đđđą đźđŠđ đđŁđźđđąđ§đĄđ đĂ? - đđČđźđ§ đđźđąđŁđšđš
đđđđđđ : (conteĂșdo +18, menores NĂO interajam, pelo amor de deus) strangers to lovers, euijoo e pp universitĂĄrios (mas meio q fds), ingestĂŁo de ĂĄlcool leve, pegação sincera, oral masc. e fem., anal play (levinho), spit kink, sexo protegido, uns apelidinhos aqui e ali (gatinha, princesa, amor, juju!!⊠entre outros), uns tapinhas de leve e acho que sĂł, amigos.
đ§đšđđđŹ : primeira vez que eu posto aqui hihihi, tenham paciĂȘncia comigođ foi inspirado nas fotos do euijoo no inkigayo aquele dia que ele tava de mecĂąnico/carpinteiro/pedreiro/peĂŁo (nĂŁo sei, era um gatinho trabalhador) e nas fics da @dinofode (â€ïž) com o seventeen de trabalhadores clt. nĂŁo foi corrigido, peço perdĂŁo, tĂĄ sĂł no feeling. beijocas, e letâs go.
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dividers by @strangergraphics
caramelo - ozuna (remix)
O carro começou a dar sinais de problema antes mesmo de sair do bairro, devia ter desconfiado de que aquele nĂŁo seria um bom dia. Fosse pelo atraso para sair, o cafĂ© que entornou na sua blusa branquinha ou o par da sua meia favorita ter sumido bem na hora que precisava. Hoje nĂŁo era o seu dia, e os engasgos no motor do seu carro frisaram bem isso.Â
â NĂŁo, nĂŁo, nĂŁo, agora nĂŁo⊠â vocĂȘ murmurou, jĂĄ prevendo o pior.
Mais um tranco, o som ficando cada vez mais irregular, como se estivesse tentando respirar fundo mas fosse em vĂŁo. E entĂŁo, puff⊠silĂȘncio.
VocĂȘ ficou alguns segundos parada, com as mĂŁos ainda firmes no volante, encarando a rua pouco movimentada a sua frente. Respirou fundo algumas vezes para esvaziar a mente antes de qualquer coisa, e decidiu por recorrer a pessoa que mais confiava nesse momento.
â Amiga, tĂĄ tudo bem? VocĂȘ nĂŁo Ă© muito de ligação, atĂ© assustei quando vi o telefone chamando.Â
NĂŁo conseguiu esconder o alĂvio ao ouvir a voz robotizada de sua melhor amiga do outro lado da linha.
â TĂĄ sim, quer dizer, mais ou menos nĂ©? SaĂ de casa agora a pouco e meu carro tĂĄ fazendo uns barulhos super esquisitos, eu ligo, ele funciona um pouquinho, engasga e logo para. NĂŁo tem condiçÔes de eu chegar na faculdade assim.
â Calma, calma, tĂĄ tudo bem. Eu tenho o contato de um mecĂąnico que salva minha famĂlia hĂĄ anos, um senhorzinho amigo do meu avÎ⊠se nĂŁo me engano a oficina nĂŁo Ă© muito longe daĂ nĂŁo, acha que consegue levar o carro atĂ© lĂĄ? Eu te mando o endereço por mensagem.
VocĂȘ suspirou, apoiando a cabeça no encosto de couro do banco do motorista.
â Acho que consigo, sĂł vai demorar uns 15 anos â riu da prĂłpria situação antes de continuar â Te amo amiga, nem sei como te agradecer.
â TambĂ©m te amo, viu? e pode me pagar com um sorvete hoje Ă tarde, beijosss~
(...)
Sua manhã seguiu meio caótica, como todo dia que começa errado costuma ser, e só pouco antes da hora do almoço que conseguiu ir ao tal endereço indicado pela sua amiga. Por sorte, realmente não era assim tão longe de casa, como ela havia comentado, e conseguiu chegar lå relativamente råpido.
O lugar nĂŁo era difĂcil de encontrar, mas parecia um daqueles que vocĂȘ sĂł conhece quando alguĂ©m te leva atĂ© lĂĄ. Uma fachada simples, meio escondida, com um portĂŁo parcialmente aberto e o som metĂĄlico de ferramentas ecoando lĂĄ dentro.
NĂŁo viu nenhuma campainha ou algo do tipo, entĂŁo resolveu empurrar o portĂŁo e entrar, hesitando por um segundo, enquanto o odor caracterĂstico de Ăłleo de motor e graxa adentrava suas narinas.
â OlĂĄâŠ? â anunciou sua presença enquanto se debruçava num balcĂŁo acima de uma janela, numa sala que deveria ter alguĂ©m apesar de nĂŁo conseguir visualizar nenhuma silhueta.
â Boa tarde â a resposta soou atrĂĄs de vocĂȘ, num tom calmo e firme.Â
Deu um pequeno salto pelo susto leve, e logo se virou, travando por um segundo ao encarar o dono daquela voz.
Ele era alto, bem alto. Estava com uma camiseta simples, um pouco suja, mangas curtas dobradas que deixavam Ă mostra os braços bem definidos, mas sem exagero. O cabelo castanho caĂa de um jeito despretensioso na testa, como se ele nĂŁo perdesse tempo tentando ajeitar de manhĂŁ, e o rostoâŠÂ
Te deixou sem palavras.
