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Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
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Haiku of the day: The Mediator
Your my way to God
Jesus Christ, the redeemer
Thanks for saving us!
Photo credits to Roger Coles of YouVersion Bible app
đșđșđșđșđșđșđșđșđșđșđșđșđșđș
This haiku is dedicated to @butterylatte
Thank you for following and may you gladly accept our savior, Jesus Christ to be part of your life.
Drawing some ghosties đ»!
CROSSOVER: A MEDIADORA (MEG CABOT) + ESPĂRITOS NA ESCOLA (PARAMOUNT+)
characters:
Suze Simon, Jesse de Silva, Maddie Nears, Wally Clark
warnings:
sobrenatural, fantasmas, luto nĂŁo resolvido, conflitos familiares, paralelos emocionais, A Mediadora (Meg Cabot) & EspĂritos na Escola crossover, POV em primeira pessoa (Suze)&(Maddie), angst leve, humor ĂĄcido.
A/N:
Essa fic nasceu de um surto emocional + carinho eterno por A Mediadora e uma nova obsessĂŁo chamada EspĂritos na Escola. A ideia era sĂł uma cena⊠e virou isso aqui. Tudo Ă© escrito com muito respeito aos cĂąnones, mas tambĂ©m com a liberdade caĂłtica que sĂł fanfic permite. Coescrita com apoio de IA, sem fins lucrativos â apenas por amor aos personagens e porque fantasmas com pendĂȘncias emocionais claramente sĂŁo um padrĂŁo na minha vida.
fanfic sem fins lucrativos
đš spoilers diretos đš
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>> UM <<
Berkeley, CalifĂłrnia â 2026
Suze
â Ele nĂŁo merece estar aqui.
A frase veio carregada de raiva, ecoando mais do que deveria num corredor universitårio vazio. O fantasma estava encostado na parede oposta, braços cruzados, postura defensiva demais pra alguém que jå tinha morrido.
Parecia ter uns dezenove anos. Vinte, no mĂĄximo. Jovem demais pra tanto ressentimento.
â VocĂȘ jĂĄ disse isso. â respondi, sem levantar a voz. â VĂĄrias vezes. Em tons diferentes. Nenhum deles ajudou.
â Berkeley era o meu sonho. â ele rebateu. â Meu. Eu estudei pra isso. Planejei isso. Ele nĂŁo.
â E mesmo assim entrou. â falei. â A vida tem esse pĂ©ssimo hĂĄbito de continuar. Quando vocĂȘ estĂĄ vivo.
Ele riu, mas nĂŁo havia humor nenhum ali.
â Ele sempre foi medĂocre. Sempre precisou que alguĂ©m dissesse o que fazer. Agora anda por aĂ achando que pertence a este lugar.
â VocĂȘ morreu. â lembrei. â Ele nĂŁo. Essa Ă© a Ășnica explicação que importa.
O rosto dele se contraiu.
â Eu sĂł estou tentando ajudar.
â NĂŁo. â rebati. â VocĂȘ estĂĄ tentando destruir a confiança dele porque nĂŁo suporta vĂȘ-lo ocupando um lugar que vocĂȘ acha que ainda Ă© seu. VocĂȘ estĂĄ o punindo.
Ele se afastou da parede, aproximando-se de mim.
â Se eu nĂŁo estivesse morto, estaria aqui. â insistiu. â No lugar dele.
â Mas vocĂȘ estĂĄ. â respondi. â E agora fica rondando seu irmĂŁo, sussurrando no ouvido dele que ele nĂŁo Ă© bom o bastante. Que vai fracassar. Que enganou todo mundo. Matando-o aos poucos.
â Ele precisa ouvir isso.
â Ele precisa de paz. â rebati. â Porque do jeito que estĂĄ, vocĂȘ estĂĄ empurrando ele pra um buraco que ele nĂŁo vai conseguir sair depois.
O ar ficou pesado. Aquela pressĂŁo conhecida, como se o prĂ©dio inteiro estivesse segurando a respiração. Eu o tinha irritado de verdade agora. Ătimo. EspĂritos ressentidos sempre se revelam quando sĂŁo pressionados.
â Eu sĂł quero que ele desista. â ele murmurou, o Ăłdio espelhado em sua voz.
â Se ele for embora⊠â um silĂȘncio pesado tomou conta do lugar, enquanto ele engolia em seco, antes de continuar⊠â talvez isso pare de doer.
â NĂŁo vai. â falei, mais baixo. â SĂł vai mudar de lugar.
Foi entĂŁo que ouvi passos atrĂĄs de mim.
â Ele nĂŁo vai embora sĂł porque vocĂȘ mandou.
Virei rĂĄpido.
A garota estava parada a poucos metros, mochila pendurada em um ombro, crachå de visita escolar torto na blusa, o cabelo loiro curto na altura do queixo bagunçado pelo vento. Ela manteve os olhos fixos na direção do fantasma.
NĂŁo em mim.
Nele.
O fantasma arregalou os olhos.
