❝ Poxa… Eu fiz tão gostosinho.” — Takayama Riki (Taki)
avisos. taki (&team) x reader!, ambos são virgens, breast play, sexo protegido, menção à álcool, sexo embriagados, oral!fem. .˳˳.⋅ॱ˙ ˙ॱ⋅.˳ um agradecimento especial à nossa lobinha @wlflia que me apresentou ao &team, e minha momozinha @hanniecoffee que se empolga com tudo que escrevo 🩵 @sweetbabyss me perdoa por tentar afanar seu homem :(
A bebida descia por sua garganta lhe dando a sensação de calor. A vodka descia dilacerando sua garganta, mas sentia que precisava beber, como se bebendo, pudesse ocultar o desejo que parecia pulsar em sua pele.
Todos estavam bêbados. Com todos, digo seus melhores amigos. Pessoas que te acompanharam desde à escola, até agora, em seus últimos anos de faculdade.
Entre eles, seu vizinho de adolescência, crush, e atual encosto. O estrupício do Takayama Riki, o Taki.
O também motivo de seu anseio.
Estavam na casa de Ni-ki, também amigo de anos, na confraternização anual do grupo. Se reuniam, bebiam, papeavam, faziam churrasco, e jogavam. A origem de seu descontentamento foi um jogo de verdade ou consequência, e da pergunta esdrúxula de K, também do grupo.
“Verdade ou consequência?”
“É verdade que você perdeu a virgindade com alguém dessa roda, mas ninguém sabe?”, é o que ele pergunta, quase soluçando, de tão bêbado. Você revira os olhos, o estado tão deplorável quanto.
“É. É verdade. Eu perdi a virgindade com um infeliz que tá aqui nessa roda.”, diz dando mais uma golada em sua bebida.
“Infeliz? Poxa. Eu fiz tão gostosinho…”, após um silêncio de segundos, se escuta a voz de Taki, arrastada, rouquinha, alterada.
Você arregala os olhos no mesmo instante, e ele também. Os outros começam a rir, e ele entende o quê fez. Se era um segredo, já não é mais.
“Eu… Merda.”, diz o Takayama. O olhar perdido, olhando pra você meio desesperado, enquanto K ri como uma hiena.
“Sabia!”, é o que K fala, rindo. “Na época ele ‘tava todo todo, falando que ‘tava ficando com uma menina super gata, que ia namorar com ela… Era você!”
“Namorar? Hein?!” você olha para Taki, indignada.
“Ah… Sei lá, né. Foi gostoso à beça, achei que ‘cê também ia querer. Namorar comigo, no caso.” bebinho bebinho, é o que Taki diz. Até meio tristonho.
E sua mente te transporta exatamente pra alguns anos atrás, quando você havia acabado de terminar a escola, recém maior de idade, assim como seu vizinho pentelho. Haviam passado para faculdade dos sonhos, haviam enchido a cara pela primeira vez, e agora estavam em seu quarto ainda com nuances de sua pré adolescência. Babados, paredes rosas, pôsteres do Jungkook do BTS. E agora, Takayama Riki, em cima de seu corpo, deitados em sua cama, enquanto se beijam em uma frequência urgente.
A camisa dele já havia ido parar no chão. Ele literalmente havia crescido. Corpulento, homem. Te beijava com propriedade, desejo. Uma mão em sua nuca, guiando o selar, e a outra em sua cintura, a apertando contra o próprio corpo.
Você estava sem blusa também, e ao menos usava sutiã. Assim que Taki tirou sua blusa, passou bons minutos apreciando seus seios — não só com as mãos grandes, mas também com a boca, mamando com os lábios bonitos.
“Porra, você… Tá quente.”, ele murmura entre o beijo, se esfregando em ti com manha, como um gatinho.
“A gente vai fazer isso mesmo…?”, pergunta receosa. Não por você. Estava com tanta vontade que não havia dúvida alguma pairando por sua cabeça, mas por ele. Sabia que ele também era virgem, e temia que fossem impulsionados pela bebida a fazerem algo que talvez se arrependessem.
Mas ele te mostra. Mostra o quanto quer, quando pega em seu pulso e leva sua mão até a própria ereção, por dentro da calça, mas por cima da cueca. A boquinha chega a tremer com o contato direto de sua mão com o próprio pau, mas não desanima em dizer:
“Olha como eu ‘tô. Eu quero muito. Eu preciso muito…” murmura tornando a selar seus lábios devagarinho. “Preciso de você…”, dita manhoso.
