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⧼ ✢ ❛ Ziguezaguear pelo espaço parecia quase natural à Styles, que continuaria o fazendo, analisando cada um dos stands caso não ouvisse seu nome ser chamado. Estava na sua vez de assumir o posto na barraca de doces, e a garota fora para sua posição ostentando um sorriso. A maioria dos petiscos ali presentes não lhe agradavam, talvez por isso fosse um bom negócio deixar Darcy responsável por cuidar do espaço. Ademais, pela causa, a garota mantinha o sorriso no rosto, convidando x jovem que se aproximava para chegar mais perto. O cotovelo fora apoiado na superfície de madeira e o queixo repousou na mão enquanto sorria para a pessoa diante de si. — Vai querer algum doce? Por favor, diga que sim! Você ganha uma conversa com a bela atendente e eu estou falando da moça ruiva ali do meu lado, mas também pode ser sobre mim caso desejar.
Já havia perdido a conta de quantas vezes a Park já tinha dado voltas e mais voltas por todo o festival, de início era apenas divulgando e distribuindo uma pequena – para não dizer minúscula, amostra grátis das compostas de frutas da família. Porém, as últimas se resumiam na coisa que a coreana mais amava fazer: comer. Mesmo com a quantidade de dinheiro em sua mão sendo limitada, estava conseguindo saborear da maioria das barracas, mas as que mais lhe chamavam a atenção eram as de doces. Chocolate quente, torta de maçã e doce de abóbora, todos já tinham ido parar em sua barriga. – Doces e você ainda pergunta se eu vou querer? – indagou após correr para a barraca de doces, passando os olhos curiosos e atentos aos produtos que estavam a venda por ali. – O que vocês têm? Tem cupcakes? Eu estou com uma puta vontade de comer cupcake, se tiver é capaz de eu comprar uns dez. – era visível a euforia da baixinha diante da opções a sua frente. – Eu vim aqui pra comprar, mas não tem problema em ganhar uma conversa também e eu não me importo com quem seja.

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jackixdaniels:
❛ — ✧ — Eu estou vendo! — Adulou a Daniels, rindo de toda a cena que a amiga fazia após o elogio. Não podia dizer que não achava a Park realmente bonita, a baixa estatura e o rosto em formato de coração, tudo isso a tornava adorável, já os cabelos lisos e negros com os olhos puxados a tornavam exótica, o que ela acreditava ser sexy para a maioria das pessoas. E, convivendo com a mais nova como fazia, Jackie sabia que a oriental era mesmo bem sucedida nessa parte.
Os olhos castanhos da Daniels seguiram a direção apontada pela oriental, observando a garotinha que se divertia e, ao ver a felicidade da garota ao aproveitar a boa ação da colegial, Jackie se sentiu um pouco mal em tirar aquilo dela. Já tinha sido ela ali, se aproveitando do bom coração de outras famílias para ter um pouco de diversão na feira anual de outono. Os Greenville a trataram como família, e muitas lembranças saltavam a cabeça da marginal ao encarar a outra, que podia muito bem ser um reflexo de si mesma há alguns anos atrás se não fosse pelos fios loiro morango. — Okay. — Ela deu de ombros, ainda que sua vontade fosse fazer mais pela pequena garota. — Podemos ficar também.. se você quiser. Onde estão os pais dela?
Quem visse toda aquela confiança e auto estima da coreana jamais saber contar quantas vezes a mesma já sofrera com palavras ofensivas sobre a sua aparência. Principalmente em seu meio escolar, sempre com as garotas ricas e loiras dizendo o quão feio eram suas pernas curtas e grossas demais e o rosto redondo e bochechas grandes e firmes que permaneciam até o momento. Mas agora tudo que restava era amor próprio. – Se assim eu estou sedutora, imagina se eu quisesse estar mesmo. – soltou uma risada alta, mandando um beijo na direção da amiga juntamente com uma piscadela.
Por mais que a garotinha que estava esperando fosse um tanto chata e pentelha, era uma boa menina e sempre que possível vivia expressando o quanto gostava de Aimee. Quando os pais da mesma não tinham como deixa-la com alguém, sempre deixava com ela e por isso a garota agora e via tão apegada a ela. Por ser a filha mais nova e não ter nenhum parente naquele continente, o contato que tinha com crianças mais novas não era constante. – Os pais dela estão por ai, a última vez que os vi estavam montando uma venda de roupas feitas de de lã, até me deram um suéter de presente e até que era bonito. - respondeu com um riso genuíno, se lembrando da peça de roupa que estava guardado lá juntamente com as demais coisas da barraca de sua família.
