One day, a k i n g will come, and the s w o r d will rise a g a i n artorias loholt pendragon aka art; 22 y/o; house imre; rightful heir and future king of camelot
"--- E me julgavam quando eu falava que queria matar o narrador. Olha o que somos obrigados a passar. Enfrentamos um quase apocalipse, e a maioria de nós nem tem vinte e cinco anos." Se lembrava do último pensamento, e lá vamos nós, assim que o caos se instaurou, e agora possuía duas muletas porque tinha quebrado a perna, além da maldita voz em seu ouvido. "--- E sim, não consigo andar sem essas....coisas. Mas ainda posso bater em você com elas." Uma brincadeira, sem tanta brincadeira, pois estava prá lá de cansada.
— Sério, Nym? Eu sobrevivo a um apocalipse dos elementos e vou ser derrubado por um ataque de muletas? — Nem mesmo uma geostorm daquelas era o suficiente para abalar o humor faceiro de Artorias, ainda mais sendo que ele havia sido um dos poucos a sair perfeitamente intactos; longe o suficiente do epicentro do ataque, o maior dano recebido pelo Pendragon foi a ventania desfazer seu penteado. — Bem, é o tempero da vida, não acha? Um pouco de emoção no seu ano letivo?
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Apesar do caos claramente instaurado em Aether, os olhos recém despertos de Romanova não captavam muito além de vultos. E por mais que rosto e pernas estarem manchadas em escarlate, ela não sentia nenhuma dor ––– talvez porque não estivesse, de fato, sentindo o próprio corpo, principalmente suas pernas. “ ––– Por favor…” A voz saiu num sopro fraco, direcionando-se a pessoa mais próxima. “ ––– Por favor, me ajuda a levantar.” Contudo, o estado dos seus pés deixava claro que ela não conseguiria manter-se de é, muito menos dar um único passo.
A cabeleira ruiva da Romanova era inconfundível, mas era perdoável que não a reconhecesse de imediato: a figura maltratada e fraca em pouco lembrava a vivacidade característica a russa, e isso foi o suficiente para que até mesmo alguém tão inatingível como Artorias se preocupasse com a gravidade da situação. — Calma, calma. Eu vou te levantar agora, certo? — Avisou, avistando os olhos dela confusos e desfocados, antes de passar um braço por debaixo dos joelhos e outro pelas costas, erguendo-a já no caminho para a enfermaria. — Onde você estava quando aconteceu tudo isso, Sonya? — Informação irrelevante, considerando o estado de sua interlocutora, mas seu objetivo era simplesmente mantê-la acordada por tempo o suficiente para chegar aos curandeiros do Instituto.
‘ Eu tenho quase certeza que é do Neevan, né. Ele quase foi pai umas quatro vezes só esse semestre. Eu inclusa. Tudo alarme falso? Sim, mas na quinta vez tem de ser verdade, né. Só se ele for blindado pelo provérbio do: mil alarmes falsos à sua direita, dez mil à sua esquerda, mas tu não serás atingido… Eu duvido. Do Neevan essa criança. ’
— Neevan? Não, aquele lá é só barriga de pano, alvo de golpe do baú. — Artorias estava achando muitíssimo divertida a história toda, principalmente pelo nome dele não estar no meio. Bastardinho Pendragon? Não estaremos tendo. — A essa altura eu nem sei mais, mas eu diria que é ou o Njord ou o Soren, os dois não perdem uma oportunidade. Pelo bem da criança eu estou torcendo pelo Fitzherbert, já ouviu falar da situação das Ilhas do Sul? Não conseguiria bancar um par de meias pro rebento.
