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⎾ — O cenho pregueado agia em um conjunto natural perante o distorcer suave do restante da face alheia, dando ao seu possuinte o cognoscível semblante entejo; Os olhos claros, não exibindo nada além da nívea aversão, mantinham-se na figura amorfa que rastejava grotescamente em sua sua direção - o corpo fétido da criatura cadavérica terminava na altura da cintura, onde tiras do que um dia haviam sido vísceras humanas arrastavam-se ao asfalto. A ausência de metade do próprio corpo não parecia servir como um incomodo ao enfermo, que via-se em demasia compenetrado a alcançar Iwan alguns metros adiante.
‘ That’s fucked up. ’ Não apresentado ínfimo tom alterado na própria voz, o criminoso meneou a cabeça em uma sutil negativa; Ainda que detentor de uma moralidade questionável, o loiro não evitava enfadar-se com o rumo caótico ao qual o futuro da humanidade se dirigia. Não supria, todavia, o medo generalizado para com tais monstruosidades sedentas por sangue - compartilhava de um sentimento muito mais destrutivo contra as mesmas. Assim, não exibindo qualquer traço perplexo, Foakes alcançou a pistola recentemente adquirida e até então oculta ao cós da própria calça, antes de disparar três tiros exatos ao que se constituía o rosto deformado de algo que há tanto deveria jazer morto. ‘ Isso deve resolver essa situação.’ ⏋
Levando em consideração toda a situação mundial - e ainda o ataque que aconteceu a seu irmão a pouco dias - a ruiva se mostrava bem menos enérgica do que antese bem mais cautelosa e passou a sempre ter alguma coisa que poderia usar como arma, mesmo que ela não soubesse de fato usar muito bem. Estava tentando também convencer o mais velho a sempre ter alguma arma consigo mas, no final das contas, Jason sabia se defender bem ao contrário dela; Desde mais jovens, o mais velho sempre fora o mais forte e enquanto o medo de perder o irmão para alguma daquelas criatura era real, Cassie sabia que maiores eram as chances dele perder ela do que o contrário. Mesmo assim, ela não tinha planos de deixar aquilo acontecer facilmente, então mesmo não estando extremamente atenta naquele momento logo notou o zumbi que se arrastava na direção de um homem mas desejou não ter visto.
Da cintura para cima o zumbi parecia com qualquer outro porém de sua cintura para baixo não havia corpo, nada além de algumas vísceras que se arrastavam conforme o zumbi usava os braços para se aproximar da figura loira. Sua atenção estava totalmente na figura do zumbi, mesmo que a cena estivesse a deixando extremamente enjoada e a Morgenstern já estava sentindo o gosto da bile quando os tiros foram disparados fazendo-a dar um pulo e desviar sua atenção para o homem, antes de novamente voltar sua atenção ao zumbi que não mais se arrastava. ❛ —— Eu acho que vou vomitar ... ❜ Uma das mãos foi até os lábios e permaneceu ali até a menina ter certeza que não iria colocar para fora tudo que havia ingerido. ❛ —— Acho que você deveria chamar alguma autoridade, quer dizer, você matou isto mas acredito que não será muito bem deixar isso aqui, ainda não sabemos como o vírus se espalha então ... Melhor chamar a polícia, não? Ou os bombeiros, algo assim. ❜
CASSANDRA CECILLIA MORGENSTERN | VINTE E UM ANOS | FC: KAT MACNAMARA
BIOGRAFIA
Cassandra nunca teve facilidade em sua vida em nenhum ponto; Com pais extremamente abusivos que, nem mesmo em seus primeiros anos de vida, foram incapazes de demonstrar qualquer afeto pela criança ou por seu irmão mais velho, Jason. Muito cedo em sua vida, a pequena e doce menina notou que a vida não seria gentil com ela e que nada além de seu irmão seria lhe dado como conforto para seus dias. Diversas vezes os olhos verdes, como duas esmeraldas, observavam as outras crianças com uma porção de inveja, observando os pais amorosos que muitos possuíam, pais que os seus deveriam ser, como ela queria e sonhava que eles seriam porém todos os sonhos iam pelo ralo abaixo no segundo em que pisava no lugar que deveria ser sua casa, no lugar aonde deveria se sentir segura mas nunca havia se sentido.
