toxiclips:
                                  ă â âł â A voz feminina fizera com que Oleander desse um pequeno sobressalto, visto que imaginava estar sozinho ali e entĂŁo o som doce soou mais prĂłximo do que poderia imaginar. Contudo a leve inquietação logo foi ignorada e um sorriso desenhado nos lĂĄbios do White enquanto observava pelo canto dos olhos e com os braços cruzados, a outra docente apoiar-se em si. â Uma pequena substĂąncia para mantĂȘ-los quietos durante toda a aula⊠â Brincou, embora o tom fosse sĂ©rio, observando-a entĂŁo afastar-se com uma sobrancelha arqueada. Amethyst parecia no mĂnimo um ser extremamente peculiar. Uma risada abandonou seus lĂĄbios com a fala da outra. Oleander nĂŁo poderia ser considerado um completo galante, mas vez ou outra demonstrava suas capacidades como tal. Com um leve dar de ombros, como se a reação provocada nĂŁo fosse surpresa, voltou-se para ela. Oleander tinha consciĂȘncia de sua beleza, contudo, sempre estava ocupado demais para aproveitar-se de seu atributo.  â Fazem borburinhos sobre mim? Apresente-me essas pessoas por favor, professora, porque eu as desconheço. E eu tenho certeza que minhas alunas sĂŁo gentis demais, ademais, atĂ© onde sei nĂŁo sou prĂncipe de ninguĂ©m senĂŁo minha mĂŁe. â O tom jocoso nĂŁo escondia o carinho com o qual Oleander se referia a mĂŁe. Embora nĂŁo demonstrasse Ă progenitora, Snow era uma pessoa extremamente importante na vida do docente. Sentou-se sobre a sua mesa, as mĂŁos apertando a borda de madeira enquanto o Pommaraie observava a loira com uma das sobrancelhas arqueadas. A outra parecia Ă vontade em sua sala, e tal fato trazia um sorriso curioso aos lĂĄbios rĂłseos de Oleander. â Por experiĂȘncia prĂłpria posso afirmar que maçãs nem sempre sĂŁo boas, mas posso te contar meu segredo, se eu puder te matar depoisâŠÂ ă
    --- Imagino que essa pequena substĂąncia tambĂ©m tenha poderes de poção do amor, entĂŁo. --- zombou rapidamente numa observação sobre a primeira parte da conversa, entĂŁo deixando sua mente fluir conforme ele falava. --- Claro que fazem burburinhos sobre o professor pĂĄlido de olhos incrivelmente azuis que dĂĄ aula de magia negra. --- e riu do que ele disse, dando de ombros. Voltou-se para a mesa, para prĂłximo ao professor, quando decidiu que realmente nĂŁo seria tĂŁo boa ideia afanar um dos livros presentes na sala, com um leve impulso, sentou-se no mĂłvel, balançando as pernas no ar como uma criancinha. --- NĂłs dois sabemos que para ser prĂncipe de mais alguma aluna basta que esta case-se com vocĂȘ e, convenhamos, temos muitas opçÔes interessadas em tal. --- se estava colocando a bola de Oleander para cima, pouco de importava, trabalhava com verdades, por mais que na maioria das vezes as verdades costumassem fazer curvas tĂŁo brutas que deixassem Amethyst a tagarelar coisas sem sentido. Para os outros. --- Eu adoraria saber. E claro que pode me matar depois, se conseguir fazĂȘ-lo, certamente. --- o tom de desafio dava-se ao fato de ter os instintos de sobrevivĂȘncia aguçados e o dom de esquiva de um felino. SĂł que mĂĄgico. --- Ora, ora, Oleander. Podemos começar uma brincadeira infindĂĄvel de caça depois de me contar seu segredo, nĂŁo seria problema nenhum para mim. --- disse animada, mordendo o lĂĄbio inferior, enquanto agarrava-se ao braço do professor.












