both Omega!Jason and Omega!Dick are getting way too old not to be mated, chasing away Alphas left and right . Nobody can satisfy them or keep up with their kinky perverse life style .
Fact is they both want a sub bottom Alpha to share, someone they can dominate together, mate together, have together .
Bonus if the Alpha is smaller than them .
Beta!Bruce is starting to get grey hair, wondering if he just give up and let them be .
Until they brought an Alpha home, a smaller younger Alpha named Tim Drake . The poor kid doesn't know what he is suppose to exept . Ofcourse this was not a well kept secret, and people were curious some were uncomfortable as Dick and Jason parade Tim around . Normally it was the Alpha's job to do that, but Tim's slender neck was wearing the colar, walking behind his mates as they dominate the entire gala .
Some Alpha adressed them for it, how disgusting they are and order his Omega to remove the collar . To save his fellow Alpha from their claws .
But Tim then growls at the Omega, his teeth sharp as his eyes darken ."Don't fucking touch me, I break your hands before you do ."
Jason smirks as Dick then turns towards the Alpha ."Order your Omega off, because I will get her before Tim does ."
Nobody bothered them again, and Bruce was glad for the sound proof walls . Beta!Clark just kissed his cheek ."Atleast they are happy love ."
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SINOPSE — Ser um alfa, para Malleus, sempre foi menos uma benção e símbolo de superioridade e mais um empecilho para se relacionar com outras pessoas. Por isso, quando finalmente encontrou alguém que via além de sua seleção genética, Malleus se permitiu agir com o coração.
T.W — Alfa! Malleus x Beta!, F!Oral ao ar livre, Alfa agindo passivo hehe boy
PALAVRAS — 7,1K
Malleus jamais esqueceria o primeiro encontro dos dois enquanto caminhava por fora do dormitório abandonado; aquela foi a primeira vez em eras, talvez em toda a vida, que ele se sentiu conectado a alguém de forma diferente de Lilia, que foi o babá dele, ou de Sebek e Silver que o viam como um mestre. Você não era ninguém especial, não uma alfa, nem uma ômega, apenas uma humana semelhante as pessoas betas que nada sente em relação aos feromônios ou instintos, apenas uma garotinha frágil que não conhecia nada sobre o mundo qual repentinamente veio parar, e ainda aquela que não mediu esforços em tratá-lo – logo ele, um dos cinco magos mais fortes e com a linhagem alfa mais pura – como uma pessoa qualquer.
"Meu nome...? Você não sabe?" Malleus arqueou uma sobrancelha, não muito confiante de que os rumores sobre ele ainda não tinham chegado a seus ouvidos. Ou talvez apenas não soubesse qual a aparência do temível alfa Draconia, então não o reconheceu.
"Eu não teria perguntado se já soubesse, né." Você sorriu, também arqueando uma sobrancelha. Parecia ver graça na pergunta do rapaz, e isso de imediato o fez sorrir também - tão docemente, com tamanha esperança.
Se ver alguém sorrindo para ele de maneira tão descontraída significa apenas que não conhece de fato quem ele é, Malleus desejaria que ninguém no mundo o conhecesse. O moreno queria muito que você continuasse sem saber.
"Se é assim... Pode me chamar do que quiser" O maior ofereceu, incapaz de conter o formigamento na pele com a liberação de feromônios devido a felicidade em ver seu sorriso quase que sarcástico se alargando ainda mais.
"Posso mesmo, é? Se me der tanta liberdade, vou te chamar de cabritinho. Seus chifres me lembram um." Brincou, não parecendo afetada pelos olhos verde limão do Draconia se arregalando em surpresa.
"Cabritinho...? Este é um apelido corajoso de sua parte, filha dos homens." O sorriso singelo logo retornou aos lábios enegrecidos de Malleus, que levou a mão dominante até o peito em uma expressão típica de respeito. "Mas se essa for realmente sua vontade, então eu a permitirei."
"É brincadeira, eu posso pensar em algo melhor." Você riu brevemente, sem saber, fazendo o peito do dragão vibrar junto a suas risadinhas. "Né, Grimm?" Questionou ao dar uma rápida olhada para o gato chamuscado, que cruzou as patas ao seu lado claramente emburrado.
