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Mulheres de direita vĂŁo postar vĂdeo vĂdeos falando sobre as mulheres no afeganistĂŁo, e ao mesmo tempo sĂŁo a favor de um partido que sĂŁo abertamente machistas. que falam com todas as palavras que sĂŁo contra o voto feminino, que feminicidio nĂŁo existe, que pretendem tirar o direito da mulher ao bolsa famĂlia, que mulheres nĂŁo deveriam ter uma carreira, e sim casar e ficar em casa tomando conta dos filhos, e que forçam uma criança vĂtima de estrupo a parir.
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Sicheng olha para o relĂłgio de pulso. EstĂĄ sentado em uma poltrona no salĂŁo comum do dormitĂłrio masculino faz meia hora. Assiste em silĂȘncio aos alunos entrarem e saĂrem e realizarem seus afazeres, que nada tem a ver consigo. Tem um cara que o encara de esgueira, abre a boca para falar algo e nĂŁo diz nada. Faz isso por trĂȘs vezes e pensa que Sicheng nĂŁo percebe.
Todos os alumni estĂŁo cheios de uma agitação incomum, fomentada por burburinhos que nĂŁo param de encher os ouvidos de Sicheng. Aguardam um evento marcado para o final da tarde: a famosa calourada oferecida pelos veteranos, que geralmente ocorre em um terreno baldio abandonado, perto da Academia. Sicheng nĂŁo poderia se importar menos. Ele sempre detestou interaçÔes sociais do tipo, especialmente apĂłs ser obrigado a participar de eventos com seus pais. Entretanto, sabe a importĂąncia dos mesmos quando se trata de construir relaçÔes que possam levĂĄ-lo a algum lugar.Â
Seus pais voltam à mente depois de dias. Não fala com eles desde então. Não ousa retornar para casa, não depois da reação infeliz que obteve ao contar sobre seu aceite na universidade. Guarda seus lamentos para si mesmo. Estå prestes a se levantar quando o rapaz que o observa de longe se aproxima:
A dupla vĂȘ o espaço encher Ă medida que a noite os abraça. Hordas de acadĂȘmicos sĂŁo cuspidos do ĂŽnibus que para perto. Xiaojun sorri e acena para quem passa ao redor deles numa falha tentativa de parecer natural.Â
â O que vocĂȘ acha de beber algo? Pra dar uma animada. â Sugere Sicheng. Em outro contexto ele jamais diria algo assim. Mas nesta noite sente que estĂĄ seguro, longe do que o preocupa, e o mais importante: que nĂŁo precisa seguir uma cartilha⊠um tipo de sentimento que nunca teve antes.
â JĂĄ volto, entĂŁo. â Sicheng se afasta e caminha em direção a uma das mesas compridas com recipientes cheios de uma bebida rĂłsea. Ele serve um pouco e pega uma garrafa de ĂĄgua para Xiaojun, quando seus olhos param em uma presença e ele estremece.
Ă automĂĄtico, nĂŁo tem tempo de controlar. TĂȘm outras moças ao seu redor, mas vocĂȘ se destaca aos olhos dele novamente, e ele retorna ao dia da cerimĂŽnia, quando te viu no auditĂłrio. A forma como vocĂȘ fala sorrindo traz uma aura de leveza ao recinto sem esforço. As suas colegas sĂŁo tĂŁo bonitas quanto vocĂȘ (ele consegue identificar a prima de Chenle Zhong entre elas), mas nenhuma delas parece brilhar como vocĂȘ brilha.
Sicheng gagueja e se faz parecer um tolo diante das moças. Diante de vocĂȘ. Mal consegue articular uma frase que se possa entender. Ele sai em seguida. Escapa, com a impressĂŁo de que vocĂȘ e todas as suas amigas vĂŁo lançar algum tipo de feitiço sobre ele caso nĂŁo o faça.
â Mulheres. SĂŁo. Horripilantes. â Declara ele ao alcançar a garrafa de ĂĄgua para Xiaojun. DĂĄ um gole rĂĄpido na prĂłpria bebida. NĂŁo tem um gosto bom, queima garganta abaixo.