“ ––– Shh, entonces escúchanos*.” Sussurrou para x outrx, mas os olhos castanhos continuavam concentrados nas macieiras, há alguma distância. A verdade é que Flores estava curioso sobre como a fitocinese poderia se manifestar naquele lugar; mais especificamente, se funcionavam em macieiras lutadoras e falantes. Apertando os olhos, moveu uma das mãos, e consequentemente, um dos galhos de uma das macieiras também se moveu, fazendo a árvore soltar uma exclamação de surpresa. Inegavelmente, Flores também estava surpreso, contudo, era um sorrisinho minimamente satisfeito que fazia-se presente no rosto. “ ––– Isso vai ser show.” Será que dava para usar os poderes para ajuda-lo a passar pelas macieiras?
Observou com atenção a demonstração alheia, o aperto no punho da espada afrouxando ao constatar o sucesso do Flores, os olhos azuis se abrindo em surpresa. Quem diria que ele poderia ter um poder tão útil? — Olha, eu vou ter que admitir que isso é bem melhor que a que eu tinha em mente. — Admitiu, indicando a arma na mão, e o príncipe não precisaria ser um gênio para entender que seu plano inicial era passar o ferro em tudo que lhe aparecesse na frente. E ele não tinha embainhado a espada, ainda, então a possibilidade ainda estava em aberto. Nunca se sabe, não é? — Acha que consegue fazer com que façam uma dancinha? — Brincou, apesar de no fundo estar tentando saciar a recém descoberta curiosidade sobre as capacidades alheias.
Grimmauld quase havia perdido a hora de ir para excursão. Nos últimos dias, ou semanas, o garoto se encontrava cansado, e na maior parte do tempo, totalmente bêbado. Mas por sorte se lembrou daquele evento escolar e chegou a tempo de ir para simulação. “ — Será que tem como passar por essas arvores sem se machucar mesmo?” perguntou para ninguém em especifico enquanto fumava um cigarro e encarava o lugar. Sabia do que poderia conseguir caso conseguisse aquilo, e talvez fosse a resposta para melhorar sua situação. Se tivesse a pena mágica em mãos, talvez se transformasse no item que lhe daria liberdade de todos os fantasmas que lhe assombravam. “ — Pensando seriamente em tentar, mas não queria usar magia para isso… Algo me diz que poderia piorar a situação.”
Artorias não sabia muito bem como reagir à nova fase de Grimmauld, verdade seja dita. Talvez estivesse acostumado demais em receber o apoio alheio e não o contrário, de forma que as maneiras de estar lá pelo mago em seu momento de necessidade lhe escapavam; reciprocidade nunca foi o forte do herdeiro de Camelot, afinal. Ainda assim, que não tivesse simplesmente descartado Grimm quando ele se tornara um problemático de marca maior era um atestado de sua estima pelo filho de Merlin. — Bem, suponho que se você as cortar no meio, elas não teriam como te ferir. — Ofereceu, espada em mãos, incerto se o outro encararia como uma possibilidade. Era um abraçador de árvores de marca maior, mas tantas coisas mudaram tão rápido sobre Grimm que ele simplesmente não sabia se ainda era o caso. — Se quiser mesmo tentar, eu te ajudo. — O Pendragon já estava pensando em conseguir um prêmio para si — a ideia de que talvez não fosse digno de receber uma das penas sequer passou pela cabeça —, então que mal faria ofereceu uma mão amiga à um amigo necessitado?
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“ — Que lugar…. Peculiar, não é mesmo?” falou a princesa Bolena andando ela estrada de tijolos amarelos enquanto se cobria com seus próprios braços. Ah, naquele momento deveria estar em Asablanca com seus pais, passando seu aniversário em casa, e não em um mundo fantástico onde espantalhos falavam e tudo era tão… Sujo. Feliz aniversario para mim, eu acho. “ — Se me lembro bem, só seguir por esse caminho e iremos chegar a cidade de Esmeraldas, não é?” Aquilo era óbvio, e parecia até bem fácil, mas era o que Dorothy havia enfrentado durante essa trajetória que Estrela tinha em mente. Ugh o campo de papoulas. Não queria mesmo ter que lidar com aqueles perigos. “ — O presente de aniversário que darei a mim mesma vai ser ficar muito bem e plena no Palácio Real, e só sair de lá quando isso tudo acabar.”
