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Avisos: sexo sem proteção (não façam isso), dois bobos apaixonados que não sabem lidar com seus sentimentos, ¥¥!!menores de idade não interajam !!¥¥
N/A: isso foi uma humilde tentativa minha de aliviar o meu surto pelo Mingi, e foi inspirado na mĂșsica Just Friends, do Keshi (mas menos toxica). Ă isso, escrevi meio por impulso entĂŁo talvez nĂŁo esteja muito lĂĄ essas coisas, mas espero que gostem mesmo assim :)
âOiâŠâ Ele murmurou, mais interessado na comida dele do que em vocĂȘ. Mas aĂ ele percebeu. Aquela casa era dele, nĂŁo sua. âO que vocĂȘ tĂĄ fazendo aqui?â Ele disse, franzindo o cenho e enfim te olhando.
âEu vim ver o San.â Deu de ombros, se sentando na frente dele na mesa depois de pegar uma garrafinha de suco.
O Mingi ficou em completo silĂȘncio enquanto observava o San sair de vista. VocĂȘ estava ali por ele? Estava preocupada com ele? EntĂŁo por que inventou aquela besteira de ter vindo ver o San?
âNĂŁo machuca mais ela, Mingi.â Seu melhor amigo olhou para o mais velho, levemente afetado pelas palavras ditas por ele. âEla jĂĄ aguentou o bastante⊠nĂŁo brinque com o coração dela.â
âNĂŁo, nĂŁo!â Ele disse, segurando o seu pulso e te impedindo de se levantar. âVocĂȘ nunca me deixa cansado, S/N, achei que jĂĄ soubesse disso.â VocĂȘ voltou a se ajeitar na cama, se aproximando dele, mas ficou em silĂȘncio.
VocĂȘs dois ficaram quase sem se moverem por alguns minutos, ambos perdidos em seus pensamentos e sem saberem ao certo como quebrar aquele silĂȘncio estranho entre vocĂȘs.
Na sua cabeça, estava uma confusĂŁo de sentimentos sobre o que estava acontecendo. O Mingi tinha dito algo legal para vocĂȘ sem ser de forma irĂŽnica? E, ainda por cima, isso veio depois de ele passar semanas sem falar com vocĂȘ direito, o que tinha sido o motivo inicial de vocĂȘ estar alĂ, inclusive. Mesmo que tenha inventado uma histĂłria idiota da qual sabia que ele descobriria que era mentira eventualmente, vocĂȘ sĂł estava alĂ naquele momento porque sentia falta dele. E, afinal, mesmo que vocĂȘ esteja confusa do porque, ouvir dele que vocĂȘ nĂŁo estava o deixando mal, e, principalmente, ver aquelas bobas e pequenas açÔes dele para te manter ali, te deu um quentinho no coração que nem sabia que precisava.
âS/N, vocĂȘ veio mesmo pra cĂĄ pra dormir com o San?â Ele perguntou, de repente, deixando que as palavras saĂssem da sua boca antes mesmo que as pudesse raciocinar.
âEu fui um babaca, okay? Me desculpa por isso.â Ele se afastou, te olhando profundamente nos olhos. âDe verdade, S/N⊠me desculpa por ter te machucado tanto. VocĂȘ merecia muito mais do que eu te proporcionei, mas eu acho que demorei demais para perceber isso.â
âS/NâŠâ O Mingi começou a dizer, depois de terem terminado, no meio da semi-escuridĂŁo que estavam, iluminados apenas pelas frestas da janela por onde passava a luz da lua.
âShhâŠâ VocĂȘ o interrompeu, se aninhando ainda mais no abraço dele. âNĂŁo vamos arruinar isso agora.â
Ele na verdade não pretendia arruinar nada, ou pelo menos achava que não. Mas, bem, ele não iria ousar te decepcionar naquele momento tão mågico para os dois, por isso apenas assentiu, te segurando firme, depositando um beijo no topo da sua cabeça, e se perdendo no sono enquanto guardava na memória o cheiro delicioso do seu perfume.
Mas justo quando ele começou a aceitar que tudo o que tinha acontecido tinha sido apenas fruto da imaginação dele, ele ouviu o que era um dos sons favoritos da vida dele: a sua risada.
Ele se levantou ainda meio tonto pelo sono, seguindo o som como um feitiço, e ficando estranhamente irritado quando parou na frente do quarto do Seonghwa.
Ao contrĂĄrio da noite anterior, no entanto, dessa vez ele nĂŁo se preocupou em esconder que estava ali, logo entrando no quarto sem nem mesmo se preocupar em bater na porta.
âO que aconteceu noite passada?â O mais velho perguntou, levantando uma sobrancelha.
âA gente-â O Mingi começou a falar, mas foi logo cortado por vocĂȘ.
âNĂłs sĂł conversamos sobre algumas coisas que precisavam ser esclarecidas, nada demais.â VocĂȘ falou, censurando o Mingi com o olhar, e ele nĂŁo sabe dizer o porquĂȘ, mas isso o machucou. âHwa muito obrigada pela companhia, mas acho que jĂĄ vou indo.â Falou, se inclinando e dando um beijo da bochecha dele, o que, mais uma vez, machucou o Mingi.
âVai mesmo embora assim?â O Mingi falou, se encostando no batente da porta do quarto dele, logo quando te encontrou, enquanto te observava trocar as roupas dele que usou para dormir pelas suas prĂłprias.
âAssim como?â Perguntou, sem olhar pra ele, o que fez ele suspirar.
âO Mingi tĂĄ lĂĄ em casa desabafando com o Yunho.â Ele disse, dando de ombros. âNĂŁo prestei muita atenção no que estavam falando, na verdade, mas acho que ouvi o seu nome na conversa, S/NâŠâ Ele disse, pensando um pouco, o que fez vocĂȘ querer se jogar da janela.
âMeu deus eu sou uma idiota total.â VocĂȘ falou, escondendo o seu rosto em um travesseiro, e fazendo os dois rapazes que estavam do seu lado te acolherem em um abraço.
âEu falei alguma coisa errada?â O Yeosang perguntou, preocupado, mas logo os amigos o acalmaram dizendo que nĂŁo e explicando brevemente o que tinha aconteciso. âAh, wow.â Ele disse, depois de ouvir tudo.
âE se eu tiver estragado tudo com o Mingi?â VocĂȘ falou, levantando a sua cabeça de repente.
âNĂŁo, ele nĂŁo estava tĂŁo mal assim.â O Yeosang te tranquilizou. âParecia mais ansioso do que triste, na verdade.â
âPode vir na minha casa depois do seu ensaio?â
âPrecisamos conversarâ
O Mingi suspirou, lendo as mensagens mais uma vez antes de olhar para a porta da sua casa, fechando os olhos por alguns segundos antes de apertar a campainha.
âEstava me preparando psicologicamente.â Ele respondeu, entrando na sua jĂĄ muito conhecida casa. âFaz tempo que nĂŁo me chama pra vir aqui, vocĂȘ trocou de tapete?â
âAdotei ela faz umas semanas.â Disse, se aproximando da pequena com o Mingi, que logo se abaixou para tentar acariciĂĄ-la. âEla chegou no abrigo que eu ĂĄs vezes faço trabalho voluntĂĄrio, e ela acabou me escolhendo.â Falou, sorrindo, e ele fez o mesmo.
âAcho que estĂĄ na hora de nĂłs conversarmos, entĂŁo.â VocĂȘ suspirou, se ajeitando de uma forma que pudesse olhar para ele. âSobre o que aconteceu ontem Ă noiteâŠâ
âEu jĂĄ acredito em vocĂȘ, Mingi.â VocĂȘ falou, e dessa vez foi a vez dele de ser pego de surpresa. âE sinceramente⊠acha mesmo que ainda somos apenas amigos depois de ontem?â
Ao contrĂĄrio da noite anterior, dessa vez vocĂȘs lembrariam com clareza de cada momento da noite. Depois dessas suas palavras, o Mingi nĂŁo pensou duas vezes antes de te enlaçar em um beijo apaixonado, repleto de sentimentos que ficaram por tanto tempo guardados. O beijo começou de forma lenta, e profunda, mas logo foi acelerando de uma forma um tanto quanto desesperada, terminando apenas quando jĂĄ nĂŁo tinham mais ar para respirar.
