◜ ⚘ ◞ I still haven't found what I'm looking for — bio + cnns.
⤷DUCAN “DUKE” GRAHAM?! Por aqui ele é mais conhecida como THE DETACHED desde que se mudou há SEIS ANOS. Os turistas costumam confundi-lo com KEITH POWERS, mas ele não passa de uma PARAMÉDICO de 29 anos.
desde novo era constantemente lembrando quem era, as dificuldades de sua família e o quanto apostavam nele. seus pais tinham condições financeiras estáveis, mas o investimento pra ter um filho médico e formado por uma universidade renomada era fora do alcance e queriam que ele conseguisse uma bolsa. ducan era obediente, prestativo e entendia as pretensões dos pais ainda que não fosse o que realmente o fizesse feliz.
passou dormir pouco pra que farreasse escondido nas madrugadas e frequentava as aulas virado. continuava brilhante, sem faltar com responsabilidades, mas a cada dia se afastava mais de sua satisfação pessoal.
as coisas melhoraram um pouco quando pôs na cabeça a ideia de sossegar, namorar e em pouco tempo tinha encontrado alguém que fazia não só ele feliz como seus pais felizes ( o que naquele ponto ainda era seu ponto mais importante ) e ali achou o ponto de equilíbrio entre duas coisas que almejava.
o casamento foi o que achou que viria a seguir, estabilidade, sua formatura próxima pra que abrisse uma clínica. tudo nos conformes, mas vésperas da cerimônia o pensamento que sua vida ia ser só aquilo, sem mais nenhum alto ou baixo emocionante fez com que um medo paralisante o tomasse. modo de dizer, porque tudo que fez depois de ver que não era o que realmente queria foi correr.
no dia do casamento, sem coragem de encarar os familiares, e principalmente a noiva, simplesmente foi embora para malta sem nenhuma satisfação. acovardou-se a tal ponto que até hoje não tem coragem de dizer aos pais onde está e como está vivendo apesar de julgar que eles já saibam por ter familiares de primeiro grau na ilha.
como não chegou a concluir as formalidades para ser médico e nem saber se era o que realmente queria, concluiu seu curso para virar paramédico, pegando menos horas de trabalho e vivendo a vida a seu gosto, sem puxar pra si responsabilidades maiores.
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“Uh, pode ser isso, também. Talvez.” ela estalou a língua, com um sorrisinho de canto. Gostava da relação que tinha com ele, pois não havia complicação, não haviam questionamentos de ética, não haviam cobranças. Eram duas pessoas querendo se divertir. Muito. “Bom, eu acho que, como você atrasou pelo menos uns três minutos, eu devia ter direito de ter três minutos, fazendo o que eu quiser, uh?” ela passou os olhos pelo cardápio do bar, tentando disfarçar as palavras sacanas que estava falando. “E você quietinho, sem encostar em mim.”
ducan podia retrucar mostrando o relógio, mas quis ver até onde a proposta ia. apoiou os braços sobre a mesa com certo interesse, a morena o fazendo erguer uma das sobrancelhas demonstrando que tinha comprado a história. “três minutos com você fazendo o que quiser? sabe que eu toparia mais né?” provocou, olhando para os lados antes e se inclinando na direção da morena e falar com a voz suave, com a prorrogativa do secredo, mas na verdade só queria extender a provocação. “o onde eu pago pelo meu atraso?”
