Cleo and Arthur’s relationship: moodboard
As you wish.
Doug Jones
noise dept.

roma★
Jules of Nature
official daine visual archive


@theartofmadeline
Sade Olutola
NASA
Sweet Seals For You, Always
h
sheepfilms
cherry valley forever
Interview Vampire Daily

pixel skylines
occasionally subtle
Not today Justin

One Nice Bug Per Day

seen from Italy
seen from Jordan
seen from United States
seen from Jordan

seen from United Kingdom
seen from Brazil
seen from United States
seen from Argentina

seen from United States

seen from United States
seen from United States
seen from United States

seen from United States
seen from United States
seen from United States

seen from United States

seen from United States

seen from United States
seen from Spain
seen from United States
@un-cleo
Cleo and Arthur’s relationship: moodboard
As you wish.

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
Cleo Mitchell moodboard: [2/?] I said, hey, girl with one eye, get your filthy fingers out of my pie
Cleo Mitchell and her family:Â moodboard
You're gonna miss this, you're gonna want this back, you're gonna wish these days hadn't gone by so fast.
Cleo Mitchell moodboard: [1/?]
What kind of lifehave you lived, little one, that everything seems to be a question of fair and unfair? Life and death just are. Fair has nothing to do with it.
[FLASHBACK] Check up || Cleo, Edgar & Jane
A casa provavelmente seria um completo desastre para Cleo. Não era localizada em um dos melhores lugares, até porque o meio da floresta Draven chegava a ser bastante perigoso. O pai parecia ter construÃdo sua moradia ali de propósito, como se a ideia de morar nos pequenos agrupamentos de casas ou próximo da praça, boate e bar fosse absurda. Não era muito bom a garota estar se aventurando por aà sozinha, ainda mais por aquela floresta, mesmo depois de todos os avisos. Por isso não deixava de soltar pragas pelo caminho, este que havia simplesmente drenado as últimas forças que tinha nas pernas, que tremiam incontrolavelmente assim que viu-se na porta da frente.
Dobrou o mapa metodicamente, fazendo o papel ocupar pelo menos um oitavo do espaço que antes ocupava. Não tinha bolsos onde poderia guardá-lo e nem uma mochila, então seguiu carregando o pedaço de papel na mão, enquanto procurava alguma maneira de entrar na casa. Não encontrou nenhuma chave reserva. Nem debaixo do tapete, nem nos arredores, nem no rodapé, nem em cima da porta. Duvidava até que algum dia já tivesse existido alguma chave reserva. No final, teve que encontrar outras forças para arrombar a porta, que não demorou bastante para ceder, já que a fechadura parecia corroÃda.
Sua próxima visão foi a de um lugar que parecia o palácio da organização. Não era muito a cara do seu pai ser assim tão metódico, porém haviam outras coisas que indicavam o quanto a casa pertencia à ele. Os móveis e decorações todas em preto e branco davam a caracterÃstica tão direta e sincera do pai, além dos poucos objetos da estante, organizados em linhas e colunas, perfeitamente alinhados. Era como entrar em um museu, não por ser algo histórico ou que remetesse ao passado (sem dúvidas remetia), mas sim por ter a sensação de que não devia tocar em nada e nem simplesmente chegar muito perto dos móveis e objetos.
Demorou um tempo para acabar de olhar a sala, e assim que o fez, partiu em direção ao que parecia ser o quarto. E não foi nenhuma novidade encontrá-lo totalmente organizado, assim como o pai havia deixado. Pensar nisso fez com que tivesse um pequeno bolor na garganta, como se visitar a casa que outrora o pai havia morado a fizesse sentir falta da sua própria casa e claro, da famÃlia. E pensar na mãe também a fez questionar: se o pai vivia ali sozinho, onde teria morado Kristen Tyree?
Cansada de pensar na famÃlia, Cleo tratou de se ocupar em sair do quarto, que havia cansado mais rápido do que a sala. Não estava atrás de coisas velhas, mas sim de alguma roupa que pudesse lhe servir após tomar um bom de um banho. Porém, ao perceber que aquela casa fora habitada somente pelo o pai, não tinha nada mais para fazer ali. No caminho de volta à sala, nada podia impedÃ-la. A não ser a visão do irmão de cabelo molhado, vestindo roupas limpas e enxugando o ouvido com uma toalha. Não pôde deixar de sentir certa inveja, que tentou não expressar. "O bom filho sempre retorna à casa, não é mesmo?"

