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Acho que vi uma assombração no banheiro, ou pode ser efeitos colaterais dos meus remédios(???)... #Assombração #Visagem 👻👻👻 😂😂😂😕😕😕😱😱😱 (em Rio Negrinho)
Acho que vi uma assombração no banheiro, ou pode ser efeitos colaterais dos meus remédios(???)... #Assombração #Visagem 👻👻👻 😂😂😂😕😕😕😱😱😱 (em Rio Negrinho)
O Anhangá (Dicionário do Folclore Brasileiro - Luís da Câmara Cascudo) Em qualquer caso e qualquer que seja, visto, ouvido ou pressentido, o Anhanga traz para aquele que o vê, ouve ou pressente certo prenúncio de desgraça e os lugares que se conhecem como frequentados por ele são mal assombrados. “ Anhanga é o Deus da caça do campo; Anhangá devia proteger todos os animais de seu pendor para a caça e para destruí-los inutilmente.” “O destino da caça do campo parece estar afeto ao Anhanga. A figura com que as tradições o representam é de um veado branco, com os olhos de fogo. Todo aquele que persegue um animal que amamenta corre o risco de ver o Anhanga, e sua vista trás a febre e, as vezes, até a loucura.” Certo boato que contam sobre um Caçador e Anhangá “Nas imediações da hoje cidade de Santarém, um índio tupinambá perseguia uma veada que era seguida do filhinho que amamentava, depois de havê-la ferido; o índio, podendo agarrar o filho da veada, escondeu-se por de trás de uma árvore e fê-lo gritar; Atraída pelos gritos de agonia do filhinho, a veada chegou-se a poucos passos de distância do índio; ele a flechou; ela caiu; quando o índio, satisfeito, foi apanhar sua presa, reconheceu que havia sido vítima de uma ilusão do Anhangá; a veada, a quem ele, índio, havia perseguido, não era Veada , era sua própria mãe, que jazia morta no chão, varada com a flecha e toda dilacerada pelos espinho.”
Um vulto passou por ali #assombraçao #visagem é o #demo

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Visagens da escola JK
Eu ouvia sobre o que eu vi. Quando eu cheguei lá no JK e em 94 os alunos vinham e diziam: -- Olha ai tia, ali tinha parece uma mulher vestida de branco. Isso era por baixo daquele jambeiro que tinha assim atrás da marcenaria. E naquela parte de cima que tem as salas de aula uma parte era o alojamento dos homens e na outra parte era o alojamento das mulheres. Cada um contava uma coisa e eu dizia assim: -- Eu não tenho medo, porque isso não existe! Quando foi um dia, o vigia chegou, nessa época eu dormia na escola junto dos alunos pra acompanhar eles e ajudar em algumas necessidades de que às vezes eles adoeciam e eu tinha que atender ver o que era. Tinha um professor lá que era um medico e eu tinha que dá acesso pra ele, chamar, informar alguma coisa. Então eu passava a noite, e sempre as alunas falavam alguma coisa. “Cuidado, cuidado” tem algo parece uma mulher aqui e eu dizia: -- Não, vocês não vão se preocupar com isso, ter medo dessas coisas. Isso não acontece. Quando foi um dia o vigia chegou e ele disse: -- Olha, eu ia entrar neste banheiro, mas tem uma pessoa ai. Ai deu barulho da descarga e parecia que tava tomando banho e o guarda esperando. E nos ficamos lá e nunca saiu ninguém. Eu disse: -- mas seu Ferreira, aqui não entrou ninguém! Ele: -- Tem e tem! E acabou que não apareceu ninguém, não saiu ninguém. Ai quando foi uma noite deu 10 horas eu mandei subir todo mundo. Os homens pra um lado as meninas pro outro, depois eu desci pra pegar uma garrafa com agua num bebedouro lá onde hoje é a recepção e eu fui lá pegar água gelada pra levar pra cima ai eu escutei descendo ali pela aquela escada que leva pras salas de aula vinha descendo uma pessoa batendo o pé nos degraus. Ai eu disse: -- mas eu já chamei todo mundo. Como é que tem gente pra cá? E eu fiquei lá, e veio, veio, veio descendo nunca chegou no chão. Ai eu fiquei assim que as meninas de lá que vinham pro internato me contavam também essas conversas e eu dizia: -- ah! Agora eu tô vendo que acontece isso. Mas o que será? Mas eu não fiquei com medo. Quando foi numa noite, eu queria me acordar isso já era pra lá do amanhecer do dia umas 5 horas, eu não conseguia, mas eu tava vendo que tinha uma pessoa, me dava muito na minha cabeça, batendo assim com esses nozinho do dedo e dizia: -- Olha, é aqui que eu dormia aqui que eu dormia! E batia e eu ficava assim com medo e eu queria tirar a mão dela da minha cabeça e não podia, até que eu disse: -- Mas o sangue de Jesus! Ai eu vi que aquela pessoa saiu com um vestido grande marrom, o cabelo dela era longo assim bonito. Ai eu fui vendo, fui vendo, fui vendo aquilo, e eu vendo que eu já estava assim acordada eu digo: -- Mas como foi isso? Ai eu fiquei pensando, quando amanheceu o dia de tudo o diretor chegou ai eu fui contar pra ele e ele me disse: -- Minha filha não tenha medo. O pessoal conta todas essas histórias aqui, mas não