( cis masculino ⋅ ele/dele ⋅ demisexual homoromântico ) — Não é nenhuma surpresa ver Kim Eunjung (também conhecido como Leonard Kim) andando pelas ruas de Arcanum, afinal, o humano dotado precisa ganhar dinheiro como confeiteiro & barista. Mesmo não tendo me convidado para sua festa de vinte e sete anos, ainda lhe acho amigável e prestativo, mas entendo quem lhe vê apenas como forçado e esquisito. Vivendo na cidade há sete anos, Leon cansa de ouvir que se parece com Jung Jaehyun.
nome completo: coreano - kim eunjung; americano - leonard kim. apelidos: leo, leon, jun, junnie. altura: 1.80cm. gênero/pronomes: homem cis, ele/dele. orientação sexual: demissexual, homoromântico. nascimento: 14 de fevereiro de 1997. ocupação: confeiteiro no bule encantado. pets: um gato da raça apocalíptico chamado Sunny. poderes: mediunidade (capaz de enxergar e se comunicar com espíritos e outros seres do além).
dislikes: calor, locais cheios e barulhentos, que mexam na sua comida, acordar muito cedo, fantasmas, pessoas sem educação e rudes, falta de comprometimento.
inspirações: Natsume Takashi ( Natsume Yuujinchou ), Tsuyoshi Mukouda ( Campfire Cooking in Another World with My Absurd Skill ), Kamado Tanjiro ( Demon Slayer ), Anya Forger ( Spy x Family ), Cat Valentine ( Victorious; Sam & Cat ), Wall-e ( Wall-e ), Chihiro Ogino ( Spirited Away ), Baymax ( Big Hero 6 ).
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baseado no plot drop atual ; em qualquer local de sua preferência .
* / " ouvi dizer que você conseguiu falar com ele. é verdade? " a pergunta para muse era direta ao ponto: lúcifer, carregando um senso de urgência palpável. não havia um oi ou qualquer saudação prévia. mas um sorriso sutil curvava os cantos do lábios para cima, o brilho nos olhos revelando a curiosidade que originava a urgência da fala.
estava levemente inclinado para a frente, o corpo quase vibrando de expectativa. tentava ler a expressão de muse antes de receber uma resposta. não tinha presenciado nada do evento que pareceu parar a cidade, pelo o que tanto estava ouvindo. natural que estivesse fervendo pelos detalhes. " fiquei até essa hora no orfanato, não vi nada do que aconteceu. " continuou, a frustração escapando entre os lábios.
Leon foi pego de surpresa, tanto pela aparição repentina quanto pela aproximação do outro. À medida que o outro se inclinava em sua direção, Leon se inclinava para trás, tentando manter a distância.
"Ah, bem..." ele começou incerto, franzindo o cenho. Tinha certeza que o rapaz falava de Lúcifer, devido a aparição do mesmo na cidade; porém, o mais estranho de tudo, é que havia conseguido falar com o rei dos demônios muito antes de todo esse alvoroço, e ele ainda tinha que passar no Bule Encantado como havia prometido –ou ameaçado. "É verdade, mas não foi durante todo esse... Uhm, 'evento' que ele causou." disse hesitante, levando uma das mãos para coçar a a cabeça. "Mas se te consola, acho que, além da presença dele, você não perdeu nada demais. Só ele passeando por aí, como um político fazendo promessas e uma grande muvuca curiosa seguindo ele por aí, enquanto ele entrava em alguns estabelecimentos." contou ao rapaz, na esperança de apaziguar a frustração alheia.
A música alta embalava o corpo do demônio em meio a multidão. Já havia bebido um copo ou cinco de algum veneno especial do bar, e as batidas animadas pareciam no ponto certo para fazê-lo esquecer de todo o resto. Não poderia dizer que não gostava de uma boa festa, e uma na qual era o anfitrião era ainda melhor. Certamente, aquele não era um fato explícito para todos, mas o prazer de receber era todo seu. O Sortilégio era sempre exuberante mas aquela noite estava remetendo tempos imemoriais, e isso deixava Nero provando de um deleite ímpar.
