𝐣𝐮𝐝𝐲 𝐡𝐨𝐩𝐩𝐬. policial recém-formada, otimista demais para o próprio bem e determinada a provar que consegue fazer qualquer coisa que digam que não consegue.
📎 bio.
📌 pinterest.
𝐤𝐚𝐳𝐮𝐤𝐢 𝐫𝐲𝐮̈𝐳𝐚𝐤𝐢 𝐢𝐢𝐢. professor de ciências políticas, frequentador assíduo do chá do dragão jasmin e especialista em parecer sério até quando está tomando chá.
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「 ei! nada disso. a gente tem que ter ORGULHO de quem a gente é. ― afirmou, com a voz firme cheia de honra, assim como sua mãe tinha te ensinado. juddy detestava não ser levada a sério por outras pessoas somente por ter um bom senso de humor ou não deixar que a vida se tornasse amarga d'baixo da língua, como uma fruta que não se sabia estar podre sendo consumida ― sério, zoey, você não pode deixar as outras pessoas falarem essas coisinhas assim sobre você e só fazer piada comigo. eu SEI que a gente é super legal e as pessoas costumam achar que nós somos ingênuas demais só por sermos boas pessoas. só que a gente é funcional SIM, mesmo sem estarmos combinadas. 」
( riverside park ) › do i need to fight someone for you?
um, dois, três, quatro, cinco, seis e sete. NENHUMA criança estava desaparecida, judy hopps tinha certeza. fazer patrulha no parque era... chato. a professora tinha parado ela por conta do passeio escolar e pedido ajuda para deixar a pequena parcela da turma que tinha permissão para ir fazer sabe-se lá o que no parque. era mais do que acostumada a lidar com crianças, já que tinha sido irmã mais velha de 3 delas e era irmã mais nova de 4. achava, honestamente, e sem querer parecer muito sabichona, que o controle deveria ser maior. veja, ela era policial e podia lidar com a questão de um desaparecimento ou sequestro ou algo maior, só que nada tinha acontecido. e ela não tinha a mínima paciência para responder a pouca coisa enquanto patrulhava. balançava o pé, inquieta, enquanto aguardava e ouviu a voz masculina proferir a frase. riu, olhando para o lado, desviando a atenção. 「 minha face está tão ruim assim?! ― era mais uma exclamação do que uma pergunta, pelo tom de voz ― precisa, sim. cause uma grande confusão e me livre do peso de ter que trabalhar em uma patrulha de alunos em idade escolar! 」 falou, em meio a um riso, observando que a professora estava longe o bastante para não ouvir. não que seu volume vocal fosse baixo, aliás, era acostumada com situações constrangedoras por essa razão.
( riverside park ) › one day, i'm going to beat you.
moveu a peça de xadrez com precisão, encarando o oponente. aquela era uma das atividades favoritas de kazuki, com toda certeza, amava qualquer tipo de jogo, mas, principalmente, os de estratégia. pensava em cada pequeno passo, analisando possibilidades e antecipando movimentos antes mesmo que acontecessem. do outro lado do tabuleiro, o adversário esboçou um sorriso confiante enquanto avançava uma peça. por um instante, o silêncio pairou entre os dois e então, ele soltou uma breve risada, inclinando-se para trás na cadeira enquanto seus olhos percorreram o tabuleiro mais uma vez antes de voltarem ao oponente. com um movimento tranquilo, pegou sua peça e a posicionou no tabuleiro. 「 só nos seus sonhos, noah. 」 disse, com o riso despreocupado em seus lábios, acompanhado do som seco da madeira ecoando pelo ambiente. para ele, com ego elevado, aquela partida já estava decidida e a única questão era quanto tempo o adversário demoraria para perceber.
