"Existem oportunidades gigantescas em andamento e o Brasil pode se diferenciar para trabalhar com as fibras que não eram consideradas têxteis. É preciso estimular o potencial da biodiversidade e indústria agroflorestal para a produção de insumos como biocorantes e fixadores”. Segundo Victoria, nos últimos anos o Senai já desenvolveu tecido com textura de algodão a partir de caule de banana e tecido com reciclagem de fibra mista de poliéster e elastano, superando um dos grandes desafios tecnológicos do setor.