Mas ele mal te deu tempo de se recompor, e começou a descer os beijos dele pelo seu pescoço, enquanto vagava com as mĂŁo por entre a sua cintura e as suas coxas, nĂŁo demorando muito para te puxar para o colo dele. Logo voltaram a se beijar, e em pouco tempo vocĂȘ nĂŁo conseguiu mais resistir, começando a mexer os seus quadris suavemente contra o colo dele, o que fez ele soltar um leve grunhido contra a sua boca.
âPorra, jagiâŠâ Ele murmurou contra os seus lĂĄbios, te fazendo sentir um frio na barriga ao ouvir o apelido pela primeira vez da boca dele. âDesse jeito nĂŁo vou conseguir ir com calma mesmo.â
âE quem disse que eu quero que vocĂȘ vĂĄ com calma?â VocĂȘ respondeu, puxando o lĂĄbio dele de leve com os dentes, o que parece ter acendido algo dentro dele.
Sem pensar duas vezes ele se levantou do sofĂĄ, segurando firme nos seus quadris para que ficasse no colo dele. VocĂȘ se assustou com a mudança abrupta, mas foi rĂĄpida em prender as pernas ao redor da cintura dele, que logo estava com os lĂĄbios de volta aos seus enquanto andava em direção ao seu quarto.
Por mais que o caminho jĂĄ fosse muito bem conhecido por ele pelas inĂșmeras vezes em que decidiu passar a noite na sua casa quando sentiam falta um do outro, ou mesmo quando te trazia bĂȘbada de alguma festa, ainda assim ele acabou tombando em algumas coisas no caminho, derrubando o que ele esperava nĂŁo ser valioso demais no chĂŁo ao esbarrar em um mĂłvel que tinha no corredor.
âDepois eu comprou outro.â Ele murmurou, sem nem mesmo olhar o que tinha sido derrubado, o que fez vocĂȘ soltar uma leve risada contra a boca dele.
Em questĂŁo de segundos vocĂȘs estavam dentro do seu quarto, e ele te colocou com uma delicadeza inesperada na sua cama, se ajoelhando em cima de vocĂȘ e te observando com calma, enquanto passava a mĂŁo delicadamente pelo seu rosto.
Ele entendeu a mensagem, porque se afastou um pouco, tirando a camiseta dele enquanto vocĂȘ observava atentamente cada detalhe do corpo dele, percorrendo o contorno de seu corpo com os dedos.
âSer perfeito assim deveria ser crime, MingiâŠâ VocĂȘ disse, e ele riu de forma leve.
âMe prende entĂŁo.â Falou, fazendo vocĂȘ levantar uma sobrancelha.
âVamos deixar isso pra outra noite.â VocĂȘ respondeu, fazendo ele rir mais uma vez.
Mas a risada logo cessou, sendo a vez dele de escorregar a mĂŁo por debaixo da sua camiseta. VocĂȘ suspirou ao sentir o toque dele na sua pele, soltando um leve gemido quando ele apertou os seus seios levemente. Ele começou a puxar a sua peça de roupa para cima, observando de forma detalhada cada pedacinho do seu corpo.
âSei que fizemos isso tudo ontem, mas acho que eu nĂŁo estava em sĂŁ consciĂȘncia.â Ele disse, jogando sua blusa para longe e voltando as mĂŁos dele para o seu contorno. âPorque nĂŁo tem como eu ter olhado para vocĂȘ assim e nĂŁo ter ao menos tentado beijar cada cantinho seu.â
âTira logo.â VocĂȘ respondeu, e ele sorriu, beijando por cima da sua roupa antes de puxar tudo para baixo (incluindo a sua calcinha).
VocĂȘ estava completamente exposta para ele agora, mas se sentia estranhamente confortĂĄvel. O Mingi te olhava e tocava com tanto amor, respeito e carinho que vocĂȘ nĂŁo conseguia sentir qualquer outra coisa que nĂŁo conforto por baixo dos toques dele. Ele depositou alguns beijos pelas suas coxas, as quais ele sempre foi secretamente obcecado por. Cada vez que vocĂȘ aparecia com shorts ou saias curtas, ele tinha que se obrigar a nĂŁo ficar encarando as suas pernas para nĂŁo ser respeitoso, mas agora ele se deu a liberdade de fazer com elas o que sempre sonhou.
âEi!â VocĂȘ falou, em um misto de gemido e risada, quando sentiu a mordida do Mingi na parte interna da sua coxa. âIsso com certeza vai deixar marca.â
âĂtimo.â Ele respondeu, beijando o local onde tinha mordido. âE eu acho bom eu ser o Ășnico a ver essa marcaâŠâ
âQue possessivo.â VocĂȘ murmurou, secretamente gostando desse lado dele que pela primeira vez estava vendo com vocĂȘ.
âMingi, por favorâŠâ VocĂȘ falou, puxando o cabelo dele de leve enquanto mexia os quadris para ter o mĂĄximo de fricção possĂvel. âEu acho queâŠâ
âNĂŁo se preocupe, ele coube certinho em vocĂȘ ontem.â Ele falou, fazendo vocĂȘ revirar os olhos, mas se inclinar e depositar um leve beijo nos lĂĄbios dele enquanto o tocava lentamente.
NĂŁo demorou muito para ele estar duro o suficiente, fazendo vocĂȘ se levantar e alinhar a sua entrada com ele, antes de descer lentamente. VocĂȘs dois soltaram gemidos manhosos, e ele colocou as mĂŁos em sua cintura, a apertando de leve enquanto te olhava com sede nos olhos.
âTĂŁo lindaâŠâ Ele repetiu mais uma vez, e vocĂȘ sorriu, se movimentando para cima e para baixo de forma agonizantemente lenta.
âE sĂł sua.â Completou, fazendo um sorriso genuĂno se estampar pelo rosto dele.
Os seus movimentos foram se acelerando com o tempo, chegando em um ponto em que suas pernas estavam cansadas demais para se manterem por si sĂł. Quando percebeu o Mingi segurou sua cintura de forma firme, lhe deixando um pouco levantada, e começou ele mesmo a fazer o movimento por vocĂȘ, movendo os quadris dele contra os seus, fazendo vocĂȘ sentir na prĂĄtica o que todos sempre dizem sobre os quadris habilidosos dele.
âMingi.â VocĂȘ choramingou, fechando os olhos e se curvando, deitando o seu corpo sobre o dele, e escondendo o seu rosto em seu pescoço, enquanto gemia o nome dele.
âVocĂȘ tĂĄ sendo tĂŁo boa pra mimâŠâ Ele disse, e vocĂȘ levantou o seu rosto, o olhando por alguns segundos antes de ele te enlaçar com um beijo, sem nunca parar com os movimentos. âO quĂŁo perto vocĂȘ tĂĄ?â Ele perguntou, um tanto quanto desesperado.
âMuito perto.â VocĂȘ respondeu.
âAcha que consegue gozar comigo?â Ele perguntou, e vocĂȘ concordou com a cabeça, fazendo ele sorrir e te dar um selinho. âSe prepara entĂŁoâŠâ VocĂȘ assentiu mais uma vez, conseguindo se levantar e mover os seus quadris para o ajudar. â5âŠ4âŠâ Ele começou a contar, e vocĂȘ jĂĄ se sentia no limite. â3âŠ2âŠâ VocĂȘ entrelaçou suas mĂŁos nas dele, o usando de apoio para nĂŁo cair. â1.â
Com isso vocĂȘs dois se desmancharam completamente de prazer, fazendo sons quase que pornogrĂĄficos enquanto aproveitavam os seus orgasmos. VocĂȘ caiu completamente sobre o corpo dele, sendo logo envolvida pelos seus braços enquanto recebia beijos pelo seu pescoço e um carinho no seu cabelo.
Ficaram assim por um tempo, apenas aproveitando a presença e contato um do outro, mas depois de alguns minutos o Mingi decidiu quebrar o silĂȘncio.
