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@thatsdaveh
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santateresc:
O fim de tarde de Teresa deveria ser unicamente voltado pra renovação das suas marquinhas de biquíni. Precisava de um pouco de melanina pra campanha de roupas que fotografaria no dia seguinte! No entanto, o seu momento relaxante fora rapidamente substituído por um plano mirabolante para chamar a atenção de um surfista desconhecido, mas gato o suficiente para instigar a italiana. Então, graças ao seu cérebro tão brilhante — que às vezes dava até eco — a Di Angelis tinha decidido fingir que estava se afogando para ser salva pelo profissional e ela jurava que estava sendo amparada pelo seu alvo até notar que se encontrava nos braços de @thatsdaveh. ❝ —— O quê? Você não é o surfista gatinho! ❞ Reclamou Teresa, segurando nos ombros do cantor conforme negava com a cabeça. ❝ —— Como assim, Dave? VOCÊ ESTRAGOU A MINHA ATUAÇÃO! ❞
Ah o sol e o calor de Valletta... detestáveis. Não entendia como um lugar daqueles ainda poderia considerar que estava em pleno inverno e, mesmo que ocorresse a mesma situação de sol sem cessar em Los Angeles, Dave ignorava e continuava a defender apenas a cidade dos artistas. Mantinha os óculos escuros em seu rosto para se tornar irreconhecível no meio dos habitantes e retirava o excesso de suor do pescoço com certo desprazer e, em meio a tantas reclamações para si mesmo sobre a péssima escolha de passar aquele dia, Dave notou uma situação diferente das demais ocorrendo no mar. Aquela era... Teresa? Manteve os olhos semicerrados até confirmar que se tratava de Di Angelis. Tirou a camisa, entregando publicamente seu abdômen nada definido e jogou o óculos para junto da areia, correndo para o mar. Assim que a alcançou, a puxou para cima com o intuito de retirá-la do mar, mesmo que de forma desajeitada. O que o irritou mais que o comentário vindo dela foi, aparentemente, a vida na beira do mar continuar a mesma. Fala sério, ninguém havia notado sua musa se afogando? Como era possível ignorá-la? “Ei, calma aí! Dá pra me agradecer? Salvei tua vida, pô... QUE? Atuação?” perguntou com certa estranheza, se desvencilhando completamente da mulher “Você tá filmando aqui? É pra algum filme? Eu vou aparecer como seu salvador?”
𝗳𝗹𝗮𝘀𝗵𝗯𝗮𝗰𝗸
thatsdaveh:
Personal? Não sabia nem como funcionava ter um personal trainer. O pouco que praticava de exercício era quando tentava impressionar alguém ou ainda as vezes que sentia uma dose de exagero em sua alimentação. Academia frequentou apenas duas vezes na vida e não por um período muito longo, ah! e uma das vezes incluía tentar se aproximar de Demi Lovato, o que não rendeu algo além de uma foto de fã. “É, meu personal ficou em L.A., acho que seria uma boa você ser o meu aqui em Malta” comentou como se aquilo fizesse parte de seu dia-a-dia “É, Jim é apelido de James, não é? Eu estudei com um e chamavam ele de Jim. Você poderia abrir uma academia chamada Jim, just saying” Dave, você já ultrapassou dos limites de trocadilhos, pode parar por hoje “É, vou comprar barra de cereais e… Whey? É, Whey. Vende no mercado, não vende?” perguntou sem ter muita certeza. Se não quisesse fazer feio da academia deveria iniciar logo seu projeto músculos, seja lá como era possível fazer aquilo durante uma única semana “Em L.A. pelo menos vendia” fez um comentário num tom mais baixo, mentindo “Enfim, depois me passa o nome da academia e a gente vai se falando. No pain no gain, yeah”
“sério?” questionou em surpresa; devia ter externado uma boa impressão para o outro, certo? visto que acabaram de se conhecer e este era famoso, mas não ia duvidar das escolhas deste. “eu ia adorar, manda uma direct que te passo onde trabalho e tudo mais.” abriu um sorriso simpático. “academia jim? vou pensar a respeito, viu? te dou os créditos se eu for abrir uma,” uma pequena risada acompanhou suas palavras. “normalmente me chamam de james mesmo, ou jay, mas jim é legal.” o dar de ombros não se importava muito. “isso, vende nesse mercado sim, mas… vou te passar uma marca ótima se tá querendo ficar em forma, e bem mais saborosa, tenho cupom.” não ia desperdiçar a chance de promover seu patrocínio, visto ganhar com tal coisa; definitivamente o passaria as informações por instagram. “no pain no gain, perfeito, já tá entrando no espírito.” e dando algumas batidinhas no ombro deste - se perguntando se fazia algum tempo que o mesmo não malhava - adicionou. “foi ótimo te encontrar, a gente se vê então, e eu te mando as informações, pode deixar.” por fim, guardou seu celular no bolso e prosseguiu com o caminho anterior; pensando agora em descobrir quem era a celebridade que topara ali, quando chegasse em casa investigaria melhor.