Não era qualquer bebida que poderia lhe derrubar, e isso quase nunca era uma opção quando era colocada à sua disposição, afinal, precisava estar atento. Entretanto, excessões poderiam ser abertas pontualmente e essa era uma delas. MUSE feliz ou infelizmente era a pessoa na qual o príncipe acabou por esbarrar na pista cheia, e o sorriso levemente ébrio foi sinal o suficiente de que algo vinha por aí. Ainda no balanço sinuoso, Nero tomou a mão de muse e olhou por um momento como se pedisse permissão com o olhar, para rodopiar-lhe em seu próprio eixo e trazer para um pouco mais perto. "Dizem que não é bom ir a um baile e sair sem uma dança." Murmurou com a voz levemente arrastada e um sorriso espertinho.
Leon agradecia o fato de terem as bebidas não alcoólicas no baile, já que não era muito fã das com álcool na composição –não tinha uma tolerância muito boa, ficava embriagado muito rápido e não gostava.
Educadamente se retirou da presença da pessoa com a qual conversava, avisando que iria pegar mais bebida e já voltava, mas infelizmente o local parecia estar lotado, o baile certamente pareceu reunir quase toda a população de Arcanum ali. Então não foi surpresa nenhuma quando esbarrou em alguém enquanto fazia seu caminho de buscar outra bebida, a surpresa foi a pessoa na qual esbarrou ter segurado sua mão e o mantido ali.
"Nero!" Sua expressão se iluminou a reconhecer Nero como o dono da mão que o segurava ali e isso pareceu ser a permissão para que o investigador esperava para lhe rodopiar ali, arrancando uma breve risada de Leon com o ato.
"Eu não sabia dessa." disse com o cenho levemente franzido e certamente intrigado. "O que acontece se alguém ir a um baile e sair sem dançar? Alguma maldição, igual ter sete anos de azar ao quebrar um espelho?" perguntou, inclinando a cabeça levemente para o lado e mordiscando o próprio lábio inferior.
Tédio era a palavra perfeita para descrever sua situação naquele baile. Havia colocado empenho em sua fantasia, claro, entretanto, por conhecer poucas pessoas, nenhum baile era realmente divertido sem amigos de verdade. Por isso, com o passar das horas começou a inventar coisas para fazer, tendo como seu maior entretenimento, observar um casal que parecia bastante empenhado em manter sua óbvia discussão às escondidas. Se fosse antes, em toda sua glória, conseguiria escutar com facilidade do que se tratava a discussão, mas agora que não passava de uma fracassada, lhe restou tentar se esgueirar até mais perto, com os olhos fixos nos alvos de sua fofoca. Talvez por isso que, quando Muse apareceu de repente em seu campo de visão, se assustou tanto, praticamente pulando no mesmo lugar. “Não estava fazendo nada de errado!” Se explicou imediatamente. “E também não estou devendo... Hum, quer dizer, na verdade eu meio que estou sim.” E como estava. Se pensasse demais nisso, talvez devesse sim estar com medo de alguma hostilidade direcionada a si particularmente. Contudo, nada disso importava, pois notou que o casal vigiado anteriormente não estava mais ali. “Droga.” Murmurou, frustrada ao voltar à estaca zero. Olhando novamente para sua companhia, ponderou por um momento. "Enfim. Não não tô te devendo nada não, né? Agora eu fiquei na dúvida."
Leon havia chegado um tanto quanto atrasado no baile, não que isso tivesse muito problema –sabia que muitos outros chegariam ainda mais atrasados que ele–, apenas esperava não ter perdido nada de muito interessante nesse meio tempo.
Caminhava pelo salão atrás de algum rosto, ou presença –já que com máscaras e maquiagem ficaria complicado reconhecer as pessoas–, conhecida quando se assustou com o susto da moça. A situação foi deveras engraçada para si, tanto que acabou soltando uma risada, ainda mais quando ela declarou que não estava fazendo nada de errado; algo que a denunciava mais do que a inocentava.