âAcho melhor tomarmos um banho.â Ele falou, recebendo um resmundo indecifrĂĄvel de vocĂȘ em resposta, o que apenas o fez rir. âNos estamos suados e cheios de fluidos corporais, quer mesmo dormir assim.â Ele ouviu vocĂȘ suspirar, e sorriu enquanto se levantava o olhando com um biquinho nos lĂĄbios, que ele foi rĂĄpido em beijar. âVamos, prometo que eu te limpo, vocĂȘ sĂł precisa ficar paradinha e ser linda.â Ele piscou um olho, e vocĂȘ nĂŁo sabe porque, mas as palavras dele a fizeram corar.
âVocĂȘ estĂĄ com fome?â Ele perguntou, enquanto te ajudava a pentear o seu cabelo.
âMorrendo.â Respondeu, fazendo ele rir de leve.
âQuer que eu prepare alguma coisa pra gente?â
âĂbvio!â VocĂȘ respondeu, sem nem mesmo precisar pensar.
âEntĂŁo vamos lĂĄ, princesa.â Ele disse, beijando o topo da sua cabeça.
âEu achei que a princesa fosse vocĂȘâŠâ VocĂȘ respondeu, o provocando, mas secretamente adorando o apelido.
âSim, mas para vocĂȘ eu cedo o meu tĂtulo.â Ele respondeu, piscando um olho e estendendo a mĂŁo. âVamos?â
VocĂȘ apenas sorriu em resposta, concordando e entrelaçando os seus dedos nos dele, e agradecendo a seja lĂĄ quem estiver lĂĄ em cima por te dar uma pessoa tĂŁo incrĂvel quanto o Mingi para vocĂȘ ter ao seu lado.
Avisos: sexo sem proteção (não façam isso), dois bobos apaixonados que não sabem lidar com seus sentimentos, ¥¥!!menores de idade não interajam !!¥¥
N/A: isso foi uma humilde tentativa minha de aliviar o meu surto pelo Mingi, e foi inspirado na mĂșsica Just Friends, do Keshi (mas menos toxica). Ă isso, escrevi meio por impulso entĂŁo talvez nĂŁo esteja muito lĂĄ essas coisas, mas espero que gostem mesmo assim :)
âOiâŠâ Ele murmurou, mais interessado na comida dele do que em vocĂȘ. Mas aĂ ele percebeu. Aquela casa era dele, nĂŁo sua. âO que vocĂȘ tĂĄ fazendo aqui?â Ele disse, franzindo o cenho e enfim te olhando.
âEu vim ver o San.â Deu de ombros, se sentando na frente dele na mesa depois de pegar uma garrafinha de suco.
O Mingi ficou em completo silĂȘncio enquanto observava o San sair de vista. VocĂȘ estava ali por ele? Estava preocupada com ele? EntĂŁo por que inventou aquela besteira de ter vindo ver o San?
âNĂŁo machuca mais ela, Mingi.â Seu melhor amigo olhou para o mais velho, levemente afetado pelas palavras ditas por ele. âEla jĂĄ aguentou o bastante⊠nĂŁo brinque com o coração dela.â
âNĂŁo, nĂŁo!â Ele disse, segurando o seu pulso e te impedindo de se levantar. âVocĂȘ nunca me deixa cansado, S/N, achei que jĂĄ soubesse disso.â VocĂȘ voltou a se ajeitar na cama, se aproximando dele, mas ficou em silĂȘncio.
VocĂȘs dois ficaram quase sem se moverem por alguns minutos, ambos perdidos em seus pensamentos e sem saberem ao certo como quebrar aquele silĂȘncio estranho entre vocĂȘs.
Na sua cabeça, estava uma confusĂŁo de sentimentos sobre o que estava acontecendo. O Mingi tinha dito algo legal para vocĂȘ sem ser de forma irĂŽnica? E, ainda por cima, isso veio depois de ele passar semanas sem falar com vocĂȘ direito, o que tinha sido o motivo inicial de vocĂȘ estar alĂ, inclusive. Mesmo que tenha inventado uma histĂłria idiota da qual sabia que ele descobriria que era mentira eventualmente, vocĂȘ sĂł estava alĂ naquele momento porque sentia falta dele. E, afinal, mesmo que vocĂȘ esteja confusa do porque, ouvir dele que vocĂȘ nĂŁo estava o deixando mal, e, principalmente, ver aquelas bobas e pequenas açÔes dele para te manter ali, te deu um quentinho no coração que nem sabia que precisava.
âS/N, vocĂȘ veio mesmo pra cĂĄ pra dormir com o San?â Ele perguntou, de repente, deixando que as palavras saĂssem da sua boca antes mesmo que as pudesse raciocinar.
âEu fui um babaca, okay? Me desculpa por isso.â Ele se afastou, te olhando profundamente nos olhos. âDe verdade, S/N⊠me desculpa por ter te machucado tanto. VocĂȘ merecia muito mais do que eu te proporcionei, mas eu acho que demorei demais para perceber isso.â
âS/NâŠâ O Mingi começou a dizer, depois de terem terminado, no meio da semi-escuridĂŁo que estavam, iluminados apenas pelas frestas da janela por onde passava a luz da lua.
âShhâŠâ VocĂȘ o interrompeu, se aninhando ainda mais no abraço dele. âNĂŁo vamos arruinar isso agora.â
Ele na verdade não pretendia arruinar nada, ou pelo menos achava que não. Mas, bem, ele não iria ousar te decepcionar naquele momento tão mågico para os dois, por isso apenas assentiu, te segurando firme, depositando um beijo no topo da sua cabeça, e se perdendo no sono enquanto guardava na memória o cheiro delicioso do seu perfume.
Mas justo quando ele começou a aceitar que tudo o que tinha acontecido tinha sido apenas fruto da imaginação dele, ele ouviu o que era um dos sons favoritos da vida dele: a sua risada.
Ele se levantou ainda meio tonto pelo sono, seguindo o som como um feitiço, e ficando estranhamente irritado quando parou na frente do quarto do Seonghwa.
Ao contrĂĄrio da noite anterior, no entanto, dessa vez ele nĂŁo se preocupou em esconder que estava ali, logo entrando no quarto sem nem mesmo se preocupar em bater na porta.
âO que aconteceu noite passada?â O mais velho perguntou, levantando uma sobrancelha.
âA gente-â O Mingi começou a falar, mas foi logo cortado por vocĂȘ.
âNĂłs sĂł conversamos sobre algumas coisas que precisavam ser esclarecidas, nada demais.â VocĂȘ falou, censurando o Mingi com o olhar, e ele nĂŁo sabe dizer o porquĂȘ, mas isso o machucou. âHwa muito obrigada pela companhia, mas acho que jĂĄ vou indo.â Falou, se inclinando e dando um beijo da bochecha dele, o que, mais uma vez, machucou o Mingi.
âVai mesmo embora assim?â O Mingi falou, se encostando no batente da porta do quarto dele, logo quando te encontrou, enquanto te observava trocar as roupas dele que usou para dormir pelas suas prĂłprias.
âAssim como?â Perguntou, sem olhar pra ele, o que fez ele suspirar.
âO Mingi tĂĄ lĂĄ em casa desabafando com o Yunho.â Ele disse, dando de ombros. âNĂŁo prestei muita atenção no que estavam falando, na verdade, mas acho que ouvi o seu nome na conversa, S/NâŠâ Ele disse, pensando um pouco, o que fez vocĂȘ querer se jogar da janela.
âMeu deus eu sou uma idiota total.â VocĂȘ falou, escondendo o seu rosto em um travesseiro, e fazendo os dois rapazes que estavam do seu lado te acolherem em um abraço.
âEu falei alguma coisa errada?â O Yeosang perguntou, preocupado, mas logo os amigos o acalmaram dizendo que nĂŁo e explicando brevemente o que tinha aconteciso. âAh, wow.â Ele disse, depois de ouvir tudo.
âE se eu tiver estragado tudo com o Mingi?â VocĂȘ falou, levantando a sua cabeça de repente.
