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A cama rangia de leve à medida em que seu marido afundava o quadril no seu. As mãos grandes e fortes agarravam sua coxa, trazendo seu corpo para mais perto, enquanto a fodia com manha, tentando ao máximo perdurar o momento.
“Shh, sh….” a voz rouca murmurava em seu ouvido. “Eu tô aqui.. Tô aqui.”
O braço forte estava em baixo de sua cabeça, resquício da posição anterior; dormiam em uma conchinha aconchegante, até que o som de chuva e trovões a acordassem. Jay estava te acalmando da melhor forma que podia. Te comendo lentinho.
Mal se deu o trabalho de abrir os olhos, sentia-se em um sonho. Entrando e saindo de seu interior apertado, quentinho, e molhado.
“Mais…” você sussurra com esforço, as mãos indo para trás do próprio corpo, afim de alcançar a nuca de Jongseong, e arranhá-la. Como resposta, ganha um gemido rouquinho no pé do ouvido.
Impulsiona o quadril para trás, quer que ele vá mais fundo. Rebola com dengo, quer senti-lo dentro de ti até o talo. Ele sempre consegue alcançar seu pontinho com facilidade, angulando a maneira que mete.
“Calma, bebê…” sopra em um fio de voz, suficientemente perdido no próprio prazer.
São esses momentos que Jay parece vulnerável, livre de qualquer máscara, sendo apenas seu.
Longe de qualquer amarra, podendo gemer, entregue. Era seu marido. Apenas. E o único trabalho dele era te proteger de tudo aquilo que te assustava, fazer com que você se sentisse amada, e te comer do jeitinho mais gostoso possível.
Jay agarra seu peito quentinho, a mão máscula se fechando por completo, e massageando com certa força, beliscando de leve o mamilo sensível.
Se tratavam de sinais sutis que traziam para você a certeza de que ele estava perto; os apertos sem medir a força, os arfares descontrolados, as estocadas descoordenadas.
E comumente, saber que o deixava assim, também te levava ao seu próprio orgasmo. Se imaginar sendo tão gostosa aos olhos dele, que ele não aguenta e se desmancha com vontade em seu interior..
Você o aperta ainda mais, as pernas se cruzando intensificando a sensação, espremendo as coxas em torno do pau dele — quando ele leva o dedo médio e o anelar até seu grelinho inchado, massageando. É o estopim. Você o esmaga instantaneamente, fechando os olhos e gemendo, enquanto espanta qualquer medo anterior. Só resta ele. Tudo é sobre ele. Seu Jay.
Ele choraminga jorrando jatos espessos e quentinhos em seu interior, apertando suas ancas com força, como se você fosse fugir. Você não ia a lugar algum. Nunca.
“Tá tudo bem..?”, pergunta baixinho, dando selares leves em seu pescoço e bochecha. O braço dá sinais de formigamento, mas a posição é tão gostosa que ele prefere ignorar.
“Agora tá…”, diz em um sussurro preguiçoso, se aninhando mais nos braços dele.
“Fecha o olhinho, amor. Tenta dormir agora, hm? Eu tô aqui, não vou sair daqui.”, faz um carinho leve em suas bochechas com a ponta dos dedos.
“Te amo, Jongseong.”, é seu último suspiro antes de tornar à dormir, desta vez relaxada, nos braços de seu marido.