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agr além do cinepolis abriram venda no cinemark pro show do &team mas pasmem, nenhum deles tem aqui perto e o mais próximo que eu poderia ir é no de são gonçalo, quase QUATRO horas daqui de onde eu to morando
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𝐀𝐕𝐈𝐒𝐎𝐒 : (conteúdo +18, menores NÃO interajam, pelo amor de deus) strangers to lovers, euijoo e pp universitários (mas meio q fds), ingestão de álcool leve, pegação sincera, oral masc. e fem., anal play (levinho), spit kink, sexo protegido, uns apelidinhos aqui e ali (gatinha, princesa, amor, juju!!… entre outros), uns tapinhas de leve e acho que só, amigos.
𝐧𝐨𝐭𝐚𝐬 : primeira vez que eu posto aqui hihihi, tenham paciência comigo🙏 foi inspirado nas fotos do euijoo no inkigayo aquele dia que ele tava de mecânico/carpinteiro/pedreiro/peão (não sei, era um gatinho trabalhador) e nas fics da @dinofode (❤︎) com o seventeen de trabalhadores clt. não foi corrigido, peço perdão, tá só no feeling. beijocas, e let’s go.
𝐖𝐂 : 5.8k
dividers by @strangergraphics
caramelo - ozuna (remix)
O carro começou a dar sinais de problema antes mesmo de sair do bairro, devia ter desconfiado de que aquele não seria um bom dia. Fosse pelo atraso para sair, o café que entornou na sua blusa branquinha ou o par da sua meia favorita ter sumido bem na hora que precisava. Hoje não era o seu dia, e os engasgos no motor do seu carro frisaram bem isso.
— Não, não, não, agora não… — você murmurou, já prevendo o pior.
Mais um tranco, o som ficando cada vez mais irregular, como se estivesse tentando respirar fundo mas fosse em vão. E então, puff… silêncio.
Você ficou alguns segundos parada, com as mãos ainda firmes no volante, encarando a rua pouco movimentada a sua frente. Respirou fundo algumas vezes para esvaziar a mente antes de qualquer coisa, e decidiu por recorrer a pessoa que mais confiava nesse momento.
— Amiga, tá tudo bem? Você não é muito de ligação, até assustei quando vi o telefone chamando.
Não conseguiu esconder o alívio ao ouvir a voz robotizada de sua melhor amiga do outro lado da linha.
— Tá sim, quer dizer, mais ou menos né? Saí de casa agora a pouco e meu carro tá fazendo uns barulhos super esquisitos, eu ligo, ele funciona um pouquinho, engasga e logo para. Não tem condições de eu chegar na faculdade assim.
— Calma, calma, tá tudo bem. Eu tenho o contato de um mecânico que salva minha família há anos, um senhorzinho amigo do meu avô… se não me engano a oficina não é muito longe daí não, acha que consegue levar o carro até lá? Eu te mando o endereço por mensagem.
Você suspirou, apoiando a cabeça no encosto de couro do banco do motorista.
— Acho que consigo, só vai demorar uns 15 anos — riu da própria situação antes de continuar — Te amo amiga, nem sei como te agradecer.
— Também te amo, viu? e pode me pagar com um sorvete hoje à tarde, beijosss~
(...)
Sua manhã seguiu meio caótica, como todo dia que começa errado costuma ser, e só pouco antes da hora do almoço que conseguiu ir ao tal endereço indicado pela sua amiga. Por sorte, realmente não era assim tão longe de casa, como ela havia comentado, e conseguiu chegar lá relativamente rápido.
O lugar não era difícil de encontrar, mas parecia um daqueles que você só conhece quando alguém te leva até lá. Uma fachada simples, meio escondida, com um portão parcialmente aberto e o som metálico de ferramentas ecoando lá dentro.
Não viu nenhuma campainha ou algo do tipo, então resolveu empurrar o portão e entrar, hesitando por um segundo, enquanto o odor característico de óleo de motor e graxa adentrava suas narinas.
— Olá…? — anunciou sua presença enquanto se debruçava num balcão acima de uma janela, numa sala que deveria ter alguém apesar de não conseguir visualizar nenhuma silhueta.
— Boa tarde — a resposta soou atrás de você, num tom calmo e firme.
Deu um pequeno salto pelo susto leve, e logo se virou, travando por um segundo ao encarar o dono daquela voz.
Ele era alto, bem alto. Estava com uma camiseta simples, um pouco suja, mangas curtas dobradas que deixavam à mostra os braços bem definidos, mas sem exagero. O cabelo castanho caía de um jeito despretensioso na testa, como se ele não perdesse tempo tentando ajeitar de manhã, e o rosto…
Te deixou sem palavras.