â Ela tambĂ©m consegue me ver? â sussurrou, alarmado.
Meu estĂŽmago afundou.
Claro.
Ăbvio.
Porque a vida nunca perde a chance de complicar tudo.
â Parece que sim. â respondi, seca.
A garota pigarreou, desconfortĂĄvel.
â Quero dizer⊠â ela falou, apontando vagamente para o espaço ao meu lado. â Pessoas assim geralmente nĂŁo vĂŁo embora enquanto acham que ainda tĂȘm algo a provar.
O fantasma virou-se totalmente pra ela.
â Viu? â disse, exaltado. â Diz pra ela! Diz que ele Ă© um impostor! Que nĂŁo merece estar aqui!
â Chega. â falei, avançando um passo. â VocĂȘ nĂŁo manda mais em nada.
â VocĂȘ nĂŁo entende! â ele gritou. â Essa era a minha vida!
â NĂŁo era. â respondi. â Era uma possibilidade. E possibilidades acabam quando a gente morre. â rebati. â VocĂȘ acha que se ele falhar, a morte vai fazer mais sentido. Mas nĂŁo vai.
Ele hesitou.
Por um instante, pareceu mais cansado do que furioso. Como alguém que brigou tanto com o mundo que esqueceu por que começou.
â Eu sĂł queria que alguĂ©m se lembrasse que eu era o melhor. â confessou.
A garota continuava ali, atenta demais pra alguĂ©m que supostamente sĂł estava âouvindo uma conversa de uma estranha falando sozinhaâ. Observando. Pesando cada palavra.
â Eu sei. â falei. â Mas isso nĂŁo Ă© responsabilidade do seu irmĂŁo.
O peso no ar começou a ceder. NĂŁo de uma vez â nunca Ă©. A pressĂŁo se dissolveu devagar, como uma dor de cabeça que insiste em ir embora aos poucos.
O fantasma recuou um passo. Depois outro. O ressentimento ainda estava ali, grudado nele como uma sombra mal resolvida.
EntĂŁo ele desapareceu.
â Droga. â resmunguei.
Aquilo definitivamente nĂŁo tinha acabado. EspĂritos assim nĂŁo somem por vontade prĂłpria. Eu ainda teria que lidar com ele. De novo. Antes que resolvesse transformar aquela inveja em algo realmente perigoso.
Mas, no momento, havia um problema mais imediato.
Quando virei, a garota ainda estava ali.
â VocĂȘ nĂŁo gritou. E nem saiu correndo â observei.
â NĂŁo parecia produtivo. â ela respondeu.
Definitivamente, ela nĂŁo era normal.
â Qual Ă© o seu nome? â perguntei.
â Maddie.
â EntĂŁo, Maddie. Suspeito que vocĂȘ tenha algumas perguntas para mim.
â NĂŁo, nĂŁo tenho â ela respondeu, com desleixo. EntĂŁo me deu as costas e saiu andando.
Eu fiquei ali, plantada. Com cara de besta.
â Maddie â repeti para mim mesma.
Pessoas assim nunca aparecem na nossa vida por acaso.
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Liguei para o Jesse assim que tive certeza de que ninguém estava por perto.
â Pediatria, Jesse falando.
â Eu acho que encontrei uma versĂŁo mais nova e mais deprimida de mim mesma. â falei.
â Em Berkeley ou no mundo em geral?
â Em Berkeley. Ensino mĂ©dio. Me viu com o fantasma, e reagiu como quem entende exatamente o que estĂĄ acontecendo. Mas depois simplesmente foi embora.
â Isso Ă© bom ou ruim?
â Ela viu o fantasma. â respondi. â Reagiu como se fosse a coisa mais normal do mundo. E nĂŁo tinha perguntas.
â E vocĂȘ nĂŁo tentou falar com ela?
â Ainda nĂŁo direito.
Houve uma pausa do outro lado da linha.
â Suze⊠â ele disse, com aquela calma que sempre me desarmava. â Pessoas assim geralmente acham que estĂŁo sozinhas.
Fechei os olhos.
â Eu sei.
â Tenta falar com ela. Devagar. Sem assustar.
â Eu sei. â repeti. â Eu sei.
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Encontrei a Maddie sentada num banco do lado de fora, observando o grupo escolar como se estivesse separado dela por um vidro invisĂvel.
Ela claramente nĂŁo era popular entre eles. NĂŁo do jeito tradicional. Mas havia algo ali â uma distĂąncia escolhida, nĂŁo imposta.
â Maddie. â chamei.
Ela me olhou, avaliou⊠e decidiu ficar.
â Eu me chamo Suze. â disse, sentando ao lado dela. â O que vocĂȘ fez lĂĄ dentro⊠nĂŁo Ă© algo que pessoas normais fazem.
Ela desviou o olhar.
â Eu nĂŁo fiz nada.
â VocĂȘ respondeu sobre alguĂ©m que nĂŁo estava lĂĄ. â observei. â E nĂŁo me chamou de louca. Isso exige⊠prĂĄtica.