â Posso ajudar? â ele perguntou, com um leve sorriso, que te puxou para a realidade outra vez.
â Ah, claro⊠Eu⊠vim procurar um senhor que trabalha aqui, minha melhor amiga Ă© neta de um grande amigo dele, e ela me passou o endereço daqui, disse que ele poderia resolver o problema do meu carro.
Ele alargou o sorriso antes de responder.
â Provavelmente ela deve estar falando do meu avĂŽ, mas infelizmente ele nĂŁo tĂĄ aqui hoje. Ele tirou uns dias de folga pra ir pescar, e me deixou aqui cuidando de tudo.
VocĂȘ fez uma careta, e percebendo sua frustração, ele continuou.
â Olha, se vocĂȘ nĂŁo se importar, eu posso dar uma olhada pra vocĂȘ sem problemas.
VocĂȘ cruzou os braços por reflexo, analisando.
â VocĂȘ trabalha aqui? â perguntou, por mais que fosse um pouco evidente dado o estado do rapaz e a chave de roda em sua mĂŁo.
â Trabalho sim, mas sĂł quando tĂŽ de folga ou quando eu fico mais tranquilo com a faculdade. â ele deu de ombros.
â Faculdade deâŠ?
â Engenharia mecĂąnica.
â Ok, isso te deu mais credibilidade. â vocĂȘ assentiu lentamente.
Ele riu baixinho, e vocĂȘ o entregou as chaves.Â
â Ele simplesmente nĂŁo quer funcionar, eu ligo, ele anda um pouquinho, faz âtec tec tec tecâ e dalĂ a pouco para. Ele jĂĄ nĂŁo tava muito bom faz um tempo, porque ele tĂĄ todo velhinho e coitado, mas hoje ele âescaralhouâ de vez.
â Vamo tentar ressuscitar ele entĂŁo â ele disse com um sorriso sincero.
(...)
VocĂȘ genuinamente nĂŁo esperava que aquilo virasse⊠algo.
Era pra ser fĂĄcil, na teoria. VocĂȘ deixava o carro com ele, ele consertava, vocĂȘ buscava, e acabou.
Mas o jeito do garoto te cativou. Desde a primeira impressĂŁo que teve quando o viu â e como a beleza dele te encantou â atĂ© a conversa leve enquanto se debruçavam sobre o capĂŽ, e ele te explicava calmamente os problemas que ia encontrando no seu carro.Â
Mais tarde, no mesmo dia, o rapaz â que vocĂȘ logo descobriu que se chamava Euijoo â te mandou mensagem.
âOii, dei uma olhada melhor no seu carro depois que vocĂȘ foi embora. Acho que jĂĄ sei quais peças preciso para mexerâ
VocĂȘ respondeu na mesma hora, e ele prosseguiu explicando todo o procedimento que faria no veĂculo, o quanto gastaria e o tempo necessĂĄrio, com uma didĂĄtica impecĂĄvel.
 No dia seguinte, recebeu mais uma mensagem dele. E no outro, e no outro. As conversas passaram de atualizaçÔes sobre os reparos para perguntas sobre sua rotina com o carro, sua rotina da faculdadeâŠÂ
VocĂȘ contou sobre seu curso, sobre seus projetos, ele contou sobre a mecĂąnica, o avĂŽ, sobre como cresceu dentro daquela oficina e como era completamente apaixonado por carros.Â
Quanto mais a conversa se desviava, mais vocĂȘ se via acostumada com a presença do rapaz na sua vida. JĂĄ o considerava um colega prĂłximo, de tanto que conversavam. Quem sabe ele nĂŁo te daria uma chance, nĂ©?
Quando voltou Ă oficina dias depois, sua Ășltima preocupação era o estado do carro. Sentia falta dele? Sim, claro, ele era velho mas era seu xodĂł, e era fiel em te levar para todos os lugares que precisava ir. Mas no fundo, no fundo, a vontade que te corroĂa naquele dia, era a de ver Euijoo novamente.
â E aĂ, como Ă© que ficou o meu bebĂȘ? â vocĂȘ disse assim que passou pelo portĂŁo entreaberto da oficina.
Ele levantou o olhar pra vocĂȘ.
â Ainda nĂŁo tĂĄ 100%, mas queria que vocĂȘ jĂĄ viesse dar uma olhada nele. Vou dar um trato no farol pra vocĂȘ e tirar um âamassadinhoâ aqui da traseira, e tĂĄ pronto. â e sorriu, aparentemente satisfeito com o prĂłprio trabalho. De fato, nĂŁo parecia que ele havia mexido apenas no motor, o carro como um todo parecia outra coisa, por dentro e por fora.
â Euijoo do cĂ©u, nĂŁo precisava se preocupar com isso tudo, nĂŁo sei nem em quantas vezes vou ter que dividir isso pra te pagar â falou rindo, mas por dentro jĂĄ cogitava seriamente perguntar se ele nĂŁo aceitaria meios alternativos como pagamento.Â
â Relaxa, o bĂŽnus Ă© por minha conta⊠e para de me chamar de Euijoo, parece que tĂĄ brigando comigo, sĂł Ju jĂĄ Ă© de boa. â ele fez uma falsa cara de birra antes de se juntar Ă s risadas.
