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Tara nunca foi uma pessoa de muitos amigos, e isso vinha muito de sua maneira de agir e reagir às coisas e pessoas ao seu redor: não costumava ser engraçada, excessivamente simpática ou extrovertida o suficiente para o gosto da maioria das pessoas com quem convivia ou lidava. Para quem ficava, Tara era tudo o que poderia entregar, em sua frieza gentil e seriedade tranquilidade, mas ainda sim, era comum que os próximos ainda estranhassem um pouco o seu jeito de ser. Buck era uma dessas pessoas que, da maneira mais improvável, recebeu o título de verdadeiro amigo no coração da professora, o qual fazia questão de manter e cultivar quando estavam juntos. Apesar disso, seu jeitinho ainda não era totalmente compreendido por ele, o que era totalmente compreensível para ela, que sempre tentava se corrigir ao perceber situações como aquela.
" Não quis dizer que você pretendeu me tratar como uma criança, mas penso que algumas pessoas poderiam achar ilógico uma mulher adulta fechar seus olhos e estender as mãos para uma pequena surpresa... ", explicou-se, mesmo que seu ponto fosse consideravelmente falho no ponto de vista da maioria das pessoas acostumadas com ações como aquelas, " mas, seguirei seu conselho ", completou o raciocínio cedendo ao pedido, com seus olhos se fechando e suas mãos se estendendo na direção do amigo.
Ele encarou Tara por alguns segundos analisando tanto a fala alheia quanto o rosto da amiga. Por fim, Buck apenas sorriu e comentou: — Talvez sim. Talvez não. Mas eu não me importo muito com o quê os outros vão pensar, sabe. A gente está aqui para se divertir e quero garantir que você tenha a melhor experiência nesse momento. Não importa se a sensação pode ser pequena, média ou grande. Apenas… Relaxe os ombros. — Desde que conheceu Tara, ele notava que as coisas não eram tão fáceis como ele poderia tentar fazê-las. Só que isso não desmotiva Buck. Na verdade, ele se sentia mais determinado em propor momentos de tranquilidade. — É assim que se fala. — Respondeu animado segurando as mãos de Tara. — Sinta. —
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Não era uma criatura orgulhosa de maneira geral mas, quando o assunto era Evan, muito do prolongar da desavença entre os dois tinha a ver com uma teimosia que parecia guardar só para ele. Se recusar a dar o braço a torcer tinha seu preço, e pagava por isso na forma da distância que agora os separava, quando um dia tinham confiado um no outro com a vida. Quis bater com a cabeça contra o assento do banco. A sensação de impotência o deixava inquieto e, para a dar algum destino, passou a agitar a perna esquerda, uma manifestação discreta de seu nervosismo. Deixou que o outro permanecesse em silêncio até estar pronto para falar mas, quando o fez, só conseguiu se ater a uma palavra. ── Machucado? ── Perguntou, surpreso, tentando ler sua expressão e nela encontrando emoções que ainda sabia reconhecer. Era a primeira vez que Buck expressava algo que não raiva quando tentava falar a respeito, e por isso decidiu baixar a própria guarda. ── Não sabia que... Eu achava que você estava puto, não que estava magoado. ── A admissão era um tanto constrangedora, mas era melhor colocá-la para fora junto com todo o restante que ainda estava entalado. ── Eu devia ter falado de maneira diferente. Eu nem sei por que eu fiquei tão puto. ── Tentou aquietar o balançar de seu joelho, apoiando os cotovelos sobre as pernas para aninhar o queixo em suas mãos. Deu um longo e pesado e suspiro antes de continuar. ── Acho que não queria que você acabasse como eu. ── Aquela era a confissão que vinha tentando engolir, e que veio à ponta da língua com o gosto amargo do fracasso.