SilĂȘncio.
â Desde quando vocĂȘ os vĂȘ? â perguntei, direta.
Ela me encarou, surpresa.
â Ver?
â Os fantasmas. â completei.
A Maddie balançou a cabeça.
â Eu nĂŁo vi nada.
Pisquei.
â Como assim?
â Eu só⊠sabia. â ela explicou, baixinho. â Eu jĂĄ vi isso milhares de vezes. Mas fora da escola, Ă© diferente. NĂŁo dĂĄ pra ver. Eu nĂŁo os vejo. Mas eu reconheci bem o que vocĂȘ estava fazendo.
Aquilo nĂŁo era o que eu esperava. Anotei mentalmente: limites geogrĂĄficos. Interessante.
â EntĂŁo vocĂȘ nĂŁo o viu. â murmurei.
â NĂŁo. â ela confirmou. â Mas eu sabia exatamente o que estava acontecendo. E sabe, Suze⊠â hesitou. â Eu acho que sua forma de tratar eles Ă© um pouco⊠caĂłtica. Eles ainda sĂŁo pessoas, percebe? Com sentimentos, com medos e sonhosâŠ
Aquilo bateu mais forte do que eu gostaria de admitir.
Porque eu sabia disso. Sempre soube. Mas saber e lidar sĂŁo coisas bem diferentes quando vocĂȘ passa a vida inteira sendo a pessoa que limpa a bagunça dos mortos.
Engoli em seco, ignorando o comentĂĄrio e seguindo em frente.
â EntĂŁo⊠dentro da escola? VocĂȘ os vĂȘ? â arrisquei. Eu queria, pelo menos, uma resposta direta.
Ela me encarou. Por um segundo, achei que fosse levantar e ir embora.
â Maddie â falei, com cuidado â eu nĂŁo vou te forçar a dizer nada agora. Mas se um dia vocĂȘ precisar conversar com alguĂ©mâŠ
Ela se levantou.
â Eu tenho que ir. â disse. â Obrigada por⊠me ouvir.
Observei enquanto ela se afastava. NĂŁo se misturou ao grupo. Apenas caminhou ao lado deles, como se estivesse ali sem realmente estar.
Curioso.
Fiquei sentada mais um tempo.
Pensando.
Algumas pessoas nĂŁo veem fantasmas.
Mas ainda assim⊠são assombradas do mesmo jeito.
A Maddie, porém, não parecia assombrada por eles.
Parecia tocada.
Como alguĂ©m que nĂŁo apenas percebeu o mundo invisĂvel â mas aprendeu a criar vĂnculos com ele.
E pessoas assimâŠ
sĂŁo as que mais me preocupam.
Porque eu também jå fui uma delas.
E sabia exatamente o quanto isso podia custar.
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PrĂłximo CapĂtulo:
I was so happy to find out that there was a Novella written for this series and then another book on top of this one! Proposal by Meg Cabot is a quick read a nice introduction back into the The Mediator series for the book after this one. If you like supernatural ghost aspects with a little bit of romance, this series is for you. #themediator #bookstagram #reading #bookrecommendations #proposalbymegcabot #megcabot #proposal #entertainment #geek #nerd https://www.instagram.com/p/CNHDEiwnKOz/?igshid=1j924lbax4ane

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@keithmackler is a people person. #imnotracist #downwiththebrown #themediator #comedy #funny #IceT #pnandfriends #pnisawesome for the full episode of "PN & FRIENDS: PHASE III" & more go to www.youtube.com/montikillavision (link in bio on #IG đȘđż đŻ) (at New York, New York) https://www.instagram.com/p/CMK8C1fpRWO/?igshid=1dpt7ofq13acw
Details:
Name: utp
Age: 27-33
Gender: utp
Label: The Mediator
Gang: Umbra
Position: Treasurer
Face claim: utp
Personality:
+ Â Ambitious, Free-thinking, Secure
- Â Indulgent, Stubborn, Obvious
Biography:
Doesnât believe in the splitting of Keulluâs power between four different gangs
Was originally an accountant before coming to Umbra but was fired from their job and lost everything they had to their name
Is trying to create a solid long-term future for themself
Hasnât spoken to their parents in over four years
Tries to keep everyone around them on their feet and away from danger
Confession: I never read The Princess Diaries by @officialmegcabot . When the movie came out I definitely remember getting excited because The Mediator author had a movie coming out. đ€·đŒââïž . . . I revisited the series this year via audio books, and I definitely see what teen Shannon saw in these-- a protagonist with slight anger issues and a propensity towards punching, ghosts, and a steamy forbidden romance. đđ» . Plus, the character Doc was chalk full of some great trivia that made me finish each book feeling like a smarty. . (I also read and enjoyed Avalon High by her. Like LOVED. I was obsessed with The Lady of Shalott for a solid year because of that book.) . . . #megcabot #themediator #yafantasy #yafiction #bookstagram https://www.instagram.com/p/BufNbScAnic/?utm_source=ig_tumblr_share&igshid=11svn8djnykxp