Olhou na direção atrás de si, para onde a moça olhava, após a ouvir resmungar e voltou a observá-la de maneira curiosa. "Eu não sei... Você costuma comprar fiado no Bule Encantado e não pagar?" ele questionou de volta. "E sinto muito se atrapalhei algo. Estava procurando por alguém? Ou... Tentando vigiar alguém e a perdeu de vista?" perguntou divertido, tentando aliviar um pouco o clima.
Um dos motivos de gostar tanto do Halloween era a oportunidade de se fantasiar e sair vestido assim por aí sem ser julgado. Aproveitando-se do tema "baile", Leon decidiu deixar o tema de horror e sangue, que geralmente era associado ao Halloween, para homenagear um personagem da literatura que gostava bastante: O Pequeno Príncipe. Deu alguns toques pessoais à sua fantasia, e talvez nem todos pegassem a referência de primeira, porém estava satisfeito com sua escolha.
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A noite estava indo tão bem que precisava passar um tempo ao lado de seu companheiro noturno, claro, não podia deixar de incomodar aquele pobre padeiro que teve a infelicidade de conhecê-lo por acaso em uma de suas andanças pela cidade após o descansar do sol. Estava observando aquela dança as esculturas mágicas sobre o lago, mas por um momento, os seus olhos ficaram presos na forma como o rosto dele ficava iluminado com alguma novidade, era algo que o encantava sempre.
O elogio foi tão natural quanto a risadinha que escapou de seus lábios após o comentário, ainda mais com aquela coloração que surgia nas bochechas dele. "Definitivamente são os meus olhos, eles funcionam muito bem, mesmo com essa iluminação fraca" Falou em um tom jocoso, voltando a olhar o show aquático a frente deles. "Tem que admitir pelo menos uma vez na vida, que você é muito bonito, Leon"
Apesar de ter passado dos cem anos, Timothy sempre foi um pouco desajeitado com flertes, mas definitivamente nunca foi de desistir fácil. Desde o primeiro dia que viu aquele humano perdido na madrugada de Arcanum, passou a observa-lo com uma atenção até um pouco esquisita se fosse analisar, ou estava tentando ao máximo não parecer um, só que o olhar foi roubado de imediato e isso não mudou, mesmo depois de tantos anos naquela relação estranha que tinham.
Como naquele momento, em que os seus olhos pareciam agora estar sempre procurando por ele, havia algo de muito interessante naquele homem para ignora-lo de alguma maneira, talvez a forma como os seus olhos ficavam quando ele sorria, não tinha como saber. "Eu não participaria com você, a minha voz parece a de uma galinha da angola" Mentira, clara e explícita, já uma das habilidades que dominou bem foi a persuasão pela sua voz. "Lembra que sou do tipo nerd? Meio que não combino com essas competições de virilidade, vou optar em te assistir... se não for te incomodar"
Agora até a ponta de suas orelhas estavam avermelhadas, o fato do mais velho insistir no elogio não lhe ajudava, então levou suas mãos até o rosto alheio tentando impedir que ele continuasse a falar e a lhe observar.
"Aish-- será que você-- eu não--" gaguejou enquanto tentava formular algum pensamento coerente. "Você pode até me achar bonito, mas talvez outras pessoas não achem. Beleza é algo subjetivo!" disse por fim, retirando suas mãos do rosto de Timmy, mas ainda sentindo suas orelhas arderem. "Olha só que interessante, eu acabei de ter uma conversa semelhante sobre isso com outra pessoa outro dia!" comentou, desviando o olhar para os outros eventos que aconteciam ao redor do lago.
Ao ouvir o comentário do maior, voltou sua atenção para o mesmo e estreitou os olhos na direção dele. "Não sei porque, mas não acredito em você." disse enquanto o encarava com os olhos estreitos de forma brincalhona. "Você tem cara de quem canta bem." soltou o que estava em sua mente e deu uma risadinha. "Mas tudo bem, não vou insistir se não quer."