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
Not as friendly as Shrek | Enzo, Clarissa, Jake, Rose, Jade, James, Daisy, Cleo, Jane, Matthew, Holly, Alice, Tony, Sarah, Natalia e Jack
Perdida era a palavra que definia Daisy. Com tudo que aconteceu, ainda estava um pouco zonza. Perdeu algumas vezes o caminho pra casa, não lembrava do rosto de algumas pessoas, mas sabia que era alguma coisa parecida com as jet lags que tinha quando ia para Inglaterra.
Depois de terminar de tentar ajeitar as coisas na sua casa, ou melhor, a casa de Julie, foi jantar na boate. Nos últimos quatro dias, tentava fazer amizades e ganhar a confiança de todo mundo, porém era complicado. As pessoas ainda estavam abaladas e o máximo que tinha conseguido era se oferecer pra ajudar o jantar. Daisy Reynolds não era muito acostumada a isso, mas seu instinto de sobrevivência a obrigava a ser um pouco falsa à s vezes.Â
Com uma faca na mão, cortava o que tinha de tempero naquele lugar. Os recursos eram escassos. Seu cantarolar foi interrompido por gritos vindos do salão. No meio dos desesperos, uma voz extremamente grossa e infantil, ela diria, estremeceu as mesas. "Mas o que tá acon…". Levando a faca consigo, sua frase foi cortada ao meio pelo susto que tomou ao sair da cozinha. Um ogro enorme atravessava o salão quebrando tudo e todos que conseguia. Algumas pessoas usavam tudo que podiam pra fugir ou tentar se defender.Â
Daisy girou a faca pra poder acertar o monstro no olhos, mas a falta de prática fez com que acertasse o ombro dele. A criatura gruiu de dor, mas, como uma farpa, tirou a arma do ferimento e jogou no chão. Xingou alguns palavrões e correu até o ogro. No meio do caminho, pegou um pedaço de madeira quebrado e, quando estava perto dele, usou uma mesa como apoio, pulou e acertou-o na cabeça. Infelizmente, caiu no chão de forma errada e sentiu uma forte dor no tornozelo. Só deu tempo de dizer: "Merda."
Nunca tinha sequer sonhado que estaria olhando para alguma criatura como um ogro. Sim, talvez fosse coisa comum em batalhas épicas de livros de fantasia, até alguns RPG's que acompanhava online, mesmo assim, da última vez que checou, não era uma fada nem uma elfa das florestas. Aquilo na vida real? ImpossÃvel. Observou incrédula, a comoção de todos no local. Enzo arrumando facas na cozinha, uma Clara gritando, aquela era Rose voando pelos ares? Alguém batendo no monstro e depois caindo... Pera aÃ, isso era Jimmy Cliff tocando? Nada parecia tirá-la daquele estado de estopor. A não ser o fato de que a criatura imensa estava seguindo em sua direção. E se conseguisse pensar em outra coisa além da nojenta orelha do monstro...
Não corria rápido, nem tinha uma agilidade impressionante. Na verdade, era bastante sedentária. Mas pelo o que viu naqueles poucos segundos, o ogro também não parecia ser assim tão ágil. Se esquivou no último momento, esbarrando em uma cadeira e derrubando-a. Olhou para o assento caÃdo no chão e de volta ao ogro, e de alguma forma, segurou o móvel de madeira com as duas mãos e o arremessou nas costas da criatura.
"Acho que você precisa se acalmar e sentar um pouco, não é?", ainda deu tempo de agarrar uma segunda cadeira e jogar na careca do ogro antes de sair correndo que nem uma louca. Nem viu direito o chão vindo na direção da sua cara, quando o tal monstro agarrava seu pé. "NÃO SENTA. MEU. MEU. ONDE. FICA?" Sentiu quando foi elevada pelo monstro, contorcendo seu rosto em uma careta enquanto percebia, em choque, que ele estava aproximando sua cara do seu nariz. Sentiu cheiro de ovo podre quando o ogro deu uma fungada, e fechou os olhos para não enxergar os segredos de dentro das suas grandes narinas.
E foi lançada pelo lugar, sentindo uma horrÃvel dor quando finalmente bateu na parede oposta a da qual Rose tinha sido jogada. De algum lugar encontrou forças para se levantar, com uma expressão digna de Cleo quando percebeu que estava diante da mesa de som. Os cabos eram enrolados uns nos outros, os botões a confundiam, e pensou que não conseguiria fazer nada para ajudar. Mas de alguma forma conseguiu aumentar o som ainda mais para um volume inemaginável enquanto a música chegava no clÃmax.
Gone are the darks clouds that had me blind.
Os botões indicavam uma outra coisa: jogo de luz. Com um certo desespero, suas mãos viajaram nos botões e nos cabos, e sua expressão indicava como estava manÃaca.
And I know it's gonna be a bright sunshine day.
Timing perfeito. Luzes roxas, amarelas e verdes foram lançadas ao palco, onde um James e um Matt corriam atrás do ogro careca e fedorento de cinco metros de altura. Atrás dele, ainda enxergou uma Clara, mexendo no que parecia ser a pirotecnia do lugar. E para adicionar outra coisa ao caos, haviam pessoas com tochas na mão. De repente, a música mudou para um cover muito estranho de Eye Of The Tiger. "Yeah, that's my JAM!" Gritou. Os vocais pareciam incrivelmente familiares.
"HAM? WHERE? ME. WANT. HAM." Ouviu o ogro gritar em resposta. É, pelo visto, ogros gostavam de presunto. Não contavam isso nas histórias.
.
Não confio, não quero pegar câncer por ingerir coisas radioativas. Eu tô pegando as plantas que a madrinha plantava no jardim dela, estão sem muitas pragas e são comestÃveis.
Parece bem responsável.
Pelo menos o chá está gostoso? Não sei se gosto tanto assim de um monte de plantas fervidas em água.
Quase sinto falta de Lola e dos meus projetos de ciências.Â
Nunca sentirei falta dos projetos de ciências.
Olhando pelo lado bom, pelo menos aqui tem coisa o suficiente pra fazer um chá.Â
Eu não confiaria em qualquer planta que tem por aÃ.