( boo’s cafe ) › i wanted to call you. every time something happened.
ouviu as palavras com certo peso na consciência. estava deliberadamente ignorando rowena por semanas a fio, como o belo covarde que era para lidar com assuntos que não fossem meramente formais. era um mero erro, aquele acontecimento, em que ambos tinham passado demais do ponto e uma ação levou a outra ação que levou a reação de desaparecimento. se encontrariam uma hora ou outra, ele sabia. e por isso respondeu a mensagem. e por isso estava ali, mesmo que todo o seu ser pegasse fogo internamente de... vergonha? sentimentos não eram o forte ao se falar sobre kazuki, ele nem ao menos conseguia os compreender. não tinha sentido nada por ela e parecia, até então, que a recíproca era verdadeira. mas estava tão confuso por nunca ter passado por uma situação minimamente próxima da que estavam ali, resolvendo uma amizade depois de uma decisão estúpida em uma noite que ficaram. credo! a imagem em sua mente o contaminava, não que ela não fosse bonita, óbvio que era. mas prezava pela amizade dos dois acima de tudo e o vazio depois do ato, ao ir embora de madrugada, era claro para ele. não tinha sentido absolutamente nada por ela e, na cabeça, um tanto quanto insana, do homem, toda a possibilidade de uma continuação de amizade estava perdida. era tudo preto no branco para o terceiro de seu nome e era horrível que assim o fosse. 「 eu realmente não sei o que te dizer, rowena. 」 as palavras eram diretas, tanto quanto sua mente deveria ser... complicado demais, sem necessidade nenhuma.
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( riverside park ) › this isn't personal. you're just in my way.
caminhar no parque depois de um longo período de aula era uma atividade costumeira para kazuki que precisava de um tempo sozinho depois da interação árdua com tantos pensamentos de outras pessoas. para não dizer que as próprias outras pessoas, já que tinha um limiar baixíssimo para interações sociais. o assunto sendo denso, então, só dobrava o cansaço e o livro de benedict anderson pesava em sua mochila, tanto quanto o peso de mais de quatro horas falando sobre como a sociedade, em sua perspectiva de imaginação coletiva, detinha uma noção política de nacionalidade, em uma transformação secular que substituiu concepções religiosas e dinásticas da sociedade. e tudo era meramente... imaginação (e talvez o próprio viver não passasse daquilo, afinal?). parou ao sentir uma mão em seu ombro e retirou um dos fones que tocava música clássica, olhando para trás e vislumbrando a figura conhecida. sabia que não era pessoal, não sabia? ele literalmente estava na passagem dela. não precisava ser anunciado e mesmo assim o foi feito. suspirou, no pensar que o ato fazia parte da política, não tinha como estar desassociado. 「 é, eu sei que literalmente só tem esse espaço. ― afirmou, com uma rispidez comum ao seu nome e já conhecida, nem sempre intencional enquanto saía da frente do caminho ― pode passar, organa. 」
starter: open [0/4] // at: nanda parbat training grounds -> archery range
O salão de tiro com arco era amplo e silencioso, protegido do caos de Bridge Quarter por grossas paredes de concreto. As pistas se estendiam até o fundo do recinto, terminando em alvos circulares marcados por anéis concêntricos coloridos.
Em um dos pontos mais afastados, Nyssa al Ghul era a personificação da disciplina.
Com roupas esportivas escuras e o cabelo preso num rabo de cavalo, havia uma serenidade quase intimidadora na postura da mulher. Empunhava um arco recurvo de acabamento elegante, sem qualquer ornamento desnecessário.
Retirou uma flecha da aljava. O movimento foi suave, fluido. Dedos encontraram a haste sem hesitação e repetiram o gesto realizado milhares de vezes ao longo da vida.
O mundo ao redor pareceu diminuir. Restava somente a trajetória entre ela e o alvo. Desacelerou a respiração. Inspirou suavemente pelo nariz. Expirou metade do ar. Soltou.
A corda vibrou em um estalo seco. O projétil atravessou a distância com assobio breve e precisão absoluta. Nyssa observou impassível; nenhum esboço de satisfação ou contentamento. Apenas o resultado esperado.