— Posso ajudar? — ele perguntou, com um leve sorriso, que te puxou para a realidade outra vez.
— Ah, claro… Eu… vim procurar um senhor que trabalha aqui, minha melhor amiga é neta de um grande amigo dele, e ela me passou o endereço daqui, disse que ele poderia resolver o problema do meu carro.
Ele alargou o sorriso antes de responder.
— Provavelmente ela deve estar falando do meu avô, mas infelizmente ele não tá aqui hoje. Ele tirou uns dias de folga pra ir pescar, e me deixou aqui cuidando de tudo.
Você fez uma careta, e percebendo sua frustração, ele continuou.
— Olha, se você não se importar, eu posso dar uma olhada pra você sem problemas.
Você cruzou os braços por reflexo, analisando.
— Você trabalha aqui? — perguntou, por mais que fosse um pouco evidente dado o estado do rapaz e a chave de roda em sua mão.
— Trabalho sim, mas só quando tô de folga ou quando eu fico mais tranquilo com a faculdade. — ele deu de ombros.
— Faculdade de…?
— Engenharia mecânica.
— Ok, isso te deu mais credibilidade. — você assentiu lentamente.
Ele riu baixinho, e você o entregou as chaves.
— Ele simplesmente não quer funcionar, eu ligo, ele anda um pouquinho, faz ‘tec tec tec tec’ e dalí a pouco para. Ele já não tava muito bom faz um tempo, porque ele tá todo velhinho e coitado, mas hoje ele “escaralhou” de vez.
— Vamo tentar ressuscitar ele então — ele disse com um sorriso sincero.
(...)
Você genuinamente não esperava que aquilo virasse… algo.
Era pra ser fácil, na teoria. Você deixava o carro com ele, ele consertava, você buscava, e acabou.
Mas o jeito do garoto te cativou. Desde a primeira impressão que teve quando o viu — e como a beleza dele te encantou — até a conversa leve enquanto se debruçavam sobre o capô, e ele te explicava calmamente os problemas que ia encontrando no seu carro.
Mais tarde, no mesmo dia, o rapaz — que você logo descobriu que se chamava Euijoo — te mandou mensagem.
“Oii, dei uma olhada melhor no seu carro depois que você foi embora. Acho que já sei quais peças preciso para mexer”
Você respondeu na mesma hora, e ele prosseguiu explicando todo o procedimento que faria no veículo, o quanto gastaria e o tempo necessário, com uma didática impecável.
No dia seguinte, recebeu mais uma mensagem dele. E no outro, e no outro. As conversas passaram de atualizações sobre os reparos para perguntas sobre sua rotina com o carro, sua rotina da faculdade…
Você contou sobre seu curso, sobre seus projetos, ele contou sobre a mecânica, o avô, sobre como cresceu dentro daquela oficina e como era completamente apaixonado por carros.
Quanto mais a conversa se desviava, mais você se via acostumada com a presença do rapaz na sua vida. Já o considerava um colega próximo, de tanto que conversavam. Quem sabe ele não te daria uma chance, né?
Quando voltou à oficina dias depois, sua última preocupação era o estado do carro. Sentia falta dele? Sim, claro, ele era velho mas era seu xodó, e era fiel em te levar para todos os lugares que precisava ir. Mas no fundo, no fundo, a vontade que te corroía naquele dia, era a de ver Euijoo novamente.
— E aí, como é que ficou o meu bebê? — você disse assim que passou pelo portão entreaberto da oficina.
Ele levantou o olhar pra você.
— Ainda não tá 100%, mas queria que você já viesse dar uma olhada nele. Vou dar um trato no farol pra você e tirar um ‘amassadinho’ aqui da traseira, e tá pronto. — e sorriu, aparentemente satisfeito com o próprio trabalho. De fato, não parecia que ele havia mexido apenas no motor, o carro como um todo parecia outra coisa, por dentro e por fora.
— Euijoo do céu, não precisava se preocupar com isso tudo, não sei nem em quantas vezes vou ter que dividir isso pra te pagar — falou rindo, mas por dentro já cogitava seriamente perguntar se ele não aceitaria meios alternativos como pagamento.
— Relaxa, o bônus é por minha conta… e para de me chamar de Euijoo, parece que tá brigando comigo, só Ju já é de boa. — ele fez uma falsa cara de birra antes de se juntar às risadas.
— Tá bem então… muito obrigada, Juju. — deixou o novo apelido carinhoso pairar no ar, sem saber como Euijoo havia amado o quão doce o próprio nome soou na sua voz.
(...)
A semana passou mais rápido do que você esperava. Quando finalmente recebeu uma mensagem de Euijoo dizendo que o carro estava pronto, você se sentiu ansiosa.