Sua risada genuína encantou o de cabelos negros mais do que qualquer coisa que já tenha ouvido, e o quão confortável você parecia estando na frente dele, que já não se forçava a controlar a produção dos feromônios, o deixou feliz. Foi a primeira vez que o cheiro forte e imponente de alfa não afastou alguém dele, fazendo assim com que Malleus despertasse de imediato a vontade quase palpável de te ver muitas outras vezes - e de fato viu, seja ao longe enquanto caminhava pelos corredores de Night Raven college e a via no pátio pelas janelas, ou diretamente após encontrar qualquer oportunidade de se aproximar.
Quanto mais tempo passava ao seu lado, mais realizado Malleus se sentia. Ainda mais quando o nome dele se tornou conhecido e ainda assim, apesar do leve receio que se instalou no peito dele, nada mudou entre os dois. Você continuava o tratando como igual - se algo, ficando cada vez mais confortável para brincar com ele como se fosse superior, encantando o alfa que desde novo desgosta da própria posição social devido aos estereótipos. Ele logo aprendeu que havia um pequeno complexo de superioridade atrelado à sua personalidade, e viu que o passatempo preferido dele era alimentar esse seu pequeno defeito.
Acontece que o Dragão despertou novos sentimentos ao te conhecer, alguns dos quais ele tinha desde a infância, bastava reconhecê-los. Sentimentos esses que serviram para impulsionar o garoto para mais perto de você, afinal Malleus Draconia, o grande e temível alfa, queria ser um ômega.
Ele sonhava desde a infância em ter um cheiro agradável que faria as pessoas se aproximarem de imediato, não um forte que os faz se sentirem fracos e inferiores, que desejava ter amigos que o chamavam para brincar ou que não pegassem leve nas brincadeiras ao ponto de ficarem chatas só por conta de quem ele é. Malleus sempre quis ser capaz de se conectar melhor com as pessoas, e isso é algo que ômegas fazem com extrema facilidade, pois são tão naturalmente acolhedores.
Foi um imprevisto, entretanto, que esse desejo guardado de ser como um ômega tenha evoluído para outras áreas ao te conhecer melhor. Mesmo sendo uma humana fraca e frágil, agia com confiança e quase que com superioridade perante aqueles muito mais fortes, e não há estereótipo maior para os alfas do que tamanha fé em si. Malleus caiu cada vez mais no desejo de ser tratado como um ômega - como o seu ômega.
Por mais forte que seja seus feromônios, seu sangue ou sua capacidade mágica, ele queria se encolher nos seus braços, afundar o rosto em seu pescoço, ser acariciado, repreendido, ser mandado; Malleus passou a desejar que a vida dele fosse controlada por você, e foi quando começou a sem notar externalizar esses sentimentos de submissão guardados por anos apenas para ele que tudo começou a fazer mais sentido para todos ao redor; para Lilia, que o ajudou a se encontrar, para você, que se viu deixando seus próprios estereótipos quanto ao que significava ser alfa, beta ou ômega em Twisted de lado, e para os outros que notavam o comportamento muito dócil daquele que antes julgavam ser amedrontador.
"Com licença, peço perdão pelo incômodo." O dragão disse calmamente ao se aproximar, não perdendo a forma que os ômegas em sua mesa se encolheram quando ele começou a andar na sua direção devido ao cheiro, nem como os betas e alfas adquiriram uma postura tensa ao vê-lo se aproximar. Entretanto, por ver seu olhar feliz ao encará-lo Malleus não se preocupou muito com o desconforto que causava nos seus amigos, muito mais concentrado em ser o alvo de sua atenção. "Eu gostaria de te mostrar o que coloquei para comer hoje." Draconia murmurou, sorrindo docemente ao abaixar um pouco a marmita escolar e deixá-la na sua linha de visão.
Foi na verdade a primeira vez que você o viu durante o intervalo para o almoço, sequer sabia que ele vinha ao refeitório pegar comida, mas com o olhar levemente ansioso do rapaz encarando-a, se viu incapaz de questionar o comportamento incomum. Se é algo importante para ele, você não vê motivos para julgar ou questionar - mesmo com seus amigos do primeiro e segundo ano encarando o maior como se este fosse um monstro de seis cabeças.