“Os arcos estão no armário à esquerda.” Declarou de forma simples enquanto preparava o próximo disparo. Havia, contudo, um tom inesperadamente convidativo.
kazuki observava meio afastado. estava acostumado com lutas, em sua maioria corporais, ora. os arcos tinham sido abandonados aos 14 anos, apesar da grande insistência de que continuasse [e, vez ou outra, ainda acertava alguma coisa (objetos pontiagudos, para mais precisão) jogando com as mãos mesmo em um alvo]. o som da voz feminina, convidativa, o retirou de seus pensamentos e percebeu que encarava tinha tempo demais. reconheu a dona do local, finalmente, vez que a silhueta da posição que estava poderia ser característica de qualquer mulher e talvez ele não estivesse prestando tanta atenção assim ao ponto de saber antes. 「 e eu tenho como fugir da aula de totritê kogusoku para o arco e flecha? ― perguntou, virando-se para observar o próximo disparo e onde a flecha ia parar, depois de desviar para não parecer tão estranho quanto já não tinha sido ― porque você não precisa me desafiar duas vezes, você sabe... 」 o tom do que, em sua história verdadeira controlava o fogo, era extremamente passivo, ao contrário de suas ações e seus movimentos, que acabariam com tudo. mas, não era o caso, então, lhe restava a petulância e o estalar da língua em demonstração na vida real.
PRINCE ZUKO, É VOCÊ? a cidade de westbridge dá boas vindas à KAZUKI RYÜZAKI III, originalmente pertencente ao mundo de AVATAR, A LENDA DE AANG! ELE/DELE tem VINTE E CINCO anos, mora em WESTMERET, e em sua nova vida trabalha como PROFESSOR DE CIÊNCIAS POLÍTICAS em WESTBRIDGE UNIVERSITY. esperamos que ele esteja se adaptando bem à rotina mundana da terra!
kazuki ryüzaki iii nasceu em uma família tradicional e influente, cercado por expectativas que pareciam ter sido definidas muito antes mesmo de seu nascimento. durante boa parte da vida, sentiu que cada passo seu era observado e julgado por seu pai, ozai, fato que o transformou em alguém reservado e extremamente exigente consigo mesmo.
apesar da criação rígida, kazuki nunca se contentou em aceitar ideias apenas porque eram tradicionais. questionador por natureza, desenvolveu desde cedo um grande interesse por história, filosofia e política, passando horas estudando sistemas de governo, conflitos históricos e as formas como o poder molda sociedades e, assim, esse hábito acabou se tornando sua vocação.
após anos dedicados aos estudos, ingressou na universidade e construiu uma sólida carreira acadêmica, tornando-se professor de ciências políticas na westbridge university aos vinte e cinco anos. para surpresa de muitos colegas, sua pouca idade nunca foi um impedimento para conquistar respeito em sala de aula, embora alguns alunos ainda se assustem ao descobrir que o professor parece jovem demais para ocupar o cargo.
por trás da postura séria e da reputação quase intimidadora, existe alguém que passou boa parte da vida tentando descobrir quem realmente queria ser, longe das expectativas impostas por outras pessoas. atualmente mora em westmeret e divide sua rotina entre aulas, pesquisas acadêmicas e visitas frequentes à famosa loja de seu tio, o chá do dragão jasmin, um dos poucos lugares onde consegue relaxar sem pensar em trabalho.
personalidade: kazuki é reservado, disciplinado e extremamente inteligente. costuma pensar antes de agir e raramente toma decisões impulsivas. à primeira vista pode parecer frio ou distante, mas isso acontece porque leva tempo para confiar nas pessoas. quando cria vínculos, porém, demonstra uma lealdade quase inabalável. possui um forte senso de justiça e não suporta abusos de poder ou pessoas que usam sua posição para intimidar os outros. justamente por isso, suas aulas frequentemente incentivam debates críticos e questionamentos sobre autoridade, governo e responsabilidade social. também carrega uma tendência à autocrítica. por mais competente que seja, quase sempre acredita que poderia ter feito melhor. por trás da seriedade existe um senso de humor surpreendentemente seco, que costuma aparecer apenas entre pessoas próximas.