â TĂĄ bem entĂŁo⊠muito obrigada, Juju. â deixou o novo apelido carinhoso pairar no ar, sem saber como Euijoo havia amado o quĂŁo doce o prĂłprio nome soou na sua voz.Â
(...)
A semana passou mais rĂĄpido do que vocĂȘ esperava. Quando finalmente recebeu uma mensagem de Euijoo dizendo que o carro estava pronto, vocĂȘ se sentiu ansiosa.Â
SerĂĄ que agora sem o pretexto do carro, ele ainda mandaria mensagens para vocĂȘ? Contando algum causo da oficina, reclamando do quĂŁo extensas eram suas aulas de cĂĄlculo, o que havia comido no RU naquele dia⊠NĂŁo queria sofrer por antecipação, mas sabia que se tudo acabasse, sentiria muita, mas muita falta dele.
Quando chegou na oficina, ele jĂĄ estava lĂĄ fora encostado no carro, despretensioso e todo arrumadinho. Seu coração quase errou uma batida ao vĂȘ-lo em suas roupas casuais, com o cabelo penteado e um frescor de quem tomou banho a pouco tempo.
â Finalmente sua tortura acabou, hein?
â Sabe que eu atĂ© tava gostando de ir pra faculdade andando? Foi um bom cardio â riu.Â
â EntĂŁo vai ter que passar suas caminhadas pra outro horĂĄrio, porque o seu bebĂȘ voltou e tĂĄ âestralandoâ pra gente dar uma voltinha nele â Euijoo deu uns tapinhas no carro, parecendo mais uma vez, admirar o prĂłprio trabalho.
â SĂ©rio? JĂĄ posso testar?Â
â Claro, entra aĂ!
Assim entraram no carro, vocĂȘ no volante, e ele no carona. A volta foi impecĂĄvel, para dizer o mĂnimo. Parecia que o universo tinha se juntado para criar o cenĂĄrio perfeito entre vocĂȘs. O dourado do pĂŽr do sol atravessava o parabrisa e iluminava o rosto de Euijoo, deixando-o ainda mais belo. O vento soprava leve pela janela enquanto a mĂșsica tocava suave no rĂĄdio e ele cantava baixinho.Â
Poderia fazer aquilo todos os dias.Â
Andou por uns 30 minutos assim com ele, testando o carro pela cidade, e comprovou o que jĂĄ imaginava. Seu carro ficou impecĂĄvel como nunca antes esteve, e vocĂȘ estampou a satisfação no seu rosto. Tudo graças a Euijoo â ou Juju, como agora preferia ser chamado â e as incontĂĄveis horas que suas mĂŁos habilidosas trabalharam naquele motor.Â
Queria que essas mĂŁos hĂĄbeis pudessem trabalhar um pouco em vocĂȘ tambĂ©mâŠ
â Quer que eu te deixe em casa? â perguntou, quebrando o silĂȘncio.
â NĂŁo queria te incomodar, mas vou aceitar sim. â e sorriu.
â Ah por favor, isso Ă© o mĂnimo que eu posso fazer por vocĂȘ, Ju.Â
(...)
Foi numa sexta Ă noite que vocĂȘ viu ele de novo. Festa cheia, mĂșsica alta e luzes piscando, algumas pessoas jĂĄ aproveitando a pista e outras conversando no bar, e vocĂȘ era uma delas. Estava com seus amigos, rindo e jogando conversa fora, principalmente com a sua melhor amiga, atualizando ela sobre toda a situação do carro e como o neto do tal senhor da oficina era um pecado de tĂŁo bonito.Â
E foi exatamente durante essa parte, que sentiu alguĂ©m se aproximando atrĂĄs de vocĂȘ, e sua amiga arregalou os olhos.
Merda, foi pega no pulo.Â
Quando se virou, lĂĄ estava ele em carne e osso.
Céus, cada vez que o encontrava ele parecia ainda mais gostoso. à lå em casa, viu?
â Oi â ele disse, meio sem graça. Com certeza o miserĂĄvel pegou a parte mais importante da conversa.Â
â Oi, Ju â vocĂȘ respondeu simplista, tentando fazer pouco caso da vergonha que sentia por dentro.
Ele te olhou de cima a baixo por um segundo, como se estivesse processando o que falar a seguir.
â VocĂȘ tå⊠linda.
Inclinou a cabeça, pega de surpresa com o comentĂĄrio repentino dele. EntĂŁo quer dizer que ele estava te reparando? E mesmo envergonhado, ainda conseguiu fazer um comentĂĄrio sobre?Â
Ah, mas fisgaria esse menino hoje de qualquer jeito.
NĂŁo que jĂĄ nĂŁo tenha dado umas investidas sutis antes, umas olhadas mais demoradas do que o normal na oficina, mas hoje era pra valer. NĂŁo tinha nada a perder, no mĂĄximo, mandaria uma mensagem no dia seguinte pedindo desculpas e dizendo que estava louca de pitĂș.
â VocĂȘ tambĂ©m tĂĄ um gatinho assim, todo arrumadinhoâŠ
Ele riu e desviou o olhar por um segundo, completamente corado.
EntĂŁo quer dizer que ele cora fĂĄcil com elogios tambĂ©m? Interessante.Â
â Posso te pagar uma cerveja? â ele perguntou.
â SĂł se vocĂȘ sentar aqui e beber comigo.