Buck não o respondeu de imediato. De novo, preferiu ficar em silêncio absorvendo tanto as palavras alheias quanto as suas próprias. Quando ele lembrava do ocorrido que influenciou no afastamento entre ambos, Buck se sentia péssimo. Inseguro. Até mesmo culpa. É claro que existia um sentimento de raiva quando Buck percebeu que não havia um ato de confiança por parte dele, mas isso não apagava os seus sentimentos. Era bem complexo. — Claro, Dick. Por que acharia que eu não estaria machucado com essa situação? — A pergunta foi feita contendo uma dúvida ingênua. — Você era, tipo, meu melhor amigo. Um irmão para mim. Quando eu cheguei aqui foi difícil me acostumar, e você me ajudou. E eu prometi que estaria por você em qualquer momento...— As palavras saltaram da boca de Buck, enquanto ele segurava a sua respiração para poder soltar um suspiro longo depois. Dizer aquilo foi ele abrindo o seu coração. — Então, uma coisa não exclui outra, Grayson. Vai me dizer que você nunca ficou com raiva e chateado ao mesmo tempo?! Isso seria um verdadeiro milagre. — Por um segundo, Buck sorriu como se estivesse retornando ao passado quando eles estavam de boas um com outro. Como se tivesse recuperado o seu melhor amigo. Mas a ilusão quebrou-se em segundos, fazendo com que ele retornasse para a realidade: — Sim, realmente deveria. Você estava com raiva de si mesmo e descontou em mim? Seria isso? — Parou um pouco para poder analisar o rosto de Dick tentando adivinhar o que se passava na cabeça alheia. — O que você quer dizer com isso? —
ㅤ⠀ a loira se virou mais uma vez de cara feia para buck, como se ele fosse o culpado de tudo, inclusive dela estar perdendo. ㅤ⠀ ❛ é você que me dá azar, por isso eu só perco essa merda. ❜ haley resmungou, respirando fundo, se controlando ao máximo para não dar o dedo do meio para ele. pelo contrário, preferiu pagar por mais uma rodada. o jogo recomeçou, com uma musica feliz enquanto os patinhos de mdf continuavam a nadar, exibindo sorriso de pato que estavam começando à irritar haley, o que provavelmente significava que ela iria sonhar com aqueles bichos. a loira mirou uma vez e atirou, acabou atirando no cenário, depois na parede atrás da barraca, o ultimo tiro passando de raspão em um dos patinhos. ㅤ⠀ ❛ isso é uma porcaria. ❜ reclamou, jogando o revolver no balcão com uma careta de irritação. ㅤ⠀ ❛ sério, é impossivel ganhar essa porra, que merda. ❜ ela continuou, esticando a mão em direção à buck, esperando que ele entendesse que, naquele momento, ela precisava daquele saco de pipocas mais do que ele.
Ele levantou uma das sobrancelhas com o resmungo de acusação dela, levantando a mão livre como se estivesse se rendendo. — Se você está sentindo firmeza nessa suposição, eu posso ir embora e você terá toda a sorte que queria de votla. — Depois ficou apenas observando como seria a tentativa daquela vez, e assobiou quando ela terminou de atirar. — Quase. Bem, quase mesmo. Tô pensando que você só não tem uma boa pontaria mesmo e está tudo bem, Haley. Nem todo mundo é craque nesse jogo. — Provocou um pouco, enquanto tentava segurar um riso. — Você quer apostar que eu consigo ganhar? Se sim, o que eu ganho? — Lançou a proposta com um sorriso ardiloso em seus lábios. Ele gostava de desafiá-la, mesmo que ele acabasse ruim também na pontaria. Olhou para a mão dela e depois puxou o saco de pipoca para si: — Minha pipoca. Cadê a sua? —
"tempo demais." murmurou, dividindo o olhar entre buck e as argolas espalhadas pelo chão. na expressão, um olhar de alguém que havia acabado de ser pego fazendo algo constrangedor. "acho que já entrei na fase onde o funcionário começa a sentir pena." a pergunta sobre estratégia arrancou de victor um pequeno franzir de cenho porque, naquele momento, só continuava repetindo o mesmo movimento esperando que alguma coisa mudasse. "eu estava apostando mais em insistência." o comentário veio sem muita certeza, enquanto coçava a nuca. "mas acabo de descobrir que não é um método muito eficiente." então deu um passo para o lado, oferecendo sua última argola para buck. "quer tentar? assim a gente descobre se a implicância é pessoal comigo."
— E obviamente isso não está funcionando. Você deveria ter ido visitar os outros locais, sabe. Assim poderia ter esfriado a cabeça para voltar mais concentrado. — Buck o olhava um pouco preocupado. Ele sabia como era insistir em algo várias vezes e nada dar certo, por isso que precisava tomar um novo caminho. O trabalho como bombeiro lhe ensinou muito bem. — Que não deu certo. Às vezes a gente precisa desistir também. Nem tudo é pra acontencer. — Comentou com sinceridade, enquanto olhava a argola. — Que tal a gente ir tomar um sorvete e ir em outra barraca? Depois podemos voltar aqui. — Convidou-o com a cabeça, enquanto se preparava para a saída.
a confusão do homem fez francesca perceber que talvez tivesse se expressado de maneira pior do que pretendia. de forma imediata, negativou com o rosto. "não, eu só—" se interrompeu, apenas por notar que não tinha palavras melhores. em um suspiro discreto, ela ajeitou a própria postura e ofereceu um sorriso ao outro. esperava que aquilo pudesse tranquilizá-lo. "não, não está estranho." garantiu, em um tom mais suave e natural dessa vez. havia sinceridade no que ouvia, fazendo com que a atenção da pianista se voltasse apenas para a nova companhia. "na verdade, é gentil da sua parte. eu agradeço pela parabenização."
a pergunta final fez com que os ombros de francesca liberassem a tensão, porque era muito mais fácil falar sobre música do que sobre si mesma. "trabalhar com música, não. fui contratada pelo teatro da cidade faz uns seis meses." a expressão, aos poucos, também ia relaxando para dar espaço a um sorriso mais sincero do que o anterior. finalmente estava começando a se sentir confortável. "mas toco desde criança. piano, em específico, sempre foi a minha paixão." agora que não precisava mais focar tanto na escolha de palavras e em ser mal interpretada, se permitiu observá-lo melhor. "e você? também é apaixonado pelo seu trabalho?"
