Sabe, eu não deveria estar falando com estranhos, mas sinto que já te conheço! Foi você o sonho bonito que eu sonhei, certo? Você costumava ser conhecida como REI DAVID ROSE, do conto SNOW WHITE antes da maldição atingir o seu mundo FLORESTA ENCANTADA e o seu reino RED ROSE. Agora, em Storybrooke, você é conhecida como DEREK JAMIE EVANS, o xerife gostoso e antipático da cidade de 38 anos de idade. Você me lembra um pouco Aidan Turner mas deve ser só a névoa da maldição me confundindo…
O PERSONAGEM ESTÁ ACORDADO?
Não, mas tem insônia por causa de pesadelos que na verdade são memorias do passado da sua vida.
HEADCANONS:
Hoje em dia quem vem o vê o xerife da cidade nem imagina que sua infância não foi nada agradável. Cresceu no orfanato, muito introvertido mas estava sempre aprontando alguma coisa, dando preocupação aos adultos. Foi adotado por um ex militar e uma medica muita querida em Storybrooke, Derek lembrava que seus pais tinham as personalidades muito distintas mas que de certa forma se completavam. Sua mãe era o lado carinhoso e compreensivo, já sei pai sendo seu lado explosivo e racional.
Apesar da criação rígida, nunca parou de ser uma pessoa rebelde e impulsiva. Foi quando tinha quatorze anos que acabou salvando a vida da sua amiga, que estava prestes a se afogar. Naquele dia nunca recebeu tanta atenção que não fosse do seus pais, a sensação de altruísmo contagiando todo o seu âmago. Ali que soube que queria ajudar os outros, não importava quem.
Começou a se esforçar muito para entrar na academia de policia, logo menos tornando um policial exemplar. Gostava até demais do seu trabalho até o dia que atirou sem querer num civil, adquirindo estresse pós-traumático. o Prefeito encobrindo o caso e demonstrando um grande amigo para ele. Demorou quase um ano para Derek voltar a portar uma arma novamente, os efeitos dos remédios tarja preta evidente nas suas olheiras causada pela insônia e comportamento mal humorado por ter que frequentar as consulta no psiquiatra todas as quartas.
Derek parece uma pessoa fria e impenetrável mas quem o conhece sabe que ele é bem coração mole, querendo o bem de todos. Ele é bastante inteligente e só se mostra interessado em trabalho, quando na verdade é tudo fachada para ninguém saber que ele se culpa mais que tudo de ter machucado alguém, que às vezes dúvida se pode mesmo proteger as pessoas. Mesmo que acredite nisso até não ser capaz de salvar ninguém.
INFORMAÇÕES ADICIONAIS DA BACKSTORY:
Marido da Snow. Adicionar depois.
Seu personagem é dono/funcionário de algum estabelecimento que não está na lista de lugares? n/a.
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“Ah, não sabia que era oficial de justiça.”, aquilo tornava as coisas mais interessantes, e também mais perigosas. Mazhar já sabia que não poderia beber muito, do contrário corria o risco de sair contando para o homem que sua família era parte de uma grande máfia — é claro que queria acabar com toda a criminalidade de seu bairro, mas não daquela forma, sendo dedo duro. Ele tinha outros planos traçados para aquilo. Então, sinalizou com a cabeça para que começassem a caminhar. “Se eu dependesse de problemas no paraíso para beber, não beberia nunca. Não costumo me importar com essas coisas.”, riu um pouco, dando levemente de ombros. “Eu acho que eu deveria estar perguntando isso para você, na verdade. Olhou para aquele casal como se fossem algum tipo de doença terminal. O que sua donzela lhe fez?”
- Ninguém sabe, é segredo. - para quem nunca andava com a farda ou tinha a imagem de alguém que mal saia do seu próprio escritório, era parcialmente verdade. Mas Derek tinha aquela coisa de sempre atrair problemas ou pessoas de caráter duvidoso, por isso sua postura manteve-se na defensiva apesar de estar o acompanhando e prestando atenção em todos seus movimentos. - Bom ponto. - e o outro homem realmente tinha razão, não tinha o que discordar ali. - Não sei do que está falando, tenho cara que fica chorando pelos cantos por mulher?- se arrependeu no mesmo momento que as palavras saíram da sua boca, talvez não gostasse nada da resposta sincera. - Você não se apresentou, mas vou chutar que você tem um nome bem esquisito, tipo Mikhail.