E assim a conversa fluiu, como se nunca tivessem parado, como se jĂĄ se conhecessem hĂĄ anos. Como sentiu falta dele esses dias. Por fim, depois daquela cerveja veio mais uma, mais outra, uma terceira, e dali em diante jĂĄ estavam todos misturados. Seus amigos se juntaram aos amigos dele e vocĂȘs juntaram seus corpos para mais perto um do outro sem nem perceber â Euijoo tendo apoiado o braço no encosto da cadeira atrĂĄs de seus ombros, por vezes esbarrando neles. Podia sentir aquela chama eletrizante dentro de si pelo contato pele com pele, e queria mais. Muito mais. Queria que Euijoo te queimasse por inteiro.
Assim que ouviu as primeiras notas de Caramelo, teve uma ideia.
â VocĂȘ dança? â perguntou, jĂĄ puxando ele pela mĂŁo antes mesmo de ouvir a resposta.Â
â NĂŁo muito, mas acho que dĂĄ pro gasto â ele levantou os ombros.
â Ătimo. EntĂŁo eu danço por nĂłs dois. â entrelaçou os dedos na mĂŁo dele e o arrastou para o meio da multidĂŁo.
Na pista, a distĂąncia desapareceu ainda mais rĂĄpido do que antes. Seu corpo encontrou o dele com naturalidade, frente a frente com o outro, o movimento ainda sutil, que ia se soltando conforme ele ficava mais Ă vontade.
Virou de costas para Euijoo, rebolando lentamente, deixando seu corpo e o dele acompanharem a mĂșsica. Sentiu a mĂŁo dele na sua cintura e um aperto leve â como se suplicasse por algo â e virou o pescoço para trĂĄs, olhando-o de canto.
O olhar dele era intenso, como se quisesse te devorar ali e agora, os lĂĄbios entreabertos e vermelhinhos como se ele tivesse mordido a pouco tempo.Â
IrresistĂvel.
Se aproximou devagar, colocando a mĂŁo no pescoço do garoto e trazendo ele para perto. O primeiro beijo foi rĂĄpido â um selinho singelo, sĂł para testar as ĂĄguas â mas rapidamente seus corpos ansiaram por mais.
Euijoo te virou de frente para ele, e te devolveu com um beijo de verdade. O beijo era intenso e cheio de desejo, e podia jurar que a boca dele de fato tinha gosto de caramelo, gostoso e viciante como o prĂłprio doce.
As mĂŁos dele percorriam sua cintura com mais certeza agora, apertando, subindo, descendo⊠enquanto as suas encontraram o rumo se embrenhando nos fios da nuca dele. Dali em diante nĂŁo houve mais espaço entre vocĂȘs.
Horas depois, jĂĄ cansados e levemente tontos da mĂșsica e da proximidade, ele se inclinou perto do seu ouvido.
â De zero a dez⊠o quĂŁo louco seria se eu te chamasse pra ir lĂĄ pra casa agora?
A fala do garoto te fez sorrir, e sem hesitar respondeu:
â Achei que vocĂȘ nĂŁo ia me chamar nunca.
Para a alegria de ambos, rapidamente encontraram um uber nas proximidades disposto a levĂĄ-los para o apartamento de Euijoo. Aproveitou o tempo que tinham de esperar, para avisar sua amiga que jĂĄ estava de saĂda, enquanto ele fechava a comanda de vocĂȘs.Â
O caminho atĂ© a casa dele foi breve, mas para vocĂȘ parecia uma eternidade. Segurava a mĂŁo esquerda de Euijoo, enquanto a destra dele repousava possessiva na sua coxa, dando leves apertos de vez em quando. SĂł conseguia pensar em chegar logo no seu destino, ansiosa para sentir o toque macio dos seus dedos mais para cima, onde mais necessitava dele.
(...)
NĂŁo esperou nenhum segundo a mais quando ouviu a porta de entrada sendo trancada por ele. Segurou a barra da camisa e o puxou para si, sentindo a respiração quente de Euijoo tocar a sua pele, e distribuiu beijos pelo seu pescoço atĂ© chegar na sua boca.Â
Subiu as mĂŁos para dentro da camisa dele, erguendo o tecido no processo. Tateou o abdĂŽmen marcado e desceu arranhando a pele quentinha do peito atĂ© os pelinhos finos abaixo do umbigo, sorrindo ao perceber o arrepio que causara nele.Â
â VocĂȘ ainda vai me deixar maluco â ele diz, com a respiração pesada â Porra, rebolando pra mim daquele jeito, e eu sem poder fazer nada na hora, que judiação.
â Mas agora tem muuuitas coisas que vocĂȘ pode fazer, nĂŁo Ă©? Eu to aqui, contigo, e agora sou toda sua â tirou as mĂŁos do torso e as levou em direção as mĂŁos dele, puxando e espalmando-as sobre o seu bumbum.
Mal pĂŽde conter o gemido quando sentiu o aperto na sua carne em resposta.
â Vou começar te fazendo gemer o meu nome â e com isso, vira completamente seu corpo contra a porta de madeira, pressionando contra sua bunda e te fazendo sentir toda a extensĂŁo do seu membro rĂgido, que pulsava por baixo da calça jeans dele. â Tem certeza? â ele perguntou, a voz mais baixa agora, rente ao seu ouvido, fazendo todos os pelos da sua nuca se eriçarem.Â
â Absoluta.