A sentença final da Asablanca arrancou um suspiro genuíno de si, uma expressão do descontentamento que não ousaria demonstrar para qualquer outra pessoa. A bem da verdade, Artorias preferiria mil vezes estar em Camelot; não por temer pela própria vida ou algo do tipo, confiante demais em seu posto como o próximo Rei Pendragon para sequer considerar a possibilidade, mas simplesmente por não querer lidar com os sumiços, ogros, vozes, excursões em que tinha que viver como um destituído... Infelizmente, não era uma opção. O príncipe era demasiado versado em política para não enxergar que sua ausência em Aether mandaria uma mensagem brilhante de “nem mesmo Arthur confia mais em Merlin” para os aprendizes que enchiam a boca para choramingar que o mago não os pegou nos braços e embalou docemente quando estavam tendo sonhos ruins ou algo assim. Logo, restava a ele permanecer, mesmo com a consciência de que estava muito provavelmente sendo usado de isca. Ai ai, esse Merlin. — Poderia ser pior, não acha? Quando chegarmos na Cidade das Esmeraldas você pode até conseguir um passeio de balão de ar. — Pelo que tinha ouvido da última excursão, o mais próximo que chegaria de um passeio lá seria andar o comprimento da prancha de um navio pirata. — E um óculos estiloso também, pelo que eu ouvi. Apesar de que eu não acho que esmeraldas brilhem mais do que diamantes, então acho que você pode fazer bastante sucesso por aqui, Estrelita. — Saber que gracejos bobos fariam muito pouco para dissuadir o descontentamento da amiga não o impediria de tentar, oras.
❛❛ —— Acho que todo mundo anda meio zoado pra dormir desde essa redoma, né? ❜❜ Bom, essa não era uma regra que se aplicava exatamente a si mesma, já que Melena parecia uma pedra durante às noites. Contudo, demonstrar um pouco de empatia não faria mal, sim? E a verdinha estava prestes a desconversar para seguir seu caminho quando escutou aquelas duas palavrinhas mágicas: falar de negócios. Apenas uma pessoa burra deixaria um príncipe tão rico falando sozinho quando existia alguma possibilidade de ganhar uma grana boa com algo que ele estivesse interessado. ❛❛ —— O Narrador deve estar à meu favor no dia de hoje. ❜❜ Ela arriscou a brincadeira quando desenhou o resquício de um sorriso em seu lábios, já mudando o rumo da sua caminhada para que pudesse tomar o lugar que era indicado-lhe. ❛❛ —— No que eu posso te ajudar? Está pretendendo dar um presente pra uma garota ou o quê? ❜❜ Apesar de ter negócios fixos com Mae, não conseguia imaginar uma relação parecia com o herdeiro – já que ele sequer era detentor de habilidades com magia – por isso essa a única possibilidade que se passava em sua mente àquela altura do campeonato.
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— Sei que você é uma mulher ocupadíssima, então serei breve: fiquei sabendo que você tem dado aulas de magia pra minha irmã. É do meu interesse que você não continue fazendo isso. — A informação tinha chegado até si por um descuido de Grimm, aquela alma boa e distraída, e deixou Artorias com as barbas de molho. A oziana era amplamente conhecida por ser meio tã tã das ideias, primeiramente, e a pele esverdeada que ostentava com orgulho era um lembrete constante de que sua progênia era literalmente a de uma bruxa má. Uma Pendragon não deveria se envolver com as artes negras, e Artorias consertaria a situação antes que se tornasse um problema. Não gostava de interferir de maneira tão direta, tendo preferência por manobras de maior sutileza, mas Margaery era teimosa demais para ouví-lo se ele pedisse, então tinha que sujar as mãos. — Não sei quanto Mae está te pagando para ser tutora dela, mas estou disposto a te oferecer o dobro para não ser. Mais dinheiro por menos trabalho. — Não tinha expectativa de que Melena fosse fazer algo pela bondade de seu coração, então obviamente teria que apelar para a força indiscutível de um bom negócio. — O que acha desses termos?
você prefere passar a vida inteira deitado numa cama de arame farpado ou todas as vezes que andar, ter a sensação de estar caminhando sobe lava?