Conforme os anos se passavam, a pequena menina aprendeu que teria que endurecer para sobreviver e com os dias, Cassie se tornava cada vez mais fechada dentro de si, apresentando ao mundo o que ele sempre pediu dela: uma menina forte. Tudo em sua vida era instável, os mais fúteis motivos eram o suficiente para as repreensões agressiva por parte de seus progenitores mas Jason sempre estava ali, ao seu lado; Diferentemente da relação com os pais, sua relação com o irmão mais velho sempre fora extremamente saudável, sendo ele quem a mantinha ainda em pé, quem sempre a defendia assim como ela também o defendia sempre que possível pois ele era tudo que ela possuía.
Porém, como já era esperado pela Morgenstern, chegaria um dia que toda aquela situação tomaria vias aonde a convivência entre os progenitores e seus dois filhos se tornaria impossível. O dia chegara como qualquer outro, tudo estava como sempre até o momento em que seu pai começou a repreender e não demorou muito para o irmão se intrometer; Tudo começou com uma discussão até o momento que o conflito físico entre pai e filho se tornou inevitável, assim como a fuga do lar nocivo aonde passaram boa parte de suas vidas.
O futuro se fez impressível para os dois naquele momento, porém o alivio de estar livre daqueles que tanto faziam mal tanto a ela quanto ao irmão era um sentimento que não poderia ser ignorado pela ruiva. Mesmo possuindo poucas coisas e também pouco dinheiro, os dois dariam uma forma de conseguir sobreviver, ela tinha certeza disto e assim eles fizeram. A pequena cidade de Savannah não era um destino na mente dos irmãos mas diversos fatores influenciaram para que ambos decidissem permanecer na cidade; O desafio por vezes se mostrou difícil mas eles se mostravam dispostos a fazer aquilo, a fazer de Savannah sua nova casa e começar ali uma vida melhor.
A candura inerente da jovem de origens francesas vinha a se por á prova em situações como esta. Gabriella havia desmarcado todos os compromissos com a sua mãe para encontrar diversão em uma volta pela cidade, porém, para seu desprazer, tudo que todos falavam, era sobre a epidemia de New York. Chegou certo momento que a jovem, cansada das discretas caretas que fez durante toda a conversa, estendeu a mão, almejando o momento da fala. ❛ —— Não querendo lhe interromper, mas já o fazendo… tem certeza que quer falar sobre isso? Olhe como está um dia lindo, quer mesmo desperdiçá-lo discutindo sobre essa epidemia? —— ❜ Esboçou um singelo sorriso ao findar da frase, olhos praticamente implorando para a companhia aceitar a sua mudança de assunto. Não era uma garota de todo ingênua, ou sequer, mergulhada por completo em seu mundo privilegiado para manter-se ignorante aos recentes acontecimentos. Queria apenas manter-se verdadeira ao pedido, aproveitar o clima que era de seu apreço, sem maiores preocupações.
Normalmente a mais simples menção do nome de Gabriella era capaz de trazer certo sorriso aos lábios da Morgenstern, naquele dia nem mesmo a presença da outra estava sendo capaz de fazer aquilo e um dos únicos assuntos em sua cabeça era o vírus de que tanto falavam; Desde a noite passada, quando encontrara Jason sendo atacada por uma criatura que não poderia ser considerada viva, tudo que ela pensava era naquilo e os pesadelos com a ideia de perder o irmão ainda haviam a impedido de dormir por mais de algumas poucas horas, sendo assim pouco era o animo de Cassie para qualquer coisa naquele momento. ❛ —— Não, eu não quero mas a epidemia é tudo no que consigo pensar neste momento, Gabriella. ❜ Poderiam ter fingido que estava tudo bem a mudança de assunto porém preferiu dizer a verdade para a outra, os olhos indo ao chão antes de voltarem a se focar nas feições da outra. ❛ —— Desculpe mas não acho que serei a melhor das companhias hoje, Ella. ❜
≼ — Surpreendido pelo súbito ataque da criatura de aparência morbígena, as opções reativas de Jason eram escassas - para não dizer nulas. Antes mesmo que pudesse notar, ou então registrar corretamente o que lhe acontecia, tinha as costas contra o pavimento e, acima de si, a forma do que algum dia fora humano. A mandíbula escancarada em sua direção exalava um odor nauseante de putrefação e, do mesmo local, o escorrer de um a viscosa substância de aparência quase pungente fazia-se claro; O compreender abandonou momentaneamente as percepções de Morgenstern, que era apenas acometido pelo natural ato de tentar preservar a própria integridade física fronte as condutas hostis.