tenha medo disso não e nem vá contar pros alunos que esse alunos são medrosos que você nem sabe. E eu não contei nada. Ai passou né, e eu sempre me lembrava daquilo. Mas ai quando foi um dia, eu cheguei mais cedo, 6 horas da tarde, o diretor tinha combinado pra mim chegar mais cedo que ele queria sair mais cedo e eu passava a noite com os alunos chegava lá eu recebia as ordens dele, tudo como era planejado, tudo sobre aluno, os vigias, os guardas que iam entrar. Eu tomava conta da responsabilidade com ele. Ai tá bom, eu cheguei fui lá em cima no lado dos rapazes fazer a vistoria e vi um deitado no corredor, tava dormindo, eu chamei ele e disse: -- Meu filho, não durma no chão, aqui tem muita cobra, escorpião. E ele disse: -- Não tia eu não tenho medo de nada aqui. Só teve uma vez que eu fiquei com medo Eu perguntei de que? Ele respondeu: -- Eu estava dormindo, e depois uma coisa veio assim me pesando e eu queria me acordar, eu sabia que eu queria me acordar mas num podia, que uma mulher, veio com um vestido lá no pé assim marrom, cabelo grande, e ela bateu tanto na minha cabeça pra mim sair dessa cama. Ai nesse dia eu fiquei com medo porque meu colega tava do meu lado e dizia: -- ei ei o que é isso?? O aluno que tava no corredor continuou contando? -- Ai ele disse que eu me acordei e que pensava que tivesse me dando um ataque epiléptico. Ai eu contei pra ele o que era que tava acontecendo. Quando ele me contou, fazia uns quatro meses que tinha passado isso por lá onde eu dormia. Ai eu fiquei assim pensando como foi que apareceu isso pra ele assim como apareceu pra mim e eu não tinha contado essas história pra ele. Ai eu disse: -- Você ficou com medo? Porque olhe, eu vou lhe contar aconteceu comigo também! Ele: -- Tia, aconteceu com a senhora Eu disse: -- Aconteceu. Tem isso e tem outras coisas que eu vi lá no JK. Passou-se um tempo as meninas disseram: -- Tia, nós vamos sair daqui cedo, umas 5 horas da manhã que nós vamos fazer um trabalho pra Mosqueiro. Ai justamente aconteceu de novo, eram três mulheres do mesmo jeitinho da outra, parecia até gêmeas. Aí elas iam cantando uma canção assim que eu nem sei entoar, elas passaram e eu olhava parecia a mesma que eu tinha visto da outra vez, e elas diziam assim: -- Aqui era o nosso lugar, aqui era o nosso lugar, aqui era o nosso lugar. Eram três e todas elas diziam a mesma coisa e eu dizia: -- Meu Deus, é igual aquela mulher daquela noite do mesmo jeito. Ai tá bom, depois eu contei isso lá pra umas alunas, e elas diziam: -- Ah tia, uma vez eu vi mesmo, eu tava me acordando e dei que vinha uma pessoa assim como a que a senhora esta me contando, e eu pensei que fosse uma das meninas embrulhada num pano marrom. Mas ai elas não se preocuparam porque elas eram muitas, ai elas não iam ficar com medo. Mas eu achava estranho, mas eu vi e comecei a acreditar que elas também tinham visto. Eu ficava pensando por que um viu e o outro depois dizia que viu também! Mas isso foi uma das coisas que eu vi!! Eu gostava de conversar com os guardas à noite, e tinha um guarda que ele era meio medroso, ele só andava com um terçado porque ele era medroso, e ele tava por ai me contando história, mas quando foi um dia já era 1 hora da manhã eu ainda não tinha ido dormir e ele contando história ai eu ouvi uns grito assim parece umas risadas, mas parecia assim que aquilo ia passando, ai eu disse: -- Mas seu Nazareno o que é isso?? Ai do lado da escola onde hoje tem umas piscinas ali morava uma família, mas era pouca gente e a casa era lá pra dentro não dava pra ninguém dar uma gargalhada assim tão alta, ai o seu Nazareno olhou e disse assim: -- Ih dona Dalva a senhora num tá escutando essas zuada?? Eu disse: -- Eu tô ouvindo sim! Ele respondeu: -- Isso é a matintaperera!! Eu disse: -- Seu Nazareno, não acredite seu nazareno eu não sei o que foi isso. Parecia que ele tava era com medo! Ai sabe isso só se passou uma vez. Ai outra vez, eu conversava com um guarda evangélico, a ele foi e disse pra mim assim: -- Dona Dalva tá pegando fogo lá atrás!! Lá onde hoje é a marcenaria, aquele galpão grande. E eu olhei pra lá, e era muito fogo, muita brasa, e batia na ponta do telhado e espalhava. E eu falava pro guarda que tavão botando fogo no barracão e ele dizia que não podia ir que ele não tava armado e se fosse algum ladrão e tivesse armado poderia aprontar alguma pra cima dele, ai ele mandou eu esperar até de manhã que ele ia ver o que era. Ele perguntava se não tinham deixado nada no fogo por que lá antes era uma cozinha pro animais. Aí quando foi pela manhã ele foi lá no galpão e pra surpresa nossa não tinha nada, simplesmente nada queimado, nem um resto de fagulha nem nada, tudo tava normal e essa foi uma das coisas que eu vi lá no JK e ate hoje eu me lembro e nunca vou me esquecer!!
