─ ❈ 𝗠𝗔𝗧𝗘𝗢 𝗙𝗟𝗢𝗥𝗘𝗦 & 𝗉𝖾𝗋𝗌𝗈𝗇𝖺𝗅𝗂𝗍𝗒 𝗍𝗋𝖺𝗂𝗍𝗌. ৲
Una melodıα bella Que el 𝐚𝐥𝐦𝐚 tocó Con el ritmo que 𝒗𝒊𝒃𝒓𝒂 En nuestro ınterıor En el latido de mi 𝒄𝒐𝒓𝒂𝒛𝒐́𝒏
trying on a metaphor

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ciewhoiam:
Sentou-se rapidamente no chão e soltou um suspiro leve ao sentir suas pernas um pouco doloridas, mas mantinha sua atenção ao que acontecia bem na sua frente. Macieiras eram árvores que Cielo tinha medo, pois, quando era mais nova, acabou faturando uma perna por ter sido pega de surpresa por uma enquanto tentava buscar uma maça no galho próximo ao seu corpo… Pior experiência de sua vida. Agora, estava lá acompanhada pelo garoto tentando saber o que deveria fazer. - Vai ser show se elas nos virem aqui… O que estamos, Mateo? A gente pode sair correndo ou ir por outra direção… Você decide aí. -
" ––– Ay, tranquila, chica. Elas estão presas no chão por raízes. Não farão nada com a gente, já que estamos a distância; é mais por uma questão de... Precaução." Ora, logo quem falando de precaução. Seria cômico se não fosse preocupante, mas bom, Mateo estava falando justamente com uma habitante de Oz ––– certamente, Upland sabia bem mais do que ele sobre a própria terra do que qualquer um dos demais alunos. " ––– Digo... Elas não fazem nada porque estão presas, certo?" Melhor confirmar do que depois fazer besteira e ter que dar no pé antes do esperado.
notsantc:
“Ah, mas aposte que ele vê, não é ele que as define?” o narrador podia escrever o que bem quisesse sobre qualquer um deles, e por isso ficariam eternamente reconhecidos, a questão era que Nik, não confiava no narrador, contando também sabia que Klaus passava longe da noção de pureza e dignidade propagada por aí. “Eu vou deixar essa oportunidade passar, acho que o narrador não vai muita com a cara da minha família” deu de ombros, não passaria por tudo aquilo para pegar para si uma pena que ao menos funcionaria. “E eu tenho lá cara de cria de Rumpelstiltskin? Bem você é quem sabe, mas me diga, o que vai fazer por agora? A depender posso lhe fazer companhia sem cobrar nem um favor por isso”
" ––– Quem define somos nós, no? El Cuentacuentos solo narra." Acreditar que o destino de cada um ali estava somente nas mãos do Narrador... Era perturbador demais, principalmente para ele. Para colocar-se de pé todos os dias, precisava de pelo menos um pensamento positivo todas as manhãs ––– de que ele conseguiria encontrar alguma forma para que ficasse tudo bem. Sem tatuagem de roseira nas costas, sem febres todos os meses, sem esquecer coisas básicas do dia a dia ––– como o vocabulário do idioma comum. " ––– Chico, ele deu um conto pra sua família. Não vai com a cara é de quem foi esquecido. Jason Bee que lute." Há meses o garoto abelha havia sumido sem mais nem menos, e por mais que não fosse de conhecimento geral que os Flores e o reino de Castilla estavam prestes a desaparecer também, aquilo não deixava de martelar o psicológico de Mateo quase diariamente. " ––– Depende. O quão disposto você está em escuchar algunos pájaros hablando? Se eles quiserem falar."
allabouthebeth:
“Ainda bem! Já achei que ia ter que mudar todo o meu look e mudar os meus planos….” Se tinha uma coisa que a princesa gostava era de uma oportunidade de apenas aproveitar a praia, como se estivesse em algum resort cinco estrelas, e bem, uma ilha modificava para parecer um reino subaquático era tão parecido quanto e ela aproveitaria a oportunidade. “Com certeza! Não vamos dormir no mato, né? Dizem que as acomodações são lindas e tem um mercado incrível também. Temos que ver de tudo! Por onde devemos começar?”
