmente, o príncipe de Corona. Você, por favor, pare de gritar antes que eu seja obrigada! ’ E a mão fora mostrada para o outro, um sorriso ligeiramente maquiavélico, embora, rapidamente, tenha se perdido pela curiosidade. ‘ Está todo mundo tão ferido quanto parece? Ferimentos pesados? Ouvi dizer que foi a maior catástrofe! Ainda bem que não estava aqui. ’
Com poderes como os de Theodosia, contato físico era impossível. O toque não existia em seu cotidiano. Ao menos, costumava não existir. Agora, caso se concentrasse o suficiente para tal, a princesa era capaz de sentir a pele alheia contra a sua; poderia trançar o cabelo do seu irmão novo ou capaz de abraçar sua mãe, como não pudera em todos os seus dezoitos anos de vida. Ela realmente fizera todas essas coisas, porém, havia algo que Michelle ansiava desde seu retorno definitivo para o Instituto Aether: abraçar Evangeline. Ambas possuíam uma relação tão forte, tão profunda, mas Theo jamais fora capaz de dar sequer um abraço em sua amiga de longa data. A ideia, em verdade, sempre a apavorara até aquele momento. ‘ Tenho uma charada! O que Theodosia foi fazer do outro lado de Mítica? ’ Comentou depois de dois toquinhos na porta da sala onde @eviejazz se encontrava, um sorriso constrangido em seu rosto. Theo contara para Eva onde estava indo; contara todos os detalhes do seu plano mirabolante e dissera que voltaria, embora não soubesse quando.
‘ QUE PORRA É ESSA, JAMES?! ’ Nunca Neevan, jamais Neevan; era James, pois poderia chamá-lo de Jamie quando estivesse contente, ou James, vociferando tão furiosa quanto agora, quando o mais velho fazia algo errado. Como agora. ‘ EU VOLTO DE CASA E VOCÊ ENGRAVIDOU TRÊS GAROTAS? ’ E, então, lançou na cara de @neevcn os exemplares do jornal que conseguira encontrar a informação. Theodosia nunca, em nenhum momento de sua história, deixaria de ler os jornais e se inteirar de tudo que acontecera desde sua partida — um ano sabático, ela pediu aos pais, para que pudesse viajar para um reino distante e aprender um pouco mais sobre seus poderes. ‘ NÃO UMA, JAMES! NÃO UMA, mas três. Você não sabe envolver seu pau numa camisinha? Eu vou te ensinar! A sapatão tem de ensinar pro hétero o que é camisinha, né? Você é uma vergonha para sua família! ’ Dito isso, Theodosia abriu a caixa que trazia em sua mão livre — a que não segurava o jornal — e nela havia um conjunto de camisinhas e um pênis artificial para estudos anatômicos. Não, não era um vibrador, pelo Narrador! Ela jamais traria os seus para aquele local. ‘ Você conhece seu pinto, né? Ou eu vou ter de explicar isso também? ’ Não eram parentes, todavia, conhecia-o o suficiente para tratá-lo daquela forma; algo que viera com a amizade e aliança entre seus pais.

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“There was always music playing in our house. So, at the age of 3, I was like, ‘I want to be a singer.’ I could barely talk, but that’s what made me who I am and that’s what gave me the love of music that I have today.”
@chinamcclain: if God decided to transform the sun into melanin itself for a day.