Riu com o comentário feito pelo homem e por mais estranho que havia sido aquele diálogo simplesmente envolvendo o pedido do número de Dave, apenas pensou por que não? “Okay, mas eu tenho dois números diferentes de celular, então se resolver passar pra algum fofoqueiro de revista em plantão, eu vou descobrir e não vai adiantar porque consigo trocar o chip” adiantou “Onde posso anotar?”
ducan quis rir porque sua piada dera certo. era por essas que arriscava, desde o fim do noivado abraçara sua impulsividade e mesmo se dando mal as vezes, os que davam certo davam muito certo. “qual é cara, não tá se pondo fé assim que vale o segredo?” perguntou mexendo as sobrancelhas de forma divertida. não estava realmente levando a sério até o outro pedir onde anotar, mas tirou o celular do bolso em prontidão, oferecendo-o. “todo seu, se quiser salvar como paixão da praia, tá suave.” falou em zoeira, mas duke sempre soltava essas merdas sério. “sou duke, a propósito.”
tinha encontrado esse pub logo quando se mudara para a ilha e vir a ele de tempos e tempos o fazia lembrar de casa, seu tempo em cambridge, mas principalmente de londres. aproveitou que não tinha muita gente pra dar um tempo no jogo de dardos. fazia tempo que não encontrava sem estar lotado de bêbados que ele achava insuportáveis pra que competisse com eles. tinha acabado de jogar um dos dardos quando avistou @jkcleo e segurando um dos dados entre o polegar e o indicador, ofereceu ao mais baixo. “e aí, quer jogar comigo ou ‘tá acompanhado?”
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“E Londres não conhece o superbowl? Ah, vá dizer que tu nunca deu uma espiadinha enquanto um jogo passava…” Tombou a cabeça para a direita, as mãos indo parar nos quadris enquanto duvidava da possibilidade que ele mesmo levantara. Ao menos pela curiosidade. “Se tu manja do rugby já deve saber mais ou menos a dinâmica, apesar de que o jogo de futebol para, enquanto que o rugby vai indo mesmo quando vira aquela bagunça de jogadores…” Sentia falta de jogar, mas não confessaria isso em voz alta. “Bom, Seattle tem uma das piores defesas do campeonato, mas tem o Russell Wilson que até metade da temporada tava concorrendo ao melhor jogador. Depois ele começou a fazer cagada. Aí os Rams é a melhor defesa, mas tá com o quarterback reserva porque o titular, que não é a oitava maravilha do mundo, tá com o dedo quebrado. Passou por cirurgia e tudo.”
“cara, lá tem rugby. pra ver futebol americano tem que ter tv a cabo.” ou ir a bares de americanos e ducan tinha zero interesse. achava os pubs bem mais superiores. “é, rugby é mais dinâmico e vocês se protegem mais, o que na minha condição de torcedor acho tedioso, mas como ser humano acho prudente.” já vira jogador perder dente fácil em partida de rugby. “eu confio que um time com uma boa defesa vai muito mais pra frente que um com só ataque potente. até porque, qualquer vacilo desse wilson alguém rouba a bola e entra. já uma defesa inteira?”
“Não… você acha uma fruta boa? Não dá pra comparar melão com, sei lá, manga. Manga é superior ou mesmo pêra. Pêra é superior em todos os aspectos” manteve sua opinião ainda mais forte em sua opinião, mesmo que soubesse que para boa parte das pessoas, aquelas eram frutas que pertenciam a lista de odiáveis “This Is Us” respondeu num tom mais baixo do que o habitual. Aquela não era bem uma série que poderia dizer que a prenderia, ainda mais por ter tanto drama envolvido, talvez por isso tivesse uma ponta de vergonha em admitir ser uma fã da série “Uau você por acaso é procurado pela polícia?” com o cotovelo apoiado na mesa, apoiou agora o queixo em uma das mãos, prestando atenção no que viria a seguir “Mirante? Hm, eu acho que não, mas talvez eu possa ter ido e ‘tava muito bêbada pra lembrar agora. Onde fica?”
“depende da comparação, de sabor eu vou contra qualquer uma dessas. você acha pêra superior? sério?” o questionamento lhe veio com uma sobrancelha erguida, mas a expressão se desfez quando a escutou revelando qual era a série, dando uma risada baixa. “eu devia ter suspeitado... não me arrisco com séries que vi mais de duas pessoas dizendo que chorou muito.” entendia o apelo, mas estava fora dos dramas. “pode ser, você diria por aí se fosse?” rebateu, mexendo as sobrancelhas várias vezes pra demonstrar que não falava sério. “seguindo o calçadão, tem um bar lá, mas é legal deixar o carro pra olhar.”