" ––– Tem um castillo di la gobernante logo ali e ainda querem colocar a gente pra dormir no mato. Sabe o que eu acho, chica? Tudo chacota do Merlin." El colmo!* Não repudiava o mago como vários dos seus colegas, mas aqui e acolá, também tinha suas ressalvas. Sobre dormir no mato... Bom, por mais que seu reino fosse pequeno o suficiente para ser considerado desimportante pelos demais, ele ainda era um príncipe. Castelos, lençóis confortáveis e roupas de alta costura eram parte dos seus costumes, assim como da maioria da realeza local; rico era tudo mal acostumado, e nenhum deles, pelo visto, estava animado em dormir na relva ou numa barraca qualquer. " ––– A gente pode ir no hipódromo. Ver como funciona esse rolê de hipismo com caballos del mar." E Mateo estava curioso desde que chegara na excursão.
fameili:
Acatando o pedido do colega de quarto, Meimei logo fechou a boca, muito confusa sobre o que estava acontecendo e guardando as perguntas para depois. Mateo era uma pessoa muito singular, então aquilo tudo estava sendo uma experiência. ㅡㅡ Por que a gente tá agachadinho aqui mesmo, Mateo? ㅡㅡ Ela perguntou, muito baixinho, esperando uma resposta. Acabou entendendo um pouco quando viu o rapaz usar seus poderes, todavia, conectar os pontos não era a especialidade de sua cabecinha. ㅡㅡ Pera, você acha que consegue as controlar pra gente passar pelo meio? Eu podia tentar ajudar, mas duvido que as árvores iriam me respeitar. Eu só consigo hipnotizar humanos mesmo, mas seria o maior adianto, né. ㅡㅡ Ela comentou, esperando algum tipo de plano ou esclarecimento vindo do amigo.
" ––– Solo quiero probar algo*, Meimei." Respondeu a colega de quarto, um proferir que era pouco mais do que um sussurro. Verdade fosse dita, as árvores não poderiam fazer nada com eles a distância que se encontravam, contudo, se elas vissem que tem alguém de fato controlando-as, metade da graça já teria ido embora. " ––– Mais ou menos... Bom, são dois brutamontes em forma de tronco contra eu e tu. Eu não consigo controlar as duas ao mesmo tempo, então acho que daria ruim pra gente." Por mais tentador que fosse ouvir o que os pássaros mágicos tinham a dizer... Se eles quisessem falar. Solo cuesta abajo**. " ––– Não quer nem tentar, chica? Quiero decir, não é como se fôssemos ficar aqui pra sempre." Uma hora haveriam de se mandar. E vai que ambos juntos não poderiam ser de alguma utilidade de fato.

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zanedetaubate:
Assistir uma luta entre macieiras não estava nos seus planos iniciais, porém, quando Mateo o chamara para a empreitada, o príncipe acabara cedendo enquanto se permitia tentar relaxar e se distrair — funcional até a página dois. ‘ E se ouvir, vão fazer o quê? São plantas, mano. Só se elas saírem da terra pra nos atacar. ’ Mas aquela não parecia ser uma consequência impossível. Ainda assim, parado onde estava, observou o outro movimentar os dedos enquanto fazia o que quer que estivesse pensando para irritar as lutadoras. ‘ Ow, isso é massa! ’ Proferiu enquanto percebia que os poderes de Mateo poderiam ser até bem úteis naquele momento. ‘ E se a gente chamar a galera pra fazer uma aposta? Daí você manipula. O povo vai ficar puto. ’
" ––– Ay, chico, aí perde a graça." Afinal, para Mateo, o verdadeiro cerne daquela brincadeira toda era as macieiras não saberem o que de fato estava acontecendo, e assim, darem um belo show do caos para seus telespectadores ––– é claro, tudo com limites. Flores ainda não tinha a intenção de machucar as criaturas, e sinceramente, nem acreditava se seus poderes eram o suficiente para isso; muito provavelmente a resposta seria não. " ––– ¿No es?" Respondeu, sorriso adornando os lábios quando voltou os olhos escuros para Adebayo. " ––– Olha só, pode chamar quem quiser, chico. Se eu for ter uma parte nesse rolê todo, tá de boa."
“Sooner or later, you will fall. Someone will bring you down. I hope I’ll be well enough by then to dance on your fucking grave.”
Miguel Herrán as Christian Varela Expósito in Elite Season 2
clvrgirl:
A loira gostava de acompanhar Mateo, ele sempre tinha ideias divertidas especialmente que envolviam seus poderes. No entanto, encarar macieiras lutadoras e falantes não era exatamente a ideia de diversão de Lyla. Ela não sabia se era uma boa ideia provocar árvores que lutavam, se moviam e falavam, ainda assim, antes que pudesse protestar, se calou diante da indicação do amigo e observou. Clicando e fotografando o momento exato que a macieira tinha se movido. ‘ faz ela dar um soco em sua própria cara! ’ disse, simplesmente animada com a possibilidade de fotografar algo como aquilo, mas também se arrependendo em seguida, sentindo-se um tanto mal por fazer a criatura sofrer.