Leon pegou no pulso de Timothy e o guiou até onde a competição de canto aconteceria. "Certo... Então já vai pensando no que podemos fazer depois daqui, porque vai ser minha vez de topar o que você quiser fazer." brincou, olhando ao redor até encontrar onde estavam fazendo as inscrições para a competição, murmurou para Timmy que já voltava e, após longos minutos, estava de volta ao lado do mais alto. "Tem bastante gente na minha frente, então vamos ficar aqui um tempo..." comentou ao retornar.
"me avisa quando você for. quero te apresentar pessoalmente e capturar sua reação--- vamos ver se você vai ser honesto ou tentar ser bonzinho comigo." nate tinha o tom bem-humorado, animado com a possibilidade de mostrá-lo o estúdio. "sabe que às vezes finjo que não trabalho lá só pra ver o que as pessoas têm a dizer? é muito engraçado. já me disseram de tudo: coisas boas, coisas terríveis. acho que tem muito a ver com o estado de espírito da pessoa. se ela está feliz, vai ver as coisas de um jeito mais positivo e ser menos dura nas críticas." o hawthorne suspirou, fazendo caminho entre as pessoas para que pudessem se aproximar das barraquinhas. a mão de leon em seu antebraço o fez arquear as sobrancelhas em surpresa, e ele aceitou de bom grado o toque, aproveitando-se para se aproximar do outro. era o correto, afinal, leon era um humano em meio a uma concentração alta de criaturas sobrenaturais, e nem todas tinham apreço pela humanidade. "então você vai adorar, olha só." apontou com a cabeça para onde estavam indo, uma barraquinha enorme tom torres de doces de todas as cores e formatos. quando conseguiu chegar à frente do lugar, virou-se para leon. "qual você vai querer? ou a gente devia pegar um monte e se surpreender com os efeitos? acho que voto pela segunda opção."
"Hey! Eu sei dar críticas construtivas sem soar rude!" protestou, franzindo o cenho e os lábios numa expressão levemente ofendida, por mais que não tivesse levado a brincadeira de Nate para o coração. "Está duvidando da minha capacidade de ser honesto, Nathaniel? Ou está querendo dizer que quem é bonzinho está sendo desonesto?" arqueou uma de suas sobrancelhas de forma desafiadora para o loiro, tendo noção de que não tinha sido essa a intenção de Nate, porém quis vê-lo ficar nervoso; pois Leon sabia que muitos achavam que sua natureza pacífica e bondosa era apenas uma fachada para esconder algo, quando Leon não via motivos para ser desonesto – omitir suas habilidades dos outros já era muito trabalho, por isso preferia manter sua distância dos outros, imaginava que mentir era algo muito mais trabalhoso e não tinha muita energia para isso.
"Bem, de qualquer forma..." continuou, arrebitando o nariz e tentando não rir de Nate. "Arte é algo muito subjetivo. O que agrada a uns, pode não agradar outros... Pensando assim, acho que tudo na vida é bastante subjetivo." falou um tanto pensativo. "A beleza está nos olhos de quem vê, como disse alguém bastante famoso." disse por fim, abanando sua mão livre.
Assim que chegaram ao destino, Leon olhou para os doces e notou que todos pareciam bastante normais, pareciam doces decorados para o halloween que ele seria capaz de fazer por conta própria, porém o diferencial eram os efeitos mágicos. Ao ouvir a pergunta, olhou para Nate e depois olhou ao redor, notando como o lugar realmente estava bastante movimentado e fez uma careta.
"Sim, acho interessante a segunda opção também. Pegar vários e procurar um lugar mais tranquilo pra os provar." disse, maneando a cabeça de forma positiva.