— Arame farpado, farpas, como as farpas que temos envolvendo o coração de todos nós, como o caule de uma rosa, rosa como as de Arcadia, como a arca do tesouro, tesouro? A caverna das maravilhas com um djinn, não como o djinn da lampada de prata mas como a lampada do Aladdin, Aladdin que teve seu filho perdido, onde estará Ali, será que está acolá ou mais perto daqui do que de lá?
se eu pegasse seu transmissor agora, qual seria o histórico de pesquisa da nimbo?
— Histórico, história, a história é escrita pelos vencedores mas o que significaria vencer? Não perder, prosperar, se apropriar das culturas locais por que sou branco e rico, mas o que é riqueza se não a riqueza de espirito, espirito? Espírito santo, espírito zombeteiro que enfia o dedo molhado no ouvido do Grimm, espírito dos natais passados que vem pra nos ensinar lições.
Artzinho, Te dei o sol, te dei o mar, pra ganhar seu coração. Você é raio de saudade. Meteoro da amizade, bombom. Explosão de sentimentos que não pude acreditar, ah como é bom poder te zoar. // estrela.
— Zoar, o mar, ganhar, meteoro... O meteoro que atingiu Mítica e acabou com os dinossauros, e deles só restou o conto Em Busca do Vale Encantado, mas o que vale? Desencantado, desencanto, e em louvor hei de espalhar meu canto e rir meu riso e derramar meu pranto, pranto, prato, queijo prato, queijo suíço. O que é o queijo suíço se não um paradoxo, pois quanto mais queijo tem mais buracos mas quanto mais buracos tem menos queijo?
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o q vc acha sobre os duendes trabalhando nas minas sem a proteção adequada?
— Trabalho? O trabalho edifica o homem, o edifício, é difícil... Assim como o trabalho nas minas, mina, seus cabelo é da hora, seu corpão violão, o violão nada mais é do que uma caixa de madeira, estamos todos presos numa caixa, e que caixa é essa, você me pergunta? As nossas mentes, anon, que estão presas pelos capacetes que os mineiros precisam usar para sua proteção. Proteção, sempre se deve usar proteção, use camisinha, o risco de ISTs é sempre real, mas o que é real? Como sabemos que estamos vivendo a realidade e não apenas uma simulação?
— Família... O que seria família? Caros amigos, a infinita diversidade da realidade única facilita a criação das condições epistemológicas e cognitivas exigidas. Acho que minha mãe traiu meu pai, mas o que seria traição? Trair a unção, trazer a junção, o princípio leibnizano da identidade dos indiscerníveis e indiscernibilidade dos idênticos limita as atividades da determinação do Ser enquanto Ser.
Parabéns, você acaba de receber a poção da incoerência. Efeitos: você não falará coisa com coisa, só frases incoerentes, diz besteiras, fica desnorteada. Efeito colateral: pode tentar filosofar sobre a vida.
— A nação é como o pilar de toda uma democracia que está enjaulado no ser... Jaz no ser, jaz no amor, jaz na paz, jaz em tu! O que dissestes tu? O que dissestes tu, dizia a mim dizia a ti... a andorinha não faz nada, voa, voa andorinha! Voa e vai buscar teu ser! Pega nesse alpiste da vida um pouco de migalha e joga em ti! Planta-te! Semeia-te!
ask ev'ry person if he's heard the story;
and tell it strong and clear if he has not:
that once there was a fleeting wisp of glory
called Camelot.
Camelot! Camelot!
QUE TAL DESCREVER O FÍSICO?
Voz: A voz de Artorias é rouca e firme, com a qualidade retumbante e imperiosa apropriada à um rei discursando aos seus cavaleiros nas vésperas de uma batalha. Tem um sotaque britânico forte que não tem o mínimo interesse em perder, já que se orgulha de suas origens.