" ––– Pobres de ellos, Lyla.*" Não passou pela cabeça do príncipe fazer a árvore se machucar ––– mesmo que parecessem fortes o suficiente para não se abalarem com um simples soco; ainda assim, ultrapassava o nível de brincadeiras de Mateo; o máximo que fizera fora puxar os cachos da sua irmã quando eles eram mais jovens, mas isso já tinha algum tempo. " ––– Mas olha, eu posso fazer isso. Tá fotografando, né?" E os dedos se moveram mais uma vez, elevando os galhos da primeira macieira de forma quase ritmada ––– como se ela estivesse fazendo uma coreografia. Não demorou para que a árvore protestasse, um tanto irritada, a outra, começasse a indagar o que diabos estava acontecendo. Imediatamente, Flores tentou movimentar a segunda macieira, contudo, precisava de um esforço extra para aquilo. " ––– Tá, só vai uma de cada vez." Se não, ele acabaria o dia esgotado, e ainda não tinha visitado Atlantida.
yukinv:
⥲ Yukina ficou em silêncio com aquelas palavras que não conhecia, uma das sobrancelhas erguidas para mostrar que desconhecia totalmente o que fora dito pelo maior. Os braços foram cruzados na frente do peito, observando o que ele fazia e não conseguiu esconder a admiração ao ver os galhos da árvore movendo-se juntamente com as mãos do rapaz… realmente, o poder dele era algo interessante e muito bonito de ser observado. — O que pretende fazer? Afinal, eu tenho certeza que você não fez isso apenas para ver a árvore lhe imitando… deve estar pensando em algo mais. — comentou como quem não queria, mas verdadeiramente curiosa para descobrir o que o outro poderia estar tramando.
" ––– Você diz tentar passar pelas árvores e alcançar os pássaros?" Único motivo pelo qual alguém iria querer se meter no meio daqueles troncos, mesmo que fosse apenas uma réplica feita por Merlin ––– e isso fazia Mateo pensar se, mesmo se conseguissem passar por elas, os esforços realmente valeriam a pena. " ––– Mesmo que tenha as normas de segurança e tudo aquilo que a gente tem que escuchar toda excursão, será que Merlin fez uma réplica fiel o suficiente para realmente ter os pássaros sabe tudo do outro lado? Ou a pluma?" Não estava interessado em ir atrás da pena, tampouco dos pássaros; era apenas por... Curiosidad.
vdithi:
⟴ O quê? — a pergunta foi acompanhada de um franzir de cenho da Châteaupers, não entendera absolutamente nada do que o rapaz havia falado e sinceramente, não fazia a menor ideia do que poderia ser. É claro que poderia perguntar, mas preferiu ficar em silêncio e observar ele mover as mãos, as orbes esmeralda admirando os galhos da macieira se moverem junto… mas o que mais lhe surpreendeu foi a exclamação da árvore, dando um leve susto na negra e fazendo com que levasse a mão ao peito em surpresa — Certo, isso foi bem surpreendente, mas também um pouco… bizarro — resmungou para ele, passando a mão pelos cabelos longos.
" ––– Ah, eu disse que se a gente fizer muito barulho eles vão... vão..." Os olhos castanhos apertaram-se, e Mateo tentava, sem qualquer sucesso, se lembrar das palavras no idioma comum. Mierda, ele sabia! Tinha certeza que, semana passada mesmo, havia utilizado-as fora do espanhol, contudo, ocasionalmente, palavras simples no idioma comum pareciam fugir-lhe da mente. " ––– A gente vai ser ouvido." Preferiu utilizar o sinônimo, contudo, depois, procuraria novamente a tradução das outras palavras. " ––– Bizarro nada, é coisa nova. Quiero decir, nunca fiz em árvores com esse tipo de vida, então é diferente do qu..." Mas antes que concluísse de fato, uma das árvores reclamou novamente, principalmente quando a outra pareceu está se divertindo com a situação. " ––– Agora elas não tão de guarda pra ver quem quer passar." Ainda assim, não sabia se valia a pena tentar chegar nos pássaros. Por outro lado... Bom, era apenas uma réplica de Oz, não? Se acontecesse qualquer coisa, a culpa era de Merlin; mesmo assim, arriscar era uma questão.