âNĂŁo, ele nĂŁo estava tĂŁo mal assim.â O Yeosang te tranquilizou. âParecia mais ansioso do que triste, na verdade.â
âPode vir na minha casa depois do seu ensaio?â
âPrecisamos conversarâ
O Mingi suspirou, lendo as mensagens mais uma vez antes de olhar para a porta da sua casa, fechando os olhos por alguns segundos antes de apertar a campainha.
âEstava me preparando psicologicamente.â Ele respondeu, entrando na sua jĂĄ muito conhecida casa. âFaz tempo que nĂŁo me chama pra vir aqui, vocĂȘ trocou de tapete?â
âAdotei ela faz umas semanas.â Disse, se aproximando da pequena com o Mingi, que logo se abaixou para tentar acariciĂĄ-la. âEla chegou no abrigo que eu ĂĄs vezes faço trabalho voluntĂĄrio, e ela acabou me escolhendo.â Falou, sorrindo, e ele fez o mesmo.
âAcho que estĂĄ na hora de nĂłs conversarmos, entĂŁo.â VocĂȘ suspirou, se ajeitando de uma forma que pudesse olhar para ele. âSobre o que aconteceu ontem Ă noiteâŠâ
âEu jĂĄ acredito em vocĂȘ, Mingi.â VocĂȘ falou, e dessa vez foi a vez dele de ser pego de surpresa. âE sinceramente⊠acha mesmo que ainda somos apenas amigos depois de ontem?â
Ao contrĂĄrio da noite anterior, dessa vez vocĂȘs lembrariam com clareza de cada momento da noite. Depois dessas suas palavras, o Mingi nĂŁo pensou duas vezes antes de te enlaçar em um beijo apaixonado, repleto de sentimentos que ficaram por tanto tempo guardados. O beijo começou de forma lenta, e profunda, mas logo foi acelerando de uma forma um tanto quanto desesperada, terminando apenas quando jĂĄ nĂŁo tinham mais ar para respirar.
Mas ele mal te deu tempo de se recompor, e começou a descer os beijos dele pelo seu pescoço, enquanto vagava com as mĂŁo por entre a sua cintura e as suas coxas, nĂŁo demorando muito para te puxar para o colo dele. Logo voltaram a se beijar, e em pouco tempo vocĂȘ nĂŁo conseguiu mais resistir, começando a mexer os seus quadris suavemente contra o colo dele, o que fez ele soltar um leve grunhido contra a sua boca.
âPorra, jagiâŠâ Ele murmurou contra os seus lĂĄbios, te fazendo sentir um frio na barriga ao ouvir o apelido pela primeira vez da boca dele. âDesse jeito nĂŁo vou conseguir ir com calma mesmo.â
âE quem disse que eu quero que vocĂȘ vĂĄ com calma?â VocĂȘ respondeu, puxando o lĂĄbio dele de leve com os dentes, o que parece ter acendido algo dentro dele.
Sem pensar duas vezes ele se levantou do sofĂĄ, segurando firme nos seus quadris para que ficasse no colo dele. VocĂȘ se assustou com a mudança abrupta, mas foi rĂĄpida em prender as pernas ao redor da cintura dele, que logo estava com os lĂĄbios de volta aos seus enquanto andava em direção ao seu quarto.
Por mais que o caminho jĂĄ fosse muito bem conhecido por ele pelas inĂșmeras vezes em que decidiu passar a noite na sua casa quando sentiam falta um do outro, ou mesmo quando te trazia bĂȘbada de alguma festa, ainda assim ele acabou tombando em algumas coisas no caminho, derrubando o que ele esperava nĂŁo ser valioso demais no chĂŁo ao esbarrar em um mĂłvel que tinha no corredor.
âDepois eu comprou outro.â Ele murmurou, sem nem mesmo olhar o que tinha sido derrubado, o que fez vocĂȘ soltar uma leve risada contra a boca dele.
Em questĂŁo de segundos vocĂȘs estavam dentro do seu quarto, e ele te colocou com uma delicadeza inesperada na sua cama, se ajoelhando em cima de vocĂȘ e te observando com calma, enquanto passava a mĂŁo delicadamente pelo seu rosto.
Ele entendeu a mensagem, porque se afastou um pouco, tirando a camiseta dele enquanto vocĂȘ observava atentamente cada detalhe do corpo dele, percorrendo o contorno de seu corpo com os dedos.
âSer perfeito assim deveria ser crime, MingiâŠâ VocĂȘ disse, e ele riu de forma leve.
âMe prende entĂŁo.â Falou, fazendo vocĂȘ levantar uma sobrancelha.
âVamos deixar isso pra outra noite.â VocĂȘ respondeu, fazendo ele rir mais uma vez.
Mas a risada logo cessou, sendo a vez dele de escorregar a mĂŁo por debaixo da sua camiseta. VocĂȘ suspirou ao sentir o toque dele na sua pele, soltando um leve gemido quando ele apertou os seus seios levemente. Ele começou a puxar a sua peça de roupa para cima, observando de forma detalhada cada pedacinho do seu corpo.
âSei que fizemos isso tudo ontem, mas acho que eu nĂŁo estava em sĂŁ consciĂȘncia.â Ele disse, jogando sua blusa para longe e voltando as mĂŁos dele para o seu contorno. âPorque nĂŁo tem como eu ter olhado para vocĂȘ assim e nĂŁo ter ao menos tentado beijar cada cantinho seu.â
âTira logo.â VocĂȘ respondeu, e ele sorriu, beijando por cima da sua roupa antes de puxar tudo para baixo (incluindo a sua calcinha).
VocĂȘ estava completamente exposta para ele agora, mas se sentia estranhamente confortĂĄvel. O Mingi te olhava e tocava com tanto amor, respeito e carinho que vocĂȘ nĂŁo conseguia sentir qualquer outra coisa que nĂŁo conforto por baixo dos toques dele. Ele depositou alguns beijos pelas suas coxas, as quais ele sempre foi secretamente obcecado por. Cada vez que vocĂȘ aparecia com shorts ou saias curtas, ele tinha que se obrigar a nĂŁo ficar encarando as suas pernas para nĂŁo ser respeitoso, mas agora ele se deu a liberdade de fazer com elas o que sempre sonhou.
âEi!â VocĂȘ falou, em um misto de gemido e risada, quando sentiu a mordida do Mingi na parte interna da sua coxa. âIsso com certeza vai deixar marca.â
âĂtimo.â Ele respondeu, beijando o local onde tinha mordido. âE eu acho bom eu ser o Ășnico a ver essa marcaâŠâ
âQue possessivo.â VocĂȘ murmurou, secretamente gostando desse lado dele que pela primeira vez estava vendo com vocĂȘ.
âMingi, por favorâŠâ VocĂȘ falou, puxando o cabelo dele de leve enquanto mexia os quadris para ter o mĂĄximo de fricção possĂvel. âEu acho queâŠâ
âNĂŁo se preocupe, ele coube certinho em vocĂȘ ontem.â Ele falou, fazendo vocĂȘ revirar os olhos, mas se inclinar e depositar um leve beijo nos lĂĄbios dele enquanto o tocava lentamente.
NĂŁo demorou muito para ele estar duro o suficiente, fazendo vocĂȘ se levantar e alinhar a sua entrada com ele, antes de descer lentamente. VocĂȘs dois soltaram gemidos manhosos, e ele colocou as mĂŁos em sua cintura, a apertando de leve enquanto te olhava com sede nos olhos.
âTĂŁo lindaâŠâ Ele repetiu mais uma vez, e vocĂȘ sorriu, se movimentando para cima e para baixo de forma agonizantemente lenta.
âE sĂł sua.â Completou, fazendo um sorriso genuĂno se estampar pelo rosto dele.
Os seus movimentos foram se acelerando com o tempo, chegando em um ponto em que suas pernas estavam cansadas demais para se manterem por si sĂł. Quando percebeu o Mingi segurou sua cintura de forma firme, lhe deixando um pouco levantada, e começou ele mesmo a fazer o movimento por vocĂȘ, movendo os quadris dele contra os seus, fazendo vocĂȘ sentir na prĂĄtica o que todos sempre dizem sobre os quadris habilidosos dele.