📲: eu pensei que fosse mais fácil
📲: mandar um ‘estou lendo a sua mente, tá querendo me beijar?’
📲: kkkkkkkk parei
📲: você diz dica em balada? alguém que você conhece? tinder?
para um curso que lincoln via como um dos mais nerds; até que eles sabiam fazer uma festa. foi o que o lutador pensou após virar alguns copos vermelhos de vodca, misturado com tanta coisa que já nem sabia mais a diferença. seu corpo atirou-se ao lado de duke no sofá que preenchia o ambiente, o braço o rodeando quando estendeu a bebida que recém enchera. “cara, até que o povo daqui não é tão sem graça quanto eu pensei.” tinha um tom de humor que se misturava com a voz arrastada, e observou o amigo por um longo tempo antes de adicionar. “já achou alguém pra beijar?”
duke estava se sentindo mole pela bebida, mas não bêbado o suficiente pra não ter noção das coisas a seu redor. deslizou um pouco no sofá, relaxando e olhando de link para as pessoas ao redor. “médicos bebem como se não fossem ficar de ressaca, essa é a história. porque é real, ninguém fica.” analgésico na veia, lembrava bem de quantos já tomara em sua época de faculdade. antes de conhecer a noiva. “que aleatório.” soltou uma risada baixa pelo assunto, balançando a cabeça em seguida. “nope, só tem pirralho por aqui, acho que vou ficar só na bebida.” de link pro resto dos calouros era pouco, mas pra ele não era a melhor das ideias agora que com vinte e oito. podia achar o resto dos colegas que fez, mais velhos, mas aí era presumir que eles também estariam sem ninguém e duvidava.
Revirou os olhos com o alerta feito pelo outro. Definitivamente não era seu dia de sorte, sua mãe já havia o alertado pela leitura diária do horóscopo. Talvez devesse ouvir mais a matriarca e a coluna de horóscopo do jornal de Valletta. “Valeu aí” deu dois passos para a esquerda, ficando mais próximo de uma canaleta na calçada, esfregando o tênis preto no local até se ver parcialmente livre do chiclete. As pessoas eram nojentas pra fazerem isso, pensou. As caretas decorrente de ver seu tênis sujo foram cessadas com o pedido do homem. “Meu número?” perguntou com certo estranhamento “Vai espalhar meu número pra revista de fofoca?”
deu de ombros porque não fora nada demais e mesmo diante do que tinha falado antes, estava disposto a apenas ir embora porque já esperava que o outro fosse declinar. não ficava ofendido contudo porque dissera em tom de brincadeira. mas com a pergunta, não resistiu. bateu uma mão na outra, antes de falar. “e arrumar concorrência? nah.”
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“Ei, você está atrasado, sabia?” ela disse arqueando as sobrancelhas, quando viu @duckn chegando perto da mesa bem afastada na qual sempre se sentava no cassino de Valletta. Com movimentos muito sutis ela subiu os dedos até a mesa, pegando o celular para ver o horário. Ele não estava realmente atrasado, mas se tinha algo que Delilah gostava era de provocar. “Acho que você vai ficar me devendo uma, sabia?” o sorrisinho aumentou, seguindo a sobrancelha que se arqueava. “E acho que já sei como você pode quitar sua vida. Hoje a noite ainda” umedeceu os lábios com a ponta da língua “Não vai sentar, Duke?”
“hm é?” olhou o relógio no pulso, como se não estivesse muito ligado nisso, mas concluiu que estava dentro do horário. “ou você só estava ansiosa?” ducan arrastou os dedos pela mesa até finalmente inclinar-se pra sentar em silêncio a frente da primeira dama, tentando não chamar atenção para os dois enquanto deixava a sugestão dela no ar por mais uns intantes. acomodou-se, agora com um sorriso divertido nos lábios. “não sei de que dívida estamos falando, mas ainda sim estou aberto a negociar. qual a ideia?”