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artcrias:
Observou com atenção a demonstração alheia, o aperto no punho da espada afrouxando ao constatar o sucesso do Flores, os olhos azuis se abrindo em surpresa. Quem diria que ele poderia ter um poder tão útil? — Olha, eu vou ter que admitir que isso é bem melhor que a que eu tinha em mente. — Admitiu, indicando a arma na mão, e o príncipe não precisaria ser um gênio para entender que seu plano inicial era passar o ferro em tudo que lhe aparecesse na frente. E ele não tinha embainhado a espada, ainda, então a possibilidade ainda estava em aberto. Nunca se sabe, não é? — Acha que consegue fazer com que façam uma dancinha? — Brincou, apesar de no fundo estar tentando saciar a recém descoberta curiosidade sobre as capacidades alheias.
" ––– Você pretendia sair por aí cortando galho de árboles de manzana* lutadoras, chico?" Os olhos castanhos voltaram-se para a figura alheia, repousando-se na arma que ele trazia em mãos; não era dos melhores espadachins, contudo, tinha alguma ideia de que uma pessoa contra duas macieiras furiosas era a receita para dar em merda. " ––– Mesmo assim... Bom, controlar duas árvores lutadoras e putas da vida ao mesmo tempo é barra." Ainda precisaria de anos de prática para alcançar tal proeza! Não pretendia de fato encontrar a pena, até porque não achava que seria digno do objeto ou de qualquer uma dessas filosofias aleatórias que o Cuentacuentos gostava de enfiar nas histórias, mas encontrar os pavões e fazer umas perguntas... Não caía mal, hein? " ––– Hmm, déjame ver." Mateo apertou os olhos castanhos a medida que movimentava as mãos para o outro lado, fazendo os galhos da árvore se moverem o mais próximo do ritmo daquele hino aclamado pelo Narrador... acho que se chama Macarena. Funcionou, e agora, a macieira estava duas vezes mais irritada, esbravejando para os quatro ventos que estava fazendo aquela palhaçada, e perguntando para a outra se ela tinha algum papel naquilo tudo ––– a cena, no entanto, não deixava de ser risível, e Mateo agora não escondia que estava de fato se divertindo. " ––– Aí, funcionou."
atlashvnds:
Atlas não era nenhum leão covarde, mas ele sabia identificar quando alguns esforços eram inúteis, e lutar com macieiras mágicas em busca de aves falantes que podiam ou não estar dispostas a respondê-lo parecia enquadrar-se no perfil. Isto é, até assistir Mateo usar seus poderes em uma. Um sorriso interesseiro cresceu nos lábios do feiticeiro enquanto seu rosto virava lentamente para encarar a companhia, que parecia tão animada quanto ele. “Acha que tem como atravessar?” O próprio já arquitetava um plano na cabeça: com a magia de Mateo e seus feitiços de transfiguração, poderiam segurar as árvores por tempo o bastante para chegar ao outro lado (sem levar um galho na cara). “Me falaram sobre o negócio da pena, mas não tenho esperanças de ser digno o suficiente. Ainda assim, ouvir um pouco de sabedoria milenar parece interessante.”
" ––– Os que se considera dignos são os primeiros a rodar. Lembra de quantos entraram na caverna do tigre antes do Aladdin? E todos eles foram tragados*, e quem conseguiu mesmo foi o cara que não dava a mínima pra essas coisas, então... Complicado." O segredo era não ligar, mas bom... Qualquer um que tentasse, estava ligando. Uma pena mágica poderia ser útil? Claro que sí, contudo, ainda tinha algum limite, e Mateo não pagaria para ver ––– não daquela forma. Mesmo com os poderes, ele ainda não era nenhum expert, e controlar duas macieiras furiosas não parecia tão fácil. Uma ele daria conta, mas duas? Questionável. " ––– O que você perguntaria aos pássaros?" Indagou, os olhos castanhos ainda nas macieiras enquanto tentava fazer mais alguns movimentos, tentando de fato controlar ambas. Vai que dá bom.