Ele suspirou com mais tranquilidade com o comentário de que estava tudo bem. Como Buck lidava com várias pessoas no dia a dia por conta do seu trabalho, ele já tinha encontrado diferentes tipos de personalidades. Então, tentava ter mais um pouco de cuidado nas palavras que escolhia, embora às vezes ele se esquecia dessa sua decisão e falava o que via em seus pensamentos. — Por nada. Foi uma bela apresentação mesmo. — Ele repetiu com um tom de admiração. Adorava assistir apresentações musicais. — Isso não seria trabalhar com a música? — Questionou-a com um olhar confuso, já que para ele era claro que estando em um teatro, você trabalharia com música. — Isso é incrível, sabe. Ter essa habilidade desde criança… Eu? — Ele parou alguns segundos refletindo sobre tudo o que passou para chegar aonde está. — Sim. Sou apaixonado em ser bombeiro. Todo dia arrisco minha vida? Com certeza, mas… Ver que estou ajudando, e até salvando pessoas e animais, é uma sensação de que tenho um propósito sim. — Buck foi sincero em cada palavra saída de sua boca. Atualmente, ele não conseguia imaginar outra profissão que poderia exercer, mesmo que o caminho até o presente não tenha sido fácil.
ㅤ⠀ ❛ ai, não sei? quer dizer, se um dia você precisar assaltar um banco, eu posso te dar um álibi ❜ isabelle sugeriu enquanto entrava na cabine, se sentando o mais próximo possivel de onde viria a corrente de ar. ela não diria, claro, que é uma péssima mentirosa, do tipo que se condena só de olharem para ela, mas ainda era uma boa sugestão para ajudar alguém se precisasse, não era? o vento tocou o rosto da loira assim que o brinquedo começou à funcionar, os cabelos rodopiando no ar e, curiosamente ou nem tanto, as pernas de tinkler balançavam. ㅤ⠀ ❛ ah, a proposito, me chamo isabelle! mas meus amigos geralmente me chamam de tink ou de bell. ❜ ela se apresentou, lembrando-se que deveria ao menos sem educada de vez em quando. ㅤ⠀ ❛ e você é...? ❜ questionou olhando para a outra garota com uma certa expectativa.
— Isso foi exatamente específico. — Riu um pouco ao imaginar como seria aquele cenário bem improvável para Belly. — Mas essa eu vou recusar. Isso não quer dizer que não vou te perturbar quando eu precisar de alguma ajuda. Talvez eu precise… sei lá, alguém lidar com a minha chefinha quando eu querer uma folga para jogar vôlei. — Deu de ombros com a sua própria sugestão, sentando-se ao lado da outra garota. — Você se chama Isabelle? Que coincidência. Eu não tenho o nome igual a você, mas sou Isabel. É quase perto, né… — Comentou com uma super animação por ter encontrado uma pessoa que tinha quase o mesmo nome que o seu. — E você pode me chamar de Belly. Normalmente, quem me chama de Isabel são meus pais e eles estão bem longe daqui, ou quando estou bem encrencada… Tink, porque te chamam assim? Bell até imagino por conta de Isabelle. — Questionou-a com curiosidade.
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daenerys facilmente se entretinha com pessoas. gostava de observar suas reações, a forma com que pensavam e como agiam em determinadas situações. por isso, com a confissão alheia, acabou rindo — talvez já devesse esperar aquele tipo de opinião vinda de um bombeiro. "então seu maior medo não é morrer, é virar motivo de piada entre os seus amigos." apoiou o braço na lateral da cabine, assim poderia descansar o rosto sobre o punho e observá-lo melhor. "admirável." finalizou a conclusão, em pura provocação. não falava sério, não julgava a forma com que pessoas escolhiam lidar com perigo iminente. era melhor projetar seus medos em algo bobo do que entrar em pânico, como as pessoas das outras cabines pareciam estar fazendo. "de qualquer forma, se o bombeiro preso aqui parece calmo, devo considerar isso um bom sinal. estamos em boas mãos."