“Alguns homens tem a adorável mania de achar que mulheres como eu estão sempre esperando uma deixa para levá-los para debaixo de um visco e ganhar um beijo do amor verdadeiro, por isso talvez considerasse.” pontuou a frase com um leve riso irônico, usando as próprias palavras do homem. “Nem acredito que amor romântico exista.” deu de ombros, falando com sinceridade. Nunca havia sequer ouvido falar na possibilidade de romance até sair de Nutcracker e mesmo agora não acreditava. “Ótimo, oficialmente temos um não-encontro. Minha discoteca fica por aqui, não está aberta ao público, mas preciso organizar algumas coisas no bar e podemos beber enquanto isso. Aceita?” sugeriu.
- Parece uma coisa que você escreveria no seu diário, uh? - o comentário foi mais por implicância que qualquer outra coisa, sobrando a fumaça para cima. - Isso é surpreendente. Quem quebrou seu coração? - perguntou num timbre curioso, provocando-a diretamente. Com certeza, pegou-se errado em presumir sua primeira impressão da mulher. - Oficialmente um não-encontro! Peraí, você me chamou para beber ou ser seu empregado? - franziu as sobrancelhas escuras, dando de ombros. - ‘Tá, aceito, só não vou varrer nada não. - ele o faria se ela o pedisse porquê quem não faria algo se aquela mulher pedisse?
“Pois eu penso a mesma coisa, chefe” Não era o termo correto para se dirigir a ele, mas Derek era mesmo seu chefe, então lhe parecia servir o suficiente para virar uma mania. Kit não fumava com frequência, mas os últimos acontecimentos na cidade que rodeavam as cerimônias de final do ano começavam a deixá-la mais tensa que o normal. Aceitou o cigarro, esperando que ele o acendesse para tragar e soltar devagar a fumaça. “Deve ser incômodo, ainda. Esse monte de casaco? Se já fica ruim para se mexer, quem dirá pra abraçar. Na verdade, eu acho que o conceito todo de ficar se abraçando já é ruim. No inverno é desconfortável, no verão é nojento. E no resto do tempo também, não sei pra que ficar encostando. Negócio insuportável” Não era como se Kitana odiasse toques, apenas os apreciava em momentos certos e geralmente entre quatro paredes. Ou portas, se estivesse em um carro. Ela só achava desnecessário aquele lenga lenga de casais apaixonados, mesmo. “Mas você parece especialmente de mau humor, chefe. Aconteceu alguma coisa?”
Sorriu quando ela concordou, parecia a única com bom senso naquele lugar. Poderia até ser um pouco antiético, mas não conseguia esconder seu favoritismo com alguns dos seus amigos de trabalho, e Kit com certeza era uma dessas pessoas. Ascendeu o cigarro da outra, depois o seu, guardando o isqueiro no bolso. - Eu não sou muito chegado a abraços. - só quando estava bêbado. - Mas eu tenho uma teoria que essa molecada ingere muito hormônio comendo umas porcarias por aí, e fica desse jeito. - tragava o cigarro enquanto falava, a fumaça sendo expelida como suas palavras. - Quando eu não estou de mau humor, Vega? Aconteceu nada. Venha, vamos tomar um café. - foi mais uma ordem que um convite, esperando que ela o acompanha-se até o Granny's. - Na verdade, aconteceu uma coisa. Eu vacilei muito com uma pessoa, só que eu não explicar uma hora eu ‘tava gostan-... - interrompeu a própria fala, para reformular sua frase. - Apreciando a companhia dela e do nada, eu acordei e não consegui sentir mais nada, parecia que meu coração tinha sido roubado, sei lá. Eu sou um imbecil, né?
🍎 ───’ Aquele lugar como um todo parecia ter saído de um livro de contos de fadas, tudo era tão encantador e mágico, e Amèlie estava completamente absorta a todos os detalhes, queria participar de todas aquelas atividades e viver a noite em questão como pudesse, na atual conjuntura em que as coisas estavam dentro de si, ela precisava de uma boa noite de distração e magia. Assim que anunciaram sobre as linhas douradas, a morena foi logo atrás da sua, sem conseguir imaginar muito bem o que teria ao final, qual era ou seria o seu grande desejo ou presente para a noite, sua cabeça andava tão bagunçada que ela sequer conseguia se concentrar, e logo que encontrou a fita com seu nome, começou a segui-la instintivamente, passando por diversas pessoas no caminho, mas sem enxergar um final claro. A distração foi tanta que trombara com alguém, e como se seu corpo soubesse antes de seus olhos, uma arrepio percorreu todo seu corpo, antes mesmo de encontrar Derek ao seu lado, sequer percebendo a linha que se desfazia em volta de seu pulso. - “O que disse?” -
flashback.