Foi, entrando, difícil não franzir o cenho ao olhar adequadamente para a bandeja do dragão e ver uma quantidade pequena de comida pouco saudável. E por notar isso, o rapaz curvou levemente os ombros sempre elegantemente erguidos e baixou a cabeça num gesto que fez Ruggie e Ace engasgarem na própria saliva.
Ele estava basicamente abaixando a cabeça em sinal de submissão para você? Bem, porra, difícil de acreditar que não é um tipo de sonho ou pior, um pesadelo!
"Eu não acho que só isso vá alimentar direito um fae dragão do seu tamanho, Malleus." Você olhou para o rapaz encolhido em repreensão, que acenou fracamente com a cabeça apesar de ainda sorrir gentilmente.
"Então devo colocar mais? Pensei que comer menos me deixaria mais apresentável fisicamente." Ele inclinou a cabeça em confusão, ainda mais curvado para baixo ao seu lado.
"Em especial mais legumes. Só a sobremesa não mantém um corpo forte." Você não pode deixar de rir com o rosto atento do Dragão. "Comida saudável vai te deixar apresentável, não existe nada mais bonito do que alguém que se alimenta bem e mantém a saúde a melhor possível." Piscou, recebendo um outro aceno do garoto, dessa vez mais animado.
"É uma citação de fato interessante. Vou me atentar mais a minha alimentação como você mandou. Muito obrigado." Malleus sorriu ainda mais, ignorando sua cara confusa e ajeitando a postura encolhida antes de olhar para os mais novos na mesa e fazer um arco bem feito em sinal de despedida. "Até a próxima."
O moreno então se virou e marchou na direção contrária a que estavam, e por extensão você voltou sua atenção para os amigos somente para encontrar olhares chocados e confusos.
"Eu não mandei nada, só sugeri!" Se defendeu ao pensar que a estavam julgando. "Ele disse que ia fazer porque quis."
"Não ele acabou de... Se diminuir para perguntar a ela algo..." Ruggie começou, virando o olhar para o colega ao lado dele, Deuce.
"E-ele totalmente fez... Será que o Malleus é um falso alfa?" O moreno igualmente chocado questionou, estremecendo apenas na lembrança do cheiro carregado e espesso do maior. Não tinha como ser falsificado.
"Como assim? Fala minha língua." Você arqueou uma sobrancelha, falhando na tentativa de obter a atenção dos dois ômegas na mesa, então encarou Grimm ao seu lado, que ao sentir seu olhar virou a cara e continuou comendo os atum enlatado.
"Nem olha pra mim." Resmungou de boca cheia.
"Você sentiu a força daquele cheiro?! Como alguém falsifica aquilo?!" Ruggie exclamou de boca cheia, fazendo sua atenção se voltar para Ace que te encarava de boca aberta.
"E aí?" Perguntou, levemente exasperada.
"O chifrudo ali basicamente agiu como... Como um ômega perto de você." Ele gaguejou, lentamente sorrindo e então gargalhando enquanto sua cara se contorcia em confusão. Sabe bem que Malleus é considerado o alfa entre os alfas, então essa menção a confundiu. "Nem ferrando! Isso é tão inacreditável, tipo, logo pra você?!"
"O que você quer dizer com isso?!" Bufou, estendendo a mão para dar um tapa de leve no beta a sua frente. "Explica isso direito."
"Inclinar a cabeça para baixo é um sinal de submissão que alguns ômegas usam para mostrar interesse por um alfa." Jack interveio na conversa, deixando Ace para rir sozinho. "E se entendemos bem o que aconteceu aqui, ele foi longe o bastante no quesito submissão para querer que você cuide de aspectos da vida dele, como a alimentação, nesse caso."
"É uma coisa total ômega! Já que os alfas que cuidam da gente quando estamos namorando e tudo mais!" Ruggie exclamou, recebendo um revirar de olhos incomodados do lobo.
"Larga esses estereótipos, nem todo mundo tem as preferências que esses genes burros fazem parecer. Não é porque alguém é um alfa, que não vá querer ser mimado também. Genes e gostos são coisas bem diferentes." Jack bufou, voltando a olhar para a comida na mesa a fim de esconder o leve rubor nas bochechas.
"Você também, Jack?! Espera só eu contar isso pro Leona, hihihi" A hiena riu, já desviando do assunto Malleus enquanto Ace se juntava para zoar o único alfa da mesa.
