Quando o IMC é maior que 30, há maior incidência de hipertensão arterial, dislipidemia, hiperinsulinemia, diabetes melito tipo 2 e resistência insulínica. Todos estes fatores atuam juntos predispondo às doenças cardiovasculares e coronárias. Estudos recentes vêm mostrando que a obesidade de maior risco é a chamada obesidade central ou de abdome, comum no sexo masculino. A obesidade inferior ou gluteofemoral comum na mulher, é de menor morbidade. A localização da obesidade central ou inferior parece depender principalmente dos níveis de testosterona. A gordura depositada no abdome é metabolicamente muito ativa, está constantemente transformando-se em ácidos graxos livres transportados diretamente via circulação portal para o fígado, onde são transformados principalmente em TAG, VLDL e LDL, propiciando o desenvolvimento de aterosclerose. O excesso e circulação de ácidos graxos na circulação portal e fígado afeta uma importante função deste órgão, que é a remoção parcial e inativação de insulina. Metade da insulina secretada pelo pâncreas é removida da circulação em sua primeira passagem pelo fígado. Na presença de ácidos graxos livres aumentados, menos insulina é removida da circulação. Este quadro de hiperinsulinemia estimula o sistema nervoso simpático, a retenção renal de sódio, a hipertrofia vascular e a hipertensão arterial. Dessa forma, como conseqüência de obesidade central, existe maior propensão para hipertensão arterial e hiperlipidemia resultando em maior probabilidade de doença arterial coronária e AVCs. #cardiacos #obesidade #cuidado #seucoracao #suasaude #ficaadicadapersonal #emagrecimento #qualidadedevida #vaidependerdevocê #cuidese #ficaadicadapersonal #rafacelestepersonaltrainer #gorduraabdominal