Será que agora sem o pretexto do carro, ele ainda mandaria mensagens para você? Contando algum causo da oficina, reclamando do quão extensas eram suas aulas de cálculo, o que havia comido no RU naquele dia… Não queria sofrer por antecipação, mas sabia que se tudo acabasse, sentiria muita, mas muita falta dele.
Quando chegou na oficina, ele já estava lá fora encostado no carro, despretensioso e todo arrumadinho. Seu coração quase errou uma batida ao vê-lo em suas roupas casuais, com o cabelo penteado e um frescor de quem tomou banho a pouco tempo.
— Finalmente sua tortura acabou, hein?
— Sabe que eu até tava gostando de ir pra faculdade andando? Foi um bom cardio — riu.
— Então vai ter que passar suas caminhadas pra outro horário, porque o seu bebê voltou e tá ‘estralando’ pra gente dar uma voltinha nele — Euijoo deu uns tapinhas no carro, parecendo mais uma vez, admirar o próprio trabalho.
— Sério? Já posso testar?
— Claro, entra aí!
Assim entraram no carro, você no volante, e ele no carona. A volta foi impecável, para dizer o mínimo. Parecia que o universo tinha se juntado para criar o cenário perfeito entre vocês. O dourado do pôr do sol atravessava o parabrisa e iluminava o rosto de Euijoo, deixando-o ainda mais belo. O vento soprava leve pela janela enquanto a música tocava suave no rádio e ele cantava baixinho.
Poderia fazer aquilo todos os dias.
Andou por uns 30 minutos assim com ele, testando o carro pela cidade, e comprovou o que já imaginava. Seu carro ficou impecável como nunca antes esteve, e você estampou a satisfação no seu rosto. Tudo graças a Euijoo — ou Juju, como agora preferia ser chamado — e as incontáveis horas que suas mãos habilidosas trabalharam naquele motor.
Queria que essas mãos hábeis pudessem trabalhar um pouco em você também…
— Quer que eu te deixe em casa? — perguntou, quebrando o silêncio.
— Não queria te incomodar, mas vou aceitar sim. — e sorriu.
— Ah por favor, isso é o mínimo que eu posso fazer por você, Ju.
(...)
Foi numa sexta à noite que você viu ele de novo. Festa cheia, música alta e luzes piscando, algumas pessoas já aproveitando a pista e outras conversando no bar, e você era uma delas. Estava com seus amigos, rindo e jogando conversa fora, principalmente com a sua melhor amiga, atualizando ela sobre toda a situação do carro e como o neto do tal senhor da oficina era um pecado de tão bonito.
E foi exatamente durante essa parte, que sentiu alguém se aproximando atrás de você, e sua amiga arregalou os olhos.
Merda, foi pega no pulo.
Quando se virou, lá estava ele em carne e osso.
Céus, cada vez que o encontrava ele parecia ainda mais gostoso. Ô lá em casa, viu?
— Oi — ele disse, meio sem graça. Com certeza o miserável pegou a parte mais importante da conversa.
— Oi, Ju — você respondeu simplista, tentando fazer pouco caso da vergonha que sentia por dentro.
Ele te olhou de cima a baixo por um segundo, como se estivesse processando o que falar a seguir.
— Você tá… linda.
Inclinou a cabeça, pega de surpresa com o comentário repentino dele. Então quer dizer que ele estava te reparando? E mesmo envergonhado, ainda conseguiu fazer um comentário sobre?
Ah, mas fisgaria esse menino hoje de qualquer jeito.
Não que já não tenha dado umas investidas sutis antes, umas olhadas mais demoradas do que o normal na oficina, mas hoje era pra valer. Não tinha nada a perder, no máximo, mandaria uma mensagem no dia seguinte pedindo desculpas e dizendo que estava louca de pitú.
— Você também tá um gatinho assim, todo arrumadinho…
Ele riu e desviou o olhar por um segundo, completamente corado.
Então quer dizer que ele cora fácil com elogios também? Interessante.
— Posso te pagar uma cerveja? — ele perguntou.
— Só se você sentar aqui e beber comigo.
E assim a conversa fluiu, como se nunca tivessem parado, como se já se conhecessem há anos. Como sentiu falta dele esses dias. Por fim, depois daquela cerveja veio mais uma, mais outra, uma terceira, e dali em diante já estavam todos misturados. Seus amigos se juntaram aos amigos dele e vocês juntaram seus corpos para mais perto um do outro sem nem perceber — Euijoo tendo apoiado o braço no encosto da cadeira atrás de seus ombros, por vezes esbarrando neles. Podia sentir aquela chama eletrizante dentro de si pelo contato pele com pele, e queria mais. Muito mais. Queria que Euijoo te queimasse por inteiro.