"N-não enche!"
Você, entretanto, não pode evitar olhar por cima do ombro numa tentativa um tanto falha de observar a mesa com maior concentração de alunos de Diasomnia - viu Lilia rindo de Silver junto a algum aluno aleatório, porém não encontrou Malleus naquela mesa. Seus olhos pareciam se virar em seguida como um imã em direção a fila do refeitório, e ali estava ele esperando outra vez o fluxo de alunos para provavelmente atender a seus pedidos quanto ao que ele comeria. Com a nova visão sobre o porquê dele pedir sua opinião que seus colegas deram, ficou difícil não sentir o coração errar algumas batidas. Que homenzinho fofo e incompreendido o dragão é - todos o temem, mas no fim ele é só um homem obediente que nasceu com o infortúnio de ter uma linhagem que não condiz com os próprios desejos.
Malleus também tornou isso um costume, indo todo dia te mostrar o que colocou na bandeja e não muito depois começando até mesmo a aparecer magicamente em sua frente para perguntar se possui permissão para ir a certos lugares - comumente perguntando se pode ir para a cidade ou ao clube solo de gárgulas.
Você e Malleus estavam num nível inesperado de um tipo de relação que não sabe se poderia ser chamada puramente de amizade, e com a frequência que seu peito se enchia de satisfação ao tê-lo tão delicadamente procurando sua validação para as mais simples coisas tornou impossível não se lembrar constantemente que o comportamento dele é o de um ômega querendo um companheiro, por mais que seja um alfa. Então quando se viu confortável ao lado dele, sozinha pra variar, expôs um pouco do que pensa;
"Na verdade, pedi a Lilia que me ensinasse a cozinhar pensando um pouco no futuro." Malleus continuou enquanto andavam calmamente pelos arredores de seu dormitório, aproveitando do conforto que sente ao seu lado para comentar sobre todas as ideias e acontecimentos que vem à mente. "Mas não só Silver me alertou de que as comidas ruins dele não são propositais, como também me fez lembrar de que no vale dos espinhos possuo cozinheiros para fazerem isso por mim. É um pouco triste, já que queria passar um tempo ao seu lado assando bolo juntos, como nos livros." Ele parecia sereno com a menção, mas também meio pra baixo.
O dragão estava triste por não poder cozinhar ao seu lado, e parecia algo tão bobo, tão frívolo, que a fez sorrir.
"Podemos cozinhar juntos sempre que você quiser. Eu mesma podia te ensinar o básico, sabe?" Riu, virando a curva dos fundos da casa para irem em direção ao banco abaixo de uma grande árvore seca.
"Realmente? A ideia soa maravilhosa." Malleus sorriu ainda mais, inclinando a cabeça para baixo em sua direção. "Sinto constantemente a vontade de passar um tempo com você." Ele sorriu mais docemente, com trejeitos um pouquinho mais tímidos; apesar de ainda te olhar com doçura e respeito, havia uma inclinação para baixo no rosto do Draconia, tal como uma poeira escurecida nas bochechas que tornava difícil diferir de um leve rubor, ou da sombra causada pela árvore esta noite.
"Sabe, aproveitando, eu já queria te perguntar uma coisa sobre essas suas vontades." Aproveitou da pequena brecha do rapaz enquanto se sentavam lado a lado no banco de madeira e ferro enegrecido.
"... Me pergunto o que há sobre isso para questionar. Pensei ser completamente normal desejar estar perto de amigos íntimos." Malleus arqueou uma sobrancelha em confusão, mas você não perdeu a forma trêmula de seus olhos verde limão. Ele estava preocupado, talvez?
"E é, mas eu andei procurando saber mais sobre essa divisão de classes que vocês tem nesse mundo, sobre os alfas, ômegas e betas." Começou, ajeitando-se no banco para estar o mais à frente possível para o dragão que a encara atentamente. "Você sabe como os ômegas mostram interesse em alguém, certo?"
"Nunca tive muito contato com outras pessoas para ser capaz de aprender, porém em livros li que alguns, a maioria na verdade, gosta de mostrar pertencer ao parceiro em questão antes mesmo de se relacionarem. Porquê a pergunta?" O maior inclinou a cabeça, genuinamente confuso dessa vez.