Não que acreditasse em destino e toda essa baboseira, mas não tinha outra explicação se não essa para encontrar Amèlie em todos os lugares mais improváveis que sejam. Parecia que sabia exatamente onde ela estava, diria até que como pudesse sentir sua presença ou quando estava em perigo, como aconteceu no Halloween. E sinceramente, só tinha que agradecer se o universo queria junta-los a qualquer custo. - Eu disse que você é meu presente de natal. Estranho, né? Estava pensando em você e num segundo você aparece na minha frente. Esse lugar é magico mesmo. - proferiu, olhando-a apaixonado. Tudo nela desconsertava Derek e sua beleza angelical era um dos principais motivos de parecer um idiota enquanto fitava seus olhos, percebendo que já estava a encarando por mais tempo que o normal. - Você quer dar um passeio comigo até o jardim? As rosas congeladas tem lá sua beleza, não acha?
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“ Não dá pra julgar ” começou, abrindo sorriso minúsculo ao mesmo tempo em que se aproximava. Killian sabia muito bem de quem se tratava, e estava, podia-se dizer, curioso para saber como o homem vinha levando a maldição, dada a sua importância dentro do todo. “ Até porque eu também uso. Essa desculpa é mais velha que a Terra, na verdade ” deu de ombros, rejeitando o cigarro alheio com um gesto de cabeça e pescando os próprios. “ O que é todo esse amargor? Você foi largado? ”
Ah não, rolou os olhos ao reconhecer a voz masculina, por que tinha que ser logo ele? Não dava nem para esconder que não gostava nenhum um pouco do outro e sua aproximação com Amèlie era um dos vários motivos para seu sentimento de ódio gratuito, e para querer tirar aquela sorriso salafrário na porrada. - Jura? Pensei que pedisse desculpas por ser homem para pegar mulher e essas coisas. - tinha uma imagem completamente distorcida de Killian, mas quem disse que pretendia mudar de opinião? - Sim, e vim aqui ‘te pedir conselhos amorosos. - respondeu num timbre sarcástico. Respirou fundo, tragando a nicotina para os pulmões, e sentindo-se um pouco mais propenso a fingir interesse na vida dele, ou qualquer coisa que o envolve-se. - ‘Vem cá, você não tem medo de alguém, sei lá, decidir tocar fogo no Jolly Roger um dia? Se eu fosse um capitão de um navio tão bonito como aquele, não deixaria meu barco à vista para todos. É bem burrice, se parar para pensar. Não acha?
“Cara, meu vizinho escuta e canta música de dor de cotovelo toda noite. Depois disso tô achando o amor a coisa mais linda, desde que não atrapalhe a minha paz.” deu de ombros, pegando um cigarro para si mesmo que não fosse o que habitualmente fumava, mas cavalo dado não se olha os dentes. “Além do mais tenho quase certeza de que eu seria um chato grudento se me apaixonasse. Felizmente nunca aconteceu então fica só na teoria.”
- Não deveria ter efeito ao contrário? Depois de levar um cifre, volta aqui e me diz se acredita ainda em amor e essas besteiras. - era tanto trauma se começasse a falar da sua vida amorosa que preferia só esquecer que a mesma existia. Ascendeu o cigarro dele primeiro para depois ascender o seu, guardando o isqueiro e a carteira no bolso da calça, tragando a fumaça devagar. - Ainda bem, se você já parece gado agora, imagina se estivesse de verdade. Nenhuma paquera para chamar de sua? Ou seu, não sei como anda a sexualidade de vocês jovens.
˱ 𓈒 𓈊 ┈ 𓈒 ˲ O comentário feito pelo mais velho não deixou de chamar a atenção da Yildiz, que logo encontrava-se arqueando uma sobrancelha, o sorriso malévolo nos lábios de quem conseguia suspeitar exatamente do que acontecia ali. “É inveja que sinto em sua fala, xerife?”, uma pessoa normal saberia que é primordial respeitar um homem da lei, mas regras como aquela não se aplicavam a Emel. “Ou uma carência disfarçada em ódio?”, ambas as situações pareciam se encaixar muito bem. “Seja como for, não posso ajudá-lo, e também não lembro de ter pedido para ficar ouvindo chororô alheio. Essa coisa de reclamar você faz em casa.”