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
Edgar? Acho que já falei com ele algumas vezes, e ele não me pareceu idiota.
Vou tentar, pensamentos felizes, foque nos pensamentos felizes.
E ele não é, só gosto de dizer que é. Mas não conte para ele que te disse isso.
Tente palhaços, eles são felizes. A não ser que seja um palhaço assassino com uma serra elétrica. Se bem que, ao cortar alguém no meio, esse tipo de palhaço deve ficar bem feliz.
Você tá indo muito além do que eu tava pensando. E acho que no caso das vozes, ainda seria uma escuridão.Â
Nem deve sonhar. Aliás, isso deve ser bem triste. Digo, ser cego-surdo-mudo.
Bom, feliz não seria. Quer dizer, eles não podem nem ver, nem escutar nem contar uma boa piada. Que graça tem nisso? Imagina se além disso for deficiente mental? Quer dizer, não vai poder nem entender a piada.
E é meio assustador se pararmos para pensar.
Estou me controlando e evitando pensar em coisas do tipo, sempre que eu penso em alguma coisa idiota é como se ela se formasse na minha frente.
E o pato não era muito legal, na verdade era meio assustador.
Então evite pensar em meu irmão, Edgar. Isso sim causaria um ataque.
Bem, então pelo menos pense em coisas divertidas, tenho certeza que assim deixará de ser tão ruim.
Eu achei que ficaria louca em algum momento, mas não esperava que fosse tão cedo.
E bem, é como um flash ou uma cena de filme que veio inserida errada. Em um momento não tem nada, no outro tem um pato gigante, e depois não tem nada de novo. Acontece algumas vezes.
Então você realmente está doida. Tomara que não seja contagioso. Concentre-se em não ter um ataque e você ficará bem.
Na verdade, fique com o pato gigante, parecer ser divertido.
Do que está falando então? Cheiro? Porque olha, acho que seria meio estranho dormir e estar em meio a escuridão com cheiro de algum doce.
É… Seguindo esse pensamento. Mas sei lá, acho que não.
A não ser que o cego também seja surdo, ele vai se lembrar das vozes de outras pessoas e sonhar com elas.Â
Acho que o verdadeiro desafio aqui é pensar em como cegos-surdos-mudos sonham.

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
O estranho é que eu não comi nada. Absolutamente nada que eu não conhecesse a procedência.
Então, sinto muito, mas você está louca.
Vendo o que? Um mundo paralelo pós-apocalÃptico, radioativo, cheio de criaturas, e onde supostamente nossos pais moravam? Oh, espere, isso não é uma alucinação.
Como ter memória sobre alguma coisa se você nunca viu nada?
É… Porra, vida. E acho que não tem um cego aqui pra gente perguntar.
Memórias não são só imagens.
Bom, acho que nenhum de nascença. Mesmo assim, acidentes acontecem.