Assim que ouviu as primeiras notas de Caramelo, teve uma ideia.
— Você dança? — perguntou, já puxando ele pela mão antes mesmo de ouvir a resposta.
— Não muito, mas acho que dá pro gasto — ele levantou os ombros.
— Ótimo. Então eu danço por nós dois. — entrelaçou os dedos na mão dele e o arrastou para o meio da multidão.
Na pista, a distância desapareceu ainda mais rápido do que antes. Seu corpo encontrou o dele com naturalidade, frente a frente com o outro, o movimento ainda sutil, que ia se soltando conforme ele ficava mais à vontade.
Virou de costas para Euijoo, rebolando lentamente, deixando seu corpo e o dele acompanharem a música. Sentiu a mão dele na sua cintura e um aperto leve — como se suplicasse por algo — e virou o pescoço para trás, olhando-o de canto.
O olhar dele era intenso, como se quisesse te devorar ali e agora, os lábios entreabertos e vermelhinhos como se ele tivesse mordido a pouco tempo.
Irresistível.
Se aproximou devagar, colocando a mão no pescoço do garoto e trazendo ele para perto. O primeiro beijo foi rápido — um selinho singelo, só para testar as águas — mas rapidamente seus corpos ansiaram por mais.
Euijoo te virou de frente para ele, e te devolveu com um beijo de verdade. O beijo era intenso e cheio de desejo, e podia jurar que a boca dele de fato tinha gosto de caramelo, gostoso e viciante como o próprio doce.
As mãos dele percorriam sua cintura com mais certeza agora, apertando, subindo, descendo… enquanto as suas encontraram o rumo se embrenhando nos fios da nuca dele. Dali em diante não houve mais espaço entre vocês.
Horas depois, já cansados e levemente tontos da música e da proximidade, ele se inclinou perto do seu ouvido.
— De zero a dez… o quão louco seria se eu te chamasse pra ir lá pra casa agora?
A fala do garoto te fez sorrir, e sem hesitar respondeu:
— Achei que você não ia me chamar nunca.
Para a alegria de ambos, rapidamente encontraram um uber nas proximidades disposto a levá-los para o apartamento de Euijoo. Aproveitou o tempo que tinham de esperar, para avisar sua amiga que já estava de saída, enquanto ele fechava a comanda de vocês.
O caminho até a casa dele foi breve, mas para você parecia uma eternidade. Segurava a mão esquerda de Euijoo, enquanto a destra dele repousava possessiva na sua coxa, dando leves apertos de vez em quando. Só conseguia pensar em chegar logo no seu destino, ansiosa para sentir o toque macio dos seus dedos mais para cima, onde mais necessitava dele.
(...)
Não esperou nenhum segundo a mais quando ouviu a porta de entrada sendo trancada por ele. Segurou a barra da camisa e o puxou para si, sentindo a respiração quente de Euijoo tocar a sua pele, e distribuiu beijos pelo seu pescoço até chegar na sua boca.
Subiu as mãos para dentro da camisa dele, erguendo o tecido no processo. Tateou o abdômen marcado e desceu arranhando a pele quentinha do peito até os pelinhos finos abaixo do umbigo, sorrindo ao perceber o arrepio que causara nele.
— Você ainda vai me deixar maluco — ele diz, com a respiração pesada — Porra, rebolando pra mim daquele jeito, e eu sem poder fazer nada na hora, que judiação.
— Mas agora tem muuuitas coisas que você pode fazer, não é? Eu to aqui, contigo, e agora sou toda sua — tirou as mãos do torso e as levou em direção as mãos dele, puxando e espalmando-as sobre o seu bumbum.
Mal pôde conter o gemido quando sentiu o aperto na sua carne em resposta.
— Vou começar te fazendo gemer o meu nome — e com isso, vira completamente seu corpo contra a porta de madeira, pressionando contra sua bunda e te fazendo sentir toda a extensão do seu membro rígido, que pulsava por baixo da calça jeans dele. — Tem certeza? — ele perguntou, a voz mais baixa agora, rente ao seu ouvido, fazendo todos os pelos da sua nuca se eriçarem.
— Absoluta.
Sem perder mais tempo, o puxou em direção a poltrona mais próxima que encontrou na sala de estar e o jogou para se sentar nela, procurando apoio nas coxas dele para ajoelhar-se na sua frente.
— Acho que eu que quero te fazer gemer primeiro — acariciou a carne farta e subiu em direção ao cós, desabotoando a calça rapidamente e puxando-a até o meio das coxas. — Tira ela pra mim, hm?