Idade: Artorias tem 22 anos de idade, fazendo aniversário no dia 19/11.
Gênero: Homem cis.
Peso: 92kg.
Altura: 1,95m e o clima aqui em cima está adorável, obrigado por perguntar.
Sexualidade: Panssexual demirromântico.
Defeitos físicos: Tem as mãos grossas e calejadas, mas a ostenta com orgulho pois as vê como um sinal de sua habilidade militar.
Qualidades físicas: Na opinião do próprio, sua semelhança com o Rei Arthur em geral — puxou as feições todas do lado paterno, o que só adiciona ao seu ego como sucessor do Rei de Camelot. Tivesse que ser mais específico, certamente diria que sua estatura e porte; graças a estes, a maioria das pessoas o consideram imponente sem que precise dizer uma única palavra.
É saudável? Bastante. Cuida bem de si mesmo, se exercita e não é dado a excessos — não por qualquer razão moral, mas sim por que não gosta de perder o controle de suas ações. Combinado com seu porte físico, Artorias é um tanque.
Maneira de andar: A postura ereta e nariz em pé denunciam as aulas que teve com tutores de etiqueta na infância, mas Artorias tem uma aura muito particular sobre si: consegue ao mesmo tempo projetar confiança e parecer acessível, como um rei benevolente que anda em meio aos seus súditos.
QUE TAL DESCREVER O PSICOLÓGICO?
Práticas / Hábitos: Artorias é organizado com seus pertences, sabendo exatamente onde cada uma de suas posses estão a todo momento — apenas mais um manifestação de sua necessidade por controle —, sendo do tipo a organizar seus livros por ordem alfabética do nome do autor e as roupas por cores. Também é bastante dedicado à suas atividades atléticas, mantendo-se em forma com exercícios e caminhadas com seus dois cachorros, com quem passeia duas vezes ao dia todos os dias religiosamente.
Inteligência: Suas notas nas disciplinas na grade de Monarquia são de encher os olhos; é inegável não só sua inteligência interpessoal, mas seu domínio instintivo de relações internacionais e maquinações geopolíticas de Mítica. Nesse quesito, é capaz de conjecturar as implicações políticas de grandes eventos com uma precisão assustadora.
Temperamento: Artorias é plácido e simpático a todos os momentos, se portando com a desenvoltura fácil de alguém terrivelmente seguro de si — pois ele o é. Qualquer um que faça de sua missão tirar Art do sério se encontrará absolutamente frustrado, pois o príncipe acha que todos estão muito aquém de sua estatura para atingí-lo; até acha fofo, como ver um pinscher latindo e achando que intimida um rottweiler.
O que te faz feliz? Ter as coisas sob seu controle, passar tempo com seus cães Cullen e Angus, alianças políticas, ganhar.
O que te faz triste? Quando as coisas não vão de acordo com seus planos, decepcionar os pais, perder.
Esperanças: Que traga orgulho para Camelot e para o nome Pendragon.
Medos: Que seu reinado traga ruína à Camelot, que algo aconteça à sua família.
Sonhos: Tornar-se um rei poderoso, que faça Camelot ainda mais próspera do que o reinado do próprio Arthur.
QUE TAL DESCREVER ASPECTOS PESSOAIS?
Família: O relacionamento entre Artorias e seus genitores não poderia ser melhor. Seus pais nunca tiveram reservas ou impedimentos em demonstrar a afeição que sentem pelo primogênito — problemas conjugais entre Guinevere e Arthur à parte, já que o casal nunca descontou tais frustrações nele —, que não é pouco. E ele não é nenhum ingrato; os ama de volta em igual intensidade, de forma tamanha que todos que o conhecem minimamente sabem o quanto se orgulha de sua linhagem e de ser filho de seus pais. Sua relação com a irmã é complicada; nunca a trataria mal ou permitiria de bom grado que alguém o fizesse, pois é uma Pendragon, mas desconfia grandemente da potencial corrupção que a magia pode exercer sobre a mais nova.