"Você anda fazendo muito isso, Malleus." Respondeu, rapidamente levando a mão dominante até o joelho do rapaz que arregalou levemente os olhos claros, já não mais sorrindo daquele jeito caloroso e misterioso de sempre. "Você se abaixa pra mim, e cada vez mais me pede para decidir algumas coisas como se eu fosse dona da sua vida. Por você ser um alfa, eu não olhei muito pra isso no início mas... Está acontecendo demais pra fingir que não é nada."
"Oh... Entendo." O rapaz acenou fracamente, desviando o olhar para o aperto suave de sua mão no joelho dele. O coração de Malleus apertou com sua fala, pois apesar de você ainda não ter terminado sua linha de raciocínio para ele tudo ficou bastante claro.
Aquelas vontades estranhas vieram como um turbilhão na cabeça do rapaz em lembranças solitárias junto à vontade gigante de ser aceito por outros. Ele sabe que não é um alfa comum, que não é um alfa que quer agir como um, mas o Draconia sabe também que se apaixonou perdidamente por você e viu sua frase como a de alguém incomodada com algo. Doeu nele sentir que aquela necessidade febril de ser como um ômega não era aceita nem mesmo por alguém que não estava familiarizada com tais nomenclaturas - mais ainda porque Malleus sequer controlava as próprias ações. Se ele estava te cortejando como um ômega faz, não foi de forma consciente. Era simplesmente o desejo dele de ter sua aprovação e atenção falando alto demais para ignorar.
"Vou evitar agir de maneiras que te incomodam, e guardar o que sinto para mim, se for o caso." O Draconia sussurrou logo em seguida, forçando um sorriso apresentável no rosto.
"Ei, eu não disse que me incomoda." Você franziu o cenho, apertando mais o joelho dele. Sua mão estava quente, fez a pele do rapaz formigar abaixo do tecido. "Mas por você ser um alfa, eu queria saber se era realmente interesse amoroso, ou só modo de agir, ou qualquer coisa assim. Apesar do que os outros dizem sobre você, eu acho que só você mesmo pode me dizer o que se passa na sua cabeça e no seu coração." Murmurou, arrastando-se para mais perto do maior. Os dedos de Malleus acima da madeira envelhecida tremeram com sua aproximação e a diversão brilhando através de seus cílios. "Mas acho que você me disse o suficiente nesta curta frase. Tá tudo bem ser diferente, sabe? Pelo que eu vejo, esse negócio de alfa e ômega é só um cheirinho e uns instintos diferenciados que vocês tem, mas pelo visto não interfere nos sentimentos lá do fundo do coração, né?" Oh, como seu sorriso acolhedor fez mágica para o dragão.
O corpo dele entrou em chamas, o coração bateu tão forte contra a caixa torácica que por um único segundo Malleus temeu a morte; não parecia natural nem mesmo perante ao sentimento genuíno de paixão que sente sempre que está com você. Com sua aceitação, tudo se tornou mais intenso. Os olhos fixos em sua figura, admirados com o brilho que você exala nessa noite escura, o coração acelerado a ponto de doer, o corpo arrepiado não de frio, e sim de emoção, e aquela vontade latente que não é nada digna da raça considerada a mais imponente entre todas; a vontade de choramingar seu nome e se dizer ser seu. Ainda assim, se contendo, tudo que Malleus surrou com a voz e lábios trêmulos foi;
"Eu... Acredito que de fato não interfere tanto quanto a maioria pensa." Os olhos verdes literalmente estavam emanando um brilho suave enquanto o rapaz sorria tão docemente que aqueceu todo o seu ser. Logo a mão de Malleus estava acima da sua, e o Draconia calmamente a levou até o coração, apertando sua palma naquela região com fervor. O batimento era arrítmico, acelerado, contradizendo totalmente o rosto calmo e sereno do rapaz. "Afinal, meu coração sempre ansiou por isso, e agora anseia pertencer a você. Não queria empurrar tudo em sua direção assim, me contento apenas em ter sua amizade, mas já que você questiona o que sinto..." Malleus se inclinou ainda mais em sua direção, ainda deixando-a sentir a turbulência interior enquanto sorri amorosamente por fora, cheio de adoração para com você enquanto deixa ambos os rosto próximos e te olha apenas por debaixo dos cílios. "Quero que saiba que se for de sua vontade, filha dos homens, eu não iria me opor a ser de sua posse."