Mesmo estando na cidade há quase um mês, David se recusava a sair de casa, como se algum paparazzi fosse pará-lo a qualquer momento para tirar fotos de um guitarrista falido numa cidade minúscula da ilha de Malta. Com os óculos escuros, boné e clássica jaqueta de couro, o homem caminhava pela orla, indo em direção ao mercado principal da cidade, até seus planos serem interrompidos pela chegada de muse. Não entendeu direito o que fora lhe dito, mas logo imaginou que fosse umx fã que tivesse o reconhecido. Prontamente tirou uma caneta do bolso na calça e prosseguiu “Vai querer que eu assine num papel ou? Eu achei que ‘tava num bom disfarce, mas pelo jeito não. Olha aí, você é espertx pra achar celebridade”
olhou pro outro em curiosidade, não tinha reconhecido ninguém, na verdade, agora que ele falara estava claro que era alguém se escondendo com todos os aparatos, entretanto ia chutar um criminoso antes de uma celebridade por nunca ter esbarrado em uma, mesmo que em malta. “eu vim avisar que você deve ter pisado em chiclete e tá com uma folha grudada no tênis.” apontou para baixo. “mas se ‘tá afim de escrever alguma coisa eu aceito teu telefone.” piscou com um sorriso divertido nos lábios, duvidava muito que fosse ganhar o telefone de alguém famoso sendo paramédico.
o trabalho oficial só era a noite, então noah costuma passar o dia fazendo o que dá pra fazer. por precisar sempre de tá juntando dinheiro, não se dá ao luxo de recusar o que aparece. e o que tinha aparecido aquela tarde foi exatamente isso: entregar panfletos na rua vestido numa fantasia ridícula. sentava em um banco na rua, com a cabeça do seu urso descansando ao lado enquanto comia seu almoço. sendo interrompido por um miado incessante ao lado, noah tirou um pouco da sua marmita pra servir o gato. só então notou a presença de muse. — “ eu acho que gatos nem podem comer essas coisas, né? mas ele tá com fome… uma vez só não deve fazer mal.”
“eu acho que podem sim... o que tem aí?” tinha falado sem pensar, respondido meio de supetão porque mexia no celular. acabou só notando depois que terminara de escrever a mensagem. olhou o outro e quase riu da roupa. “adorei o look da tarde.”
❝ é, eu sei, mas não é como se eu pudesse fazer alguma coisa daqui. inclusive, eu estou prestes a ser chamada para fazer meu pedido, então mais tarde eu ligo pra você. suas palavras entoavam em sua língua materna, o russo. ❝ desculpa. problemas familiares. explicou-se, só após alguns instantes percebendo que ainda falava em russo. um suspiro de impaciência escapara da boca da morena em reação à própria falha. ❝ desculpa, de novo. às vezes eu me enrolo com o inglês, mas enfim. o que você estava falando mesmo?
“sem problemas, já te disseram que russo é bem instigante?” lançou sem vergonha alguma, até meio exagerado, divertindo-se, ao poiar o cotovelo sobre a mesa e o queixo na mão. piscando algumas vezes como se estivesse encantado. “eu ‘tava dizendo que a gente devia sair daqui, tá cheio de gente... não quer pegar uma garrafa e ir pra orla? um pessoal vende comida por lá em barraquinhas, é iluminado, essas coisas. depois de plantão eu fico muito fraco com barulheira.”