CATO DEU RISADA. PODIA TER NASCIDO EM arcanum e nunca ter conhecido outro lugar, mas achava engraçada a forma como aprendeu que os humanos alheios à realidade do sobrenatural enxergavam criaturas como ele. analisou as sugestões que foram dadas pelo rapaz, mesmo sem conhecer tudo sobre cultura pop, sabia que se tratavam de assassinos mascarados de filmes humanos. talvez ele devesse fazer uma maratona para se familiarizar. ❝ e o melhor é que são todos vilões, combina bem. quer saber, talvez eu realmente vá com uma dessas ideias. ❞ ficou surpreso quando leon devolveu a brincadeira, mas não conseguiu evitar a risada. ponto para o rapaz pelo pensamento rápido. ❝ minhas costas não aguentariam ficar tanto tempo desajeitadas no armário, esperando você dormir para finalmente te assustar. ❞
cato fez uma careta como se não concordasse. ❝ alguns se vestem como se estivessem presos no século passado ou como se estivessem prontos para serem coroados. mas também, quem sou eu para falar de roupas. ❞ ele disse apontando para o que estava vestindo, um dos muitos conjuntos pretos que habitavam o seu armário, parecia que as cores ainda não haviam chegado ao seu visual. ❝ um aluno me perguntou se eu não lavava as minhas roupas porque sempre ia para a escola com a mesma. não estava no meu cronograma ser humilhado por um garoto de treze anos, mas aparentemente eu sou adaptável. ❞ uma das coisas que ele mais gostava no seu trabalho era de como os jovens lhe tratavam como um deles.
Leon arqueou uma de suas sobrancelhas para Cato ao ouvi-lo dizer que as sugestões que deu combinavam com ele por todos serem vilões, entretanto resolveu não comentar nada e deixou que o rapaz pensasse o que quisesse, mesmo que tivesse sugerido tais fantasias apenas para prezar pela anonimidade de Cato durante a festividade caso ele realmente tivesse interesse em participar.
"Acho bom mesmo, eu detesto levar sustos." disse em resposta à brincadeira de Cato, sobre ficar enfiado no armário esperando para lhe assustar, porém olhava de canto de olho para as sombras que apenas ele conseguia enxergar.
"Eu acho interessante a moda vintage deles." disse risonho, achando graça da expressão de desaprovação de Cato. "Gosto das blusas brancas com babados e cordinhas! Não sei porque elas me remetem à piratas. Mas realmente... Não somos estilistas ou nenhum outro profissional da moda para falar de roupas." terminou, dando de ombros, olhando brevemente para as roupas que usava: uma blusa, um suéter, jeans e tênis; não achava que se vestia mal, apenas de forma básica.
Acabou soltando uma risada ao ouvir o relato do bruxo, voltando sua atenção para ele. "Não me diga que você só tem peças de roupas pretas e extremamente parecidas no seu armário."
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"Sim, por favor. Comunique à pigmeia loira que sua gerência está precisando de umas melhorias. Cadê a caixinha de sugestões? Sou um homem branco querendo escrever uma carta." E ele faria seu próprio ato de petulância, deixando bem evidente a insatisfação em seus pensamentos. Dura, forte, gráfica e exagerada. Com direito a si mesmo em posições de destrato por parte dos funcionários. Já sentia coisas sendo arremessadas em si (e sem provocar nada além de cócegas). "Se eu disser seu nome, ganho desconto? Eu acho que vi essa loja numa das minhas corridas vespertinas. O Lua Prateada meio que tirou minha vontade de entrar. Sou tão ligado na lua já, vai que ela fica com inveja." Ainda sem memórias das senhas e contas do real dinheiro, as opções de Tiny diminuíam conforme os dias passavam. Contudo, se fossem tão boas assim, valeria a pena no longo prazo. Tiny anotou no celular a sugestão e voltou a guardar o aparelho no bolso.
