Apesar de ter obrigações para com o paĂs e com o Instituto, durante alguns meses PH havia se ausentado por conta do futebol, um hobby cujo qual era na verdade a sua verdadeira paixĂŁo. Os intensos treinamentos exigiam do rapaz o talento e foco que era necessário para golear e auxiliar a seleção e o seu time a alcançar a vitĂłria. Seus pais desaprovavam sua escolha, mas nĂŁo podiam fazer muito uma vez que o povo clamava o herdeiro atacante da seleção como um Ădolo e talvez assim fosse melhor para evitar levantes dos vermelhos. Entretanto, PH jamais perdeu uma boa festa e recebendo o convite do baile de máscaras em Alcatraz, o primeiro vĂ´o em seu jatinho o levou para Hyacinthum, onde já possuĂa o outfit certo para a ocasiĂŁo. A máscara, porĂ©m, era uma simples brincadeira e talvez sem graça, mas a verdade Ă© que PH gostava dos herĂłis de quadrinhos da era antiga, criados por autores ranudenses. O brasileiro, vestindo a máscara do Batman e um terno que claramente nĂŁo combinava com a sua escolha parou logo atrás de um indivĂduo que jazia de costas para si, com um copo de whiskey na mĂŁo ( e desejando intensamente que aquilo fosse cachaça pura ), e um sorriso ladino. —— Se vocĂŞ mover um Ăşnico mĂşsculo eu vou fazer vocĂŞ se arrepender, bandidx. —— A voz era forçada a ponto de parecer-se com o tom de voz do herĂłi ( bem mal, inclusive ) e antes que a pessoa pudesse reagir, PH literalmente pulou na frente do indivĂduo. —— Porque eu sou o.... nanananananana BATMAN nananananana BATMAN. —— E isso tudo, que ele ainda nĂŁo havia começado a beber de verdade. PH nĂŁo pode deixar de rir da prĂłpria piada, esperando que o indivĂduo em sua frente tambĂ©m levasse na brincadeira. —— É um baile de máscaras, qual Ă©, eu nĂŁo podia perder a piada.  ——
