O observou levantar o quadril, apenas o suficiente para descer a calça pelas pernas compridas, e sentar novamente, aproveitando para tirar a blusa logo em seguida num movimento fluído, com apenas um braço.
Achara isso extremamente sexy.
— Cê conseguiu ficar ainda mais gostosa nessa visão, sabia?
— E você não sabe o quanto eu fiquei molhada só de te ver assim — lambeu por cima do tecido igualmente babadinho, enganchando os dedos no elástico e puxando para baixo, logo circulando a extensão do falo rijo com seus dedos delicados.
Punhetou algumas vezes antes de aproximar os lábios, a boca entreaberta e a língua para fora em expectativa. Esfregou a cabecinha rosada na sua língua antes de abocanhá-lo por inteiro, sugando com voracidade tudo que conseguiu engolir e acariciando o restante com a destra.
Intensificou o vai e vem, alternando movimentos rápidos e lentos, por vezes rodeando a cabecinha sensível com a língua ou acariciando as bolas cheinhas. Se deliciava com os gemidos manhosos dele, a feição de prazer, os olhos revirando, lábios inchadinhos… adorava saber que essas reações se deram graças a você.
Céus, poderia morrer agora mesmo, pois já havia conhecido seu paraíso particular.
— Se continuar assim eu não vou aguentar muito tempo, amor — Euijoo falou entre suspiros pesados. A cabeça tombava no encosto do sofá, já com gotículas de suor formadas na testa e bochechas ruborizadas pelo calor do momento.
— É isso mesmo que eu quero — cuspiu na mão sem rodeios e esfregou a glande com delicadeza, arrancando um gemido arrastado dele — Se entrega amor, goza pra mim, vai? Tô doida pra te provar. — Subiu e desceu com rapidez, movimentando o pulso para aumentar o prazer, enquanto chupava as bolas dele.
Colocou o pau, agora melado de pré-gozo e baba, de volta na boca, chupando com ainda mais vontade até senti-lo no fundo da garganta, engasgando um pouquinho no processo. Sentiu os dedos de Euijoo embrenhando na sua nuca, segurando sua cabeça no lugar enquanto empurrava o quadril para cima, buscando o próprio orgasmo.
— Boca gostosa do caralho… — Seus olhinhos lacrimejaram pelo abuso constante da garganta, mas não se incomodava de maneira nenhuma. Muito pelo contrário, te enchia de satisfação ver o desespero do garoto para gozar logo.
Não demorou a ouvir o último gemido rouco e arrastado saindo dos lábios vermelhinhos de Euijoo. Deu uma última estocada e parou, o cacete duro te estufando até o talo, e logo sentiu a porra quentinha descendo goela abaixo, deliciosa. Engoliu tudo até a última gota, colocando a língua pra fora para mostrar o quanto tinha saboreado o leitinho que ele te deu.
— Tá mansinho agora, Juju? — falou dengosa, se apoiando nos joelhos dele para levantar da sua posição.
— Porra, cê quase acabou comigo… achei que queria sugar a minha alma pelo pau — disse enquanto te puxava para sentar no colo dele, uma perna apoiada de cada lado do quadril.
— Espero que tenha sobrado um pouco de fôlego aí, porque eu ainda quero te provar mais um pouco… — quase miava de tanto desejo, sua buceta já implorava por um pouco de atenção.
— Quer mais, é? Cansou não, gatinha? — o rapaz aproveitou a posição para subir a sainha curta de paetês, e espalmou as mãos na pele macia da bunda, apertando a carne e te trazendo para o mais próximo possível do corpo dele.
— De jeito nenhum, posso fazer isso a noite toda — colocou as duas mãos na nuca dele, segurando o cabelo castanho e puxando de levinho para ele olhar pra você enquanto rebola e quica por cima dele. Sentia a rola grossa despertando outra vez através do tecido fininho da calcinha, e acelerou os movimentos do quadril, esfregando a própria buceta encharcada em busca de alívio.
Percebendo a sua ansiedade de ser preenchida, Euijoo trouxe uma das mãos para frente e passou o indicador pela renda preta da calcinha, arrastando ela para o lado. Subiu a outra mão para a sua nuca, puxando seu rosto para perto. Tinha fome de você, e os lábios apressados que subiam do seu pescoço para os lábios deixavam isso bem claro. O beijo era afoito, as bocas se devoravam com fervor, saboreando e explorando cada cantinho, enquanto os dedos de Euijoo trabalhavam para dar prazer a entrada babadinha.
— E se eu te levar pro quarto agora, pra eu te chupar do jeitinho que você merece, hein? Que que cê acha da ideia, princesa? — afundou o rosto no seu pescoço, dando beijinhos molhados e te fazendo arrepiar, sem cessar o vai e vem dos dedos.