O sorriso permaneceu no rosto do híbrido desde a reação sanguínea do mais novo até o esforço para trazer tudo o que tinha pedido. E ainda não mataria a fome que sentia. "Assim você me mima, Leon. Mas já adianto que precisa de um teor alcoólico maior para eu obedecer tudo o que você me mandar." Organização, sendo um de seus fortes, ajudou-o a colocar tudo na mesa. Obedecendo à ordem que gostava de comer, os talheres para cada prato, engolindo a saliva que se formava em antecipação. "Mais uma oportunidade de ter a minha companhia. Como você mesmo falou, uma honra." O xarope derramado nos waffles, o garfo enfiado até o talo e o pedaço enorme devorado em poucos segundos. O porte grande precisando de um apetite igualmente voraz. Tiny mastigou bem e engoliu antes de continuar. "Saudades. Posso vir aqui quase todo santo dia, mas bate a falta de uma normalidade de vez em quando. E você é bem isso." Deu de ombros, honestidade e franqueza não sendo um problema para ele (nem falar sobre sentimentos!). "Se você não se identificar como normal, peço desculpas. Mas, na loucura que é minha vida, é você."
Só um pouquinho exagerado, mas não menos verdadeiro. Tymotheos sentia falta de casa, da cozinha sempre cheia e dos salões recheados de conversas altas. Mesas enormes cheias de comida, braços empurrando para pegar os melhores pedaços. Ter companhia, mesmo uma tão educada quanto a de Leon, lembrava-o desses momentos felizes. "Como foi seu dia até agora? Alguém perturbou?"
Leon arregalou levemente os olhos na direção de Tymotheos, tentando impedir um sorriso de tomar conta de seus lábios. "Yah! Não deixe a Kath te ouvir chamá-la assim ou ela acaba com a sua raça!" brincou, balançando a cabeça de forma negativamente.
Franziu o cenho numa expressão pensativa ao ouvir a pergunta, "Ah, bem... Acho que não, pois eu não sou bem um cliente assíduo do Ateliê nem nada. Eu só... Sei da existência dele e o que eles oferecem." respondeu um tanto sem graça, enquanto coçava a nuca.
Balançando a cabeça de forma negativa, Leon soltou uma breve risada ao ouvir a brincadeira de Tiny. "Minhas intenções são justamente apenas te mimar," disse entrando na brincadeira. "Mas agradeço pela dica, agora sei o que fazer caso eu queira mandar em você por aí." brincou, sabendo que jamais faria uso de tal conhecimento, de qualquer maneira.
Agradeceu quando Tymotheos o ajudou a organizar as coisas na mesa e se sentou-se à mesa, em frente ao maior. Rolando os olhos ao ouvi-lo dizer que sua companhia era realmente uma honra, mas não se atreveu a contrariá-lo, dando uma garfada no pedaço de torta de limão que trouxe para si. Arqueou ambas as sobrancelhas em surpresa ao ouvir que Tiny sentia saudades, mas balançou a cabeça em concordância ao ouvir a explicação de que ele era algo normal na vida do mais velho.
"Parece que ser só um humano sem graça tem seus pontos positivos." disse bem humorado –por mais que não fosse um humano totalmente comum, não achava que o fato de ser capaz de ver espíritos mudaria a visão de Tiny sobre ser algo normal na vida dele–, então deu de ombros levemente, pensando que talvez algum dia pudesse contar esse seu segredo para o mais velho.
"Hmm..." fez pensativo enquanto mastigava outro pedaço de sua torta de limão. "Até agora foi bem tranquilo. Nenhuma Karen por enquanto, o único me perturbando é você." respondeu brincalhão, após engolir sua comida, pois tinha sido criado para não falar de boca cheia nem manter os cotovelos na mesa. "Eu te devolveria a pergunta, mas você disse que acabou de acordar, então... Quais seus planos pra hoje?"
this is a closed starter with @mindcontrcl
at the braun farm harvest
"I'm so sorry but that would be confidential information."