Amigos: Artorias é amigável e gregário, falhando em ver a utilidade de agir de maneira rude e colecionar inimizades. Pelo contrário: prefere trazer as pessoas para perto de si em todas as ocasiões, cercando-se de possíveis aliados. No entanto, geralmente mantém uma distância emocional segura, de forma que muito mais pessoas o consideram um amigo do que ele a elas. Por aqueles que realmente fazem parte de seu círculo, no entanto, Art é um amigo confiável e companheiro — ainda assim, ele enfiaria uma faca nas costas de qualquer um pelo bem de Camelot.
Estado Civil: Homem solteiro à procura; sabe-se que um herdeiro na sua idade já deveria ter um casamento arranjado, mas o rei Arthur não é exatamente conhecido por suas inclinações à politicagens quando ele mesmo se casou com Guinevere por amor, não desejando tirar tal chance de seu amado filho. Infelizmente, Artorias adora todo tipo de maquinação política que possa trazer alguma benesse à Camelot, buscando entre as princesas de Aether o par que lhe traria mais vantagens politicamente.
Terra Natal: Artorias é nascido e crescido em Camelot e completamente orgulhoso de suas origens. Como o príncipe-herdeiro, cresceu amando seu reino e seu povo, sonhando com o dia em que a coroa de Camelot pousaria sobre sua cabeça. Faria qualquer coisa, descartaria qualquer princípio e passaria por cima de qualquer um se fosse pelo bem de Camelot — ou aquilo que ele acha que é melhor para o reino, já que parte de sua educação também foi o sentimento de posse sobre sua herança. Esse é seu destino, afinal: tornar-se o único e eterno rei.
Infância: Os tempos de infância são lembrados com carinho pelo príncipe; passava grande parte do tempo junto ao pai, já que Arthur o levava para todo canto que ia — assim, viajou por toda a Mítica acompanhando o rei em suas viagens diplomáticas, conhecendo diversos lugares e culturas e tomando gosto pelas relações internacionais do reino desde cedo. Quando em Camelot, dedicava-se aos estudos com tutores e treinamentos com os cavaleiros; lembra-se particularmente de Guinevere observando-o treinar com certo carinho.
Crenças: Artorias não tem uma religião em particular; acredita nas forças do destino, simplesmente, as mesmas que entregaram à Arthur a Excalibur e o reino de Camelot.
Hobbies: É apegado ao lacrosse, esporte que pratica desde sua entrada no Instituto, e gosta de ensinar truques aos seus cães. Também gosta de testar armas brancas diferentes para ver os limites de seu poder — até hoje, não encontrou nenhum arma que não conseguisse usar com perfeição.
QUE TAL DESCREVER PRÁTICAS?
Comida favorita: Café da manhã inglês completo com bacon, linguiça, ovos, chouriço, feijão, tomate, cogumelos e torradas. Se tivesse que escolher um prato em específico, torta do pastor.
Bebida favorita: Hidromel, apesar de não passar a oportunidade de tomar um café forte.
O que costuma vestir? Art está sempre bem alinhado, e é possível notar que mesmo as peças mais casuais são de tecidos nobres e ajustadas por um alfaiate. Não é exagerado, preferindo usar camisas de botão, cardigans e jeans bem ajustados. Em ocasiões especiais, no entanto, geralmente é possível vê-lo vestido como um verdadeiro príncipe.
O que mais o diverte? Além de seus hobbies, sua maior diversão é observar os absurdos e picuinhas alheias. Considera-se acima de coisas tão pequenas e esdruxulas, e por ele que os outros lutem na lama enquanto ele assiste e bate palmas.
INSPO: Ozymandias (Watchmen), Lelouch Lamperouge (Code Geass), Bhelen Aeducan (Dragon Age), Tyrion Lannister (A Song of Ice and Fire), Paul Atreides (Dune), Regis Lucis Caelum (Final Fantasy XV), Gwyn (Dark Souls).