Era inveja sim mas nunca iria admitir em voz alta. - Nenhum dos dois, é só vontade de reclamar. - deu de ombros, uma parte era verdade, já que perdia boa parte do seu dia reclamando de alguma coisa ou alguém. - Nem que a salvação do mundo dependesse disso eu te abraçaria, baixa a bola aí. E se não quer ouvir chororô alheio, você que fica em casa ou tampa os ouvidos, ninguém é obrigado a me ouvir ou aturar essa sua presença desagradável.
“de quem seria? não estava cogitando oferecer, mas aquela senhorinha parece estar bem triste. acho que você poderia tornar a virada dela mais interessante.” apontou para uma idosa qualquer, até o marido também idoso aparecer. “oh, ainda bem que eu não disse nada. seria estranho.” riu baixo, dando de ombros. “se eu dissesse que você envelheceu como leite, aí seria ofensivo… mas, só disse fatos.” novamente, deu de ombros. “você é mais sad boy do que eu imaginava… cruzes, será que essa cidade tem uma pessoa que não esteja namorando, casado ou sofrendo em silêncio por alguém? na verdade, duas, porque eu não me encaixo nisso.”
- Não é da sua conta. E por que eu? Quem parece que quer abraçar alguém é você, vai lá.. - ergueu o cenho como uma provocação, ele que não ia mover nenhum músculo para fazê-lo. - Ainda bem que não disse, teria problemas para dormir. - se bem que Derek até queria outros motivos para sua insônia que não fossem aqueles pesadelos. - Sad boy? Retiro o que disse, isso foi a coisa mais ofensiva que já me chamaram na vida. Meu único problema se chama alcoolismo, não chorar as noites porque não tenho ninguém para abraçar. Já você tem o estilo que faz isso. Conta aqui pro xerife suas desilusões amorosas, prometo ser muito bom em dar conselhos. - e não seguir nenhum deles, completou mentalmente.
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“É patético.” Celia fez cara feia, como vinha fazendo para todo casal que cruzava seu caminho. Estava sendo cabeça dura, mas pouco se importava. Um cara havia ferido seu ego e agora todos os apaixonados eram o inimigo. “Andar por aí agarrada em alguém feito aqueles ursinhos de pelúcia ridículos que vem presos um ao outro? No, thanks.” jogou os cabelos por cima dos ombros, seu rosto numa clara expressão de desdém. “Não fumo, obrigada. Aceitaria uma companhia para uma bebida, se você não considerar isso como um flerte.”
Ficou aliviado em saber que ela compartilhava do seu pensamento, ascendendo seu cigarro e tragando a fumaça para cima. - Você tem cara de quem ficaria embaixo do visco esperando algum romance acontecer mas vou fingir que acredito. - só estava presumindo, não realmente acreditava naquilo. - Por que consideraria um flerte? Não ‘te chamaria para um encontro mas aceito ser sua companhia para beber. Prometo ficar mais agradável quando não estou sóbrio. - trocou o peso do pé, esperando que a mulher os guiasse até algum bar próximo a eles.
“cruzes, se você quer um abraço é só pedir.” revirou os olhos, soltando uma risada divertida antes de aceitar o cigarro. “e se quer ser casal com alguém, literalmente, qualquer um te quer. você é bonitão.” deu de ombros, colocando o cigarro entre os dentes. “acho que não vou acender o cigarro… não sei se você pegou essa época, porque você é meio velho, mas teve um livro bem meloso chamado a culpa é das estrelas e o cara não acendia o cigarro… por um motivo muito filosófico que eu não ligo. enfim, vou imitar ele.”
- Se quisesse um não seria seu. - ele aceitaria, só estava sendo chato como de costume. - Bonitão? Não estava preocupado em quanto a isso mas obrigado, você também não é de se jogar fora. - retrucou, fazendo um movimento para ascender o cigarro alheio mas parou no meio quando ouvia sua explicação. - Se acha que me chamar de velho me ofende, está muito enganada. Mas eu não sei mesmo do que você está falando e nem quero. Ignorância é uma benção. Faz o que você quiser, não me importo. - tragou a fumaça, expedindo-as do pulmão a medida que falava.