â Nem me fale. â Xiaojun concorda.
Mas Sicheng permanece com o seu olhar doce e suave por trås da cabeça dele.
notas: pra essa histĂłria minhas personagens originais femininas tĂȘm nome quando sĂŁo citadas em outros contos, mas quando eu estiver escrevendo do ponto de vista delas ou do interesse romĂąntico delas vou colocar como âvocĂȘâ, como se fosse a leitora, pra vocĂȘs poderem se inserir. NĂŁo sei se deu pra entender, mas espero que nĂŁo fique confuso! JĂĄ vi outras autoras escrevendo assim e amei a ideia jĂĄ que eu costumo dar personalidade pras minhas ocâs!
seja devorada pelo caos acadĂȘmico & outros contos
â Por favor amor... Tira isso de mim, dĂłi tanto! Me deixa te sentir sĂł um pouquinho, por favor, eu nunca mais vou fazer isso de novo, juro, mas por favor...
â SĂł porque hoje tĂŽ me sentindo bem humorada... â Se estica o suficiente para desligar a vibração do anel peniano e logo retira o brinquedinho, causando um alĂvio instantĂąneo em Song que suspira trĂȘmulo. â Vou cessar seu castigo por ora e talvez permitir que vocĂȘ enfie esse seu pau miserĂĄvel em mim, desde que nĂŁo goze antes de eu deixar, entendeu?
Mingi engole em seco, acena com a cabeça positivamente, tĂŁo desesperado pra sentir o alĂvio de enterrar a pica em vocĂȘ, mesmo sabendo que sĂł de sentir seu interior macio e molhadinho ao redor dele vai ser o suficiente pra te lotar de porra⊠Apesar da punição, vale a pena tirar uma casquinha.
Gostou? DĂĄ uma forcinha aĂ! Uma curtida, um reblog ou um comentĂĄrio sĂŁo mais do que suficientes para eu saber que vocĂȘ se agradou com meu conteĂșdo :)
entregador-de-pizza!vernon x leitora âĄÂ smut [18+ menores nĂŁo interajam] #avisos: sexo sem proteção, fingering & oral (f.), penetração, gozando dentro, uso de gostosa e princesa!
sentada no sofĂĄ, comenta algo bobo com jeonghan, mais uma daquelas reclamaçÔes comuns da vida adulta, trabalho, rotina, dias que parecem sempre iguais, parece que todo mundo tem uma vida completamente divertida enquanto vocĂȘ segue no automĂĄtico. ele te escuta, mexendo no prĂłprio celular.
âvocĂȘ precisa parar de seguir a vida como uma receita de boloâ
vocĂȘ franze o cenho. âcomo assim?â
ele dĂĄ de ombros, como se nĂŁo fosse nada demais. âsempre pensa demais antes de fazer tudo. fica se martirizando por pouca coisa, se impedindo de viver por medo.â o corpo todo se vira para vocĂȘ, te encarando firme. âvocĂȘ devia viver mais.â
âfĂĄcil falar.â bufa. ânĂŁo da para meter o louco e sair vivendo quando um aluguel consome metade do seu salĂĄrio.â
ele ri baixo, como se estivesse falando de algo simples. ânĂŁo tĂŽ te dizendo pra largar tudo e ir fazer mochilĂŁo, mas a gente precisa fazer umas maluquices Ă s vezes. sabe? fazer xixi na rua, baixar o tinder e ter dates ruins, comer comida barata e duvidosa⊠sabe, viver.â
vocĂȘ nĂŁo responde muito. sĂł fica com aquilo preso em algum lugar da cabeça enquanto ele muda de assunto, como se nada tivesse acontecido.
mas agora, algumas horas depois, isso ainda nĂŁo saiu da sua mente.
e sentada no sofĂĄ, a conversa com jeonghan mais cedo ainda ecoa na sua mente.