– Mas você quer mesmo ficar? Não vai ter mesmo problema ter uma criança agarrada nas minhas pernas? – perguntou apenas para ter certeza, não queria deixar a garotinha entediada junto dos pais, mas também adorava a companhia da mais velha e geralmente os passeio com Jackie não eram lá apropriados para crianças. Não demorou muito até que carrossel parou e diversas crianças e até mesmo adultos saíram do brinquedo e logo uma figura pequenina sorridente veio correndo e agarrou as pernas de Aimee. “Unnie, quem é essa daí?“ perguntou a garota de cabelos castanhos e tranças feitas pela própria Aimee. Os olhinhos curiosos vidrados na mais velha fazia a Park rir, apertando a bochechas dela. – Essa daí é a Jackie, ela é muito amiga da unnie. – respondera para ela, antes de voltar a sua atenção para a maior. – Parece que alguém gostou de você.
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❛ — ✧ A música estridente combinada com as cores vibrantes e os cavalos excessivamente decorados podiam ser considerados bizarros, como o palco de um filme de terror, porém, ninguém ali saia correndo ao ver os espelhos coloridos adornando os objetos ou os desenhos pitorescos em volta do carrossel. Jackie esperava em seu lugar na fila, com o ingresso cor de rosa em mãos, não era o tipo de atividade que os marginais gostavam, porém, Jackie havia gastado cinquenta centavos naquela ficha e iria usá-la. A aparência da oriental logo animal a Daniels, que se aproximou da mais nova com um sorriso ladino. — Como você consegue ser tão sexy, huh? Tem famílias aqui… — Brincou ela, a censura em sua fala não passava de uma ironia que completava a brincadeira, juntamente com uma piscadela. — Está acompanhada ou posso ser seu par?
As vezes a Park mais nova se perguntava o porquê de ter um coração tão bom e prestativo quando se tratava de crianças. Este era o primeiro ano que os Park resolviam colocar a sua própria barraca no festival, então, Aimee tinha a responsabilidade de ajudar com as vendas. Não poderia dizer que era de todo ruim passar parte do dia vendendo compotas de frutas – e claro, comendo escondido enquanto seus pais não viam, mas uma hora chegava a ser entediante. E lá estava a sua chance para fugir da barraca, uma criança pentelha que morava no seu bairro, lhe insistindo para que lhe deixasse nos brinquedos. Bancar a babá ao menos era divertido, até encontrar rostos conhecidos por ali.
A brincadeira de Jackie lhe fizera rir, fazendo uma pose e mandando um beijo para a amiga. – Ah, a sensualidade já está no sangue, minha querida Jackie. – entrara na brincadeira, imitando um tom de voz sexy ao jogar os longos fios negros para o lado. Não estava de fato sexy, apenas trajava uma saia xadrez que ia até a metade das coxas grossas da coreana, uma camiseta branca e um suéter por cima para lhe proteger do frio que faria quando a noite chegasse. – Não estou bem acompanhada, mas estou dando uma de babá, foi o que conseguir para fugir da barraca dos meus pais. – dissera, apontando para a garotinha que rodopiava no cavalinho branco e amarelo no carrossel, sempre acenando na sua direção quando passava em sua frente. – Vou só devolver ela pros pais dela e podemos dar uma volta.
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Se fosse perguntado a Georgia qual o lugar favorito dentre toda Riverside High, certamente diria a sala do clube de artes. Era instintivo, sequer precisaria pensar. Tudo naquele lugar a agradava, do cheiro de tinta acrílica aos acidentais respingos multicoloridos que enfeitavam tanto as paredes quanto o piso… mas mais ainda a sensação de liberdade que parecia inundá-la sempre que colocava os pés ali. Trabalhava em sua própria tela, uma espiral em preto, roxo, vermelho e anil, verdadeiramente inspirada após a morte do St. Heart. Não o conhecia bem e se haviam trocado mais de três palavras durante todo o ensino médio teria sido muito, mas ainda assim estava sentida. Talvez fosse porque, assim como ela, ele era um gêmeo. Ele tinha sido um gêmeo. E a perspectiva de um dia perder Francesca a deixava emocional, o bastante para extravasar por meio da pintura.
“ —– Você está aí a muito tempo?” Perguntou após olhar para a porta e finalmente notar a presença de Aimee. Parando no meio de uma pincelada, direcionou-lhe um sorriso fraco de boas vindas.
Como se a vida escolar já não fosse das melhores por diversos motivos, agora existia o fato da morte de um de seus colegas. Não se lembrava de alguma vez ter dirigido alguma palavra a Niel durante todo o ano ou sua vida, mas ainda assim, ele era uma pessoa como qualquer outra independente de qualquer outra coisa. O clima pensado que se instalara pelos corredores deixava a Park com o humor dos piores, carregando uma certa melancolia e medo de algum dia estar no lugar daqueles que agora lamentavam pela perda.