“Gee. Everything alright there, champ?” Arqueou uma sobrancelha antes mesmo de presenciar a cena, voltando sua atenção para quem o homem indicava segundos depois. Não poderia dizer que a cena não despertava a vontade de estar da mesma forma com… Bem, não era importante no momento, nem hora para refletir seus problemas emocionais. “São só crianças se divertindo. Você já foi assim, tenho certeza.” Implicou, empurrando seu ombro brevemente contra o do xerife antes de aceitar sua oferta, contra seu melhor julgamento. Não era a maior fã de tabaco do mundo, mas não negaria que aliviaria parte da tensão que parecia estar sempre presente em seus músculos nos últimos meses. “Temos problemas no paraíso? Se me contar os seus, posso contar os meus.” Apesar do sarcasmo em sua voz, a proposta era genuína. Anya gostava de ser honesta até onde podia e continuaria tentando honrar essa característica ao máximo.
- Do i look like i'm going to cry, princess? - será que estava tão na cara assim? duvidava muito que alguém soubesse o que acontecia na sua vida amorosa ou a falta dela. - Estava no exercito nessa idade, não tinha tempo para ficar me esfregando nas pessoas. - mentira, era o que mais fazia mas a outra não precisava saber desse detalhe. Ascendeu primeiro o cigarro dela e depois o seu, tragando a fumaça, podendo relaxar os ombros. Devolveu o maço ao bolso, fitando-a mulher de soslaio com uma expressão suspeita. - Conversar sobre sentimentos? Claro, depois podemos fazer trançar nossos cabelos, o que acha? Passo. - retrucou mantando um tom sério apesar da brincadeira. - Mas se quiser desabafar eu sei calar a boca às vezes. - sua qualidade era ser um bom ouvinte apesar de gostar de passar um semblante desagradável para afastar a todos de propósito.
“Não diria que nojento, só… meloso demais.”, deixou que um riso nasalado baixo escapasse, enquanto mexia a cabeça em negação. Não se lembrava ao certo como haviam chegado até aquela conversa, mas era engraçado pensar que ele conseguia imaginar formas bem melhores de passar seu tempo do que com o corpo acobertando outra pessoa. Nunca tivera esse foco em relacionamentos, e também não sabia se pretendia ter. Seus planos mais importantes eram outros. Levantou a mão para negar o cigarro. “Obrigado, não quero. Agora… se quiser terminar essa noite num bar, para se esquentar de uma forma menos nojenta, eu aceito.”, usou a palavra dita por ele de forma escarnecida, mesmo sabendo que ele era o xerife da cidade.
- Dá na mesma, não? - deu de ombros, não estava verdadeira incomodado com nada, só estava fazendo o que fazia de melhor; reclamar mas não era como se ninguém já estivesse acostumado com o seu jeito nada convencional. Guardou de volta a carteira e fechou sua mão na frente, impedindo que o evento não atrapalhasse sua missão de ascende-lo. - Você está chamando um oficial da justiça para encher a cara com você? Pensei que nunca fosse pedir, mate, por um momento achei que íamos ficar aqui parados no frio para toda a eternidade. - permitiu-se oferecer um sorriso simpático, direcionando-se a qualquer bar mais perto dos dois por ali. - Já aviso que não vou carregar você se beber demais. Problemas no paraíso?
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˚ . . ⊹ A loira dedicou um breve, porém crítico olhar ao mais velho e retorceu o nariz segundos antes de negar com a cabeça o cigarro oferecido. — “Nojento é você poluir o ar desse jeito. Cigarro amarela os dentes e causa câncer, sabia? E impotência.” Odiava todos os clichês aplicados aos jovens de sua idade, mas definitivamente Margareth seguia alguns deles. — “Está bem nítido na sua cara que você quer fazer exatamente o mesmo que esses casais aí.”
Odiava quando um saudável vinha lhe dar lições de morais, não é como se não soubesse que fumar fazia mal, vinha até escrito no verso da caixa. - E eu tenho cara de ser seu pai? Não precisa ir no meu funeral. E meus dentes não são amarelo porque eu escovo todos os dias, beleza? Também nunca tive problemas na cama. Questão do câncer é só não ir no médico e nunca descobrir que você tem um. - uma coisa não tinha nada a ver com a outra, mas não precisa fazer sentido porque não levava a sério mais aquele teor de comentário. Guardou de volta o maço e fez questão de ascender o cigarro mas sobrou a fumaça para longe do rosto feminino, porque até mesmo um viciado sabia como era incomodo ter fumaça expelida na sua cara. - E eu acho que você é péssima em ler pessoas. - retrucou, dando de ombros com desdém, não iria ceder tão fácil assim ou não era Derek.