— Mas é claro. Olha, eu sempre lido com a morte no meu trabalho. Tipo quase diariamente… Ou todo dia mesmo. Então, preciso estar preparado tanto sobre a minha morte quanto da minha equipe. — As palavras apenas saíram da boca de Buck antes que ele refletisse sobre o tema. Embora esse assunto fosse parte do seu cotidiano, ele tentava evitar se aprofundar mais, pois poderia ter alguma crise. — De qualquer forma, por isso que não estou preocupado com isso. — Não era uma verdade absoluta. Poderia ser perceptível que havia sim um pouco de medo em seus olhos. — Com certeza é um bom sinal. Vamos manter a calma e esperar o resgate. Vai dar certo. — Ele comentou com um pouco de nervosismo, enquanto tentava observar se alguma equipe estava se aproximando já.
"talvez eu só tenha mais experiência lidando com inconveniências." em referência ao quão nova a outra parecia ser, ele apenas ditou, leve, conforme fechava o isqueiro. elijah estava acostumado a observar os outros sem ser questionado de volta, pois a maior parte das pessoas aceitava sua presença sem pensar muito nela — talvez tenha sido por isso que a pergunta alheia lhe pegou de surpresa. "ainda não decidi se acredito o suficiente na tradição para participar dela." decidiu admitir em sinceridade, observando o rio iluminado. era curioso como as pessoas precisavam transformar seus sentimentos em símbolos para suportá-los. sabia que aquelas lanternas eram agradecimentos para uns, luto para outros, desejos para a maioria. "apenas observar não depende do quanto eu acredito ou não em alguma coisa."
— Bem, isso faz sentido, considerando que você aparenta ser mais velho do que eu. — Belly realizou aquele comentário com nenhum teor irônico por trás, apenas constava um fato que era evidente para ela. De qualquer forma, ela encarou-o segundos depois um pouco nervosa: — Eu não quis dizer que isso é uma coisa ruim. Só foi uma observação… Entendo. Mas não precisa decidir nada agora. Acredito que observar primeiro como você se sente antes de participar seja o passo principal… — Ela sorriu levemente, voltando a atenção pra sua lanterna. — Eu concordo. Não tem nenhuma relação, é claro. Acho que soltamos as lanternas como forma de ter algo material observado, mas nossas crenças estarão presentes com ou sem algo físico. Enfim, eu agradeço pela ajuda e pela pequena reflexão… Preciso ir, obrigada senhor isqueiro. — Belly sorriu se despedindo e seguindo o seu caminho.
a cidade de westbridge dá boas vindas à STEPHANIE BROWN, originalmente pertencente ao mundo de DC! ELA tem VINTE E CINCO anos, mora em WESTMERE, e em sua nova vida trabalha como LEGISTA em WESTBRIDGE POLICE STATION. esperamos que ela esteja se adaptando bem à rotina mundana da terra!
Biografia e possíveis conexões se encontram abaixo.
créditos do template a @seraphgfx
25 anos
Ela/Dela
Legista na Westbridge Police Station - Residente em Westmere
Teimosa, Exigente e Insegura
Determinada, Otimista e Leal
Bissexual
tw: menção à violência psicológica; venda de órgãos
Em Westbridge...
Stephanie nasceu e cresceu no bairro de Westmere numa família considerada padrão e normal pelos seus vizinhos. Arthur Brown era um famoso cirurgião geral no hospital da cidade, e Crystal Brown se tornou uma enfermeira aposentada, após o nascimento de Stephanie. No entanto, as aparências enganam. Arthur projetava a figura de um pai protetor e de um médico respeitado, mas também ele realizava atividades ilícitas para ganhar sempre mais dinheiro com a venda de órgãos, o que mostrava a sua verdadeira cara. Enquanto isso, Crystal era uma mulher que sofria violência psicológica, e Stephanie observava isso desde que era uma criança escondida dentro de um armário. A situação em sua casa melhorou quando, aos 15 anos, Stephanie denunciou o seu pai à dois policiais ao sair de casa assustada. Seu pai foi preso de imediato com perda de direitos, como a licença, e atualmente cumpre pena no presídio. Sua mãe foi resgatada e passou um bom tempo no hospital para que tivesse uma boa recuperação, o qual se tornou também um lugar frequente para Steph que passava o seu tempo ali. Infelizmente, nem todos os vizinhos ficaram do lado de Steph e de sua mãe, o que as afastou da comunidade.