Após o anuncio do diretor pela rádio anunciando que as demais aulas estavam canceladas, não pensou duas vezes antes de rumar para o seu pequeno refúgio. A sala de artes era o seu lugar favorito do mundo, ali poderia se ver livre de tudo por algumas horas e poder respirar fundo. Com a maioria dos alunos já voltando para suas casas, a sala estaria vazia e assim ganhar uma paz e liberdade ainda maior. Pelo menos era o que pensava, até abrir a porta e encontrar uma figura solitária no meio do ambiente. Não demorado ali, seguiu em passos lentos para não assustar Georgia, porém a sua tentativa havia sido em vão.
– Não, eu realmente acabei de chegar quando você me viu. – respondeu direcionando um sorriso para a amiga, deixando a mochila e seu classificador com seus desenhos sobre uma das mesas e então sentou-se ao lado desta. De perto pôde sentir que a garota não estava bem e automaticamente tratou de abraça-la pela cintura e depositar um demorado beijo em sua testa. Aimee era assim, sempre atenta à aqueles que realmente lhe importavam e tratava de passar algum meio de proteção independente do que fosse. – O que está pintando? Não acha que isso está escuro demais? Está faltando um pouquinho de cor nisso.

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-Hey, você!- Falou a loira ao se aproximar do estranho -Porque anda a espalhar rumores da minha irmã? Eu sei que é você! Acabei de o ver a começar um! Seja a ultima vez ou irá sofrer seu babaca.
A conversa animada com a colega do clube de artes fora interrompida com a presença repentina da garota de cabelos louros, fazendo com que a coreana se assustasse por ter sido de maneira tão busca. – Bwo!? – exclamou a expressão em coreano, olhando para a outra sem entender o que a garota dizia. – Você é maluca? – perguntou, descendo seus olhar por toda a figura ao apertar o classificador de desenhos contra seu corpo num impulso. – Epa! Eu comecei o que? Primeiro que eu sequer sem quem é você ou a sua irmã, já parou para pensar que não se deve acusar ninguém por ai? – respirou fundo e pisou firme, dando um passo na direção da figura aparentemente descontrolada. Inicialmente estava assustada pela falação alheia sem sentido, mas andar com os marginais tinham lá o seu lado bom. – Eu sofrer? Você deveria controlar melhor o que fala, você deu sorte de ter acusado alguém que não dá a mínima, senão já estaria trancada naquele armário. – apontou para a fileira de armários dos estudantes bem próximo a si. – Ou já não teria mais esse seu dedinho. – com a ponta do dedos, abaixou o alheio que era apontado em sua cara.
theohankyahn:
Theodore fitou @aimxprk com as sobrancelhas erguidas. Uma mão dele se estendeu para ela, para que ela a pegasse e juntos andarem até o closet, para passarem os próximos sete minutos tão perto que mal dava para respirar. Theo pensou em Kath por um momento, era verdade. Mas ela estava em algum lugar da festa e até agora não havia nem tentando falar com ele. Os dois estavam em um estágio complicado e ele não devia se importar, não é? Já que ela sempre deixara claro que era tudo fachada. Ele suspirou e entrou no lugar, e a porta foi fechada logo em seguida. “Que sorte a sua. Passar sete minutos inteiros comigo.” Ele usou a ironia, mas riu baixo no final.
Era visível o olhar de decepção de Aimee diante da escolha para a brincadeira. Não era como se Theodore fosse um cara feio, pelo contrário, muito bonito por sinal, mas não era o tipo da coreana. Porém a sua real decepção era por ser justamente um garoto, mas deu de ombros e se deixou ser vencida. Com o copo de cerveja em mãos, levantou-se com a ajuda do outro e então o acompanhou até o closet que cabia perfeitamente os dois ali. Fechado a porta atrás de si, recostou-se na parede com a bebida em mãos, soltando uma risada com a fala alheia. “ – Será que foi sorte mesmo? Mas tanto faz, o que você vai querer fazer? Por que você sabe, eu preferia bem mais se fosse uma garota aqui dentro comigo. – ” disparou sem importar-se com uma reação alheia, quase toda Riverside sabia de seu gosto apesar do preconceito.