Sem perder mais tempo, o puxou em direção a poltrona mais próxima que encontrou na sala de estar e o jogou para se sentar nela, procurando apoio nas coxas dele para ajoelhar-se na sua frente.
â Acho que eu que quero te fazer gemer primeiro â acariciou a carne farta e subiu em direção ao cĂłs, desabotoando a calça rapidamente e puxando-a atĂ© o meio das coxas. â Tira ela pra mim, hm?
O observou levantar o quadril, apenas o suficiente para descer a calça pelas pernas compridas, e sentar novamente, aproveitando para tirar a blusa logo em seguida num movimento fluĂdo, com apenas um braço.Â
Achara isso extremamente sexy.
â CĂȘ conseguiu ficar ainda mais gostosa nessa visĂŁo, sabia?Â
â E vocĂȘ nĂŁo sabe o quanto eu fiquei molhada sĂł de te ver assim â lambeu por cima do tecido igualmente babadinho, enganchando os dedos no elĂĄstico e puxando para baixo, logo circulando a extensĂŁo do falo rijo com seus dedos delicados.
Punhetou algumas vezes antes de aproximar os lĂĄbios, a boca entreaberta e a lĂngua para fora em expectativa. Esfregou a cabecinha rosada na sua lĂngua antes de abocanhĂĄ-lo por inteiro, sugando com voracidade tudo que conseguiu engolir e acariciando o restante com a destra.Â
Intensificou o vai e vem, alternando movimentos rĂĄpidos e lentos, por vezes rodeando a cabecinha sensĂvel com a lĂngua ou acariciando as bolas cheinhas. Se deliciava com os gemidos manhosos dele, a feição de prazer, os olhos revirando, lĂĄbios inchadinhos⊠adorava saber que essas reaçÔes se deram graças a vocĂȘ.Â
CĂ©us, poderia morrer agora mesmo, pois jĂĄ havia conhecido seu paraĂso particular.
â Se continuar assim eu nĂŁo vou aguentar muito tempo, amor â Euijoo falou entre suspiros pesados. A cabeça tombava no encosto do sofĂĄ, jĂĄ com gotĂculas de suor formadas na testa e bochechas ruborizadas pelo calor do momento.Â
â Ă isso mesmo que eu quero â cuspiu na mĂŁo sem rodeios e esfregou a glande com delicadeza, arrancando um gemido arrastado dele â Se entrega amor, goza pra mim, vai? TĂŽ doida pra te provar. â Subiu e desceu com rapidez, movimentando o pulso para aumentar o prazer, enquanto chupava as bolas dele.
Colocou o pau, agora melado de pré-gozo e baba, de volta na boca, chupando com ainda mais vontade até senti-lo no fundo da garganta, engasgando um pouquinho no processo. Sentiu os dedos de Euijoo embrenhando na sua nuca, segurando sua cabeça no lugar enquanto empurrava o quadril para cima, buscando o próprio orgasmo.
â Boca gostosa do caralho⊠â Seus olhinhos lacrimejaram pelo abuso constante da garganta, mas nĂŁo se incomodava de maneira nenhuma. Muito pelo contrĂĄrio, te enchia de satisfação ver o desespero do garoto para gozar logo.Â
NĂŁo demorou a ouvir o Ășltimo gemido rouco e arrastado saindo dos lĂĄbios vermelhinhos de Euijoo. Deu uma Ășltima estocada e parou, o cacete duro te estufando atĂ© o talo, e logo sentiu a porra quentinha descendo goela abaixo, deliciosa. Engoliu tudo atĂ© a Ășltima gota, colocando a lĂngua pra fora para mostrar o quanto tinha saboreado o leitinho que ele te deu.Â
â TĂĄ mansinho agora, Juju? â falou dengosa, se apoiando nos joelhos dele para levantar da sua posição.Â
â Porra, cĂȘ quase acabou comigo⊠achei que queria sugar a minha alma pelo pau â disse enquanto te puxava para sentar no colo dele, uma perna apoiada de cada lado do quadril.
â Espero que tenha sobrado um pouco de fĂŽlego aĂ, porque eu ainda quero te provar mais um pouco⊠â quase miava de tanto desejo, sua buceta jĂĄ implorava por um pouco de atenção.
â Quer mais, Ă©? Cansou nĂŁo, gatinha? â o rapaz aproveitou a posição para subir a sainha curta de paetĂȘs, e espalmou as mĂŁos na pele macia da bunda, apertando a carne e te trazendo para o mais prĂłximo possĂvel do corpo dele.
â De jeito nenhum, posso fazer isso a noite toda â colocou as duas mĂŁos na nuca dele, segurando o cabelo castanho e puxando de levinho para ele olhar pra vocĂȘ enquanto rebola e quica por cima dele. Sentia a rola grossa despertando outra vez atravĂ©s do tecido fininho da calcinha, e acelerou os movimentos do quadril, esfregando a prĂłpria buceta encharcada em busca de alĂvio.Â
Percebendo a sua ansiedade de ser preenchida, Euijoo trouxe uma das mĂŁos para frente e passou o indicador pela renda preta da calcinha, arrastando ela para o lado. Subiu a outra mĂŁo para a sua nuca, puxando seu rosto para perto. Tinha fome de vocĂȘ, e os lĂĄbios apressados que subiam do seu pescoço para os lĂĄbios deixavam isso bem claro. O beijo era afoito, as bocas se devoravam com fervor, saboreando e explorando cada cantinho, enquanto os dedos de Euijoo trabalhavam para dar prazer a entrada babadinha.Â
â E se eu te levar pro quarto agora, pra eu te chupar do jeitinho que vocĂȘ merece, hein? Que que cĂȘ acha da ideia, princesa? â afundou o rosto no seu pescoço, dando beijinhos molhados e te fazendo arrepiar, sem cessar o vai e vem dos dedos.