Elas continuam morando na mesma casa e Stephanie tomou iniciativa para que aquela casa tivesse outro significado, principalmente porquê sua mãe precisava se reinventar agora. Então, Steph começou a vender doces, enquanto sua mãe recuperava o emprego no hospital como enfermeira. Crystal tornou-se uma grande incentivadora para a filha trilhar um caminho na faculdade para que pudesse ser independente de tudo e de todos. Então, Stephanie passou o resto do seu ensino médio aperfeiçoando-se para conseguir a bolsa de atletismo, o que aconteceu de fato. Com a bolsa, Stephanie desenvolveu um caminho como atleta na universidade, enquanto estudava para Medicina, pois desejava fazer diferente do pai. Queria ajudar pessoas, e não ferir leis para ter um benefício próprio. A especialidade de legista surgiu como interesse quando ela teve a oportunidade de visitar o ambiente, e entender pela sua mentora (Leslie Thompkins) que aquela função dá uma chance de desvendar um fim trágico para levar a justiça. Era isso que Stephanie queria.
Stephanie se formou e começou a atuar há pouco tempo dentro do departamento policial. Ainda escuta opiniões contraditórias sobre seu pai e sua família na delegacia, por isso prefere, muitas vezes, estar no necrotério pelo silêncio. Stephanie apenas se ausenta quando é mandada para casa pela médica principal e também pelas dores intensas na cabeça ao chegar um novo corpo com um novo mistério. Ela não entende o que se passa, mas acredita que deve ser apenas uma parte fisiológica sua lidando com o estresse. Então, muitas vezes pode ser encontrada fazendo jardinagem para poder se acalmar.
Stephanie é o brilho em pessoa. Com exceção daquelas pessoas que apoiam o seu pai, Steph vai estar sorrindo e sendo muito simpático, querendo saber da vida alheia Ao mesmo tempo, ela é alguém que exige muito de si e de outras pessoas, principalmente porquê sente que precisa estar provando alguma coisa para os outros. Isso faz com que ela possa cometer algum erro, influenciando também os seus sentimentos de insegurança. Ela não admite que necessita de ajuda até chegar os últimos suspiros de cansaço.
Possíveis conexões -
* São plots que podem se repetir (talvez possam surgir mais quando a criatividade permitir).
Amizade -
Come round to mine and tell me what's been happenin' - (If He Wanted To He Would - Perrie): Muse tornou-se uma referência para Steph em todos os sentidos. Toda vez que acontece algo com Muse ou com Steph, umx vai atrás dx outrx para conversar. É um laço forte.
Me enseñaste a bailar - (Baile Inolvidable - Bad Bunny): Stephanie conheceu Muse em um evento de dança no centro comunitário. Desde então, elxs marcam para treinar em conjunto diversos tipos de danças, o que estabeleceu um vínculo de amizade.
Donde estás vos. Esta mi casa - (Vuelvo a Casa - Teen Angels): Como Steph vivenciou uma infância difícil, ela se refugiou na casa de Muse, onde conseguia imaginar que fazia parte daquela família. Hoje, ela se sente acolhida por Muse e seus familiares.
Your harmony to melodies. It's echoing inside my head - (You are the Music in Me - Vanessa Hudgens e Zac Efron): Stephanie e Muse se aproximaram na aula de música na escola. Desde então, se encontram para conversar e tocar alguma melodia.
If they hurt you, they hurting me. That's just the way it be - (Between Us - Little Mix): Steph conheceu Muse em uma situação terrível para Muse. No mesmo instante, ela ajudou Muse a lidar com a questão e, desde então, tornou-se bem protetora.
*Todo mundo acha que são irmãxs - Pode ser por causa de personalidade, aparência.
Companhia no Atletismo: Muse e Steph tiveram algo em comum durante a escola que era o atletismo. Então, se ajudaram sempre, até mesmo quando Stephanie se afastou (podemos ver também se Muse também se afastou).
*Amigxs" de Trabalho: Podemos definir como seria essa relação.
Inimizade -
Hoje pra você não passo de memória. Chorei bastante mas eu sei que tudo passa - (Deve ser Horrível Dormir Sem Mim - Manu Gavassi feat Gloria Groove): Steph e Muse vivenciaram uma relação romântica durante o ensino médio, mas que houve um término quando Steph conseguiu a bolsa de atletismo e Muse não, gerando um atrito entre elxs que se pendura até hoje.
How did we get here? We used to be so good - (Cut You Off - Little Mix): Steph e Muse era aquela dupla inseparável. Todo mundo poderia vê-lxs pela cidade e ficar admirados pela amizade. No entanto, um tempo depois, Muse e Steph se afastaram e hoje mal conseguem manter uma conversa normal.
And feel his lips, you're feelin' mine - (Taste - Sabrina Carpenter): Steph é ex de Muse 1. E Muse 2 está no relacionamento atual com Muse 1. Existe uma tensão quando elxs se encontram, a dúvida que fica é: é uma tensão boa ou ruim?
All I do since you've been gone. Is stay up and stay out - (Here All Night - Demi Lovato): Muse simplesmente sumiu da vida de Stephanie sem deixar nenhum aviso. Stephanie, então, desenvolveu um rancor fortíssimo e não desejava ver Muse nem pintadx de ouro.