E se o coração de Malleus já parecia acelerado contra sua palma, o seu retumbou tão alto que ensurdeceu seus ouvidos após tal declaração.
"Ter um dragão tão poderoso e temido dizendo isso não faz bem pro meu ego, sabe." Sussurrou, deixando suas palavras voarem junto a brisa fria em frente ao rosto corado do rapaz. "Vou começar a achar que posso fazer o que não posso."
"Você pode fazer o que quiser comigo." Ele respondeu tão naturalmente, com tamanha prontidão, parecendo quase ansioso ao apertar mais a sua mão. "E eu farei o que você quiser que eu faça, desde que esteja em meu poder. Adoraria lembrá-la também que estou entre os cinco magos mais fortes existentes." Malleus sorriu ainda mais, porém não estava se gabando do poder ou exibindo-se; era mais como se estivesse feliz por mostrar utilidade e serventia para você.
E o que tal comportamento deliberado fazia com sua paixão é simplesmente inexplicável.
"Então você pode começar realizando meu primeiro desejo, Malleus." Começou, retirando a mão do peito acelerado do rapaz que a encarava ainda mais intensamente, atento a seu pedido. Mas não houve tão cedo, e tal atenção foi substituída por confusão quando você se arrastou até estar a ponto de levantar uma perna e sentar-se nas coxas do dragão, que por sua vez ajeitou-se a fim de te fornecer maior conforto. Se for de sua vontade usá-lo como banco, Malleus permitirá - afinal, o calor que emana de seu corpo é agradável demais para ele sequer cogitar te manter afastada. "Aqui, vem mais perto." Sussurrou com uma suavidade imprescindível, agarrando-o pelo uniforme com ambas as mãos e puxando-o para si sem muito cuidado.
O maior se viu carente de palavras e apenas seguiu sua instrução, inclinado o torso em sua direção o bastante para suas respirações colidirem. Com os olhos tremulando fixos nos teus, ele prendeu a respiração com a percepção tardia do que seu olhar divertido e sorriso animado significava - mais do que usá-lo como um banco, parecia que desejava juntar ambos os lábios. E mentiria se dissesse que a ideia de ter o primeiro beijo nessa situação o desgostava; pelo contrário, Malleus se viu formigante apenas na expectativa, já entreabrindo os lábios instintivamente quando a ponta do seu nariz roçou na do dele.
"Vai me deixar te beijar como se você fosse meu próprio ômega, Malleus?" Sussurrou docemente, poupando uma lambida suave no lábio inferior do maior que choramingou de olhos fechados com suas palavras e ações completamente arrebatado pelo cheiro suave que você emana quando tão perto, pelo som de sua voz quase que sensual, pela coceira no lábio que você lambeu e pelo significado de suas palavras. Tudo o fez latejar numa necessidade ardente de sentir suas mãos apertadas no pano verde e preto do uniforme de Diasomnia puxando-o rudemente contra seus lábios de aparência convidativa.
"Por favor, tal ideia me alegra." Malleus suplicou, olhos ainda fechados na esperança vigorosa de ter suas implicações realizadas enquanto leva as mãos até sua cintura, deixando-as apoiada em você, porém com medo de apertar ou puxar e você desgostar do comportamento.
"A do beijo, ou a de ser um ômega; o meu ômega?" Continuou brincando com as necessidade evidentes do maior deleitando-se com a forma que as pálpebras tremem visivelmente com sua proximidade e que a respiração dele soa instável contra sua boca.
Não resistiu, e levou o rosto só um pouco para frente, o bastante para que ambos os lábios esfregassem com sutileza um no outro antes de Malleus choramingar outra vez quando o contato rápido e sutil se desfez.
"Ambos." Ele sussurrou apressado, tão notavelmente ansioso para isso que a encantou. Um dragão alfa como ele, tão desesperado para receber um mero beijinho e ser chamado de seu ômega... Te fez sentir a dona desse mundo. "Você certamente sabe me enlouquecer, filha dos homens, mas suplico que não brinque com meus sentimentos assim." Pobrezinho, soando assim tão desamparado ao abrir de leve os olhos verdes brilhantes para encarar seu rosto divertido fez com que seu corpo tremesse acima das pernas fortes do rapaz.