âMingi.â VocĂȘ choramingou, fechando os olhos e se curvando, deitando o seu corpo sobre o dele, e escondendo o seu rosto em seu pescoço, enquanto gemia o nome dele.
âVocĂȘ tĂĄ sendo tĂŁo boa pra mimâŠâ Ele disse, e vocĂȘ levantou o seu rosto, o olhando por alguns segundos antes de ele te enlaçar com um beijo, sem nunca parar com os movimentos. âO quĂŁo perto vocĂȘ tĂĄ?â Ele perguntou, um tanto quanto desesperado.
âMuito perto.â VocĂȘ respondeu.
âAcha que consegue gozar comigo?â Ele perguntou, e vocĂȘ concordou com a cabeça, fazendo ele sorrir e te dar um selinho. âSe prepara entĂŁoâŠâ VocĂȘ assentiu mais uma vez, conseguindo se levantar e mover os seus quadris para o ajudar. â5âŠ4âŠâ Ele começou a contar, e vocĂȘ jĂĄ se sentia no limite. â3âŠ2âŠâ VocĂȘ entrelaçou suas mĂŁos nas dele, o usando de apoio para nĂŁo cair. â1.â
Com isso vocĂȘs dois se desmancharam completamente de prazer, fazendo sons quase que pornogrĂĄficos enquanto aproveitavam os seus orgasmos. VocĂȘ caiu completamente sobre o corpo dele, sendo logo envolvida pelos seus braços enquanto recebia beijos pelo seu pescoço e um carinho no seu cabelo.
Ficaram assim por um tempo, apenas aproveitando a presença e contato um do outro, mas depois de alguns minutos o Mingi decidiu quebrar o silĂȘncio.
âAcho melhor tomarmos um banho.â Ele falou, recebendo um resmundo indecifrĂĄvel de vocĂȘ em resposta, o que apenas o fez rir. âNos estamos suados e cheios de fluidos corporais, quer mesmo dormir assim.â Ele ouviu vocĂȘ suspirar, e sorriu enquanto se levantava o olhando com um biquinho nos lĂĄbios, que ele foi rĂĄpido em beijar. âVamos, prometo que eu te limpo, vocĂȘ sĂł precisa ficar paradinha e ser linda.â Ele piscou um olho, e vocĂȘ nĂŁo sabe porque, mas as palavras dele a fizeram corar.
âVocĂȘ estĂĄ com fome?â Ele perguntou, enquanto te ajudava a pentear o seu cabelo.
âMorrendo.â Respondeu, fazendo ele rir de leve.
âQuer que eu prepare alguma coisa pra gente?â
âĂbvio!â VocĂȘ respondeu, sem nem mesmo precisar pensar.
âEntĂŁo vamos lĂĄ, princesa.â Ele disse, beijando o topo da sua cabeça.
âEu achei que a princesa fosse vocĂȘâŠâ VocĂȘ respondeu, o provocando, mas secretamente adorando o apelido.
âSim, mas para vocĂȘ eu cedo o meu tĂtulo.â Ele respondeu, piscando um olho e estendendo a mĂŁo. âVamos?â
VocĂȘ apenas sorriu em resposta, concordando e entrelaçando os seus dedos nos dele, e agradecendo a seja lĂĄ quem estiver lĂĄ em cima por te dar uma pessoa tĂŁo incrĂvel quanto o Mingi para vocĂȘ ter ao seu lado.
âPra S/N tem que ser perfeito sim.â O Taro foi rĂĄpido em responder, mas acabou se sentando ao lado do amigo, encostado no espelho. âĂ bobo eu querer impressionar ela?â Ele disse, e o mais novo riu de leve.
âHa ha ha, engraçadinho.â Ele disse de forma irĂŽnica, mas anotou a informação mentalmente.
Depois de alguns minutos, ele recebeu uma ligação de um dos staffs, e antes mesmo de atender jĂĄ sabia que vocĂȘ tinha chegado. Ele atendeu enquanto se conferia no espelho, garantindo que estava tudo em ordem, e pouco tempo depois vocĂȘ estava passando pela porta do estĂșdio e jĂĄ derretendo o coração dele apenas com o sorriso que o dirigiu quando o encontrou.
O Shotaro torceu para que vocĂȘ nĂŁo percebesse o quĂŁo envergonhado suas palavras o deixou, mas isso provavelmente era impossĂvel levando em consideração o quĂŁo vermelho ele ficou.
Depois disso as coisas ocorreram com uma naturalidade surpreendente. Ele fingiu nĂŁo saber a coreografia para deixar que vocĂȘ o ensinasse, mesmo que vocĂȘ secretamente jĂĄ soubesse que ele a sabia de cor. Ao fim, vocĂȘs acabaram dando ali inĂcio Ă uma amizade adorĂĄvel, que com certeza ainda renderia diversos encontros entre os dois (por motivos profissionais ou nem tanto).
âAh, olĂĄ, boa tarde.â VocĂȘ disse, entrando no elevador e se inclinando para o cumprimentar, e ele fez o mesmo, um pouco assustado. âEunseok, certo? Do Riize?â Perguntou, ele afirmou com a cabeça.
âSim eu mesmo.â Ele respondeu, empolgado por vocĂȘ saber quem ele era.
âPrazer, sou a S/N.â VocĂȘ sorriu, ele ele fez o mesmo.
Foi entĂŁo que as portas do elevado se abrindo, parando em um andar que ele nĂŁo conhecia muito bem, e onde vocĂȘ se preparou para descer.
âFoi um prazer finalmente ter falado com vocĂȘ!â VocĂȘ disse, saindo. âDepois se me encontrar por aĂ me passa o seu telefone, assim conversamos melhor!â Falou, o dirigindo um aceno.
E com isso, o coração do pobre que jĂĄ tinha um lugarzinho mole por vocĂȘ, foi completamente derretido. Ă, seria difĂcil ele conseguir te superar.
âOnde?â Ele disse, te procurando por todo canto com os olhos, e recebendo apenas uma risada dos seus colegas em resposta.
âParem de ser malvados com eleâŠâ o Shotaro disse, fazendo o Sungchan perceber que havia sido enganado pelos seus colegas, e fazendo um bico instantĂąneo enquanto olhava o movimento em volta.
âPode ter certeza que se isso acontecer eu vou continuar sendo o seu fĂŁ.â Ele disse, fazendo vocĂȘ soltar um âawwâ lisonjeado. âMas eu aceito a foto!â
Ele saiu da transe quando ouviu uma pequena batida na poeta, parando onde estava e a encarando por alguns segundos antes de abri-la.
âOlĂĄ, eu me atrasei? Mil desculpas, de verdade, teve um acidente no cominho e o trĂąnsito estava uma loucura, eu sinto muito mesmo!â VocĂȘ disse, um tanto quanto desesperada enquanto se curvava em direção Ă ele, e ele nĂŁo pode negar que te achou adorĂĄvel.
O Seunghan levantou o olhar dele do celular, um tanto quanto assustado, quando ouviu uma voz jĂĄ muito bem conhecida por ele. Ele estava na sala de descanso da empresa, esperando para se encontrar com o Sohee que estava terminando uma gravação. Estava cedo, um horĂĄrio que normalmente nĂŁo tinham muitos artistas por ali, por isso ele estranhou quando vocĂȘ entrou pela porta.
âO que?â VocĂȘ perguntou, completamente vermelha. âAh, para com isso, quem quase morreu fui eu quando me disseram que vocĂȘ tinha aceitado! Eu estava com tanto medo de me rejeitar e eu fazer papel de bobaâŠâ Disse, e ele te olhou um tanto quanto indignado.
âEstĂĄ brincando? Quem seria o louco de te rejeitar??â Ele disse, te fazendo rir, e logo lhe acompanhando. E vocĂȘ nĂŁo pode negar, o ver rindo daquela forma fez vocĂȘ se derreter um pouquinho.
âPara com isso, vai me deixar com vergonha, aĂ nĂŁo vamos conseguir mĂșsica nenhuma!â Fingiu estar brava, o que apenas o fez rir.