âviver mais e fazer algumas maluquices as vezes" droga, por que isso soa tĂŁo difĂcil? Â
mas isso pode ficar pra semana que vem, por agora apenas ligou na pizzaria de sempre, fazendo o pedido de sempre, e indo tomar um banho (o quente de sempre).Â
entre o pedido e o porteiro interfonar nĂŁo levou 1h, pede tanto no estabelecimento que o motoboy provavelmente jĂĄ sabe seu endereço de cor.Â
certo, ele definitivamente sabe, hansol inclusive pediu seu nĂșmero em uma das entregas, consegue se lembrar exatamente da cena: o rapaz de mechas loiras e lateral raspada entregando o prĂłprio celular a vocĂȘ, com a tela aberta para adicionar contato ao telefone.
âvai me mandar as promoçÔes da pizzaria?â perguntou divertida.
ele te encara. quase como quem questiona se escutou direito, e vocĂȘ refaz a pergunta, tentando nĂŁo pensar muito no rumo que isso pode tomar.Â
a cabeça de vernon turva: a pizzaria nĂŁo fechou, apesar de terem outros motoboys ele ainda precisa terminar as entregas, por outro lado, porra, vocĂȘ ta convidando ele pra entrar, tudo que ele sempre quis.Â
tudo começou hĂĄ alguns meses atrĂĄs: vocĂȘ havia acabado de se mudar e seu vizinho de porta, numa conversa de elevador, recomendou a pizzaria que tinha ali por perto. vocĂȘ anotou mentalmente mas levou algumas semanas pra de fato pedir algo.
âcĂȘ tĂĄ cheirosa hoje, hein!â âlinda pra caralho.â âse um dia tu me desse chance, princesaâŠâ
e bem, ali estava ele, ainda te encarando. pela primeira vez em meses, hansol parecia sem resposta.Â
notando que vocĂȘ nĂŁo faz nenhuma menção a ser brincadeira, adentra no seu apartamento, chutando no cantinho da porta o tĂȘnis preto, passando os olhos por todo o ambiente.
âdizem que o cara paciente sempre ganhaâ ele ri, puxando uma das cadeiras enquanto te observa pegar dois pratos no armĂĄrio, digita algo no celular e logo bloqueia a tela.
encara hansol de novo, o cabelo raspado definitivamente nĂŁo ajudando, e porra, por que ignorou as mensagens desse homem por tanto tempo?
âjĂĄ teve a sensação de viver completamente no automĂĄtico?â pergunta.
hansol te encara curioso, parando de mastigar devagar, tentando entender de onde veio a pergunta repentina.
âtava conversando com meu amigo hoje, ele disse que eu preciso fazer maluquices as vezes, minha vida parece completamente monĂłtona, trabalho, estudo e parece que vivo num loop sĂł disso.â
os lĂĄbios traçam uma linha molhada pelo seu maxilar, rastrinhos de saliva te deixando inquieta no colo do homem, que finalmente te beija, deixando claro o quanto deseja isso por semanas.Â
âcĂȘ nĂŁo tem noção de quantas vezes sai daqui com o pau duro pensando em vocĂȘ assim.â
beija seu pescoço, molhadinho e lento, alguns filetes de saliva ficando pelo caminho. desce devagar pelos seus ombros, a paciĂȘncia dele sendo a causa da sua ruĂna.Â
ele rosna baixinho contra sua pele, a boca largando seu peito para te beijar novamente, faminto, uma urgĂȘncia que nenhum dos dois conseguem mais disfarçar.Â
sem qualquer cerimĂŽnia, sente seu o shortinho ser puxado para baixo, levando junto a calcinha fina, vocĂȘ se movimenta ajudando a tirar o pedacinho de pano, e entĂŁo se vĂȘ completamente nua para hansol.
o indicador passa na sua entrada, fazendo vernon sorri quando nota o quĂŁo meladinha vocĂȘ estĂĄ pra ele.