notsantc:
“Então planeja conseguir a pena, se considera digno de coração?” questionou ligeiramente intrigado, o sorriso lhe despontou quando viu que o outro também podia manipular as plantas, bem as penas de nada serviriam para Klaus, mas era sempre bom ter gente lhe devendo favores. “Se combinarmos nossas habilidades, tenho certeza que conseguimos passar com segurança pelo terreno, eu te ajudo a conseguir o que quer, e você fica me devendo uma, ¿que tal? ”
" ––– Eu não me considero nada. Quem diz é o Cuentacuentos*, e ele não vê moral de ninguém pra escolher os dignos de coração." En moral, lembra da vez em que o homem segundo o coração do Narrador foi um cara que mandou o melhor amigo para morrer na guerra e ainda casou com a esposa dele? Depois dessa, Flores nem tentava mais entender. " ––– Mas se você quiser tentar a sorte, vai lá. Vai que você é o escolhido." E podia mesmo; se fosse o escolhido do Narrador... Zero surpresa. " ––– Essa parada de dever favores é barra, chico. Tenho uma amiga que faz isso com os outros... Prende em contrato, chantageia, extorque... Então eu passo." Não confiava nos escolhidos do Narrador.
oceancoralie:
FLASHBACK (intercasas)
“ Seria ótimo! O meu pas de deux é um excelente bailarino, mas me perturba quase sempre. ” Revirou os olhos teatralmente, sorrindo. Embora soubesse que era uma brincadeira de Mateo, não se importaria caso um dia ele realmente quisesse entrar para a dança e poder passar mais um tempo com ele. As bochechas coraram logo que ouviram o comentário sobre o cabelo, passeando com as mãos pelos fios loiros. “ Você achou? Obrigada! Eu também. Não de primeira, eu logo odiei. Mas agora me acostumei, até estou gostando de ser loira. Inclusive, parece que me deu uma outra personalidade. Então cuidado comigo porque se eu achar a relíquia da Aderem primeiro, eu saio correndo com ela na mão e escondo de novo. ”
Se um dia Mateo realmente fosse se dedicar ao balé, ou qualquer dança parecida, provavelmente seria um completo desastre. Bueno, para dizer que não era de fato ruim na habilidade como um todo, nas aulas de dança, ele se saía muito bem em valsas e tangos ––– e no Calanmai, descobriu que também pegou rápido até demais as coreografias de funk ensinadas pela princesa de Al-Darim; que provavelmente estava bêbada quando o chamou para dançar, mas aquilo era o de menos. Todos estavam bêbados no Calanmai, incluindo ele mesmo. " ––– Vai achar nada. Bem mais fácil encontrar uma manzana* envenenada do que um cipó, e se eu achar, também não vou te falar nada." Proferiu, sorriso no rosto entregando a brincadeira ––– Mateo detestava falar sério, e quase nunca o fazia. Continuaria a conversa com a sereia, quando ouviu uma voz feminina a distância proferir o seu nome, e fazer um gesto para que ela fosse até elas com as mãos. " ––– Eu acho que suas amigas estão te llamando." Proferiu, apontando discretamente para o grupo. " ––– A gente se vê mais tarde. Você é foda, Cora! Vai arrasar." Finalizou, lançando uma piscadela para a outra antes que ela fosse.
–––– ENCERRADO.
Rio appreciation post: Part 1 of ∞

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" ––– Shh, entonces escúchanos*." Sussurrou para x outrx, mas os olhos castanhos continuavam concentrados nas macieiras, há alguma distância. A verdade é que Flores estava curioso sobre como a fitocinese poderia se manifestar naquele lugar; mais especificamente, se funcionavam em macieiras lutadoras e falantes. Apertando os olhos, moveu uma das mãos, e consequentemente, um dos galhos de uma das macieiras também se moveu, fazendo a árvore soltar uma exclamação de surpresa. Inegavelmente, Flores também estava surpreso, contudo, era um sorrisinho minimamente satisfeito que fazia-se presente no rosto. " ––– Isso vai ser show." Será que dava para usar os poderes para ajuda-lo a passar pelas macieiras?
“Onde você está indo?” Os óculos de sol no topo da sua cabeça e biquíni a postos indicava com certeza onde a princesa estava indo. “Achei que a gente ia passar o maior tempo possível naquela praia, usando filtro solar fator dois mil e dormindo em um castelo. Não me diga que mudou de ideia!”
" ––– A praia e tostado al sol? É pra ontem." A verdade é que, até então, estava com uma lista de lugares que queria visitar, mas o chamado alheio havia sido inesperado. Ademais, eles teriam dias de excursão. Apesar de Castilla não ser um lugar apropriadamente quente o tempo inteiro, quando se tratava das praias e dos verões... ahí, gabi, solo los que vivieron lo saben. Mateo sentia alguma falta. " ––– Sabe onde a gente pode ir depois? Lá no palácio do Tritão. Tenho uma amiga que diz que no hay todo eso*, mas eu duvido. Agora dá pra tirar as próprias conclusões."