180127 | I♡CON concert © MUAH [do not edit or remove logo]
© ionkr | do not edit ⇢ 170614 Sejong University

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first time | aim & andy (fb)
aplusc:
Aquela já era a segunda semana que ele estava tentando uma nova dieta por muita insistência de sua mãe. Andrew alegava não se importar com aparências e, no fundo, isso era um pouco verdade. Mas a mulher dizia que a medida era apenas pensando em sua saúde, e evitando confrontos, o rapaz aceitou. Não subiu a balança sequer uma vez, e não notou diferença alguma ao vestir suas roupas, e mesmo assim seguiu firme com a dieta naquelas longas e duradouras duas semanas. Aquela era mais uma sexta-feira onde a realeza decidia dar uma festa para todos os cliques. Andrew costumava ir quando seus amigos insistiam, embora todos eles ficassem isolados em um canto apenas assistindo aos outros se divertirem e comentando entre si. Naquela noite foi diferente. Alguns de seus amigos cérebros estavam lá, mas sem animação nenhuma, o moreno preferiu ficar em casa sozinho.
Seus pais haviam viajado para outra cidade, visitar um amigo que estava doente, e ficariam fora por todo o fim de semana. Sua irmã mais nova estava na casa de seus tios, fazendo uma festa do pijama com sua prima da mesma idade. Isso significava que era a noite perfeita para sair da dieta e assistir alguns filmes até o dia amanhecer. Preparou a pipoca, separou dois pacotes de doritos, um saquinho de alcaçuz e um enorme copo cheio de coca-cola. Depositou toda a comida na mesinha da sala, pegou o controle remoto e jogou-se no sofá. Nem chegou a ligar a tv, ouviu a campainha tocar. Franziu o cenho, não imaginando quem poderia ser. Levantou sem muita dificuldade dessa vez, afinal já havia perdido alguns quilos, e foi até a porta. “Aim.” disse com um sorriso surpreso quando viu a amiga. “Você não devia estar na festa? Eu jurava que você tinha ido. Quer entrar?”
Durante todos aqueles minutos que se via sozinha pelo meio da rua, a Park se perguntava o porquê de as pessoas serem tão cruéis umas com as outras. E principalmente com quem era considerado diferente delas. As mesmas pessoas que tinham lhe jogado bebida e lhe ofendido no meio da festa eram aquelas que faziam da sua vida um inferno enquanto criança. Aimee já não era mais tão parecida com aquela garota, em especial em sua aparência que aos poucos ia se tornando mais madura e mais arrumada apesar da situação financeira de sua família não ser das melhores, mas o suficiente para serem confortáveis com o que tinham.
Ao ouvir o barulho da porta sendo aberta, seus olhos marejados se levantando na mesma hora, a espera daquele que sempre estava do seu lado quando precisava. As perguntas que vieram de Andrew foram ignoradas e sem cerimônias, a coreana o abraçou pela cintura sem sequer lembrar-se da sujeira que estava a sua roupa. – Fica quieto, só deixa eu te abraçar. – disse baixinho, buscando naquele abraço a proteção que estava precisando naquele momento. Era sempre assim, desde pequena sendo alvo dos cliques considerados superiores e por mais que se fizesse de forte, era difícil de manter tudo para si. Ficou assim por alguns instantes antes de levantar seu rosto, deixando as bochechas úmidas pelo choro visíveis. – Tem alguém ai com você? Não quero que sua mãe ligue pra minha e fale do meu estado. – pelo lado do garoto, tentou esticar o pescoço para tentar espiar dentro da casa, mas tudo parecia calmo demais e isso a deixava aliviada. Já era considerada de casa pela família de Andy, então não teve a menor vergonha em entrar na cama, deixando o casaco no porta-casacos perto da porta. – A minha noite foi uma droga, eu deveria ter ficado em casa.
coffee & vodka | aim & jackie
@jackixdaniels
O trabalho nem sempre era motivo para estresses ou odiar tudo e todos ao seu redor. Pelo menos não para Aimee, que por incrível que parecesse, ela adorava trabalhar naquele café por inúmeros motivos e um deles era o seu real gosto pela principal bebida que era servido dali. E claro, pelo serviço ser considerado tranquilo e que não queria muito o uso de toda balela de matemática e química que ela aprendia; ou pelo menos deveria aprender, na escola. Um tanto quanto diferente de seus momentos nos corredores de Riverside, ali no café Aimee era cheia de sorrisos e simpatia para todos que ela atendia. Porém, nem sempre o bom humor e simpatia imperava e aquele era um daqueles dias em que parecia que uma nuvem carregada sobrevoava a cabeça da Park graças à sua TPM e briga que tivera com seu pai durante a manhã.
Sem nem ao menos ter trocado o uniforme do café, a coreana rumava pelas ruas da cidade até o trabalho de Jackie. Depois de o dia estressante que tivera, a única coisa que queria naquele momento era espairecer e a amiga mais velha fora a sua primeira opção. Os passos eram rápidos e cuidadosos para que não derramasse os copos de café que havia trazido consigo. E mais algumas rosquinhas que comprara na padaria, afinal, tudo era mais caro em uma cafeteria. Chegando ao dinner onde a morena trabalhava, preferiu espera-la sentada na calçada.