Ótima notícia: Ron Gilbert postou no seu blog ontem que Thimbleweed Park 2 está em desenvolvimento, com lançamento previsto pro início de 2028.
Eu amei o primeiro Thimbleweed Park. Eu acho que é um dos melhores jogos pra se jogar no Nintendo Switch, embora ele seja um jogo de computador de primeira (eu preciso escrever sobre minha ideia de “jogos de computador” um dia). Ele me lembrou de jogos que eu não entendia direito quando eu era pequeno, mas me sentia instigado a jogar mesmo assim. Foi muito legal de revisitar o gênero de aventura de apontar-e-clicar baseada em verbos.
Acho muito interessante como, nesse último ano, as boas notícias que eu leio sobre jogos geralmente vêm de desenvolvedores fora das grandes empresas. Com o passar do tempo, mais e mais do meu tempo jogando acaba indo para jogos definitivamente menores do que da minha juventude. Eu me interesso por projetos pessoais, como A Short Hike, Lil Gator Gate, Time Flies e Blippo+.
Com as péssimas notícias que a indústria tem divulgado todas as semanas, e o relativo silêncio da Nintendo nesse último ano, eu me sinto bastante desinteressado nas super-produções. Meu jogo mais esperado desse ano, por exemplo, é Big Walk.
Acho que com o passar do tempo isso vai acontecer mais e mais. Eu jogo pouquíssimo no meu PlayStation, e vejo ele como uma máquina de potência não utilizada. Eu acho que nunca joguei um jogo que realmente fez ele se forçar. Talvez Grand Theft Auto 6 vá fazer isso no fim do ano, mas eu nem sei se vou ter o tempo necessário pra jogar algo assim. Eu acho que o meu Switch 2 e o meu MacBook são o suficiente pra jogar grande parte de tudo aquilo que eu quero jogar hoje, e no futuro. Mais e mais eu penso que a tecnologia é mais interessante quando faz mais com pouco, e não muito com muito. É o que tornou Breath of the Wild, com seu mundo gigante e lindo rodando no que equivale a um processador de Moto G de segunda geração, como uma espécie de mágica.




