Manter um dos braços entre si e a criatura que tentava-lhe morder qualquer parte alcançável fora uma atitude automática - tão como o esticar da mão remanescente para alcançar o objeto que se encontrasse em maior proximidade. A pedra por entre os dedos não era, de modo algum, provida de grandes dimensões, mas fez-se indubitavelmente útil ao golpear repetidas vezes a cabeça de seu atacante até que, por fim, teve os movimentos cessados de maneira completa. O peso da criatura jazeu sobre o próprio corpo por alguns instantes, os quais Jason utilizou para respirar de maneira audível - até que, por fim, se visse regente dos próprios atos mais uma vez. Empurrar o cadáver fez-se em atitudes bruscas em requintes de desespero, e o erguer-se sobre os próprios pés se deu em iguais termos.
O sangue agora escorria-lhe por entre os dígitos trêmulos e os traços tornavam-se carregados pelo mais absoluto choque enquanto os olhos em cores anômalas fitavam o corpo agora estático ao chão álgido; Tentava, de todas as formas, realizar conexões óbvias para explicar o que havia ali acontecido, mas o falhar deu-se repetidamente - até que a atenção ergueu-se a uma segunda pessoa que até então havia escapado à percepção do loiro. ‘ Eu não… ’ Com a voz adotando o mesmo vacilar que ameaçava tomar-lhe o corpo todo, Jason lutava contra si próprio para conseguir formular uma frase que esclarecesse o porquê de ter aos seus pés o corpo disforme e, agora, definitivamente desprovido de vida ou reações. ‘ Ele me atacou, eu só… Eu não sei o que aconteceu. ’ ≽
A busca pelo irmão mais velho havia começado logo após o fim de seu turno de trabalho na pequena loja de equipamentos eletrônicos aonde trabalhava meio período; As vezes Jason costumava passar por lá para a acompanhar para casa e, naquela noite, ele havia dito que estaria lá mas nenhum sinal dele ali e, após tentar ligar diversas vezes para ele mas todas as ligações caiam na caixa postal. Sendo assim, Cassie acabou decidindo procurar pelo único familiar pelas ruas de Savannah fazendo o caminho que ele faria até seu trabalho mas não estava tendo muita sorte em sua busca já que nenhum sinal do outro era encontrado por si e aquilo a deixava mais preocupada a cada minutos. Conseguia viver sem os progenitores porém o simples pensamentos de perder Jason fazia o mais puro medo se espalhar por cada célula de seu corpo e as lagrimas já começarem a se formar no canto de seus olhos.
Um pouco de alivio veio ao coração da menina quando os familiares cabelos loiros do irmão mas logo seus olhos se focaram na cena, não demorando muito para ela entender o que estava acontecendo e seus pés começarem a automaticamente fazer seu caminho até o irmão rapidamente, chegando perto no momento em que o irmão jogava o corpo sem vida para o lado e, sem pensar duas vezes, a ruiva se abaixou ao lado do irmão e envolveu os braços em volta do corpo dele por alguns segundos. A respiração pesada do irmão era um dos melhores sons que podia ouvir naquele momento pois demonstrava que ele ainda estava vivo e, relutante, ela soltou o corpo do irmão para então sentar-se e depositar a cabeça dele em suas pernas enquanto os olhos corriam por toda a figura do mais velho em busca de ferimentos que felizmente pareciam não existir mesmo que houvesse sangue nas mãos dele. Sangue do outro homem que jazia morto ali.
Ao notar como os dedos de Jason tremiam, a mais nova esticou as próprias mãos e segurou as mãos do irmão entre as suas enquanto um beijo doce era depositado na testa do mesmo. ❛ —— It’s okay, Jason ... It was not your fault, ok? ❜ As palavras foram ditas no tom mais calmo que conseguira, um suspiro sendo liberado por ela enquanto segurava ainda as mãos do irmão de maneira firme para o assegurar que ela estava ali, que ele não estava sozinho e nunca estaria. Sempre havia sido eles dois, eles sempre tinham um ao outro e Cassie não iria o abandonar de forma alguma naquele momento. ❛ —— Jason, I need you to breath and calm down a little because you’re shaking to much, can you do this for me? ❜

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A first contact + OPEN
dexshepherd :
As mãos de Dexter tremiam enquanto mantinha pressão no ferimento da garota. De alguma forma, percebera ele, o cigarro que ele acendera alguns minutos atrás ainda mantinha-se preso dentre os dentes. Era uma coisa estranha pra se notar em uma situação como aquela, pensara ele, mas as coisas a sua volta nunca pareceram tão em destaque como no momento.