â NĂŁo Ju, me come logo vai, por favor⊠â gemeu arrastada quando recebeu um dedo na xotinha apertada, e o dedĂŁo que nĂŁo parou de trabalhar no clitĂłris inchadinho de prazer.
â Ahh mas eu quero te chupar tambĂ©m, amor⊠olha a bagunça que vocĂȘ tĂĄ fazendo aqui embaixo â inseriu mais um dedo, agora num vai e vem mais acelerado, provocando seu pontinho sensĂvel â Essa buceta que tĂĄ melando a minha mĂŁo toda, como que eu nĂŁo vou provar ela?
VocĂȘ gemeu manhosa com impaciĂȘncia, e ele parou os movimentos, passando os braços pelas suas costas para te firmar antes de se levantar com vocĂȘ no colo.
â Segura aĂ, amor â caminhou com vocĂȘ por um corredor desconhecido, e abriu a Ășltima porta com o pĂ©, sem tirar a boca de vocĂȘ nem por um segundo.
Jogou seu corpinho mole com cuidado em cima da cama, logo virando-a de bruços e puxando os quadris, te deixando com o rabinho arrebitado para cima.Â
â Isso aĂ⊠consegue ficar assim pra mim, princesa? Fica paradinha que eu vou te dar um carinho agora, ok? - a voz arrastada pingava tesĂŁo, sentia a respiração quente de Euijoo se aproximando cada vez mais do seu buraquinho necessitado, louco para ter o alĂvio que lhe foi prometido.Â
Puxou o tecido ensopado da calcinha para baixo, e levou os dedos novamente ao grelinho inchado e massageou rapidamente antes de aproximar os lĂĄbios da fenda e sorver o mel que escorria da entradinha piscando. Firmou as mĂŁos no externo de cada banda farta do glĂșteo, e apertou abrindo caminho para chupar mais livremente, mantendo a lĂngua trabalhando em conjunto com os dedos no pontinho sensĂvel.
Gemia descontrolada, quase miando, tamanho o prazer que lhe era causado. Euijoo a chupava como se a sua vida dependesse disso, como se fosse a mulher mais importante do universo e seu Ășnico desejo era adorĂĄ-la e satisfazĂȘ-la. E agora, nos braços dele, realmente se sentia a mulher mais sortuda do mundo.
Ele trabalhou por mais alguns minutos naquela posição e subiu a lĂngua para a sua entradinha, estimulando o mĂșsculo molhado enquanto movimentava o rosto com veemĂȘncia. Olhou de relance para trĂĄs apenas para tentar vislumbrar Euijoo, que a essa altura deveria estar com o rostinho ainda mais lindo, todo melado pelo seu prazer.Â
â Porra Ju, nĂŁo para por favor⊠â estava cada vez mais prĂłxima do seu ĂĄpice, parecia que iria explodir a qualquer momento.
â SĂł paro quando gozar pra mim, bebĂȘ â deu mais uma lambida farta, desde o seu grelinho atĂ© a fenda que ele castigava com os dedos ĂĄgeis, bombeando e curvando os dĂgitos para acertar seu pontinho de prazer, e continuou atĂ© rodear o outro buraquinho ainda mais apertado. â E aqui, amor? Posso fazer carinho aqui tambĂ©m, hm? â  Sentiu a respiração pesada prĂłxima ao cuzinho que piscava ansioso, e sĂł conseguiu imaginar o sorriso canalha que ele deveria ter dado ao perceber a reação do seu corpo.
â Por favor⊠por favor Ju, sĂł me fode, vai⊠me fode, acaba comigo â e ali, se permitiu explodir, queimar como o inferno. Acabara de ter o orgasmo mais surreal da sua vida, bem ali, com Euijoo lotando seus dois buraquinhos ao mesmo tempo com os dedos. As pernas tremiam, a respiração falhava, mas o pior de tudo era a sensação absoluta de vazio agora que ele havia se afastado. Ainda assim, queria mais.Â
â Porra, tu Ă© gostosa pra caralho â Â o ouviu dizer apĂłs tirar os dois dedos que usara para te satisfazer dos prĂłprios lĂĄbios, para saborear do seu mel assim como fez com ele agora a pouco.
Ajeitou o corpo bambinho nos lençóis sem mais demora, aproveitando o momento que Euijoo revirava a cĂŽmoda ao lado da cama â provavelmente em busca de um preservativo â para retirar as peças de roupa que restaram no seu corpo. Se permitiu relaxar sobre a colcha macia, e cruzou as pernas enquanto admirava o corpo esbelto ainda coberto apenas pela calvin klein escura.