FINALIZADO.
gwillcw:
𝗳𝗹𝗮𝘀𝗵𝗯𝗮𝗰𝗸
“mas você não conhece também o bartender. e aí? você fica atento se o bartender é fofoqueira da revista teen?” lançou as perguntas com uma sobrancelha erguida, parecendo que falava sério, mas no fundo, queria rir muito. “acho que é… não sei. não é muito saudável, mas…” deu de ombros. “ela parece bem chata mesmo! ouvi umas fofocas dela e não sei se tenho vontade de conhecê-la.” franziu o nariz. “nem sei, mas acho que posso-” interrompeu-se ao ouvir um de seus colegas pedindo para que ela atendesse uma mesa. “ok. ahm, depois eu volto, eu acho? ou não. espero que tenha gostado daqui, moço famoso.”
Ignorou completamente o questionamento realizado pela loira, por mais sentido que aquilo pudesse fazer, ele não queria usar seu cérebro para pensar no momento. Na verdade, sempre que pudesse evitar usá-lo para isso, evitaria “É, eu acho que acredito na teoria dela ser um reptiliano, seja lá o que seja isso. Falam que o cara do Facebook também é, eu acredito também” deu de ombros “Tá, vai lá. Vou ficar enrolando aqui pra pegar o wi-fi, mas logo tô indo pra casa. Valeu aí por ouvir meu drama, menina do café ruim.”
ꜰɪɴᴀʟɪᴢᴀᴅᴏ
jmcs:
𝗳𝗹𝗮𝘀𝗵𝗯𝗮𝗰𝗸
“sério? eu passo mesmo, pode deixar.” seria ótimo para os negócios ter uma celebridade pisando onde trabalhava, não era? e alargou um sorriso entusiasmado com a ideia, esquecendo por um segundo do que o incomodou anteriormente. “é uma ótima academia, na real, a melhor da ilha, posso até te ajudar no treino, se ainda não tiver personal, nem nada.” obviamente que não tardou em fazer uma pequena propaganda do lugar que trabalhava, já algo costumeiro em seu discurso toda vez que tal assunto entrava na conversa. o trocadilho fez james soltar uma risada baixa, pensando: da onde aquele cara viera, meu deus? ele era definitivamente muito cômico. “não acho que alguém já tenha me chamado assim, mas não soa ruim, fica a vontade.” e ele poderia o chamar de algo quando descobrisse seu nome, é claro, então não revidou os apelidos, coçando a nuca. “mas, de qualquer forma, você ‘tava indo no mercado? não quero ficar no teu caminho nem nada.”