Afinal, depois do constrangimento inicial por parte de ambos, o restante do primeiro encontro de vocĂȘs ocorreu de forma tranquila e natural. VocĂȘs se mostraram uma Ăłtima dupla para trabalharem juntos, conseguindo se concentrar e se divertir na medida certa, o que foi bom jĂĄ que precisaram de mais alguns encontros para finalizarem a mĂșsica com perfeição, mas definitivamente nĂŁo acharam isso ruim.
Anton
Os dias para o grupo estavam um caos. Com um comeback acabado de ser lançado, a agenda de promoçÔes deles estava inacabåvel. Apenas naquele dia, por exemplo, eles jå tinham tido uma gravação de um programa de variedades durante a manhã, sessão de fotos para uma revista à tarde, e agora estavam todos no Inkigayo.
âAcho que ela entrou mesmo essa semana.â O Shotaro, que estava ao lado dele no sofĂĄ disse.
âNĂŁo acredito que vou conhecer ela hoje e nem me prepareiâŠâ Disse, decepcionado, mas logo sua atenção foi tomada por uma batida na porta do camarim deles.
âCom licençaâŠâ Ele ouviu a sua voz, o fazendo olhar quase em pĂąnico para a porta. âMe disseram que tinham me chamado para gravar algo com vocĂȘs⊠foi aqui mesmo?â
âSim, aqui mesmo!â Um dos staffs do grupo respondeu rapidamente, abrindo a porta para vocĂȘ. âPode entrar para ensaiar com os rapazes, enquanto isso vamos procurar um bom lugar para gravar!â
VocĂȘ agradeceu e os cumprimentou de forma rĂĄpida, logo entrando um tanto quanto envergonhada no camarim e se virando para os membros.
âOlĂĄ, somos O RIIZE!â Responderam, fazendo a apresentação caracterĂstica deles, o que te fez rir de leve.
âSei quem sĂŁo.â Disse, de forma divertida. âE mesmo se nĂŁo soubesse o nome de vocĂȘs estava na porta entĂŁoâŠâ Dessa vez foi a vez deles de rir de leve, logo se dispersando para conversar com vocĂȘ e lhe ensinar a dança deles que iriam gravar.
âCom licençaâŠâ O Anton disse, se aproximando de vocĂȘ em um momento em que estava sozinha.
Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
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âPra S/N tem que ser perfeito sim.â O Taro foi rĂĄpido em responder, mas acabou se sentando ao lado do amigo, encostado no espelho. âĂ bobo eu querer impressionar ela?â Ele disse, e o mais novo riu de leve.
âHa ha ha, engraçadinho.â Ele disse de forma irĂŽnica, mas anotou a informação mentalmente.
Depois de alguns minutos, ele recebeu uma ligação de um dos staffs, e antes mesmo de atender jĂĄ sabia que vocĂȘ tinha chegado. Ele atendeu enquanto se conferia no espelho, garantindo que estava tudo em ordem, e pouco tempo depois vocĂȘ estava passando pela porta do estĂșdio e jĂĄ derretendo o coração dele apenas com o sorriso que o dirigiu quando o encontrou.
O Shotaro torceu para que vocĂȘ nĂŁo percebesse o quĂŁo envergonhado suas palavras o deixou, mas isso provavelmente era impossĂvel levando em consideração o quĂŁo vermelho ele ficou.
Depois disso as coisas ocorreram com uma naturalidade surpreendente. Ele fingiu nĂŁo saber a coreografia para deixar que vocĂȘ o ensinasse, mesmo que vocĂȘ secretamente jĂĄ soubesse que ele a sabia de cor. Ao fim, vocĂȘs acabaram dando ali inĂcio Ă uma amizade adorĂĄvel, que com certeza ainda renderia diversos encontros entre os dois (por motivos profissionais ou nem tanto).
âAh, olĂĄ, boa tarde.â VocĂȘ disse, entrando no elevador e se inclinando para o cumprimentar, e ele fez o mesmo, um pouco assustado. âEunseok, certo? Do Riize?â Perguntou, ele afirmou com a cabeça.
âSim eu mesmo.â Ele respondeu, empolgado por vocĂȘ saber quem ele era.
âPrazer, sou a S/N.â VocĂȘ sorriu, ele ele fez o mesmo.
Foi entĂŁo que as portas do elevado se abrindo, parando em um andar que ele nĂŁo conhecia muito bem, e onde vocĂȘ se preparou para descer.
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E com isso, o coração do pobre que jĂĄ tinha um lugarzinho mole por vocĂȘ, foi completamente derretido. Ă, seria difĂcil ele conseguir te superar.
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O Seunghan levantou o olhar dele do celular, um tanto quanto assustado, quando ouviu uma voz jĂĄ muito bem conhecida por ele. Ele estava na sala de descanso da empresa, esperando para se encontrar com o Sohee que estava terminando uma gravação. Estava cedo, um horĂĄrio que normalmente nĂŁo tinham muitos artistas por ali, por isso ele estranhou quando vocĂȘ entrou pela porta.
âO que?â VocĂȘ perguntou, completamente vermelha. âAh, para com isso, quem quase morreu fui eu quando me disseram que vocĂȘ tinha aceitado! Eu estava com tanto medo de me rejeitar e eu fazer papel de bobaâŠâ Disse, e ele te olhou um tanto quanto indignado.
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âCom licençaâŠâ Ele ouviu a sua voz, o fazendo olhar quase em pĂąnico para a porta. âMe disseram que tinham me chamado para gravar algo com vocĂȘs⊠foi aqui mesmo?â
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VocĂȘ agradeceu e os cumprimentou de forma rĂĄpida, logo entrando um tanto quanto envergonhada no camarim e se virando para os membros.
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âCom licençaâŠâ O Anton disse, se aproximando de vocĂȘ em um momento em que estava sozinha.
vi q os pedidos estĂŁo abertos ksksks vc poderia fazer um fluffy do haechan ou do mark?đČđ
You owe me sleep
TĂtulo: You owe me sleep
GĂȘnero: Angst, fluffy
Nota da Autora: Oie pessoinhas lindas! Como vocĂȘs estĂŁo? Mais um pedido feito por um anon linde. Anon, espero que vocĂȘ goste da escrita e do plot. HĂĄ tempos eu queria escrever algo sobre relacionamento a distĂąncia e usar a mĂșsica "Broken Melodies" como inspiração, entĂŁo aĂ estĂĄ. Ficou um pouquinho curto porque estou muito ocupada com a facul, e para nĂŁo atrasar os pedidos, resolvi escrever pouco. Obrigada pelo pedido! đ
A luz controlada pelo sensor de movimento acendeu assim que uma figura cansada chegava prĂłximo ao quarto. Sem se importar com a claridade em seu rosto, abre a porta que estava a um passo dele e a fecha logo em seguida. A pequena mochila que estava em suas costas vai parar no chĂŁo em menos de um segundo, enquanto o corpo cansado parece ser arremessado no colchĂŁo macio. Nada poderia tira-lo dali naquele momento. No entanto, dormir estava longe de ser uma realidade. HĂĄ dias ele dormia mal, ou nem pregava os olhos durante toda a noite. Tudo isso tinha um motivo. Ou melhor, uma pessoa...
Mark passou a mĂŁo em seus cabelos pretos, bagunçando-os levemente, na tentativa de conter o entusiasmo. O motivo? Claro, vocĂȘ, sua querida namorada que estava longe dele. Muito, muito longe. Depois de uma rotina cansativa, ele queria apenas um abraço seu. Olhando atentamente para as mensagens, sorriu ao perceber que vocĂȘ lembrou-se dele quando viu uma faixa de cabelo.
"OiĂȘ amor. Como foi seu dia?"
"Lembrei de vocĂȘ quando vi essa faixa."
Foto.
"Acho que vai ficar muito bem em vocĂȘ no prĂłximo dance practice. Estou enviando para Seul."
