O BEIJO DO FANTASMA
Eu estava sozinho, era por volta de 6h15 da noite na frente da escola, começou uma gritaria aqui na escola, gritando mesmo, alto mesmo que me incomodou... não tinha mais ninguém na escola, só eu mesmo,... ai começou a gritar, gritar, gritar, rindo, achando graça... eu me retirei e fiquei próximo a placa aqui .... aí foi quando bateu aquele vento forte... de repente aquele beijo na ponta da minha orelha... cê pode até pensar que é brincadeira, mas é verdade isso aí. Aí... eu sai gritando, chamando nome...seja quem for, quem for pra parar com a palhaçada. já estava demais...
Fora outras coisas que a gente escuta aí.... (nesse dia foi só isso?) e fora outras coisas é criança, gente correndo, achando graça, professor dando aula, a gente chega lá e não tem ninguém
(é à noite ou de dia) à noite... faz barulho como se tivessem dando aula... porta bate, quando você passa na sala de aula, você pensa que foi alguém que bateu, não foi ninguém, tipo assim... vá-se embora... (mas qual é a reação de vocês?) no meu caso eu já conheço já, não vou atrás de nada, já conheço...
(mas o que o senhor acha que é) eu preguntei pros funcionários disseram que são funcionários que morrem e ficam apegados a escola... já morreram já, alunos... tem um cemitério lá atrás.
(e essas histórias de que o pessoal apanha?? ninguém vê e fica a marca nas costas?...) Isso não aconteceu comigo! computador ligado também... a sala dos professores quando era aqui em baixo. Estava eu e o vigilante... ai o computador começou a digitar... ( o que aparecia na tela do computador?) nada as teclas são apertadas (e na tela, nada?) nada! cê olha e não vê nada
A sua sala lá de cima, professora Alda, a do Mais Educação ... a mulher, lembra que eu falei com a senhora? a mulher só caveira de capus; eu perguntei pros dois guardas, eles falaram que viram a mesma coisa. Eu estava lá em frente à USE e olhei lá pra cima, afastou a cortina e eu vi aquela cara, aquela caveira. falei pros guardas e eles viram a mesma coisa.
Informante: Lima (popularmente Bigode)
39 anos de idade, trabalha na escola na função de vigilante há 5 anos e Mora no Almir Gabriel – Marituba.
O PADRE QUE SUMIU
Meu nome é Francisca de Fátima Sousa Cabral, 64 anos de idade, trabalho no colégio JK há 8 anos. Logo quando eu cheguei aqui na escola eu ouvia comentários que as pessoas viam visagem, assombração... eu não acreditava muito nisso, não. Mas um certo dia, mas um certo dia, era uma sexta-feira, nós estávamos fazendo uma limpeza, já era mais ou menos umas 18h30 e eu saí na porta do corredor e rapidamente eu olhei no rumo da escada e vi um padre vim andando na minha direção, aí eu fiquei olhando e quando eu firmei a vista realmente ele sumiu. Era tipo um franciscano assim... ai pronto, eu fiquei toda arrepiada, eu fiquei com medo...
E teve também uma funcionária da escola que ia subindo a escada e do nada ela pegou-lhe uma bofetada nas costas que nós fomos ver e não tinha ninguém, ela ficou com a marca dos dedos, só pode ter sido da visagem, nas costas ... e temos também histórias de outros funcionários que não quiseram se dispor a contar. O caso que aconteceu comigo foi só esse.
Informante: Francisca de Fátima Sousa Cabral
Idade: 64 anos de, trabalha no colégio há 8 anos e mora na Cidade Nova- Ananindeua
EXPERIÊNCIAS SOBRENATURAIS NO JK
Meu nome é José Santana Ribeiro de Moraes, sou funcionário da escola Jk há quase 16 anos. Sobre os fatos que aconteceram aqui, no decorrer das coisas sobrenaturais, eu vi que alguns fatos que eu tenha presenciado...
Como eu trabalho na parte externa da escola, eu tive a maior satisfação de conquistar (transpor) alguns obstáculos da minha vida aqui, sobre coisas sobrenaturais.
A princípio, logo quando eu cheguei, eu tive experiência de sair para dormir num local chamado angarzinho e tive maior experiência de ter um contato estranho com um objeto... de eu estar adormecido levantando os pés e jogar no chão ... me espantei, com aquilo no momento, mas não vi ninguém no momento... corri até a marcenaria para ver se eram os meninos... na realidade aquilo... os dois estavam dormindo e eu voltei para ver de onde foi que surgiu aquele momento estranho na minha vida.
E outros fatos que aconteceram aqui... os próprios colegas falaram a respeito de problemas e vultos, crianças que choram e correm, portas que batem sozinhas, é... outras coisas por exemplo como alunos que estavam aqui antes de mim e viam negócio de procissão que vinha da BR para a escola... detalhes de som de vozes que a gente ouve às vezes chamarem a gente e não estão no local, pisadas, vultos, são detalhes que a gente não tem como explicar e às vezes presencia.
No decorrer dos períodos que houve a transformação da escola, eu vi certos detalhes e coisas que jamais eu poderia achar que eu veria um dia na vida. mas eu sempre levei na esportiva assim, porque eu acho que essas coisas são coisas que passam na vida da gente, e levam a decepção da gente não ter explicação, aí eu quase não comento a respeito dessas coisas.
Outro detalhe importante também é que alguns amigos meus, que eram vigias aqui à noite que sofreram agressão física, e certas pessoas que bateram neles... apanhar. São situações que eles contaram, né, e eu pelo fato de ter presenciado várias coisas, passei a acreditar nesses acontecimentos que tiveram, né. Então o JK é assim, meio místico. É uma coisa que as pessoas podem ver, escutar, mas não tem certeza daquilo que está vendo. Então é uma coisa sobrenatural. Só o fato de ser um seminário, antigo seminário aqui, é... de ter um cemitério lá atrás, algumas coisas que tem aqui atrás da capela, os túmulos... essa parte mística...
Detalhadamente, eu acho que as pessoas tem que ter a sensibilidade de saber que essas coisas acontecem, então é, ... o fato da pessoa ver, são coisas que pra mim não tem explicação, eu acho que é coisas mística, que eu acho que, não sei como explicar pra você, mas uma coisa eu tenho certeza, acontece!? acontece!
Informante: José Santana Ribeiro de Moraes
55 anos de idade, é funcionário da escola Jk há quase 16 anos (trabalhou na marcenaria e hoje, na limpeza, é também amigo da escola) e mora em Icoaracy –Belém.



