Personal? Não sabia nem como funcionava ter um personal trainer. O pouco que praticava de exercício era quando tentava impressionar alguém ou ainda as vezes que sentia uma dose de exagero em sua alimentação. Academia frequentou apenas duas vezes na vida e não por um período muito longo, ah! e uma das vezes incluía tentar se aproximar de Demi Lovato, o que não rendeu algo além de uma foto de fã. “É, meu personal ficou em L.A., acho que seria uma boa você ser o meu aqui em Malta” comentou como se aquilo fizesse parte de seu dia-a-dia “É, Jim é apelido de James, não é? Eu estudei com um e chamavam ele de Jim. Você poderia abrir uma academia chamada Jim, just saying” Dave, você já ultrapassou dos limites de trocadilhos, pode parar por hoje “É, vou comprar barra de cereais e... Whey? É, Whey. Vende no mercado, não vende?” perguntou sem ter muita certeza. Se não quisesse fazer feio da academia deveria iniciar logo seu projeto músculos, seja lá como era possível fazer aquilo durante uma única semana “Em L.A. pelo menos vendia” fez um comentário num tom mais baixo, mentindo “Enfim, depois me passa o nome da academia e a gente vai se falando. No pain no gain, yeah”

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delilwh:
flashback
thatsdaveh:
“É, você deve estar no meu top ex namorados também. Talvez no top dez? Top quinze? Com certeza numa posição… aceitável” ela disse dando uma risada travessa, arqueando as sobrancelhas logo em seguida. “Não lembra dos presentes que eu te dei, D?” ela falou em um tom de ofensa, sem acreditar que ele dizia aquilo, pois pegava diretamente no ego. Os olhos passavam pelo rapaz com bastante atenção e curiosidade, percebendo o quão esquisito ele estava com aquele encontro. Talvez nervoso? Talvez. E a reação apenas fazia o sorriso da morena aumentar pouco a pouco. Delilah arqueou uma das sobrancelhas. “Bom, na verdade, era só uma mostra cultural, queríamos impulsionar os artistas locais, valorizar nossa arte que é de extrema qualidade, sim? Mas claro, se você preferir fazer um discurso sobre arte na escola ao invés de performar, a escolha é sua. Mas se for falar, talvez numa forma de poema, que tal?” ela na intenção de alfineta-lo suavemente, porque provocar era seu passatempo preferido. “Acabar com a sua vida de vez, boo? Jamais, Dave, não se preocupe. Eu recebi uma oportunidade por aqui e agarrei sem pensar duas vezes.” ela disse antes de levantar a mão esquerda, mostrando o anel de noivado com um diamante, e sua aliança de casamento logo abaixo dela, sorrindo travessa
Top dez? Top QUINZE? Quis questioná-la, mas tratando-se de Delilah não passava de uma provocação sem sentido. E, tratando-se de David, era óbvio que ficou com uma pontada de mágoa em saber sobre sua posição não muito privilegiada. Esse era o problema do homem, bom um dos problemas, o menos pior por agora. Ele, apesar de ter flagrado a traição da ex-namorada com o ex-colega de banda, não tomou como o suficiente para que superasse cem por cento o relacionamento. O rapaz que dividia palco com o maltês ainda teve o retorno para o grupo apesar de tudo e, se a morena tivesse insistido mesmo que pouco na volta do namoro, Dave poderia ter aberto a exceção que ele mesmo queria. “Aceitável, é claro” forçou mais um sorriso, como se fingisse que pouco se importava “Pra ser sincero? Não, não lembro” é, talvez isso foi parcialmente verdade. Não se lembrava de absolutamente todos, mas da maioria sim, esse segundo ponto com toda certeza ocultaria de Woodsen “Eu lembro de uma road trip que fizemos pra San Francisco. Cê lembra disso? Ah ou será que não foi com você?” perguntou num tom provocativo “Poema? Pff bullshit. Eu vou tocar e cantar então. Pode por meu nome nessa lista aí e, por favor Lila, não tem me boicotar. Sei que deve ser triste não poder mais tocar nesses belos lábios, mas tenta superar” a frase poderia ser aplicada sem nenhum problema com o inverso, quem sabe a pessoa que não tinha superado o fim do relacionamento não tinha sido o Haynes? Semicerrou os olhos com a aliança de... era noivado? namoro? casamento? Aos vinte e oito anos, David não fazia ideia em qual mão e, muito menos em qual dedo, era o certo a se colocar um anel em cada ocasião. A brincadeira cessou e fez com que David engolisse seco. Apesar de tudo, Delilah havia seguido em frente muito bem e ele continuava a depender dos pais e a quase implorar para ser colocado na mídia mais uma vez “É, parabéns aí, comprou um anel, né? Parcelou em quantas vezes?”