Muitas vezes, Mark sentia-se bastante inseguro com o relacionamento de vocĂȘs, visto que ele morava em Seul e vocĂȘ, em Los Angeles. A quilĂŽmetros e quilĂŽmetros de distĂąncia, um mar literalmente separava vocĂȘs. Coincidentemente, toda vez que pensava em vocĂȘ, o coração do garoto era tomado pelas mais terrĂveis tempestades. Em sua mente, perguntas como "serĂĄ que ela pensa em mim?" ou "serĂĄ que sou o suficiente para ela?" eram analisadas com frequĂȘncia. Nesses momentos, Mark pensava que era ridĂculo, tal qual um pirralho inseguro. Talvez, era isso que ele era...
VocĂȘ nĂŁo sabe o quanto aquele "lembrei de vocĂȘ" fez com que ele se acalmasse. O garoto estava radiante por saber que conseguia te cativar, mesmo a exatos 9.580 quilĂŽmetros. VocĂȘ realmente nuncs faria ideia do quanto fazia bem para ele, e o quanto suas mensagens eram importantes. O sorriso ainda nĂŁo havia abandonado seu rosto, enquanto teclava insistentemente. Ele gostaria de ter a certeza de que vocĂȘ saberia que ele era todo seu no momento.
"Minha namorada tem um Ăłtimo gosto."
"Com toda a certeza, vou estar usando na prĂłxima prĂĄtica."
â S/N, vocĂȘ me deve noites de sono. Juro, quando fecho meus olhos, consigo ver vocĂȘ nitidamente e me desconcentro de tudo o que eu estou fazendo quando penso em vocĂȘ. Sinto que falta algo sem vocĂȘ e me sinto apenas como uma melodia quebrada, solitĂĄria e completamente desafinada e confusa sem vocĂȘ. Eu te amo, S/N.
O coração do pobre menino acelerou de um jeito exagerado quando vocĂȘ mudou sua entonação do nada. Aquele grito o desconcertaria e ele ficaria preocupado, achando que algo tinha acontecido a vocĂȘ. Mas antes que ele pudesse perguntar qualquer coisa, sua voz voltou a ser ouvida, o que o fez agradecer infinitamente e soltar um suspiro, e levar a mĂŁo ao coração, como se tivesse a beira de ter um ataque.
â TĂĄ aĂ a mĂșsica garoto, se toca! VocĂȘ me disse coisas tĂŁo lindas. Bota isso no papel antes que vocĂȘ esqueça. Vai ser a minha preferida do NCT.
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oiiii quero pedir um scenario curtinho de como seria a reação dos dreamies quando vocĂȘ chama ele de um apelido carinhoso pela primeira vez. obgda <3
TĂtulo: Apelido carinhoso
GĂȘnero: Fluffy | fem!reader
Nota da Autora: OiĂȘs minhas amorinhas! Tudo bem? Hj um anon maravilhoso me pediu uma escrita curtinha, entĂŁo consegui postar rapidinho. Espero que vocĂȘs gostem.
mark lee
âą Aconteceria num momento bastante aleatĂłrio.
âą "Amor, vocĂȘ pode pegar as sacolas de compras do mercado no porta mala do carro? Estou com preguiça de ir buscar."
âą Em dias normais, Mark faria seu papel de namorado fofo, mas resmungaria um pouquinho antes de resolver te ajudar.
âą VocĂȘ deixaria esse menino tĂŁo soft pt.1
âą No momento em que vocĂȘ o chamou de amor, ele travou, tentando assimilar o que ouviu.
âą Eu acho que o Mark tem cara de quem riria ~ MUITO ~ por nĂŁo saber como reagir. As bochechas coradas entregariam a vergonha.
âą Chenle estaria assistindo algo super chato na TV, com o volume alto, o que estava te irritando um pouco.
âą VocĂȘ teria um seminĂĄrio importante demais para o seu mestrado na noite seguinte e andava de um lado para o outro na sala, atrĂĄs do sofĂĄ onde seu namorado estava.
âą NĂŁo sinto que Chenle mostre muito o quanto ficou empolgado. Por dentro, ele estĂĄ extremamente feliz com o apelido (MUITO feliz), mas por fora, mostra-se calmo e vai usa-lo para te provocar.
âą "Meu bem, estou te ouvindo. Sobre o que vocĂȘ falava mesmo?"
âą VocĂȘs estariam num parque de diversĂ”es, na fila da montanha-russa.
âą Como uma boa namorada, vocĂȘ percebeu que Jisung estava meio quieto, apreensivo, beirando o desespero. VocĂȘ sabia sobre o medo de altura dele, mas nĂŁo sabia que era assim tĂŁo grande.
âą BebĂȘ, nĂŁo fique com medo. Estou com vocĂȘ, ok? Fofo!"
âą A fila estava andando com uma vagarosidade impressionante. VocĂȘs começaram a conversar sobre outros assuntos, entĂŁo nem perceberam quando se aproximaram mais e mais do brinquedo. O garoto avaliou que era o melhor momento.
âą "Vamos, bebĂȘ? Chegou a nossa vez."
âą VocĂȘ teve que se segurar para nĂŁo morder a bochecha do menino que, pelo resto da noite, usava todas as situaçÔes possĂveis para te chamar de bebĂȘ.
âEu pedi uma Ășnica coisa pra vocĂȘs todos, sĂł uma!â VocĂȘ disse, tentando nĂŁo gritar mas falhando. âTinham apenas que conseguir cuidar de si mesmos por um final de semana, um Ășnico final de semana, para eu poder ficar em paz com a minha mĂŁe no hospital!â VocĂȘ sentiu um nĂł se formas na sua garganta, e sabia que estava prestes a chorar, por isso decidiu encerrar logo seu discurso antes que perdesse a postura. âMas parece que vocĂȘs gostam de me levar ao limite! Eu sinceramente tenho medo do que pode acontecer com essa famĂlia caso alguma coisa aconteça comigo!â Disse, se virando para sair de casa.
âAmor⊠nĂŁo diz isso.â O Ten, um de seus maridos, disse, segurando o seu pulso de forma delicada.
âPor que vocĂȘ nĂŁo falou nada pra mamĂŁe, Hyung?â O caçula disse para o Seojun, seu filho mais velho, que tem 9 anos, e teria sido fofa a carinha de bravo dele, se as circunstancias fossem outras.
âDesculpaâŠâ Disse o Seojun, olhando para baixo.
âVocĂȘs viram ela, nĂŁo ia adiantar de nada falarmos qualquer coisa agoraâŠâ O Jaehyun falou, e o Ten suspirou, passando as mĂŁos pelo rosto e se jogando no sofĂĄ. âA gente errou feioâŠâ
âTĂȘm certeza que conseguem cuidar de tudo?â VocĂȘ disse, pegando as suas chaves do carro. âAinda dĂĄ tempo de eu ligar para o meu irmĂŁo e pedir para ele ir no meu lugarâŠâ
âRelaxa jagi⊠nĂŁo confia na gente?â O Jaehyun perguntou, te dando um selinho, e vocĂȘ apenas ergueu uma sobrancelha em resposta.
âEu disse que pode ir pra casa, filha⊠os meninos devem estar precisando de vocĂȘâŠâ Sua mĂŁe disse, te observando olhar nervosa para o telefone. Era sexta-feira Ă noite, faziam apenas trĂȘs horas que estava no hospital, mas jĂĄ estava inquieta.
Durante a noite tudo ocorreu de forma tranquila. Todos cozinharam juntos o jantar, jogaram um jogo de tabuleiro enquanto tomavam sorvete como sobremesa, e logo estavam todos em seus quartos, prontos para dormir.
âNem estĂĄ sendo tĂŁo difĂcil cuidar deles, nĂŁo sei porque a S/N estava tĂŁo preocupadaâŠâ O Jaehyun disse, se deitando do seu lado da cama enquanto observava o Ten terminar sua Skin Care.
âĂ verdadeâŠâ O mais novo respondeu. âMas talvez seja saudades da S/N, ou preocupação com a avĂł delesâŠâ Terminou, apagando a luz e se ajeitando para dormir.
âEspero que simâŠâ O Ten completou, fazendo o mesmo.
âO que houve?â O Ten disse, ainda meio tonto de sono, entrando no quarto dos meninos, e sendo seguido pelo Jaehyun logo atrĂĄs.