âporra, princesa. tĂĄ toda quentinha pra mim.â
ele desce o corpo, a cabeça tĂŁo prĂłxima do seu buraquinho que te faz sentir a respiração dele. a pontinha da lĂngua toca seu clĂtoris, te fazendo dar um gritinho manhoso que se misturou com o fim do toque estridente do celular do entregador.
sentindo vocĂȘ relaxar, ele coloca um segundo dedo, voltando com a lĂngua no seu clitoris, dosando a força perfeita pra te deixar burrinha.Â
tenta se agarrar aos fios de cabelo, dando uma risadinha quando percebe que o cabelo raspado nĂŁo vai te deixar fazer isso, mas porra, nem consegue reclamar, vernon estĂĄ tĂŁo gostoso com o cabelinho assim.Â
vocĂȘ nem sabe como ele faz isso, mas tem dois dedos curvados dentro de vocĂȘ, enquanto a lĂngua brinca no seu pontinho inchado, e a mĂŁo livre sobe e desce pelo prĂłprio pau, sujando um pouco do seu lençol com o lĂquido espesso que a cabecinha solta.
foda-se a porra da rotina, foda-se a porra da regras e principalmente, foda-se a porra da camisinha, vocĂȘ precisa de hansol dentro de vocĂȘ.
antes que o orgasmo pudesse te atingir vocĂȘ o afasta, empurrando a cabeça do entregador com força para baixo, afastando ele de vocĂȘ e o fazendo tirar os dedos de dentro.
ârepete. cĂȘ tĂĄ me mandando te comer sem camisinha?â
vocĂȘ assente, arranhando de leve o bĂceps dele. âpor favor.â
vernon rosna, puxando a calça jeans com a cueca para baixo de uma sĂł vez, ele nĂŁo questiona de novo, apenas engatinha novamente pela cama, afasta suas pernas e, com as mĂŁos trĂȘmulas, encaixa o pau babĂŁo na sua entrada melada.
a buceta molhada faz a piroca deslizar pra dentro com facilidade, sugando todo o comprimento do entregador, hansol choraminga, o corpo espamando enquanto sua xoxota engole ele.
a ordem destrĂłi qualquer resquĂcio de sanidade dos dois, âgostosa!â ele choraminga, os dedos afundando contra a carne do seu quadril.
ele nĂŁo consegue mais ir devagar, nem ao menos vocĂȘ quer isso, uma das mĂŁos firmes largam seu quadril para fazer cĂrculos no seu clĂtoris, te fazendo choramingar, tentar fechar as pernas, e hansol nĂŁo para.
as estocadas sĂŁo brutas, fazendo o barulho das peles se chocando ecoarem pelo quarto. sua mente fica vazia, pensando somente no caralho grosso te enchendo, raspando a pontinha no seu Ăștero, latejando forte dentro de vocĂȘ.
âdelĂcia. linda. porra, gostosa.â
suas pernas tremem, e o orgasmo te atinge em cheio, fazendo vocĂȘ ver estrelas, tombando a cabeça pra trĂĄs num grito com o nome dele.
hansol nĂŁo para, buscando o prĂłprio ĂĄpice, o corpo tremendo em puro tesĂŁo, sem qualquer ritmo definido, apenas delirando.
o quarto sĂł nĂŁo fica um silĂȘncio total por conta das respiraçÔes pesadas de ambos, os peitorais subindo e descendo tentando recuperar a decĂȘncia.
o rosto de vernon enterra no seu pescoço, o cabelo raspado fazendo uma cosquinha na sua bochecha, a mão deixando um carinho agora suave nos seus quadris.
aos poucos o pau vai amolecendo dentro de vocĂȘ, e quando se retira, o esperma vaza sujando suas coxas e o lençol. a bucetinha ficando vazia, e agora um pouquinho dolorida pelas Ășltimas estocadas.
ele rola para o lado, deitando de costas e te puxando pra ele, te fazendo se aninhar no peitoral magro. selinhos são depositados no seu rosto, enquanto hansol deixa carinhos pelo seu braço.
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Volta spirit voltaaa đđ eu juro nunca mais te chamar de lixo, fedorento, feio, projeto de chernobyl, bomba atĂŽmica e cuscuz paulista de novo đ eu tenho dependĂȘncia emocional aaaaa