é cliente tão frequente do chá do dragão jasmin que muitos assumem, por engano, que ele é sócio da loja. na realidade, apenas aparece lá quase todos os dias;
tem uma coleção enorme de livros anotados, seus exemplares costumam ter mais observações nas margens do que texto original;
embora seja conhecido pela postura calma e controlada, é extremamente competitivo em jogos de estratégia e se recusa a perder sem uma longa discussão sobre as regras;
tem o péssimo hábito de andar pela casa durante a madrugada quando está refletindo sobre algum problema. seus vizinhos já o viram na varanda às três da manhã encarando o horizonte como se estivesse planejando uma revolução;
tem uma cicatriz acima do olho esquerdo que costuma despertar curiosidade. dependendo do dia e da pessoa que perguntou, a história por trás dela muda completamente, de um acidente doméstico absurdo a uma briga épica que claramente nunca aconteceu.
JUDY HOPPS, É VOCÊ? a cidade de westbridge dá boas vindas à ALEXANDRA JUDITH HOPPS, originalmente pertencente ao mundo de ZOOTOPIA - DISNEY! ELA/DELA tem VINTE E CINCO anos, mora em ASHGROVE, e em sua nova vida trabalha como POLICIAL em WESTBRIDGE POLICE STATION. esperamos que ela esteja se adaptando bem à rotina mundana da terra!
nasceu e cresceu em uma pequena fazenda no interior, cercada por plantações, animais e uma família tão grande que até ela mesma às vezes perde a conta. filha de agricultores honestos e trabalhadores, é uma entre nove irmãos, embora as pessoas costumem brincar que o número verdadeiro deve ser bem maior. afinal, quando o sobrenome é hopps e a família inteira veio de uma fazenda, as piadas sobre coelhos nunca param. e, para piorar sua situação, seus pais decidiram lhe dar o nome de alexandra judith. detesta o nome desde criança e praticamente ninguém a chama assim, para amigos, colegas e até superiores, ela é apenas judy.
desde pequena, judy sonhava em fazer algo maior do que permanecer no campo. enquanto a maioria das pessoas esperava que ela seguisse a tradição da família, ela passava horas estudando e alimentando o sonho de se tornar policial. ninguém acreditava que conseguiria. durante anos ouviu que era pequena, teimosa, sonhadora e otimista, todas as características demais para uma carreira tão exigente. diziam que ela deveria ser mais realista e aceitar uma vida mais simples, mas judy transformou cada crítica em motivação.
foi a primeira de sua família a ingressar na universidade, conciliando estudos, trabalho e as responsabilidades na fazenda. depois de muito esforço, prestou o concurso para a polícia de westbridge e foi aprovada. agora, recém-formada e recém-integrada à westbridge police station, encara a nova vida determinada a provar que todos estavam errados sobre ela.
personalidade: é extremamente otimista e determinada. acredita que qualquer problema possui uma solução e que as pessoas merecem uma chance de mostrar quem realmente são. é trabalhadora, persistente e competitiva, recusando-se a desistir quando encontra obstáculos. quanto mais alguém diz que ela não consegue fazer algo, maior é sua vontade de provar o contrário. também é bastante curiosa e observadora, sempre prestando atenção a detalhes que outras pessoas deixam passar. por outro lado, pode ser teimosa até demais. judy tem dificuldade em admitir quando está errada ou quando precisa de ajuda, carregando constantemente a necessidade de provar seu valor após anos sendo desacreditada.
odeia ser chamada de alexandra. se ouvir alguém usando seu nome completo, provavelmente achará que está encrencada ou que fez algo muito grave;
conhece uma quantidade absurda de tarefas rurais graças à fazenda da família e consegue dirigir tratores melhor do que muitos motoristas dirigem carros;
apesar de morar em ashgrove, conversa com os pais e os irmãos quase todos os dias. segundo ela, é impossível ficar muito tempo sem notícias da família, principalmente quando existem oito irmãos criando confusão em algum lugar;
possui uma memória impressionante para nomes, rostos e pequenos detalhes de conversas, habilidade que tem se mostrado extremamente útil em seu trabalho;
tem o hábito de carregar cadernos de anotações para todo lado.
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