Camp Rock (2008) dir. Matthew Diamond
feat. @thatsdaveh
delilwh:
𝗳𝗹𝗮𝘀𝗵𝗯𝗮𝗰𝗸
O silêncio a fez continuar com o biquinho pendurado na boca por mais alguns segundos, até soltar um suspiro dramático e acabar sorrindo. Bom, ela não era sua secretária, era a secretária de seu marido. Mas ele precisava saber daquilo naquele momento? Era óbvio que não. Se estava de volta a Valletta, onde Delilah sabia que ele havia nascido, provavelmente logo ficaria sabendo por que ela estava ali. Ela vivia saindo nos jornais ao lado do marido, afinal. “Aham, ela é sim” ela confirmou a mentira parcial e aumentou o sorriso para Dave quando ele negou o que havia dito anteriormente. “Está tudo bem, lindo. Eu sei que sou sua ex namorada favorita” ela falou com seu típico sorrisinho gentil que claramente tinha uma pitada de travessura. Viu ele sentado na cadeira e logo se ajeitou melhor, sentando sobre a mesa enquanto o observava com bastante atenção. “Poxa, então os presentes que eu te dei não serviram de nada? Qual é, eu dei presentes muito bons para minha antiga carreira não ser dita como incrível” ela se colocava de vítima ali, como se o rapaz não valorizasse a ex namorada que tinha. Ela havia cometido erros? Claro! Mas era humana, oras bolas. “Nenhum dos dois, exatamente, mas sou eu quem estou organizando as atrações da mostra. Então, não quer me dar uma palhinha do que pretende mostrar no dia, Dave?” o tom de voz era sugestivo, ela aparentava se divertir muito com a conversa. “E ai, o que tem pra mim?”
Estava completamente confuso com a situação que havia concordado em se envolver. Primeiro de tudo: ele realmente precisava participar daquele evento? Não era o que poderia ser chamado de mais envolvido em causas sociais e tinha um total de zero experiência com isso. Esse inclusive havia sido um ponto mentido no currículo para a equipe do prefeito, nele acrescentou experiência com as causas socioeducacionais nos Estados Unidos, uma completa mentira. O segundo ponto: cerca de meia hora de aguardo numa sala de espera mal ventilada para um assunto que só corria o risco de trazer mais visibilidade ao guitarrista, mas mesmo assim nada confirmado que aconteceria, valia a pena? E, terceiro e mais importante: como Delilah havia parado naquela sala e por que ela tinha que entrevistá-lo? Não entendia o que o motivou a sentar na cadeira acolchoada e não sair pela porta e se trancar na casa de sua mãe pelo resto da vida “É sim, com toda certeza eu tenho um top ex namoradas” revirou os olhos. Não que tivesse tido uma vasta experiência com namoros, mas infelizmente, admitia que Delilah apesar de tudo tinha sido a que mais amou e se dedicou num relacionamento “Que presentes que você me deu? Não tô lembrado” exagerou um bocado “O que vocês querem que eu mostre? Eu nem entendi direito o que é esse projeto. Vocês querem que eu cante e toque guitarra ou só fale “temos que educar nossas crianças que música, estudos comprovam que fazem bem para o desenvolvimento”” forçou uma voz quase robótica ao pronunciar a frase clichê “Bom, pra você eu não tenho nada. Nem teria vindo se soubesse que você estava aqui. Aliás, desde quando você veio pra Malta? Decidiu acabar de vez com a minha vida?”