O observou retirar a Ășltima peça de roupa e deslizar a camisinha pelo pau duro, pulsante, subindo e engatinhando atĂ© vocĂȘ em sequĂȘncia. Levou as mĂŁos para o rosto de Euijoo, puxando para beijar a boca carnudinha que te levara ao cĂ©u hĂĄ poucos minutos, e provou lĂĄ no fundo o prĂłprio gosto nos lĂĄbios dele.
â Senta aqui⊠deixa eu te enlouquecer mais um pouquinho, hm? â mordeu os lĂĄbios dele de leve, o suficiente para instigĂĄ-lo a te obedecer, te colocando por cima. Se posicionou mais uma vez no colo dele, uma perna de cada lado, se ajeitando antes de levantar o quadril para acomodar o pau grossinho de Euijoo na sua entrada.
Desceu vagarosamente, dando tempo ao seu corpo para se acostumar com a sensação da buceta cheinha, se alargando aos poucos para receber o cacete avantajado do garoto abaixo de si. Esperou alguns segundos e retomou os movimentos de sobe e desce, numa tortura lenta, e abocanhou os lĂĄbios de Euijoo mais uma vez. A boca perdidinha nĂŁo sabia se te beijava ou se gemia no seu pescoço, optando entĂŁo por alternar os gemidinhos e beijos molhados na sua clavĂcula com resmungos cheios de manha pela velocidade torturante que rebolava.
â Shhhiu, se comporta gatinho, senĂŁo vocĂȘ nĂŁo goza â sorriu sacana, ainda que ele nĂŁo pudesse ver, e seguiu com a punição prazerosa, rebolando lentinho do jeitinho que ele gostava.Â
â Caralho ⊠ahh⊠deixa eu te fuder vai â disse, com a voz carregada de desejo. Ahh, como era gostoso ver o quĂŁo entregue ele estava para ti, cada som emitido, cada revirar dos olhos, tudo graças a vocĂȘ. Os gemidos manhosinhos de Euijoo eram como mĂșsica, ou como um entorpecente, que assim que provou da primeira vez, se viciou, e nĂŁo tinha intenção nenhuma de abdicar desse vĂcio.Â
Precisava se intoxicar cada vez mais, precisava tornĂĄ-lo seu.
Respondeu sua sĂșplica acelerando as quicadas ritmadas, por vezes parando um pouco no ar e rebolando, apenas para estimular a pontinha sensĂvel dele. Repetiu o movimento algumas vezes, apoiando as mĂŁos no peitoral definido e arranhando a derme â agora brilhando pela camada fina de suor â antes que Euijoo perdesse um pouco a compostura e levasse as mĂŁos para a sua cintura.
Sabia que era questĂŁo de tempo atĂ© que ele decidisse assumir o controle, entĂŁo deu uma Ășltima rebolada, e esse foi o gatilho final para que ele rompesse o juĂzo. O aperto da cintura se intensificou, e num instante se viu de posiçÔes trocadas com Euijoo, que agora pairava sobre vocĂȘ.Â
â Tu gosta da covardia nĂ©, princesa? Agora aguenta â chegava a ser contraditĂłrio o jeito bruto e ao mesmo tempo carinhoso que os braços dele te manuseavam. O bĂceps fortinho flexionava cada vez que apalpava seu corpo com mais força, fosse para trocarem de posição ou para posicionĂĄ-la como bem entendesse, e agora, sua vontade era de te retribuir toda a tortura gostosinha na mesma moeda.
Num aceno rĂĄpido, Euijoo te colocou mais uma vez no que vocĂȘ julgou ser a posição favorita dele atĂ© entĂŁo, de quatro. As mĂŁos desceram fazendo um carinho da sua cintura atĂ© as bandas fartas do glĂșteo, abrindo a carne para exibir seu meinho encharcado. Depositou um tapa leve do lado direito e procurou seu rosto em busca de uma reação, que veio atravĂ©s de um chorinho manhoso pedindo por mais. Vendo a afirmativa, deu outro tapa, dessa vez mais forte, de mĂŁo cheia, e viu sua entradinha se contraindo vazia, implorando para que a judiasse mais um pouco.Â
â EuijooâŠ, por favorâŠm- â foi interrompida por mais uma palmada. Nessa altura jĂĄ deveria estar com os cinco dedos do garoto carimbados na sua bunda, e outras marcas belĂssimas para se lembrar no dia seguinte.
â JĂĄ te falei como Ă© pra me chamar, porra â A falsa irritação era notĂĄvel, mas nĂŁo falhou em te excitar ainda mais, estava gostando do lado mais brutinho que ele estava deixanfo aflorar.
â Ju, por favor â nĂŁo sabia nem o que estava pedindo, na verdade. Se queria mais algumas palmadas, se queria que ele te comesse, sĂł queria que ele parasse com os rodeios e fizesse alguma coisa logo.
â Agora vocĂȘ tĂĄ com pressa nĂ©, gatinha? Relaxa, jĂĄ vou te dar o que vocĂȘ quer â Sentiu Euijoo abrindo sua buceta com os dedos, e uma quantidade generosa de saliva recaindo sobre logo em seguida. Usou os dedos indicador e mĂ©dio para espalhar a mistura de baba e lubrificação pelo seu meio, atolando um deles no cuzinho melado logo em seguida.
