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Olá
Olá!
Amei seu tumblr! Eu acho mt interessante astronomia
Obrigada! É realmente muito interessante. <3
Esta nuvem de gás, observada pelo instrumento ESO Faint Object Spectrograph and Camera (EFOSC2) instalado no Observatório de La Silla do ESO, pode ser encontrada bem aninhada na constelação do Centauro no céu do hemisfério sul. A nuvem de gás — chamada NGC 3699 — é uma nebulosa planetária, que se distingue por ter uma aparência irregular com manchas e uma linha escura, que a separa grosso modo ao meio. Estes objetos, que apesar do nome nada têm a ver com planetas, formam-se durante as fases finais da evolução de estrelas do tipo do Sol. O nome “nebulosa planetária” vem da época da sua descoberta por William Herschel quando, através dos telescópios existentes na época, se viam como objetos redondos parecidos a planetas. No final das suas vidas, as estrelas do tipo solar gastam o depósito de hidrogênio situado no seu centro, o que faz parar as reações nucleares. Este aspecto dá origem à contração do núcleo da estrela sob ação da força da gravidade e aquecimento subsequente, enquanto as camadas exteriores mais frias se expandem imenso — a superfície do Sol, por exemplo, irá muito provavelmente chegar à órbita da Terra quando o Sol atingir esta fase da sua evolução. Ventos estelares excepcionalmente fortes empurram as camadas exteriores gasosas para o espaço, deixando eventualmente a descoberto o núcleo da estrela, que começa a emitir radiação ultravioleta, ionizando o gás expelido e dando origem ao brilho etéreo da nebulosa e criando vistas bonitas e variadas, como é o caso do objeto desta imagem.
Crédito: ESO
Esta vista de campo amplo do céu em torno da estrela brilhante Alfa Centauro foi criada a partir de imagens fotográficas do Digitized Sky Survey 2. A estrela parece muito grande apenas devido à radiação dispersa na emulsão fotográfica. Alfa Centauri é o sistema estelar mais próximo do Sistema Solar.
Crédito:
ESO/Digitized Sky Survey 2 Acknowledgement: Davide De Martin

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LUTO
Olá pessoal, sou do Rio Grande do Sul e vivo em uma cidade bem próxima de Santa Maria, estou completamente chocada com a tragédia e conhecia uma pessoa entre as 232 mortas pelo incêndio na boate Kiss. Fiquei muito abalada pelas famílias e digo que todos que tem sentimentos se colocam no lugar dessas pessoas que perderam seus entes queridos de forma prematura e inaceitável. Peço que Deus ilumine cada uma dessas famílias nesse momento de tanta dor.
Saturno
Outros planetas possuem anéis, mas não tão espetaculares à observação visual como os anéis de Saturno. É o segundo maior planeta do Sistema Solar: seu diâmetro é de aproximadamente 120 500 quilômetros. Está a 1 427 000 000 de quilômetros do Sol. Seu movimento de rotação dura 10 horas e 15 minutos; o de translação, 29 anos e 6 meses. Sua atmosfera também contém hidrogênio. A temperatura chega a -150 °C, com ventos de 1 500 quilômetros por hora, que causam até relâmpagos.
De todos os planetas do Sistema Solar, Saturno é o que possui o maior número de satélites conhecidos: Cerca de vinte. Titã é o maior deles e o segundo maior satélite do Sistema Solar.
Tumblr perfeito *-* Parabéns. Seguindo...
Obrigada, fico muito feliz que tenha gostado do meu Tumblr e obrigada por seguir (estou te seguindo também).
Uma nova imagem obtida pelo telescópio APEX, Atacama Pathfinder Experiment, mostra uma bela vista de nuvens de poeira cósmica na região de Orion. Embora estas nuvens densas interestelares pareçam escuras em imagens obtidas no visível, a câmera LABOCA do APEX consegue detectar o calor emitido pelos grãos de poeira e revelar os locais secretos onde novas estrelas estão se formando. No entanto, uma destas nuvens escuras não é o que parece.
No espaço, nuvens densas de gás e poeira cósmica são os locais onde nascem novas estrelas. Na radiação visível, a poeira aparece-nos escura e obscurante, escondendo as estrelas que estão por trás. Tanto que, quando o astrônomo William Herschel observou uma destas nuvens na constelação do Escorpião em 1774, pensou que era uma região sem estrelas e teria até exclamado "Existe de fato aqui um buraco no céu!"
De modo a compreender melhor a formação estelar, os astrônomos utilizam telescópios que podem observar a maiores comprimentos de onda, tais como no domínio do submilimétrico, no qual os grãos de poeira escuros brilham em vez de absorverem radiação. O APEX, no Planalto do Chajnantor, nos Andes chilenos, é o maior telescópio composto por uma única antena parabólica, no hemisfério sul, a trabalhar no submilimétrico, o que o torna ideal para ajudar os astrônomos a estudar o nascimento das estrelas.
Situado na constelação de Orion, a 1500 anos-luz de distância da Terra, o Complexo da Nuvem Molecular de Orion é a região mais próxima de nós onde se formam estrelas em grande número, contendo, por isso, um tesouro de nebulosas brilhantes, nuvens escuras e estrelas jovens. A nova imagem mostra apenas parte deste vasto complexo observado no visível, com as observações submilimétricas do APEX sobrepostas em tons de laranja brilhante, que parecem incendiar as nuvens escuras. Muitas vezes, os nós brilhantes observados pelo APEX correspondem a regiões mais escuras no visível - um sinal claro de uma nuvem densa de poeira que absorve radiação visível, mas que brilha nos comprimentos de onda submilimétricos, sendo possivelmente um local de formação estelar.
A região brilhante por baixo do centro da imagem é a nebulosa NGC 1999. Esta região - quando vista no visível - é o que os astrônomos chamam uma nebulosa de reflexão, onde o brilho azul pálido da radiação estelar de fundo é refletido pelas nuvens de poeira. A nebulosa é principalmente iluminada pela radiação energética emitida pela jovem estrela V380 Orionis, que se encontra no seu coração. No centro da nebulosa encontra-se uma zona escura, a qual se observa ainda melhor numa bem conhecida imagem do Telescópio Espacial Hubble da NASA/ESA.
Normalmente, uma região escura como esta indicaria uma nuvem densa de poeira cósmica, obscurecendo as estrelas e a nebulosa por trás. No entanto, nesta imagem podemos ver que a região permanece estranhament escura, mesmo quando incluímos as observações do APEX. Graças a estas observações APEX, combinadas com observações no infravermelho, obtidas por outros telescópios, os astrônomos pensam que esta região é de fato um buraco ou cavidade na nebulosa, escavada pelo material que flui da estrela V380 Orionis. Desta vez, existe de fato um buraco no céu!
A região mostrada nesta imagem situa-se a cerca de dois graus a sul da enorme e bem conhecida nebulosa de Orion (Messier 42), a qual pode ser vista no limite superior da imagem de grande angular, no visível, do Digitized Sky Survey.
As observações APEX utilizadas nesta imagem foram obtidas por Thomas Stanke (ESO), Tom Megeath (Universidade de Toledo, EUA) e Amy Stutz (Instituto Max Planck para a Astronomia, Heidelberg, Alemanha). O APEX é uma colaboração entre o Instituto Max Planck para a Rádio Astronomia (MPIfR), o Observatório Espacial Onsala (OSO) e o ESO. A operação do APEX no Chajnantor está a cargo do ESO.
fonte: ESO