Já deveria ter se acostumado com a magia àquele ponto - mais de uma centena de anos sendo uma vampira, seu próprio poder e as consequências disso… bem, nem mesmo toda essa vida a tinha preparado para as coisas que aconteciam em Storybrooke. Estar na terra dos flocos de gelo já era impressionante; o baile também era incrível, mas aquilo? Ah não! Era demais. Em um instante chacoalhava o globo de neve com a imagem de um navio pirata, e no outro… estava em um? O movimento brusco fez com que ela caísse no chão. “Allah kahretsin” Xingou, olhando em volta enquanto tentava compreender o que se passava, os pés buscando por equilíbrio conforme o navio se mexia vigorosamente. “XERIFE ROBÔ!” Chamou ao ver que ele estava ali também, enfim se colocando em pé e buscando os ombros alheios assim que o rapaz se aproximou para poder se equilibrar. “Eu tô. Eu acho. Eu caí ali” Apontou para o chão, antes de levar a mesma mão à lateral do corpo onde havia batido. “Não faço ideia! Parece um navio.” Falou o óbvio. “Será que a gente bateu a cabeça? E se aquele monte de globo de neve caiu na gente e a gente morreu? Allah Allah, a gente tá morto!” Falou então, os olhos arregalados. “Não não, pera, não pode ser” Alguns segundos foram necessários para que ela percebesse que não poderia ser morta - não sendo uma vampira. “FOMOS DROGADOS!” Gritou em realização (errônea), o que pareceu chamar bastante atenção do enorme grupo de homens aparentemente perigosos que se aproximaram. Roxy podia ser meio lenta, mas até ela saberia reconhecer aqueles olhares ameaçadores. O problema? Que ela não tinha muita noção. “Que que tão olhando? Não chega perto de mim não hein! Esse cara aqui é um xerife, ele quebra vocês no meio!”
Seus cabelos não paravam quietos no lugar porque causa do vento brusco e apesar da confusão mental, uma parte de si estava adorando descobrir a sensação de estar em alto mar pela primeira. Era um sonho seu desde de criança, a vida de pirataria era muito mais interessante para alguém que escolheu seguir todas as regras com ele. O sotaque turco da outra conseguiu deixa-la ainda mais atraente, fazendo apenas rolar os olhos com o novo apelido. - É eu vi. - balançou a cabeça, segurando-a quando ela decidiu de apoiar em si. Folgada. Ficou calado enquanto ouvia seus absurdos, indagando-se ela pensava antes de falar. Aparentemente não. - Acredite, eu saberia se tivéssemos sido drogados. Ou mortos. E é mais fácil só eu ter morrido do que eu deixar algo de ruim acontecer com você. É o meu dever, ao final das contas. - e como se o universo estivesse testando-lhe, percebeu rapidamente a aproximação dos homens desconhecidos, o xerife colocou seu semblante forte na frente do de Roxy, como se fosse um escudo um humano. Sua expressão séria só fez desfeita ao ouvir as palavras da mulher, suspirando profundamente. Por que? Por que logo ele? - Acho que eles não vão dar a mínima se eu mostrar meu distintivo, Roxy. - retrucou entre os dentes, olhando-a de soslaio, já prevendo o que viria a seguir. Não desviou do soco de um dos homens porque não quis mesmo, a dor servindo como um combustível para concordar que não estava sonhando ou coisa do tipo. - Ok, agora eu fiquei irritado. - proferiu num tom calmo antes de desferir um upper, atingindo o queixo masculino de baixo para cima, fazendo-o o outro cair no chão de madeira. Em um movimento rápido pegou a espada que estava presa na cintura do homem que jazia no chão e deu para a mulher para ela também defender-se. - Sabe usar isso? Só por favor não me corte. - tampouco me faça arrepender de ter colocado uma arma letal na sua mão, completou mentalmente, ocupando-se em tentar segurar os outros homens mais irritados na direção dos dois. A noite mal começara e já tinha um hematoma no seu rosto, ótimo.