A sensação crua de ser estimulada no canalzinho sensĂvel era avassaladora. Sentia-se completamente cheia, e ao mesmo tempo queria mais e mais dele, e por sorte, seu garoto nĂŁo tardou a te contemplar. Posicionou a cabecinha na sua entrada e esfregou provocante, ainda sem penetrar, enquanto adicionava o segundo dedo no buraquinho mais apertado. Estocou os dĂgitos devagar, alargando a cavidade que se contraĂa na Ăąnsia de um estĂmulo maior do que os dedos calejados de Euijoo.
â M-mais Ju⊠â balbuciou manhosa, a mente completamente anuviada conforme era preenchida de todos os lados. Fechou os olhos e franziu o cenho para se concentrar na sensação do pau entrando centĂmetro por centĂmetro, ainda mais fundo do que anteriormente, por causa da posição. Seus olhos reviraram dentro da prĂłpria Ăłrbita em ĂȘxtase, enquanto pedia mais e mais dele dentro de vocĂȘ.Â
Sentiu os lĂĄbios macios deixando um selar nas suas costas, seguido da palma larga pressionando para que ficasse ainda mais empinadinha, antes de começar as investidas. Começou lento, no mesmo ritmo dos dedos que alargavam o outro buraquinho, e entĂŁo parava completamente, para socar a bucetinha bruto, sem dĂł.Â
â AhâŠahh, Ju⊠m-muito â Puro cinismo. E Euijoo sabia, afinal, vocĂȘ estava perto do ĂĄpice e contraĂa descontroladamente em volta do pau e dos dedos dele.Â
â Isso amor, goza pra mim, vai â Liberou os dĂgitos e apoiou as mĂŁos nos quadris para arremeter com ainda mais força contra a entrada judiada. Depositou um tapa do lado esquerdo, recebendo um gritinho esganiçado como resposta.
â NĂŁo para, por favor⊠por favor⊠EuijooâŠe-eu vou- â Sentiu todo seu ventre se contrair naquela sensação gostosa familiar, e se deixou ir. Suas pernas tremeram, as unhas se fincaram na palma, e um chorinho manhoso soou denunciando o orgasmo avassalador que tivera.
Sabia que o garoto nĂŁo havia gozado ainda e nĂŁo queria deixĂĄ-lo na mĂŁo. Apelou para seu ponto fraco e rebolou contra a pelve alheia, que imediatamente ajustou o aperto na cintura e meteu com ainda mais força, se Ă© que imaginava ser possĂvel. Instantes depois sentiu o movimento cessar, o corpo de Euijoo se enrijecer e as mĂŁos vagarem por seu corpo em busca de apoio, enquanto atingia o prĂłprio ĂĄpice. Se retirou de dentro de vocĂȘ, e usou os dedos outrora cruĂ©is, para traçar carinhos pelas costas desnudas. Apreciou o toque macio enquanto respirava fundo para recuperar o fĂŽlego.
â Juju⊠â sussurrou, dengosa.
â Oi, princesa â respondeu ele, continuando a distribuir carinhos suaves pela sua lombar e nĂĄdegas descobertas, agora que estavam deitados de frente um para o outro, com respiraçÔes pesadas e corpos suados.
â VocĂȘ me deixou muito cansadinha, viu? Quero ver o que vai fazer pra me compensar agora â sabia como a falsa inocĂȘncia havia o deixado louco anteriormente, entĂŁo abusou da meiguice para provocĂĄ-lo. NĂŁo segurou o sorriso sacana quando ouviu a risada gostosa do garoto em resposta.
â O que EU vou fazer? â começou divertido, trazendo seu corpo para mais perto antes de começar a enumerar as opçÔes que tinham â Deixa eu ver⊠a gente pode tomar um banho quentinho juntos agora, eu posso te fazer uma massagem pra vocĂȘ dormir tranquila⊠e aĂ amanhĂŁ a gente repete tudo de novo â finalizou com um sorriso de canto.
â Aceito os dois⊠inclusive a parte de fazer tudo outra vez amanhĂŁ, viu? Quero testar os outros cĂŽmodos da casa, seu sofĂĄ parecia bem confortĂĄvel tå⊠ele Ă© reclinĂĄvel? â respondeu sem disfarçar o misto de excitação e empolgação com a perspectiva de fazerem tudo outra vez no dia seguinte, e com sorte, no outro, outro, outroâŠÂ
â Meu sofĂĄ nĂŁo, mas espera sĂł atĂ© vocĂȘ ver a belezinha que eu fiz no banco traseiro do seu carro e- â o interrompeu antes que pudesse continuar.
â Euijoo! Eu nĂŁo acredito que vocĂȘ jĂĄ tava planejando me traçar no banco de trĂĄs do meu carro! â gargalhou incrĂ©dula, parte pela expertise do rapaz de ter pensado tĂŁo Ă frente nesse quesito, e parte pela ansiedade de querer pĂŽr a prova a nova função secreta do seu banco traseiro.
â Planejar Ă© uma palavra muito forte, eu tava na verdade rezando pra gente se esbarrar algum dia e vocĂȘ me dar uma chance, e aĂ sim, usar o carro⊠eu sou precavido, pĂŽ!
â Pois essa massagem vai ter que esperar⊠liga o despertador aĂ, amanhĂŁ todo mundo de pĂ© Ă s 8 horas e lĂĄ em casa, temos um banco traseiro para estrear!Â