lewisthewr:
𝗳𝗹𝗮𝘀𝗵𝗯𝗮𝗰𝗸
“Que tipo de primo é você que começa a botar uns padrão alto de meta que eu sou obrigado a cumprir, hein?” Ainda que no passado não tivesse preocupações com o que seus pais pensariam de si, já que estava cumprindo todas as expectativas que foram depositadas sobre seus ombros, hoje em dia não era assim. Lewis pensava que, com a lesão, fizera com que todos os sonhos da sua família morressem com aquela possibilidade. “Ah, aqui rola muito dessas paradas mesmo, mas depois cê acostuma. O povo parece que é tudo conhecido um do outro por causa do tamanho. É um ovo esse lugar.” Os ombros se balançaram com o comentário, os dedos tocando sua pele exposta ao apoiar as mãos na lombar. “Ai, mano, não. Odeio gato. Quer dizer, não odeio gato, são fofo e tals, mas não curto muito os gatos.” Negou com a cabeça. Ademais, acreditava na possibilidade de ser um tanto alérgico aos gatos. “Pera, eu vou dividir quarto contigo? Ah, não, valeu. Eu prefiro dividir com o filho da moça que me recebeu que ele fica tanto no quarto que acho que é mobília mesmo.”
“Eu sou o melhor primo que você poderia pedir” convenceu-se, mas nada além do que era quase cotidiano da personalidade de David Haynes “Fala sério, isso aqui nem pode ser chamado de capital de Malta” comentou. Por mais que a capital dos Estados Unidos não fosse a maior e mais reconhecida possível, confessava que Washington era uma capital com mais cara de capital do que a de Malta, mesmo que essa havia sido sua impressão em apenas duas curtas visitas a cidade do capitólio “Não fala isso pra minha mãe. Esses dias acordei com alergia e ela quis me tirar de casa por assustar os gatos dela com meu espirro. Cara... dá pra acreditar? Eles foram os culpados e minha mãe quer ME botar pra fora. Sem condições” revirou os olhos ao se relembrar da cena “Ei calma aí, qual o problema de dividir quarto comigo? Eu não durmo pelado, sou relativamente organizado e durmo com a janela fechada pra não entrar inseto. O que tem de ruim nisso? Sou o companheiro de quarto perfeito”

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nattyillas:
𝗳𝗹𝗮𝘀𝗵𝗯𝗮𝗰𝗸
As produções que ele falou ao menos eram bastante conhecidas, e havia visto a série mencionada, então agora era comprovado que ela realmente já tinha visto ele, talvez conhecesse também alguma música da banda que ele havia dito anteriormente que participava, conhecia muitas músicas que não fazia nem ideia de quem cantava. “Eu vi Grey’s Anatomy, viu só? Falei que te conhecia.” sorriu quase em um orgulho consigo mesma por não ter mentido completamente no inicio. “Natalia Courtney.” respondeu. “Mas pode me chamar de Natty.” completou com um sorriso, estava mais acostumada a ser chamada pelo apelido de qualquer forma. Pendeu um pouco a cabeça para o lado enquanto o observava com curiosidade. “E o que faz em Valleta? Você mora aqui?”
Podia sentir sua respiração ficar até mais tranquila com o reconhecimento da mulher acerca de seu curto papel na televisão americana “A Meredith quase me matou, mas fazer o que” brincou ao se recordar do pouco que participou dos episódios “Natty... belo nome pra uma bela pessoa” esboçou um sorriso “Bom, eu sou daqui pra ser sincero. Nasci aqui e fiquei morando numa casa perto da orla por um bom tempo. Mas me mudei pra L.A. e fiquei lá por uns dez anos. Bons tempos” deu de ombros se lembrando dos momentos vividos no outro continente, de fato se pudesse escolher teria ficado lá por toda a vida, não tinha um grande apreço por Malta “Você é de Valletta? Porque meio que não me lembro de você das vezes que vim visitar minha mãe” que não foram muitas, poderia complementar
jmcs:
𝗳𝗹𝗮𝘀𝗵𝗯𝗮𝗰𝗸
pareceu um tanto animado com a perspectiva de ganhar mais um seguidor verificado, e foi rápido a adicionar. “é jaimecarson.” soletrou enquanto espiava o celular do outro para poder saber qual o nome do tal artista. as próximas perguntas fizeram o sorriso de james quase vacilar; se ele não fosse tão bom em resguardar suas reais reações. por mais que quisesse responder que passara anos recolhendo seguidores e se esforçando para o conteúdo que postava, que esforço valia mais que qualquer talento - tudo bem que fora sorte também, contudo, todo trabalho precisava de um pouco de sorte, não é? - não o fez, não queria se mostrar afetado pela insegurança. “eu sou personal trainer, as pessoas gostam de saber dicas dos meus treinos e como se manter em forma, ao mesmo tempo que saber como ser saudável também.” argumentou, pausando ao procurar no próprio celular o novo seguidor verificado. “você costuma ir à academia? qualquer hora a gente pode se encontrar por lá.”
