não era como se theo tivesse uma vida sociável muito vasta. sair de casa era quase sempre um pesadelo, ainda que daquela vez houvesse um bom motivo: sua companhia de jogos lhe informou que estaria no rio de janeiro e decidiram, juntos, que seria uma boa ideia se encontrarem pra tomar um café. o problema era a demora para ser achado no estabelecimento — estava cogitando ir embora quando deu de cara com muse, uma pessoa muito semelhante às fotos que tinha visto no tal perfil da companhia. “ é você? “ um pequeno sorriso foi repuxado no canto dos lábios, amigável, ainda que permanecesse desconfiado. se fosse quem esperava, a pessoa lhe reconheceria sem que precisasse se explicar muito, certo? “ se não joga, fizeram um fake seu na caruda. “