— Não Ju, me come logo vai, por favor… — gemeu arrastada quando recebeu um dedo na xotinha apertada, e o dedão que não parou de trabalhar no clitóris inchadinho de prazer.
— Ahh mas eu quero te chupar também, amor… olha a bagunça que você tá fazendo aqui embaixo — inseriu mais um dedo, agora num vai e vem mais acelerado, provocando seu pontinho sensível — Essa buceta que tá melando a minha mão toda, como que eu não vou provar ela?
Você gemeu manhosa com impaciência, e ele parou os movimentos, passando os braços pelas suas costas para te firmar antes de se levantar com você no colo.
— Segura aí, amor — caminhou com você por um corredor desconhecido, e abriu a última porta com o pé, sem tirar a boca de você nem por um segundo.
Jogou seu corpinho mole com cuidado em cima da cama, logo virando-a de bruços e puxando os quadris, te deixando com o rabinho arrebitado para cima.
— Isso aí… consegue ficar assim pra mim, princesa? Fica paradinha que eu vou te dar um carinho agora, ok? - a voz arrastada pingava tesão, sentia a respiração quente de Euijoo se aproximando cada vez mais do seu buraquinho necessitado, louco para ter o alívio que lhe foi prometido.
Puxou o tecido ensopado da calcinha para baixo, e levou os dedos novamente ao grelinho inchado e massageou rapidamente antes de aproximar os lábios da fenda e sorver o mel que escorria da entradinha piscando. Firmou as mãos no externo de cada banda farta do glúteo, e apertou abrindo caminho para chupar mais livremente, mantendo a língua trabalhando em conjunto com os dedos no pontinho sensível.
Gemia descontrolada, quase miando, tamanho o prazer que lhe era causado. Euijoo a chupava como se a sua vida dependesse disso, como se fosse a mulher mais importante do universo e seu único desejo era adorá-la e satisfazê-la. E agora, nos braços dele, realmente se sentia a mulher mais sortuda do mundo.
Ele trabalhou por mais alguns minutos naquela posição e subiu a língua para a sua entradinha, estimulando o músculo molhado enquanto movimentava o rosto com veemência. Olhou de relance para trás apenas para tentar vislumbrar Euijoo, que a essa altura deveria estar com o rostinho ainda mais lindo, todo melado pelo seu prazer.
— Porra Ju, não para por favor… — estava cada vez mais próxima do seu ápice, parecia que iria explodir a qualquer momento.
— Só paro quando gozar pra mim, bebê — deu mais uma lambida farta, desde o seu grelinho até a fenda que ele castigava com os dedos ágeis, bombeando e curvando os dígitos para acertar seu pontinho de prazer, e continuou até rodear o outro buraquinho ainda mais apertado. — E aqui, amor? Posso fazer carinho aqui também, hm? — Sentiu a respiração pesada próxima ao cuzinho que piscava ansioso, e só conseguiu imaginar o sorriso canalha que ele deveria ter dado ao perceber a reação do seu corpo.
— Por favor… por favor Ju, só me fode, vai… me fode, acaba comigo — e ali, se permitiu explodir, queimar como o inferno. Acabara de ter o orgasmo mais surreal da sua vida, bem ali, com Euijoo lotando seus dois buraquinhos ao mesmo tempo com os dedos. As pernas tremiam, a respiração falhava, mas o pior de tudo era a sensação absoluta de vazio agora que ele havia se afastado. Ainda assim, queria mais.
— Porra, tu é gostosa pra caralho — o ouviu dizer após tirar os dois dedos que usara para te satisfazer dos próprios lábios, para saborear do seu mel assim como fez com ele agora a pouco.
Ajeitou o corpo bambinho nos lençóis sem mais demora, aproveitando o momento que Euijoo revirava a cômoda ao lado da cama — provavelmente em busca de um preservativo — para retirar as peças de roupa que restaram no seu corpo. Se permitiu relaxar sobre a colcha macia, e cruzou as pernas enquanto admirava o corpo esbelto ainda coberto apenas pela calvin klein escura.
O observou retirar a última peça de roupa e deslizar a camisinha pelo pau duro, pulsante, subindo e engatinhando até você em sequência. Levou as mãos para o rosto de Euijoo, puxando para beijar a boca carnudinha que te levara ao céu há poucos minutos, e provou lá no fundo o próprio gosto nos lábios dele.
— Senta aqui… deixa eu te enlouquecer mais um pouquinho, hm? — mordeu os lábios dele de leve, o suficiente para instigá-lo a te obedecer, te colocando por cima. Se posicionou mais uma vez no colo dele, uma perna de cada lado, se ajeitando antes de levantar o quadril para acomodar o pau grossinho de Euijoo na sua entrada.