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Estava para surgir uma norma que fosse mais ignorada naquela instituição do que aquele toque de recolher! A medida emergencial – estabelecida pelo diretor há algum tempo – era praticamente ignorada por 90% da instituição e Melena não seria justo aquela que faria parte dos 10% mais aplicados daquela conta. Em verdade, a bruxinha estava prestes a quebrar as regras mais uma vez, buscando ir encontrar com seus macaquinhos voadores, quando dera de cara com a figura macabra de @artcrias ocupando um daqueles sofás tão característicos de Agrabah na sala de convivência principal da Imre. E a verdinha não poderia perder uma oportunidade de perturbar um príncipe babaca, uh? Determinada a ser a figurinha implicante que era para a maioria de seus colegas, a esverdeada se apossou da primeira almofada que avistou e a mirou certeiramente no corpo do príncipe até acertá-lo com uma precisão impressionante. ❛❛ —— Tá fazendo o que aqui, mané? Tá na hora de criança dormir. Vai pra cama! ❜❜
A revelação de Grimm, falada pelo bretão de maneira tão despretensiosa, estava ocupando os pensamentos do príncipe e impedindo-o de descansar. Como todo bom camelotiano, Artorias tinha suas reservas em relação à magia e seus usuários, mas saber que a irmã estava tendo aulas do assunto com Melena era no mínimo... Preocupante. Todos conheciam a fama da oziana e seus usos liberais e não necessariamente altruístas para sua magia, e era um exemplo que preferia que a irmã não seguisse. A magia branca como a de Merlin lhe era aceitável, mas a perspectiva de ver Margaery se envolvendo com as artes negras em nada lhe agradava. Estava remoendo a informação e preocupações absorto, sendo honestamente surpreendido pela almofada voando em sua direção e atingindo-o em cheio, apesar de inofensiva. E qual não foi sua surpresa ao ver que sua algoz era a própria Upland? Talvez fosse um sinal. — Não consigo dormir. Pensamentos demais pra minha cabecinha pequena, sabe como é. — Brincou, despretensioso, sabendo que Melena realmente deveria achá-lo um total paspalho. Não o incomodava; na verdade, o estereotipo de príncipe burro que pareciam se apressar em aplicar à Artorias o divertia. — Mas é uma coincidência que você veio por aqui, pois era justamente com você que eu queria falar. — Declarou, dando batidinhas com a destra para convidá-la a aproximar-se ao mesmo tempo que abria espaço para que a esverdeada se sentasse a uma distância confortável de si. — Venha cá, Melena. Vamos falar de negócios.
O sorriso orgulhoso da apresentação não podia ser contido, nem se a duquesa quisesse, o que não era o caso. Saxa era desprovida das qualidades que uma mocinha ranilena possuiria como modéstia e recato, estava orgulhosa de sua apresentação e não tinha porque diminuir esse sentimento por qualquer razão. “Muito Obrigada!” Disse ela, fazendo uma pequena mesura para ele, mas se aproximando o suficiente para que pudesse buscar o transmissor, esbarrando nos dedos alheios casualmente, é claro.”Você colocou seu telefone aqui, Artie?” Ela perguntou, os olhos verdes faiscando enquanto ela mordia os lábios inferiores dos lábios, não de maneira insegura, mas travessa e cheia de segundas intenções.
As intenções alheias foram percebidas e recebidas de bom grado, o príncipe sendo todo sorrisos e olhares para a duquesa muito além da simpatia que dispensava normalmente. Divertia-se com esse tipo de joguinho, enxergando-os mais como uma distração do que com alguma seriedade. Em alguns anos estaria casado com alguma princesa; que mal faria entreter-se antes de estar amarrado? — Um cavalheiro nunca conta, Saxa. Terá que descobrir por si mesma. — Retornou a provocação, apesar de obviamente ter deixado os dígitos gravados no aparelho alheio.