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˓ ♡. ‛ depois de um longo dia de trabalho só queria relaxar um pouco, se dar um pouco de lazer e vários drinks gelados. não era comum tomar essa decisão, mas realmente estava de cabeça cheia e não queria se ocupar pensando em mais nada que exigisse muito de sua mente. pegou o elevador descendo para sair do prédio e olhava o número do andar diminuindo quando a porta se abriu. daria um sorriso educado e desejaria boa noite para o provável vizinho ou vizinha, mas assim que conseguiu ver quem estava entrando no cubículo seu sorriso morreu e seu corpo inteiro enrijeceu. era muito azar encontrar com ele. logo ali. e o que ele fazia ali? não respondeu o cumprimento, mas não o julgou por ser cara de pau. ela sabia que sua presença até então não fora totalmente notada e sua teoria se confirmou com a reação seguinte de seu ex-noivo. sorriu. não por estar feliz em vê-lo, mas por saber que ele também não estava satisfeito. ❛ como “o que estou fazendo aqui”? eu moro aqui. ❜ arqueou a sobrancelha. por dentro danielle estava em pânico. mesmo que soubesse que ducan também estava na cidade ela nunca imaginou que os dois se encontrariam. se ele havia fugido no dia de seu casamento, com certeza fugiria nos outros dias também. ❛ o que você está fazendo aqui? ❜ olhou desconfiada para o rapaz. não sabia nada da vida de ducan, muito embora tivesse mantido contato com os pais dele por um tempo após o casamento. era iludida demais. ❛ espero que não esteja me procurando. acho que deixei claro através de mensagem que não queria olhar pra sua cara. ❜ não se importava se estava soando dura demais, como se não tivesse superado ainda. de fato, não superou e achava certo que ducan soubesse de cara.
“foi uma pergunta retórica, mas bom saber que você mora aqui.” seria um lugar a se evitar, agora, mesmo com alguém o chamando ao espaço iria pular esse chamado e pedir pra outro no seu lugar. fugia como o cão da dr que teria ao conversar com a outra e lá estava ele fronte ela num espaço pequeno. só esperava tomar um tapa. “vim atender a um chamado.” pegou no emblema de paramédicos em seu peito, demonstrando a farda e o que fazia agora. médico-cirurgião promissor a paramédico. não se sentia menor com a escolha feita, mas imaginava a reação da família quando soubessem do que vivia agora. “eu sei e estava fazendo o possível pra que você não precisasse.” por mais vontade que quisesse retrucar com a impaciência pelo elevador, não o fez, ele era o errado, e desde que largou tudo era a única culpa que carregara consigo do tempo. “eu sabia que você estava na ilha, mas não sabia que ia te encontrar, isso aqui é mesmo um ovo.” bateu no botão do elevador pra que fosse mais rápido. sua vontade era apertar em todos pra que descesse no andar mais próximo.
pegou uma das cervejas e abriu a garrafa com o dente, truque que aprendeu com o avô quando o velho ainda tinha dentes fortes. ‘ os espelhos tão deturpados nessa casa, dude. cuidado. brincou com um sorriso largo antes de tomar um gole da cerveja e passar o cooler para @linkwst. ‘ a beatrice caiu e abriu o queixo. logo ali quando bateu meia-noite. então corri pro hospital e foi isso. choro e desespero.
“não só os espelhos, mas o ego do @duckn também, eu fico claramente até mais bonito todo fodido.” já era até costumeiro para lincoln ter hematomas no rosto, então apenas deu de ombros e adonou-se do cooler que o oliver o passou. “caralho, oli!?” pausou a tarefa de pegar uma das bebidas. “como diabos isso aconteceu? e ela tá bem agora?” ignorou a pergunta sobre seu ano novo de propósito.
“vocês tão sempre ferrados, eu tenho até medo dessa maldição de vocês chegar em mim.” exagerou ao fazer uma cara de desgosto. sabia bem o porquê dos dois viverem machucados, ainda sim fez o comentário. não tinha como ele se machucar porque ao menos se cuidava nesse departamento, só estaria sujeito se bêbado. baixou a cerveja ao escutar sobre a filha de @oliverz, abismado “foi por isso que você sumiu?” como o loiro ja tinha perguntado o que duke queria, saber se a bebê estava bem, esperou. “que jeito de começar o ano, achei que você tinha se dado bem com alguém.”