“Você tem camisinha?”, você murmura de volta.
“Tenho…”, geme a palavra.
“Você sabe fazer isso, Taki?”, pergunta entre arfares, tendo ele beijando e mordiscando seu pescoço.
“Se for se basear na minha experiência, não. Mas eu tenho a teoria, e força de vontade. Muita força, e muita vontade.” ele murmura meio risonho. Você revira os olhos.
“E você é linda.”, diz, como se tivesse saído sem querer. Você vê nos olhos dele o pânico, o medo. A tensão de não ser retribuído. E até agradece quando você nada diz, apenas volta a beijá-lo.
As mãos de Taki vão até sua saia, a descendo com destreza. Fazia tudo com uma delicadeza sem tamanho, cuidando de seu corpo como se fosse um objeto frágil. Fazia questão de entretê-la com amassos bem dados, beijando-a dos lábios ao pescoço, de seu colo até o queixo. Assim, você ao menos percebia a agilizada em que ele retirava as suas, e as próprias roupas.
Estavam nus. Taki passou a beijá-la com cenho franzido de tesão, idealizando que finalmente podia fazer o que tanto queria. Estava beijando você, tinha acesso à todo seu corpo — principalmente seus seios, estavam nus, e iriam transar. A vizinha bonita, a mais gentil da escola, inteligente… Que havia crescido e além de tudo se tornado muito gostosa, atraente.
Ele não era mais aquele garotinho de bochechas grandes, medroso. Quer dizer… As bochechas ainda existiam, as covinhas e o rosto jovial também; mas Taki havia se tornado um homem confiante, inteligente, certo de seus desejos. E o maior desejo dele naquele momento era você.
Era poder te fazer gemer, era tomar todo cuidado possível para não te machucar, era ser delicado… Ele queria fazer de sua primeira vez memorável da melhor maneira possível. Queria te tomar com gentileza, com carinho. Queria poder ser um homem pra você. O seu primeiro homem.
Mesmo que não soubesse fazer nada daquilo que estava planejando.
Mas era puro instinto, sabe? Ele sentia que deveria apertar sua bunda, sentia que deveria te beijar com devoção, sentia que devia te fazer ficar o mais molhada possível.
Por isso sua próxima atitude foi segurar a base de seu pau, e guiá-lo até sua carne pulsante, molhadinha, e lubrifica-la ainda mais, passando a cabecinha por todo o espacinho carente.
“Taki…”, você geme em um suspiro. Era aquilo. Exatamente aquilo que ele queria, ele precisava. Você gemendo, se deleitando com as atitudes dele, sentindo prazer. Ele sentia prazer em te dar prazer.
“Pode gemer, meu amor, pode gemer. Não segura, tá?”, ele diz tentando conter o desespero. Queria ouvir sua voz. Queria muito. Isso o excitava da forma mais primitiva.
“Isso é bom.”, exaspera, sentindo ele passar a cabecinha inchada, babada, ameaçando entrar, cada vez que relava por sua fenda.
“Eu sei, eu sei. Eu também tô achando muito bom. Acho… Acho que vou colocar a camisinha agora.” ele diz mais para si mesmo do que para você, de tão baixo que é seu tom.
Mas se estica até o bolso da calça, tirando exatamente uma unidade de uma camisinha de embalagem vermelha com um morango ilustrado. Ele se atrapalha a rasgar o pacote, e se atrapalha mais ainda para descer o látex por sua extensão. Mas dá certo. E ele dá um sorrisinho envergonhado considerando uma vitória.
“Por favor… Se doer, se for desconfortável, ou se você só não quiser mais, me avisa. Me fala. Eu paro na hora, prometo. E-eu.. Vou fazer devagarinho. Juro.” diz com os lábios colados nos seus, respirando devagar, tentando ao máximo te passar tranquilidade.
“Tá bem. Eu confio em você.”, ele assente com a cabeça, e se posiciona para entrar.
De início, arde. Sente cada centímetro dele em seu interior como se estivesse te rasgando no meio. Taki posiciona suas pernas em sua própria cintura, a deixando mais aberta para ele. Ele faz o que promete. É lento, analisando todas as suas reações com cuidado, absorvendo o máximo possível.