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Júpiter
É o maior planeta do Sistema Solar. Ele tem um diâmetro aproximadamente 11 vezes maior que o da Terra.
Júpiter se encontra a 783 000 000 de quilômetros do Sol. Seu movimento de rotação dura 9 horas e 55 minutos e o movimento de translação dura 12 anos. Possui anéis. Sua atmosfera é rica em hidrogênio e apresenta ventos de 500 quilômetros por hora.
Júpiter possui dezesseis satélites; Ganimedes é o maior deles, bem como o maior do Sistema Solar.
Esta nova imagem do Very Large Telescope do ESO mostra a nebulosa planetária Fleming 1 na constelação do Centauro. Este objeto consiste numa nuvem brilhante de gás em torno de uma estrela moribunda. As novas observações mostraram que existe, muito provavelmente, um par de estrelas anãs brancas no coração deste objeto, algo bastante raro. Os movimentos orbitais deste sistema binário explicam de forma perfeita as estruturas simétricas dos jatos existentes nas nuvens de gás circundantes, neste e noutros objetos similares.
Crédito: ESO/H. Boffin
Uma equipe internacional de astrônomos estudou a jovem estrela HD 142527, situada a mais de 450 anos-luz de distância, a qual se encontra rodeada por um disco de gás e poeira cósmica - os restos da nuvem a partir da qual a estrela se formou. O disco poeirento encontra-se dividido numa parte interior e outra exterior, divisão esta feita por um espaço vazio, que se pensa ter sido esculpido por planetas gigantes gasosos recentemente formados que limpam as suas órbitas à medida que giram em torno da estrela. O disco interior tem uma dimensão que vai desde a estrela até à distância equivalente à órbita de Saturno no nosso Sistema Solar, enquanto que o disco exterior começa só 14 vezes mais longe. Este último disco não circunda a estrela de forma uniforme; possui forma de uma ferradura, provavelmente causada pelo efeito gravitacional dos planetas gigantes em órbita da estrela.
Fonte:ESO
Comet McNaught setting behind Mount Paranal, in January 2007.
Credit:
S. Deiries/ESO

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Marte
Por causa de sua coloração avermelhada, Marte é conhecido como planeta vermelho. Seu diâmetro é aproximadamente metade do da Terra.
Sua rotação dura pouco mais de 24 horas e sua translação é de 687 dias. Marte está a 228 milhões de quilômetros do Sol.
Em comparação com outros planetas o clima de Marte é ameno, mas com verões muito quentes e invernos muito frios. Em seus pólos são encontradas calotas de gelo de gás carbônico. Os ventos são fortes, alcançando 200 quilômetros por hora.
Marte possui dois satélites: Fobos e Deimos.
Por que a Lua tem tantas crateras?
Por que ela não tem atmosfera para frear ou destruir os meteoros que se dirigem para sua superfície. Com isso, eles não se desintegram e caem diretamente sobre o solo lunar. De acordo com o tamanho, eles produzem buracos de dimensões e formas diferentes (veja infográfico). A maioria das grandes crateras foi formada por uma grande chuva de meteoros que ocorreu há cerca de 4 bilhões de anos e atingiu todo o sistema solar. "As luas de Júpiter e Saturno também ficaram com os mesmos tipos de marcas", diz o astrônomo Augusto Damineli, da Universidade de São Paulo.
A Terra também foi atingida, mas sua atmosfera brecou ou destruiu, por atrito, a maior parte dos fragmentos, fazendo com que existam poucas crateras. No nosso planeta, há ainda o efeito da chuva e do vento que jogam terra para dentro dos buracos. Na Lua não há nenhum desses fenômenos naturais e eles permanecem intactos. Até micropartículas cósmicas atingem sua superfície e formam minúsculos orifícios, invisíveis ao olho humano, com menos de 1 milímetro de diâmetro.
fonte: Superinteressante