Desceu vagarosamente, dando tempo ao seu corpo para se acostumar com a sensação da buceta cheinha, se alargando aos poucos para receber o cacete avantajado do garoto abaixo de si. Esperou alguns segundos e retomou os movimentos de sobe e desce, numa tortura lenta, e abocanhou os lábios de Euijoo mais uma vez. A boca perdidinha não sabia se te beijava ou se gemia no seu pescoço, optando então por alternar os gemidinhos e beijos molhados na sua clavícula com resmungos cheios de manha pela velocidade torturante que rebolava.
— Shhhiu, se comporta gatinho, senão você não goza — sorriu sacana, ainda que ele não pudesse ver, e seguiu com a punição prazerosa, rebolando lentinho do jeitinho que ele gostava.
— Caralho … ahh… deixa eu te fuder vai — disse, com a voz carregada de desejo. Ahh, como era gostoso ver o quão entregue ele estava para ti, cada som emitido, cada revirar dos olhos, tudo graças a você. Os gemidos manhosinhos de Euijoo eram como música, ou como um entorpecente, que assim que provou da primeira vez, se viciou, e não tinha intenção nenhuma de abdicar desse vício.
Precisava se intoxicar cada vez mais, precisava torná-lo seu.
Respondeu sua súplica acelerando as quicadas ritmadas, por vezes parando um pouco no ar e rebolando, apenas para estimular a pontinha sensível dele. Repetiu o movimento algumas vezes, apoiando as mãos no peitoral definido e arranhando a derme — agora brilhando pela camada fina de suor — antes que Euijoo perdesse um pouco a compostura e levasse as mãos para a sua cintura.
Sabia que era questão de tempo até que ele decidisse assumir o controle, então deu uma última rebolada, e esse foi o gatilho final para que ele rompesse o juízo. O aperto da cintura se intensificou, e num instante se viu de posições trocadas com Euijoo, que agora pairava sobre você.
— Tu gosta da covardia né, princesa? Agora aguenta — chegava a ser contraditório o jeito bruto e ao mesmo tempo carinhoso que os braços dele te manuseavam. O bíceps fortinho flexionava cada vez que apalpava seu corpo com mais força, fosse para trocarem de posição ou para posicioná-la como bem entendesse, e agora, sua vontade era de te retribuir toda a tortura gostosinha na mesma moeda.
Num aceno rápido, Euijoo te colocou mais uma vez no que você julgou ser a posição favorita dele até então, de quatro. As mãos desceram fazendo um carinho da sua cintura até as bandas fartas do glúteo, abrindo a carne para exibir seu meinho encharcado. Depositou um tapa leve do lado direito e procurou seu rosto em busca de uma reação, que veio através de um chorinho manhoso pedindo por mais. Vendo a afirmativa, deu outro tapa, dessa vez mais forte, de mão cheia, e viu sua entradinha se contraindo vazia, implorando para que a judiasse mais um pouco.
— Euijoo…, por favor…m- — foi interrompida por mais uma palmada. Nessa altura já deveria estar com os cinco dedos do garoto carimbados na sua bunda, e outras marcas belíssimas para se lembrar no dia seguinte.
— Já te falei como é pra me chamar, porra — A falsa irritação era notável, mas não falhou em te excitar ainda mais, estava gostando do lado mais brutinho que ele estava deixanfo aflorar.
— Ju, por favor — não sabia nem o que estava pedindo, na verdade. Se queria mais algumas palmadas, se queria que ele te comesse, só queria que ele parasse com os rodeios e fizesse alguma coisa logo.
— Agora você tá com pressa né, gatinha? Relaxa, já vou te dar o que você quer — Sentiu Euijoo abrindo sua buceta com os dedos, e uma quantidade generosa de saliva recaindo sobre logo em seguida. Usou os dedos indicador e médio para espalhar a mistura de baba e lubrificação pelo seu meio, atolando um deles no cuzinho melado logo em seguida.
A sensação crua de ser estimulada no canalzinho sensível era avassaladora. Sentia-se completamente cheia, e ao mesmo tempo queria mais e mais dele, e por sorte, seu garoto não tardou a te contemplar. Posicionou a cabecinha na sua entrada e esfregou provocante, ainda sem penetrar, enquanto adicionava o segundo dedo no buraquinho mais apertado. Estocou os dígitos devagar, alargando a cavidade que se contraía na ânsia de um estímulo maior do que os dedos calejados de Euijoo.
— M-mais Ju… — balbuciou manhosa, a mente completamente anuviada conforme era preenchida de todos os lados. Fechou os olhos e franziu o cenho para se concentrar na sensação do pau entrando centímetro por centímetro, ainda mais fundo do que anteriormente, por causa da posição. Seus olhos reviraram dentro da própria órbita em êxtase, enquanto pedia mais e mais dele dentro de você.