A dor era suportável. Não era nada de surreal, é muito talvez o motivo seja o esforço do garoto em deixá-la tranquila e confortável.
Taki, por sua vez, não se sentia exposto como imaginava. Não havia medo de retaliações ou julgamentos, uma vez que ele sabia que era você. Era você. A menina que havia crescido com ele, visto todas suas fases, visto até quando ele havia feito xixi nas calças. Você o conhecia. De verdade.
Superava a necessidade física. Era uma necessidade emocional de estar eternamente ligado à você. Por mais que ele estivesse preocupado em se empenhar para ser seu primeiro homem, ainda havia o peso de você estar sendo sua primeira mulher.
“C-continua?”, ele pergunta. Você havia acostumado levemente com a sensação de ser preenchida. Ainda era incomodo, mas estava molhada o suficiente para poder prosseguir.
“Continua.”, soa mais manhosa do que deseja. É um momento tão intenso e emocional, que se sente extremamente ligada à ele. Como se ele fosse o responsável por cuidar de você, de fazer com que você se sinta bem. Amada.
“É muito gostoso.”, murmura com a testa coladinha na sua, os cabelos grandes da franja tampando parcialmente os olhos.
Saber que você o dá prazer também te apetece. Tê-lo dengosinho segurando gemidos bonitos, de olhos fechados e feição deleitosa te apetecia.
Sentia-se poderosa. Sentia que também conseguia dar a ele, o que ele estava dando à você. Queria que Taki se sentisse quisto. Porque ele era.
As investidas aumentam, mas ainda são leves. Não há pressa, não há força. Há curiosidade, desejo, carinho. Sentimentos carregados de uma doçura indescritível.
O rosto de Taki se encaixa em seu pescoço, à medida em que ele entende que se meter rebolando, é ainda mais gostoso. Soca desta maneira, projetando o quadril em círculos certeiros, te fazendo morder os lábios. Ele segura forte em sua nuca, os dedos entranhando em seus cabelos, puxando-a para mais um beijo desajeitado.
“T-taki…”, geme o nome dele entre o beijo. O próprio quadril indo de encontro ao dele, procurando um contato maior. A resposta dele é seu nome em um gemido tão manhoso quanto, seguido de investidas descoordenadas.
A situação em um todo já era excitante demais. Mas tê-la gemendo tão entregue, nos braços dele, o trouxe sensações diferentes. Posse. Você era dele. Era mulher dele. Ele estava te fazendo mulher.
“Porra, eu.. Nossa… Não dá, não dá.”, murmurava frases desconexas, que faziam sentido apenas na própria cabeça. Tentava pensar em um milhão de outras coisas para que não gozasse rápido, mas era impossível. Sua voz invadia a mente dele, arrepiava-lhe o corpo inteiro.
“Taki, Taki, Taki.”, repetia como um mantra em gemidos.
“Eu vou gozar.”, consegue avisar em um suspiro baixinho, quando seu ápice o alcança.
O prazer percorrendo todo o corpo de Taki, jorrando no preservativo em jatos quentinhos, gemendo doce, arrastado. Segura em sua cintura com força enquanto as últimas gotinhas saem, a agarrando como se estivesse com medo de perdê-la.
“Você…? Tipo… Gozou?”, você pergunta meio sem graça, e as grandes bochechas dele se tornam rosadas.
“E-eu s-sim, mas não fica preocupada.”, diz tão tímido quanto. Até mais. “Eu não vou te deixar mal.
“Como… como assim?” você pergunta quando o sente sair devagar de seu interior ardidinho.
Ele senta sob os joelhos, retirando o preservativo usado do próprio pau, dando um nó e jogando no chão de qualquer jeito. Você o observa… Definitivamente Takayama Riki havia se tornado um homem. O abdômen bem marcado, os bíceps fortes, as costas enormes. Ele joga a franja para trás, deixando a testa e as sobrancelhas bonitas a mostra, e vai um pouco para trás.
E é aí que ele cobiça seu corpo. Vermelhinha, deitada na cama, respirando desregulada. Os seios vermelhos pelo contato, os mamilos eriçados. A bucetinha vermelha, até mesmo meio manchada de sangue, assim como a coberta. Ele sabia que era normal. Não era nenhum idiota. E não tinha nojo, nem raiva, nada.
Por isso desceu devagar, dando beijos por sua barriga, virilha… Até chegar em seu grelhinho inchado, passando a língua molhadinha, e dando uma leve sugada no fim.