"Eu não faria isso com o meu companheiro, não é isso que dizem?" Sorriu largamente, sequer dando tempo a Malleus de responder fisicamente a suas palavras de posse que, céus, deixaram-no inebriado.
Seus lábios colidiram nos dele de maneira abrupta, apesar do rapaz esperar tanto por isso. E foi um sentimento doce que envolveu todo o coração dançante do maior, sentimento esse compartilhado com você. Ambos levaram o beijo com calma, você deixando o homem de eras se acostumar com a sensação enquanto aproveita por si só o quão macios são os lábios naturalmente enegrecidos dele - e quando Malleus apertou sua cintura em sinal de conforto e necessidade, você moveu suavemente a boca, silenciosamente mostrando ao rapaz como se faz antes de liberar os lábios doces do Draconia e inspirar rapidamente, retomando a pequena parcela de fôlego perdido antes mesmo do maior se recompor e dizer algo. E ao fazer isso, sem enrolação dessa vez o beijou novamente, sentindo a vibração agradável percorrendo seus lábios com o gemido satisfeito do dragão de boca aberta pra você, que sem cerimônia alguma adentrou com a língua.
E oh, que surpresa agradável ao sentir uma língua fina, longa e de ponta bifurcada cutucando hesitantemente a sua - uma língua de réptil, como a das cobras, certamente, estava lentamente se enrolando na sua, apertando e relaxando num ritmo lento enquanto você explora a cavidade úmida no que pode facilmente ser considerado uma massagem. Sentiu com prazer os caninos afiados do Draconia e o sabor adocicado de quem provavelmente comeu algum doce antes de ir lhe ver, e ainda surpresa com o tipo de beijo que o rapaz fornece. Quando se afastou, satisfeita e sem fôlego com o beijo diferente e ainda delicioso, sentiu a língua de Malleus ainda enrolada na sua e abriu os olhos a tempo de e-lo abrindo os dele e tal como você assistindo desfazer a espiral criada em seu músculo e guardar a própria língua lentamente.
"Isso foi..." O rapaz começou, silenciado pelo forte tamborilar do coração de ambos batendo em sincronia quando assim tão próximos. O sorriso que ele deu foi doce e feliz, talvez o mais alegre e genuíno que você já teve o privilégio de ver. "Viciante. Ser beijado por você de verdade é muito melhor do que qualquer pensamento que já tive." Ele resmungou, envolvendo os braços em sua cintura um pouco mais enquanto movimentava a cabeça com suavidade, acariciando ambos os narizes com a ponta. "Mas eu realmente espero que não faça nada que não queira, e que isso tenha significado tanto pra você quanto pra mim, senhorita."
"Malleus..." você subiu as mãos que o seguram pelo uniforme até estarem no maxilar, tendo a adorável visão do maior ruborizado inclinado o rosto em sua mão e balançando a cabeça para se fazer carinho nelas enquanto fecha os olhos a fim de aproveitar ainda mais. "Adoro você, e amo quem você é. Se algo, você ser assim tão diferente do que o imposto a si logo no nascimento só me faz te amar mais porque a verdade é que" você sorriu, levando a parte superior do corpo mais pra frente. Seus seios pressionaram no peitoral do rapaz que cortou a respiração ao sentir a sua própria batendo na orelha pontiaguda, lambendo os lábios em expectativa. "Eu até prefiro que meu homem queira tanto estar abaixo de mim." Finalizou, soprando ar frio na orelha vermelha do dragão antes de se afastar rapidamente, agindo com a maior das inocências ao se livrar do aperto trêmulo de Malleus e se colocar sentada onde estava anteriormente no banco envelhecido.
"Não me faça sentir tão estranho e me deixe para lidar com isso sem seu calor." O dragão riu baixinho com sua ousadia, desviando o olhar nublado para o chão terroso por um momento a fim de acalmar o bater incessante do coração.
"Estranho, é. Estranho como?" Cantarolou, dando ao alfa a seu lado nada além de um último resquício de sua presença ao se inclinar para perto.