Leon olhou de forma indignada e surpresa para a amiga e colocou ambas as mãos na própria cintura. "Como assim? Desde quando você mantém informações confidenciais de mim?" perguntou, não sabendo se levava essa fala de Kath a sério ou não. Os dois eram o tipo de melhores amigos que não escondiam nada um do outro, porém é claro que não insistiria se e ela realmente quisesse manter isso um segredo, afinal ela tinha o direito de ter seus segredos assim como Leon tinha os dele. "Cê tá metida com droga, Morena?" resolveu brincar citando um meme, voltando-se para a macieira do qual estavam colhendo maçãs. "Mas não precisa responder se não quiser, eu estava apenas brincando."
this is a closed starter with @gzsoline ( léonie )
at the soul lantern crafting
"i'm just saying, murder is an option."
Por alguma razão, desde que Léo o encontrou num péssimo momento –tomando todas num bar para tentar abafar as saudades que sentia pela família, o que não funcionou muito bem– e uma camaradagem se formou ali, Leon se sentia à vontade para ir conversar com elu, totalmente alheio ao fato de que Léo negava a amizade entre eles.
O desabafo da vez era sobre uma cliente rude que visitou o café dia desses, aparentemente nem em Arcanum os funcionários estavam livres das famosas Karens, e acabou rindo com a fala de Léonie, ciente de que elu falava sério.
"Acho um pouco extremo... Ela foi rude, levantou a voz, mentiu dizendo que conhecia a gerente e achava que mandava no lugar, mas não acho que ela mereça perder a vida só por isso." respondeu, voltando a se concentrar em fazer sua lanterna. "Talvez bater o dedinho mindinho numa quina, pisar num lugar molhado enquanto usa meias e sofrer outras formas de pequenas inconveniências sejam uma punição mais justa."
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at the nightmare's train
"come on. it can't be that bad."
Leon olhava do homem para o vagão do trem e de volta para o homem de maneira incerta. "Eu não sei..." ele disse, voltando a olhar para o vagão do trem como se aquilo fosse o atacar a qualquer momento. "A forma que disseram 'se você sobreviver ao trajeto' não foi exatamente reconfortante." falou franzindo o cenho e apertando os lábios numa linha fina, enquanto pensava se ganhar uma medalha mágica que o protegeria durante o Halloween valia o risco, quando já tinha seu próprio amuleto de proteção contra espíritos. "Mas já que insiste tanto... Só aviso que se eu morrer no trajeto eu volto pra te assombrar." ele brincou, ainda um tanto receoso de estar concordando.
this is a closed starter with @demontainted
at the lost soul's labyrinth
"you owe me a dinner. a very nice dinner."
"Ei, isso não foi ideia minha!" retrucou num sussurro, enquanto ambos se escondiam dos espíritos errantes que não poderiam os 'capturar' ou eles perderiam todo o progresso que fizeram no labirinto.
Leon estava aproveitando outra atração dos eventos de pré-halloween quando viu Bruno, que parecia andar sem rumo pelas ruas e, ao notar o olhar vazio do homem, decidiu segui-lo apenas para se certificar de que ele ficaria bem. E foi assim que foram parar no labirinto das almas perdidas, porém jamais iria culpá-lo por isso –tirando as ilusões assustadoras e os sustos, até que essa atração era interessante.
"Mas tudo bem... Só me dizer onde e quando que você me paga um jantar." respondeu brincalhão assim que percebeu que poderiam seguir em frente. "Pelo menos os espíritos aqui não fazem nada além de nos teletransportar de volta para o início do labirinto."
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this is a closed starter with @abbcdon
at the night circus
"that is... literally illegal. you're describing something illegal."
"Eu sei! É isso que eu não consigo entender!" Leon exclamou. Nunca imaginaria que estaria voluntariamente na companhia de Abbadon, tendo uma discussão acalorada –e basicamente unilateral– sobre os direitos dos animais. Talvez fosse o efeito mágico de algum doce encantado que comeu mais cedo. "Não sei porque lá fora demoraram tanto tempo pra perceberem o quanto isso era cruel e passarem a considerar um crime. E, infelizmente, ainda tem circos que continuam a utilizar animais como parte das atrações, ilegalmente." ele falava, gesticulando as mãos de forma agitada. "Você acredita que tinha um lugar que estava dopando os tigres só pros visitantes tirarem fotos com eles? Um absurdo!"