Ah, não: Steph conheceu Muse na equipe de Atletismo na escola e depois ficaram na mesma equipe na faculdade. Vivem dando indiretas comprovando que não gostam da companhia dx outrx.
*Mais uma vez nos encontramos: Inimigxs que vivem competindo.
Isso é golpe baixo: Desde que saiu o resultado do julgamento de seu pai, Stephanie precisou lidar com pessoas que ainda acreditavam nele, inclusive Muse. Assim, toda vez que encontra Muse, há um conflito.
“Inimigxs” do trabalho: Podemos definir como seria essa relação.
Romance -
Él la estaba esperando con una flor amarilla - (Flores Amarillas - Floricienta): Steph e Muse encontraram-se pela primeira vez no parque durante uma ação de jardinagem. Desde então, elxs marcam para se encontrar para falar sobre flores, aproximando-se cada vez mais.
Seeing you tonight. It's a bad idea, right? - (Bad idea right? - Olivia Rodrigo): Sabe aquela relação que parece não ter fim, mesmo com outros interesses? Bem, era isso que configurava o laço entre Muse e Steph, o que não se tornava algo bom.
¿Sigues viviendo en el 506? Donde dejamos el primer amor - (506 - Morat part. Juanes): Steph e Muse foram vizinhxs por algum tempo, além de serem o primeiro amor de cada. Só que elxs cresceram, e hoje tentam se aproximar para saber como vão as coisas.
Feet on the dashboard, he's like a poem I wish I wrote - (So American - Olivia Rodrigo): Muse faz Steph se sentir diferente. Ela adora passar tempo com Muse, como se estivesse descobrindo algo novo, mas não sabe se Muse entende e vive o que ela está sentindo.
a cidade de westbridge dá boas vindas à LUKE CASTELLAN, originalmente pertencente ao mundo de PERCY JACKSON E OS OLIMPIANOS! ELE tem VINTE E SETE anos, mora em ASHGROVE, e em sua nova vida trabalha como TÉCNICO DE INFORMÁTICA (“HACKER”)* em ADEBOLA’S ADVOGADOS. esperamos que ele esteja se adaptando bem à rotina mundana da terra!
Biografia e possíveis conexões se encontram abaixo.
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27 anos
Ele/Dele
Técnico de Informática em Adebola’s Advogados (Hacker nos tempos livres) - Residente em Ashgrove
Carismático, Protetor e Acolhedor
Invejoso, Desconfiando e Autossabotador
Bissexual
tw: abandono em familiar
Em Westbridge...
A vida de Luke não foi fácil no começo. Abandonado pelos seus pais no orfanato de Westbridge desde que era um bebê, ele precisou aprender a sobreviver, usando as regras a seu favor. Às vezes ele conseguia passar um tempo tranquilo no orfanato, outrs vezes Luke se metia em várias enrascadas fazendo-o ter que passar um tempo longe do orfanato. Assim, Luke vivenciou alguns momentos de sua vida nas ruas também. Ele ia e voltava para o orfanato sem poder saber quem eram os seus pais e o porquê deles terem o abandonado. Aquilo lhe alimentou um rancor por famílias juntas e felizes, e Luke apenas conseguiu estabelecer laços com os amigos que fazia pela sua vida.
Aos 16 anos, Luke conheceu Hermes, que começou a trabalhar no serviço social. A aproximação deles foi instantânea como se eles tivessem destinado a se encontrarem. Foi Hermes que o ajudou a focar nos estudos e diminuir o comportamento de quebrar as regras, mas também Hermes ensinou Luke o mundo da tecnologia. A partir desse momento, Luke começou a se aperfeiçoar cada vez mais como hacker, um papel que ele continuaria a fazer mesmo que estivesse em um emprego sólido em uma empresa tranquila. Os trabalhos que ele fazia eram diversos, e o seu limite era a questão de prejudicar alguém que não merecia. Então, ele aceitava muitas contratações que tinham ligação em defender o necessário.
Na comemoração do seu primeiro ano como trabalhador, Luke descobriu que Hermes era o seu verdadeiro pai, assim como o homem também soube da existência dele. No entanto, Luke o culpou e expulsou-o de sua vida, perdendo qualquer contato com Hermes. Depois de um tempo, Luke começou a fazer psicoterapia em uma instituição para lidar com suas questões de abandono, de raiva e de auto sabotagem. O que ele ocultava eram as sensações estranhas que tinha toda manhã.
A primeira impressão que se pode ter Luke vem do seu sorriso acolhedor. Ele se aproxima com uma certa tranquilidade, enquanto mantém a desconfiança em alerta para evitar mais decepções. Mas, quando ele estabelece uma relação verdadeira com alguém, todos os seus comportamentos são de cuidar e de proteger. As coisas só dão errado quando ele percebe ter se aproximado demais e pode ser que ele comece sabotar seus laços para evitar mais mágoas em sua vida.