Ele havia saído de seu trailer pra fumar no meio da tarde. Não estava conseguindo dormir, — mesmo depois de ter passado a noite toda tocando em um bar — e a TV ligada no jornal lhe estava irritando, com todas aquelas notícias esquisitas. Então pegara seu maço e saíra. Foi quando ouvira o grito, correndo sem pensar em direção do mesmo. Um homem estava atacando uma garota, mas não da forma que qualquer um imaginaria, ele não estava tentando agarrá-la… bem, pelo menos não sexualmente. Seus dentes estavam cravados no pescoço dela, arrancando um pedaço. Dexter lembrou-se de gritar, e então havia um pedaço de madeira em sua mão e… não lembrava-se de ter atingido o cara, mas ele caíra e parara de tentar atacar.
Deus, tanto sangue. Suas mãos ensopadas não se atreviam a tentar alcançar o celular em seu bolso, sabendo que se movesse um dedo sequer o sangue começaria a jorrar pra fora novamente. Levantou os olhos desesperado, e viu alguém passar por ali. “EI! EI VOCÊ! VEM AQUI, AGORA! ELA PRECISA DE AJUDA!”
O cansaço se fazia presente em cada célula do corpo de Cassandra após as horas passadas trabalhando na loja de equipamentos eletrônicos, sem contar o turno na lanchonete logo cedo na manhã porém tudo aquilo para a menina era um pequeno preço a se pagar por toda a liberdade adquirida com a fuga do lar nocivo que viveu pela maior parte de sua vida. O caminho para casa costumava ser sempre tranquilo mas desde que o vírus havia sido anunciado a ruiva se mostrava mais atenta a todo o seu redor, naquele dia porém sua atenção era muito pouca e o grito do outro acabou fazendo a menina pular em seu lugar antes de sua atenção ser direcionada ao beco aonde viu a cena.
Os olhos verdes se arregalaram ao notar toda a cena e logo ela estava correndo na direção do loiro, se agachando ao lado do mesmo e da mulher que sangrava demais fazendo a Morgenstern desconfiar até que a mesma já se encontrava morta ali no beco. Os dígitos foram até os pulsos da mulher enquanto procurava algum sinal de pulsação mas em vão, não havia nenhuma. ❛ —— Acho que ela já está morta ... Sinto muito. ❜ Uma das mãos foi até os ombros do loiro em uma tentativa de consolar ele. Não sabia se a mulher era alguém conhecida por ele ou não mas aquilo parecia certo naquele momento, logo sua atenção foi na direção do outro corpo que se postava não muito distante e dessa vez ela pode observar a figura com mais atenção; Podendo então notar certos detalhes que não havia notado antes e em um pulo a ruiva se encontrava novamente de pé.
Pouco sabia sobre aquelas criaturas nas quais acabam se tornando os atingidos pelo vírus mas não estava disposta a descobrir naquele momento - apesar de ter certa noção considerando a menina que jazia morta no chão naquele momento. ❛ —— Levante-se. ❜ Sua voz saiu tremula, o medo se fazendo presente enquanto os olhos se mantinham focados na figura do homem caído ali mas logo estavam na outra figura masculina naquele beco. ❛ —— Vamos. Levante agora! ❜ Como se suas palavras fossem dirigidas não ao loiro mas a mulher, a mesma começou a se mexer levemente e os olhos de Cassandra rapidamente se arregalaram novamente. Uma das mãos puxou a jaqueta que o outro usava. ❛ —— Anda! Levanta agora antes que ela acorde totalmente e acredite ... Você não vai querer ver isto até porque acredito que você não quer terminar como ela, sendo uma vítima. ❜
@nothinxtolose
“the stars would be so proud to know their atoms created someone like you.” (insp)
that girl with a broken heart, she’s worth more than she realizes, there’s a galaxy hidden behind her tired eyes, when she smiles, she draws you in like a black hole, the tears that spill from her eyes fall like shooting stars, the anger in her soul flares like a supernova, and, oh, that heart, it loves as harshly as the sun burns.
a damaged soul does not equal a weak one // k.s. (via worthystevie)
She is like a rose,she’s beautiful and enchanting but her roots are full of wounds.
cocaine-angell (via wnq-writers)

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shadowhunters things you need on your tumblr: the clace doesn’t approve look
are you brave? the devil asked. no, she answered, but i am alive.
and sometimes those two things are the same (entry #2) // j.a.s (via gingerlattes)
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— draíocht | a.k
anamorphosis-and-isolate :
― White Bird in a Blizzard (2014) Scieziesciez: There’s one thing I’ve learned, it’s that people are capable of doing horrible, unimaginable things to each other.