âO Hajoon vomitou na minha cama!â O Seojun disse, nervoso, olhando para o mais novo que estava acuado na prĂłrpria cama.
âEita que nojo.â O Jaehyun disse, mas logo se prontificou em ir tirar a roupa de cama suja e a levar para o lado de fora, enquanto o Ten se aproximava do pequeno.
âVocĂȘ tĂĄ passando mal?â Ele perguntou, se sentando do lado dele e colocando a mĂŁo em sua testa, para ver a temperatura. âQue estranho, nĂŁo comemos nada fora do normal ontemâŠâ
âAcho que foram os doces que o Seojun Hyung me deuâŠâ Ele falou antes mesmo de raciocinar o que tinha dito, fazendo o mais velho jĂĄ o olhar bravo.
âFica quieto, Hajoon!â Ele gritou, bem no momento em que o Jaehyun entrou, jĂĄ olhando estranho para a situação.
âNĂŁo fala assim com o seu irmĂŁo, ele tĂĄ doente.â Falou, sendo cortado pelo Ten, que se levantou, nervoso.
âEle nĂŁo estĂĄ doente, eles comeram doce escondidoâŠâ Suspirou, olhando para o mais velho. âPor que fez isso? Se quisesse alguma coisa era sĂł pedir⊠sabem que nĂŁo podem comer as coisas sem limites, exatamente para nĂŁo acontecer isso aqui.â O Ten terminou, e o seu parceiro concordou.
âNada teria acontecido se nĂŁo fosse por esse bebĂȘ chorĂŁo!â Ele falou, apontando para o mais novo, que logo se levantou para se defender.
âEu nĂŁo sou bebĂȘ chorĂŁo.â Ele disse, apesar de começar a chorar logo em seguida.
O que aconteceu em seguida foi de uma rapidez absurda. Em um instante, eles viam os seus dois filhos brigarem cada um de um lado do quarto. E, no instante seguinte, havia um pequeno bolo de crianças no chão do quarto, brigando e rolando de um lado para o outro. à claro que os seus maridos foram råpidos em separar os meninos, mas infelizmente não råpidos o suficiente.
âAaaaii!â Ele ouviram um grito agonizante vir do mais velho que fez com que todos paralisassem por um instante. âMeu braço! O Hajoon caiu no meu braço, papai tĂĄ doendo.â Ele caiu no choro, e logo ambos os pais estavam o acudindo de forma desesperada.
âPai, eu machuquei o Hyung? Ele vai morrer?â O pequeno disse, aos prantos, enquanto era colocado no carro, enquanto o Ten fazia o mesmo do outro lado do banco.
âMe desculpa Hyung, foi sem quererâŠâ Ele disse, visivelmente chateado.
âNĂŁo tem nada pra dizer pro seu irmĂŁo, Seojun?â O Ten disse, jĂĄ se sentando no banco da frente.
âTudo bemâŠâ O mais velho respondeu, apesar de estar olhando para o lado de fora da janela enquanto o carro saĂa. âE, me desculpa por te fazer passar malâŠâ
âSerĂĄ que foi engano?â Sua mĂŁe questionou, e vocĂȘ de ombros, fazendo ela voltar a falar depois de ficar em silĂȘncio por alguns instantes. âTalvez seja melhor ir verificar⊠se qualquer forma, se for engano, vocĂȘ jĂĄ pode resolver.â
VocĂȘ acabou por concordar, garantindo que estaria de volta assim que possĂvel. Infelizmente isso acabou demorando mais do que o esperado.
âAi meu Deus, o que vocĂȘs estĂŁo fazendo aqui?â VocĂȘ falou, assim que avistou os seu dois maridos sentados em umas cadeiras.
âMerdaâŠâ O Ten falou, baixinho. âNĂŁo tinha dito que ela tava no outro hospital?â Ele sussurrou nervos para o Jaehyun.
âAcho que confundiâŠâ Ele respondeu, igualmente baixo, bem a tempo de vocĂȘ chegar neles.
âO que aconteceu com o Seojun?â VocĂȘ disse, mas mal foi possĂvel dar uma chance para eles responderem, porque logo sentiu um par de bracinhos rodar a sua cintura.
âMamĂŁe!â O seu filho caçula, e vocĂȘ se virou apenas para se deparar com o seu mais velho com o braço totalmente engessado, e um olhar desesperado. Ah, mas vocĂȘ ia matar os seus maridos.
âE se a gente comprar um presente pra mamĂŁe?â O Hajoon disse, amuado no colo do Ten, que apenas suspirou em resposta.
âSua mĂŁe nĂŁo quer presente⊠ela sĂł queria que a gente tivesse ficado bem para ela poder cuidar da vovĂłâŠâ Disse, de forma doce, e o pequeno concordou.
âE se a gente pedir ajuda da vovĂł?â Foi a vez do mais velho falar, abrindo a boca pela primeira vez desde que vocĂȘ tinha ido embora, e pegando todos de surpresa.
âContinueâŠâ O Jaehyun disse, se aproximando dele e se sentando ao seu lado.
Suspirou mais uma vez, encostando a testa no volante por alguns segundos, ainda pensando em qual poderia ser a melhor maneira de falar com eles. Mas os seus pensamentos foram cortados por uma batidinha no vidro da janela.
âSeojun?â Disse, vendo o seu filho mais velho do outro lado, e logo sentindo o seu peito apertar ao ver o braço dele machucado, e se lembrar de como foi cruel com eles mesmo assim. Por isso, nĂŁo demorou para sair do veĂculo, e o puxar para si, com cuidado para nĂŁo o machucar ainda mais.
âVocĂȘ tĂĄ bem, mĂŁe?â Ele perguntou, e vocĂȘ se afastou um pouco, o olhando nos olhos.
âClaro que sim meu amor⊠quem deveria estar fazendo essa pergunta aqui sou eu, olha sĂł pra vocĂȘâŠâ Disse, passando a mĂŁo pelo gesso, mas dando um leve sorriso ao ver que o caçula e os seus maridos jĂĄ haviam o rabiscado.
âMĂŁeâŠâ Ele disse, parecendo envergonhado. âTudo o que aconteceu foi culpa minha⊠por favor, nĂŁo fica brava com o Hajoon e os papaisâŠâ VocĂȘ podia ouvir a vozinha dele começar a falhar, o que fez com que se abaixasse e segurasse o seu pequeno rosto para que olhasse para vocĂȘ.
âNĂŁo?â Ele perguntou genuinamente surpreso, te fazendo rir.
âNĂŁo⊠eu amo demais meus meninos pra ficar longe por tanto tempo.â Respondeu, o dando um beijo na bochecha no momento em que a porta da garagem abriu, dando lugar Ă um Jaehyun visivelmente desesperado.
âAinda bem que voltou.â O Ten disse, enquanto observava vocĂȘ abraçar o caçula. âEu sei que pisamos na bola, mas a gente promete que isso nunca mais vai acontecerâŠâ VocĂȘ podia ver o arrependimento no rosto de todos eles, o que fez o seu coração doer mais uma vez.
âVai logo mĂŁe!â O Seojun disse, rindo do quĂŁo perfeccionista vocĂȘ estava sendo com a assinatura do gesso dele. âDesse jeito quando acabar meu osso jĂĄ vai estar curado.â
âEi!" Disse, ofendida, mas sem conseguir segurar uma risada, que foi acompanhada pelo restante da famĂlia.
âOkay, vĂŁo ser duas pizzas, uma de quatro queijos e uma de calabresa, certo?â O Ten, que estava procurando algo para pedirem pela internet, perguntou, e vocĂȘs concordaram.
âA gente nĂŁo vai pedir sobremesa?â O seu caçula perguntou, fazendo todo mundo o olhar indignado. âEu tava sĂł perguntandoâŠâ Ele fez um biquinho, se escondendo atrĂĄs do Jaehyun no sofĂĄ, que logo o puxou para o colo quando todos começaram a rir.
âEi!â O Seojun disse, assim como vocĂȘ mais cedo, e vocĂȘ o puxou para um abraço apertado, que ele lutou contra com todas as suas forças, mas acabou cedendo.