Possíveis conexões -
* São plots que podem se repetir (talvez possam surgir mais quando a criatividade permitir).
Amizade -
I'll be there for you, 'cause you're there for me too - (I'll Be There For You - The Rembrandts): Luke e Muses (2 pessoas) cresceram juntxs pelas ruas da cidade. Mesmo tendo vivências diferentes, a amizade do grupo continuam até hoje com encontros semanais no parque, na cafeteria e/ou no centro comunitário
No volveré a perderte, y si te encuentro, no volveré a dejarte - (Me Voy - Lali): Luke e Muse tiveram apenas um encontro às cegas. Não sabem o nome umx dx outrx, então, as tentativas de se encontrarem são frequentes, mas não dão em nada.
Cortemos las redes. Que no nos dejan volar - (Cambiar de Aire - TeenAngels): Luke conheceu Muse em um encontro secreto de hackers. De imediato, elxs se deram bem. Às vezes, quando querem agir como Robin Hood, elxs trabalham juntxs. Também evitam conversar sobre esse hobbie quando estão ao público. Algumas pessoas estranham a relação delxs.
You don't have to be sorry for leaving and growing up - (Matilda - Harry Styles): Muse era uma pessoa íntima para Luke, mas que perderam contato previamente quando Luke ou Muse se afastaram. Atualmente, existe algo inacabado.
You and me and all our friends. I don't care how much we spend - (Midnight Memories - One Direction): Muse sabe que Luke adora fazer loucuras às noites. Então, quando Luke recebe um convite, lá está ele com um sorriso enorme no rosto e os materiais necessários para diversão.
Altos e Baixos - Luke e Muse são amigxs há um bom tempo. Embora tenham suas semelhanças, são suas diferenças que gritam bastante afetando a relação. Às vezes podem passar até semanas sem se falar.
*Todo mundo acha que são irmãxs - Pode ser por causa de personalidade, aparência.
Relação terapêutica: Luke começou a fazer sessões de terapia com Muse. Desde então, ele fica nervoso quando encontra Muse em outro ambiente que não seja na sessão.
Companhia de terapia: Como Luke, Muse também realiza terapia. Elxs se conheceram na sala de espera e começaram uma relação amigável.
*Amigxs de trabalho
Romance -
¿Por qué ahora vuelves a mi puerta? Con la certeza de que sigue abierta? - (No Hay Más Que Hablar - Morat): Luke e Muse tiveram um relacionamento breve que terminou da pior forma (podemos combinar o motivo). No entanto, Muse ou Luke vive batendo na porta atrás de uma última conversa.
Siento que mientem que no me entienden. No les importa o no me quieren - (Siento - Lali): Muse foi o primeiro amor de Luke (Podemos combinar se Luke também foi). Mas (vamos combinar) não deu certo. Hoje, ainda existe uma mágoa entre elxs, e Luke queria dizer que sente falta de Muse.
Mi gran debilidad. Es su carita de princesa - (Princesa - Mateo Belmonte): Muse conquistou Luke na primeira vez que se viram. Desde então, ambxs ou apenas Luke pode viver flertado, embora nunca se saiba a verdadeira intenção.
He's gonna say it's love. You never called it what it was - (All Too Well - Taylor Swift): Luke deveria ter sido o melhor parceiro para Muse, mas não foi isso que aconteceu. Em um momento compartilhado por elxs, Muse pode ter percebido que Luke não estava na mesma sintonia, embora hoje ainda guarda uma lembrança daquela relação.
Inimizade -
You heard: Baby, can you pull me in closer? - (Toxic Till the End - Rosé): O relacionamento amoroso entre Luke e Muse se tornou tóxico rapidamente. O ciúmes de ambxs causou diversos conflitos até um término. Mas, ainda se percebe uma dificuldade em seguir em frente.
I wanna be you so bad and I don't even know you - (Jealousy, Jealousy - Olivia Rodrigo): Luke passou a vida dele imaginando como seria a vida perfeita de Muse, invejando todas as conquistas alheias. Então, quando Luke encontra Muse, pode ser percebido a inveja.
Así que corre como siempre, no mires atrás - (¡Corre! - Jesse & Joy): Luke queria que Muse tivesse ficado para sempre em sua vida, mas não foi o que aconteceu. Quando ele percebeu, Muse o ignorava e fingia que não o conhecia, o que o deixou confuso até agora (qualquer tipo de relação).
*Mais uma vez nos encontramos: Inimigxs que vivem competindo.