INFORMANTE: Dalva Pereira Ferreira IDADE: 65 LOCALIDADE: Benevides BOLSISTA: Gabriel Henrique
O vulto da bica
Olha rapaz essa historia é recente, tem por volta de uns cinco anos e foi assim. Eu tinha saído com uns amigos pra ir dar uma volta lá no igarapé da Bica, e chegando lá tava eu o meu amigo Jeff, o Mark, a Priscila e a Amanda, nós colamos uma mesa, trouxemos uma carne, fizemos um almoço, isso foi no horário de almoço. Ficamos por lá até umas 5 horas, e já tava ficando bem escuro, quando nós tava se arrumando pra vir embora, começou, um diacho de um vulto derrubando tudo, e do nada nossas roupas desapareceram. No medo deixamos nossas coisas pra lá e viemos embora na carreira, as meninas tudo gritando e nos homens correndo atrás com mais medo do que as meninas. No outro dia nós voltamos lá pra ver se a gente pegava nossas coisas e acabamos tomando foi mais um susto, as coisas tavam tudo quebrada e as roupas tudo rasgado. Deu um ódio dessa visagem que nesses 5 anos eu nunca mais voltei na Bica.
INFORMANTE: Wallace Ferreira Costa IDADE: 36 LOCALIDADE: Marituba BOLSISTA: Gabriel Henrique
O medo duplo
Faz muito tempo, quando eu era jovem tinha lá meus 16 anos, eu fugia pras festas do Marituba (clube de futebol da cidade) e voltava por volta das 3 da madrugada, eu já sabido, meu pai sempre me falava das histórias que lá por meia noite não podia de jeito nenhum sair na rua, era ou muito antes ou muito depois. Certo dia, eu não fugia sozinho, sempre ia com o meu irmão mais velho e voltava com ele, um dia teve uma briga na festa ai o presidente do clube resolveu dar a noite por encerrada, era mais ou menos 11:50h da noite. Eu , lembrando do que meu pai dizia, falei pro meu irmão pra gente não ir ainda, pra esperar pelo menos dar meia noite e meia, mas ele não ouviu e a gente foi embora, a casa era longe, e quando chegou na metade do caminho nós vimo uma luz forte no fim da rua, eu pensei que fosse o vigia da madrugada, ele atendia por Seu Mazinho e sempre passava naquele horário, mas naquele dia ele não estava trabalhando, ele estava meio adoentado e por isso não foi pra vigiar. Aí aquela luz foi se aproximando e aproximando e nada de conseguir ver quem era, até que chegou tão perto que deu pra ver que não havia ninguém atrás da luz e muito menos era uma lanterna, era a diabólica visagem de uma mulher loira e magra, seus olhos choravam sangue e sua pele era tão pálida que produzia aquela luz forte que vinha em nossa direção. Quando eu e meu irmão vimos o que era aquela luz olhamos um pro outro e começamos a correr em rumo de casa gritando feito duas garotinhas assustadas (risos). Naquele dia, me desculpe a frase, mas eu fiquei com o ** que não passava uma agulha. Eu sei que deixamos a visagem pra trás e logo demo um jeito de chegar rápido em casa. Quando a gente chegou fizemos a maior bagunça o que acordou a família inteira, isso não foi bom pois nesse dia quase é que eu viro lenda (risos)!!!
INFORMANTE: Paulo Jorge de Sousa IDADE: 58 LOCALIDADE: Marituba BOLSISTA: Gabriel Henrique