Digitou rapidamente no Instagram o usuário do rapaz a sua frente, errando algumas vezes mesmo o ouvindo soletrar as letras. Desde quando havia ficado tão ruim em digitar no celular? Talvez andar com os óculos de grau estivesse ficando cada dia mais necessário com a idade se aproximando dos trinta. David eu uma breve olhada na quantidade de fotos do rapaz, aquele sim era um feed descente. “Personal? Interessante” respondeu como quem entendia algo sobre academia “Pô, é claro. Eu ainda não me inscrevi em nenhuma aqui em Valletta, mas vou ficar um tempinho aqui. Depois me passa o nome da que você trabalha e aí me matriculo lá.” há meses que David não pisava em um lugar como aquele. Deu uma breve observada em seus braços com os músculos murchos que entregavam aquele fator. Era possível que em seus primeiros dias tentando experimentar um novo estilo de vida, acabasse entregando o sedentarismo adotado por Haynes nos últimos meses “É isso aí, Jim buddies. Gym buddies, entendeu? Posso te chamar de Jim? Muito íntimo?”
gwillcw:
𝗳𝗹𝗮𝘀𝗵𝗯𝗮𝗰𝗸
conteve uma risada com o jeito infantil que ele soou, apenas observando suas reações com certo divertimento. “você só consegue desabafar com álcool?” ergueu uma sobrancelha, quase o julgando ali. nunca entendeu as pessoas que demoravam tanto para se abrir; mal conseguia manter suas novidades para si, qualquer bobagem, imagine algo grande como um desconforto ou algo do gênero. “acho que paris é superestimada. londres até que é legal e… bom, não conheço los angeles, mas entre esses três, ficaria com ela. se colocar valletta no meio, fica difícil decidir.”
“Não foi isso que eu falei, também consigo desabafar sóbrio numa terapia. Mas assim, sem querer ser chato, eu não te conheço direito pra desabafar com você. Quem me garante que você não é uma fofoqueira de revista teen?“ levantou a questão mesmo que fosse praticamente impossível aquela situação e por mais de um motivo “Em filmes os personagens só desabafam em bares também. É um ponto válido, não é?“ perguntou enquanto procurava um cesto de lixo para descartar o plástico “Londres tem a rainha, ela é bem chata naquela série The Crown. Sabe quantos anos que ela tem? Fiquei curioso, porque falam que ela é super velha”
duckn:
𝗳𝗹𝗮𝘀𝗵𝗯𝗮𝗰𝗸
deu de ombros porque não fora nada demais e mesmo diante do que tinha falado antes, estava disposto a apenas ir embora porque já esperava que o outro fosse declinar. não ficava ofendido contudo porque dissera em tom de brincadeira. mas com a pergunta, não resistiu. bateu uma mão na outra, antes de falar. “e arrumar concorrência? nah.”
Riu com o comentário feito pelo homem e por mais estranho que havia sido aquele diálogo simplesmente envolvendo o pedido do número de Dave, apenas pensou por que não? “Okay, mas eu tenho dois números diferentes de celular, então se resolver passar pra algum fofoqueiro de revista em plantão, eu vou descobrir e não vai adiantar porque consigo trocar o chip” adiantou “Onde posso anotar?”
jkcleo:
𝗳𝗹𝗮𝘀𝗵𝗯𝗮𝗰𝗸
Era lógico que a reação de sua vítima seria assim e nem mesmo reclamaria caso acabasse levando um belo soco na cara, mas foi um pouco menos dramático, Kaleo olhou para a bermuda dele e depois para a sua patroa, suspirou e decidiu que iria priorizar aquele problema, depois ele resolveria com ela. “Vamos, agora mesmo. Meu carro tá aqui perto, eu só preciso entregar isso aqui pra minha patroa” Indicou o restante dos pedidos que ainda conseguiu carregar com ele, exceto pelo suco de laranja que já se encontrava espalhado pelo chão, pela mesa, pelo carinha na sua frente.