“Taki..”, geme um pouco mais alto. Ele olha para você, ainda com a boca ali, lambendo como se estivesse te beijando.
Também nunca havia feito aquilo. O máximo que havia feito antes fora masturbar uma menina em uma festa, mas estava tão chapado que ao menos se lembrava.
Mas ali estava ele. A observando se contorcer sob o toque de sua boca. Guardando cada segundo da cena na memória.
Você fecha a destra nos cabelos dele, puxando para que ele se aproximasse mais. Ele sorri entre as chupadas. Gosta que você esteja gostando. Por isso aumenta o ritmo, coloca mais pressão na língua, e ainda ousa penetra-la de levinho em sua entrada ainda mais babada.
É aí que você sente. Como algo que tira seu ar, os olhos automaticamente se fecham, e você força o rosto se Taki em sua buceta. Seu corpo treme, relaxando-se em seguida, naquilo que fora o primeiro orgasmo que um homem te deu. Seu corpinho desaba na cama, exausto. Mas atenta. Atenta porque Taki se levanta, e caminha até o banheiro.
Mas relaxa novamente quando o vê voltando com lenços umedecidos nas mãos.
“Deixa só eu limpar aqui um pouquinho da sua coxa… Sangrou um pouquinho, mas é normal. Não fica preocupada não.”, diz baixinho, passando o lenço com delicadeza.
Se levanta novamente, desta vez pegando também a camisinha do chão. Volta para a cama trazendo uma coberta, colocando sob seu corpo, e voltando a se deitar ao seu lado.
“Quer deitar aqui um pouco?”, aponta para o próprio peitoral, meio ansioso. Você assente com a cabeça, se aproximando dele, e descansando o rosto na pele quente do peito dele. Ele sobe a mão para seu cabelo, fazendo um carinho gostoso. Dessa vez, nenhum resquício de álcool no corpo mais.
Você suspira, grata pelo cafuné. Fecha os olhos sentindo a tranquilidade. O ar ligado, o quarto escurinho e geladinho.
“Eu te machuquei?”, pergunta baixinho, preocupado. A voz tão rouca que o peito chega a vibrar.
“Não.”, murmura baixinho. “Pra ser sincera, não achei que seria tão gostoso. Você não me machucou, Taki. Foi muito muito bom. Eu gostei muito.”
Mesmo sem poder ver, sente que ele sorri.
“Também gostei muito. Foi muito bom.”
Pegaram juntos no sono, mas a manhã fora esquisita. A euforia e o álcool não estavam mais ali, e só havia sobrado a estranheza, e sentimentos ocultos. Taki não queria ir embora. Você não queria que ele fosse. Mas ele não disse nada. Nem você. Por isso ele fora embora tristonho, e você havia ficado sozinha, se sentindo vazia.
Alguns dias depois, os melhores amigos de Taki não suportavam mais o garoto falando sobre a menina que ele estava ficando. Como ela o fazia bem, como ela era incrível, como era bonita… E o incentivaram a pedi-la em namoro. Mesmo sem saberem que era de você que Taki falava.
E ele foi. Confiante, malandrinho. Mas não contava com a cena que encontraria. Você e sua melhor amiga conversando sobre ele, onde você dizia “tá doida? Eu apaixonada pelo Taki? Nunca.”
O que ele não sabia é que sua fala era pura mentira. Carregada de uma timidez e de uma vergonha que apenas uma jovem de dezoito anos carregaria com tamanha imaturidade. Imaginava que Taki nunca poderia gostar de você. Então nunca admitiria que gostava dele.
Os anos transformaram a relação de vocês em pura picuinha, assim como era na infância. Briguinhas bobas por tudo, implicância, provocações… Até chegar naquele fatídico momento na festa.
*“Ah… Sei lá, né. Foi gostoso à beça, achei que ‘cê também ia querer. Namorar comigo, no caso.” bebinho bebinho, é o que Taki diz. Até meio tristonho.*
“Namorar com você…? Taki, tá me zoando.”, você diz desacreditada. Ele não poderia estar falando sério.
“Pena que você nunca quis nada comigo.”, ele dá de ombros, bêbado como um gambá.
Definitivamente aquela história não acabaria por ali. Mas por aquela noite, era o suficiente. Álcool demais, memórias demais, coragem de menos.