Sentiu os lábios macios deixando um selar nas suas costas, seguido da palma larga pressionando para que ficasse ainda mais empinadinha, antes de começar as investidas. Começou lento, no mesmo ritmo dos dedos que alargavam o outro buraquinho, e então parava completamente, para socar a bucetinha bruto, sem dó.
— Ah…ahh, Ju… m-muito — Puro cinismo. E Euijoo sabia, afinal, você estava perto do ápice e contraía descontroladamente em volta do pau e dos dedos dele.
– Isso amor, goza pra mim, vai — Liberou os dígitos e apoiou as mãos nos quadris para arremeter com ainda mais força contra a entrada judiada. Depositou um tapa do lado esquerdo, recebendo um gritinho esganiçado como resposta.
— Não para, por favor… por favor… Euijoo…e-eu vou- — Sentiu todo seu ventre se contrair naquela sensação gostosa familiar, e se deixou ir. Suas pernas tremeram, as unhas se fincaram na palma, e um chorinho manhoso soou denunciando o orgasmo avassalador que tivera.
Sabia que o garoto não havia gozado ainda e não queria deixá-lo na mão. Apelou para seu ponto fraco e rebolou contra a pelve alheia, que imediatamente ajustou o aperto na cintura e meteu com ainda mais força, se é que imaginava ser possível. Instantes depois sentiu o movimento cessar, o corpo de Euijoo se enrijecer e as mãos vagarem por seu corpo em busca de apoio, enquanto atingia o próprio ápice. Se retirou de dentro de você, e usou os dedos outrora cruéis, para traçar carinhos pelas costas desnudas. Apreciou o toque macio enquanto respirava fundo para recuperar o fôlego.
— Juju… — sussurrou, dengosa.
— Oi, princesa — respondeu ele, continuando a distribuir carinhos suaves pela sua lombar e nádegas descobertas, agora que estavam deitados de frente um para o outro, com respirações pesadas e corpos suados.
— Você me deixou muito cansadinha, viu? Quero ver o que vai fazer pra me compensar agora — sabia como a falsa inocência havia o deixado louco anteriormente, então abusou da meiguice para provocá-lo. Não segurou o sorriso sacana quando ouviu a risada gostosa do garoto em resposta.
— O que EU vou fazer? — começou divertido, trazendo seu corpo para mais perto antes de começar a enumerar as opções que tinham — Deixa eu ver… a gente pode tomar um banho quentinho juntos agora, eu posso te fazer uma massagem pra você dormir tranquila… e aí amanhã a gente repete tudo de novo — finalizou com um sorriso de canto.
— Aceito os dois… inclusive a parte de fazer tudo outra vez amanhã, viu? Quero testar os outros cômodos da casa, seu sofá parecia bem confortável tá… ele é reclinável? — respondeu sem disfarçar o misto de excitação e empolgação com a perspectiva de fazerem tudo outra vez no dia seguinte, e com sorte, no outro, outro, outro…
— Meu sofá não, mas espera só até você ver a belezinha que eu fiz no banco traseiro do seu carro e- — o interrompeu antes que pudesse continuar.
— Euijoo! Eu não acredito que você já tava planejando me traçar no banco de trás do meu carro! — gargalhou incrédula, parte pela expertise do rapaz de ter pensado tão à frente nesse quesito, e parte pela ansiedade de querer pôr a prova a nova função secreta do seu banco traseiro.
— Planejar é uma palavra muito forte, eu tava na verdade rezando pra gente se esbarrar algum dia e você me dar uma chance, e aí sim, usar o carro… eu sou precavido, pô!
— Pois essa massagem vai ter que esperar… liga o despertador aí, amanhã todo mundo de pé às 8 horas e lá em casa, temos um banco traseiro para estrear!
off: fui chorar as pitangas com o meu 01, pq fiquei muito emotiva com esse cover e tal e ainda to nos meus dias de garota e ele fez um web casamento no zap pra me alegrar
every day i wake up and think about how big euijoo and anton are and then i go to bed and then i wake up and think about how big euijoo and anton are and then i go to bed and then i wake up and think about how big eui
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eu quero que ele EXPLODA que todo mundo va pro CARALHO que o mundo acabe agora que caia um meteoro quero o APOCALIPSE trombeta do fim dos tempos FODASE
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minha ideia brilhante de presente de dia dos namorados, vai ser fazer um photocard bem tchutchuco com uma foto minha, pro meu #01 desfilar por aí que nem eu ando com o taki pendurado na bolsa