Não que soubesse como o rapaz fosse ajudá-lo a resolver o problema com a bermuda suja, no entanto assentiu e resolveu o esperar entregar não sei o que pra seja lá quem. “Eu te espero aqui? Só vem logo, porque parece que eu fiz cinco litros de xixi”

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harrythi:
𝗳𝗹𝗮𝘀𝗵𝗯𝗮𝗰𝗸
“cogitou mesmo ou só estava debochando de mim sem razão alguma?” franziu sua testa. “e esses dados parecem esquisitos, qual a fonte?” ergueu uma sobrancelha; como estudioso, sempre perguntava a fonte, principalmente quando não parecia algo muito concreto. “não, estou perguntando seriamente; sua mão tremeu bastante ao se aproximar do meu rosto.” fez uma careta. “e que horas eu fui mal-educado com você? literalmente, só perguntei as horas!”
“Cogitei” mentiu sem mesmo gaguejar “A fonte é Harvard, senhor” esboçou um sorriso no canto dos lábios, debochando. Sua mãe brigaria com ele agora caso o ouvisse falando daquela maneira com o homem, mas definitivamente o outro havia começado e David não era obrigado a agir com educação naquele caso “Não, você não só perguntou as horas. Você me tratou com desdém. Você nem sabe com quem tá falando. Me chamou de senhor, ignorou completamente quem sou eu. Tipo, sério mesmo? Eu entendo que nem todos me conhecem, até porque precisam de um gosto requintado pra música, mas fala sério. Você me chamou de senhor primeiro. Tenho só vinte e oito anos.”
tessarmstrong:
𝗳𝗹𝗮𝘀𝗵𝗯𝗮𝗰𝗸
Não sabia exatamente o que havia acontecido com a banda que David fazia parte, mas havia lido algumas notícias na internet sobre brigas e outras polêmicas do mesmo estilo. Mas não quis questioná-lo sobre aquilo pois não sabia qual seria a reação dele. Porém o jeito defensivo dele com apenas uma brincadeira a fez ter uma noção de qual seria a reação dele se perguntasse sobre os boatos da internet — Jesus, Haynes, estava só pegando no seu pé não precisa ficar revoltado. — franziu o cenho achando estranho ele ficar tão irritado por pouco, levantando as mãos em um gesto de rendição para demonstrar que era só uma brincadeira — Sim, virei influencer prestes a bater um milhão de seguidores. — disse com certo orgulho, havia se esforçado muito para chegar até ali e ela não via a hora de bater o número com seis zeros para poder comemorar. Revirou os olhos dessa vez com um sorriso divertido no rosto — Não, nem tenho vizinhos com pés de tomate agora. — o sorriso foi substituído por um cenho franzido após a pergunta do mais velho — Sim, eu canto bem, por que te importa isso?
É, talvez o estresse estivesse num nível mais elevado do que precisasse realmente estar. Era só uma brincadeira, repetiu para si mesmo. “Eu sei, também ‘tava” debochou tentando não transparecer a mentira “Okay, calma... VOCÊ O QUE?” perguntou quase num susto, realmente tinha ficado impressionado com a marca prestes a ser atingida pela ex-vizinha. Qual é, todo mundo em Valletta havia decidido levar a vida de influencer? Aparentemente aquilo estava em alta na cidade, talvez devesse tentar aceitar algumas publicidades, mesmo que naquela altura da carreira, eles quase não existissem. “Tá... um milhão, uau” respondeu ainda tentando entender como Tessa tinha ficado mais famosa que ele em tão pouca idade. Com toda certeza ela traria muita gente para curtir a nova banda de Dave, ela precisava aceitar pelo menos tentar a carreira artística. Isso caso ela realmente cantasse bem como sua mãe havia propagandeado “Não sei... você já pensou em cantar numa banda? Pode ser bom pra você bater logo esse um milhão. É só uma proposta. Você já é famosa, sei disso agora, mas pode ser ainda mais famosa”