“Hell is other people.”
— Jean-Paul Sartre (via neckkiss)
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“Hell is other people.”
— Jean-Paul Sartre (via neckkiss)

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Mesmo com o peito doendo, a mente girando; Paro. Respiro. Sorrio. Esse sentir que me torna vivo.
Afraid
flutuando.
pés no chão.
boio.
somos náufragos,
de onde?
estou no meu corpo?
monstros marinhos
dão seu máximo
eles só desejam
que eu afunde com eles.
Autoral
aqui jaz tudo aquilo que meu coração ousou um dia em sentir.
ser forte pelos outros me faz esquecer o quão fraca eu sou por mim mesma.

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Por que tamanha angústia?
“Sou partida em duas. Um lado contém minha exuberância, minha petulância, e etc. Meu outro lado costuma ficar à espreita para emboscar o outro, que é mais puro, mais profundo e melhor. Ninguém conhece esse meu lado melhor, e é por isso que muita gente não me suporta. Ah, eu posso ser uma palhaça, engraçada por uma tarde, mas depois disso todo mundo se enche de mim por um mês. Na verdade, sou aquilo que um filme romântico representa para um pensador profundo — uma simples diversão, um interlúdio cômico, algo a ser logo esquecido: que não é ruim, mas que particularmente não é nada bom. Odeio ter que dizer isso, mas meu lado mais leve, mais superficial, sempre vai tirar desvantagem do lado mais profundo, e com isso vencerá sempre. Ninguém pode imaginar quantas vezes eu já tentei empurrar para longe esse meu lado superficial, derrubá-la, escondê-la. Mas isso não funciona, e sei por quê. Tenho medo de que as pessoas que me conhecem descubram que tenho outro lado, um lado melhor e mais bonito. Tenho medo de zombarem de mim, de pensarem que sou ridícula e sentimental, e de não me levarem a sério. Estou acostumada a não ser levada a sério, mas somente o meu lado leve consegue lidar com isso; o meu lado mais profundo é fraco demais. Se eu forçar o meu lado bom e sensível a aparecer por 15 minutos, ela se fecha como um marisco no momento em que é chamada a falar, e deixa o meu lado numero um dizer o que eu sinto ou até mesmo um texto. E antes que eu perceba ela desapareceu. Assim, esse meu lado nunca é visto acompanhado. Ele nunca aparece, ainda que quase sempre assuma o palco quando estou sozinha. Sou exatamente como gostaria de ser, como sou… por dentro […] Sou guiada pelo meu lado puro, o de dentro, mas por fora sou apenas um animal preso, forçando a corda à qual está amarrado. […] Uma voz dentro de mim soluça: “Veja só, foi nisso que você se transformou. Está rodeada por opiniões negativas, olhos desanimados e rostos zombeteiros, pessoas que não gostam de você, e tudo porque não escuta o conselho da tua parte melhor.” Acredite, eu gostaria de escutar, mas não dá certo, porque, se eu ficar quieta e séria, todo mundo acha que estou representando outro papel e tenho de me salvar com uma piada; nem estou falando da minha família, que presume que estou doente, me enche de aspirina e sedativos, sente meu pescoço e minha testa para ver se estou com febre e me critica por estar mal humorada, até eu não aguentar mais, porque quando todo mundo começa a me chatear, fico irritada, e depois triste, a parte má do lado de fora e a boa do lado de dentro, e tento achar um modo de me transformar no que poderia ser e no que gostaria de ser se… se não houvesse mais ninguém no mundo.””
— Última vez que Anne Frank escreveu em seu diário.
Solidão é apenas uma palavra que inventaram para explicar o vazio sufocante que existe em todos nós.
Yulle Santtos
eu achei que era cansaço. e de fato era mas não o físico, por isso eu chorei
vou morrer no meu quarto
eu não aguento mais me sentir sozinha

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Uma necessidade desesperadora de fugir para qualquer lugar que não seja aqui.
jb.
algumas coisas a gente tem que deixar ser saudade
e só.
Definhando de amor nas esquinas de uma vida qualquer.
K.F
o barulho me incomoda mas o silêncio me assusta. meu distúrbio sou eu.
via weheartit

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Me sinto como um pássaro preso em uma gaiola, em que eu mesma me prendi.