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✧ ˚ · . A garota arrancou um riso sincero de Leah, que mexeu a cabeça em negação. ❛ Ele com certeza não está falando a verdade, na verdade, tenho a impressão de que é o mesmo discurso todo ano, o povo só parece ter amnésia. ❜, deu de ombros, entendo que aquele assunto sobre política não era a praia da outra, então não havia sentido alongar a conversa seguindo aquele rumo. ❛ Você sabe que assistir o discurso não é obrigatório, né? ❜, arqueou uma das sobrancelhas, obtendo a reposta assim que a outra comentou que era nova na cidade. ❛ Bom, aqui está sua resposta. ❜, cansada de ouvir as palavras também, Leah segurou a mão da mais nova, a puxando para fora da multidão. ❛ Infelizmente as barraquinhas só abrem quando ele acaba, mas... ❜, deixou os olhos seguirem pelos espaços abertos até encontrar seu alvo, apontando para a barraquinha de sorvete. ❛ O que acha de algo para gelar a mente antes de começar? ❜
— Isso certamente é muito triste. O mínimo que ele deveria fazer era ser sincero. Fico pensando se alguém vai concorrer com ele na próxima eleição, alguém que realmente seja sincero, sabe. — Por um segundo, Belly ficou pensando sobre o cenário da prefeitura e como poderia mudar para algo melhor, mas depois voltou a sua atenção para o festival em si. — Eu pensei que fosse! — Belly exclamou surpresa e, antes que ela pudesse falar qualquer outra coisa, apenas se deixou levar pela outra. — E aí os comerciantes perdem tempo e dinheiro. O prefeito precisa pensar melhor como os trabalhadores daqui… Perfeito! Um sorvete de baunilha com chocolate também… É, espero que tenha isso. — Sorriu e concordou com a cabeça em relação à ideia dela.
O problema de alguém o conhecer tão bem era que, uma vez cruzada a linha da amizade em direção a território hostil, Buck sabia exatamente quais botões apertar para irritá-lo. ── Não importa o que eu diga, você já decidiu que não quer acreditar. ── Aquela era uma constatação que tinha alcançado já há algum tempo, e que explicava o motivo para ter deixado de procurá-lo na esperança de consertar o que tinha se partido. Ainda que quisesse acreditar ser possível, aquela lhe parecia uma briga que não podia vencer. Deslizou sobre o banco da roda gigante, apoiando a nuca contra seu encosto e encarando o teto. Mais uma vez, tentaria lhe dizer a verdade enquanto contava os segundos para voltar ao solo. ── Sabe quantas pessoas matariam para ter uma oportunidade como a que você teve? ── A pergunta era genuína, e prontamente se incluiria naquela estatística em particular. ── Sei que você odeia admitir isso, mas eu te conheço. Cada vez que você ia para a estação virado, eu tinha medo de você estar arriscando a sua vida, e a vida de quem você estava treinando para salvar. ── Exalou com o peso do que estava colocando para fora. Mais de uma década depois, ainda conservava a memória do evento que o tinha despertado a vontade de ser bombeiro. Tudo o que queria era que Buck por fim enxergasse que seu medo não era infundado. Buscou pelo olhar dele antes de prosseguir. ── Qual você acha que é a verdade então? Já que eu estou mentindo. Se não foi por preocupação, por que acha que tentei te alertar sobre o que eu estava vendo? ── Tinha uma hipótese sobre o que Evan pensava a seu respeito, e aquela era uma rara ocasião em que odiaria estar certo.
Uma parte sua desejava negar àquela afirmação totalmente. Ele se sentia dividido entre esquecer as acusações para seguir em frente com o velho amigo e continuar deixar o rancor preencher o seu coração. Então, invés de respondê-lo como normalmente faria, ele apenas ignorou o comentário, olhando para frente. A vista estava linda. E ele queria apreciar junto com Dick… Mas era difícil ignorar os pensamentos de mágoa que brotavam em sua mente quando lembrava do ocorrido. — Eu sei. Eu conheço bem quem gostaria de estar aqui… — Ele apertou levemente as barras, voltando a encarar o outro. — Eu não estava bem, eu sei. Eu deveria ter me dedicado melhor nessa questão… Mas eu estava acordado e prestando atenção em tudo. Você deveria ter confiado em mim invés de chegar… Dessa forma. Talvez tenha isso que tenha me machucado, Grayson... — Suspirou um pouco encontrando os olhos de Grayson. Mas, logo depois, voltou a sua atenção para frente para pensar melhor nas palavras que ele gostaria de escolher. Não gostaria de magoá-lo, mesmo que ainda estivesse chateado com Dick. — Eu não sei. Eu… Não quero pensar nos piores motivos que você faria isso. Não desejo chegar a um ponto em que sua imagem seja totalmente destruída para mim. Porque... — Ele deixou o comentário parar no ar, não sabendo exatamente o que dizer.