Malleus te olhou com cuidado, e você observou a ponta bifurcada da língua umedecendo os lábios com sutileza antes dele engolir em seco e sorrir educadamente para você; demorado, pensando nas palavras que diria aquela que oficialmente é sua companheira agora. Ao menos pelo que o Draconia pode interpretar do ocorrido.
"Eu não sei dizer. Como um dragão, me sentir quente é o normal, mas você me chamar de seu ainda me deixa..." ele pausou a fala, encarando-a com um brilho etéreo nas orbes verde claro. Lentamente, para te dar tempo de recusar os avanços caso prefira, Malleus inclinou-se um pouco mais em sua direção e levou a mão dominante até a sua, envolvendo os dedos esguios na sua palma com delicadeza sem nunca romper o contato visual. Apenas lembrar de suas palavras anteriores fizeram o rapaz ensurdecer com a batida alta do coração e o corpo todo arrepiar. "Extremamente tentado a cair de joelhos e-"
A voz dele falhou outra vez, e as unhas negras e pontiagudas fizeram uma pequena pressão em sua palma com o aperto de mão aumentando. Malleus fechou os olhos quando viu os seus brilharem com algo desconhecido, porém de certa forma lascivo; seu olhar era de conhecimento e satisfação, e algo nisso fez o estômago dele embrulhar de maneira agradável. Fechar os olhos, entretanto, só o fez visualizar a cena com mais intensidade e isso tirou do maior um suspiro sôfrego - Malleus não quer soar desrespeitoso, mas você parece estar apenas esperando que ele diga isso em voz alta. Que ele diga o que você já sabe.
"E isso me faz querer adorar a sua existência sentindo qual a textura, o sabor e o cheiro de sua intimidade. Tanto." Sussurrou, tão perto de você, ainda de olhos fechados, com a pele ardendo e respiração ofegante.
E a visão que está tendo do alfa assim, fragilizado por sentimentos de pertencer, a encanta. É difícil conter a vontade de sorrir com o sentimento vertiginoso correndo seu peito, o de levar isso adiante, de ver até onde Malleus irá com essa vontadezinha dele, o quão bem ele continuará lidando com suas provocações.
"Ah, é? Meu namorado pensa assim?" Sussurrou de volta, adorando o choramingo que ele soltou com tão pouco.
"[Nome]... Eu não sei o que fazer sobre isso." O rapaz entreabriu os olhos, deixando-a ver as pupilas normalmente em fendas extremamente dilatadas, dando um ar ainda mais sensual ao grande dragão alfa.
"Você é meu agora, Malleus. Me adorar é a sua obrigação." Disse, movendo um pouco a mão que ele segura até o rapaz entender a dica e franzir a testa ao deixá-la ir, porém observa com interesse você se sentando de frente para a rua ao invés de para ele. Foi somente quando você levou uma das mãos até a saia do uniforme escolar personalizado e lentamente o levou para cima, estremecendo com a maior exposição ao ar frio enquanto exibia sua calcinha ao dragão, que Malleus entendeu exatamente sua intenção. "Vem me mostrar." Ofereceu, e com a pele arrepiada, ele não precisou de nada além de seu convite para deslizar para fora do banco e se virar a sua frente, agachando-se a fim de não sujar tanto o uniforme.
Malleus é muito alto, entretanto, e sem os joelhos no chão a cabeça ficou na altura de seu estômago. Não era impedimento algum, porém; enquanto ele estava com a atenção fixa no contorno de sua boceta pela calcinha, você se levantou ainda segurando a saia e sentou-se no encosto do banco sob o olhar curioso e devoto do maior. Você não podia sentir com exatidão, mas há algo espesso no ar que torna sua respiração mais pesada e sua pele mais eriçada; imagina que tenha haver com o alfa no meio de suas pernas, entretanto.
E de fato tem. Os feromônios de Malleus estão dançando por todo o ar envolta dele com a excitação crescente apenas de ver sua calcinha, sendo isso algo que ele nunca antes pensou sobre, mas agora, com você, não consegue parar de encarar. O desejo e a necessidade andam juntos dentro do alfa, e isso torna impossível controlar a produção de hormônios.
"Não demora muito, Malleus, ou eu vou acabar querendo ir dormir." Avisou, inclinando o torso um pouquinho para frente a fim de se equilibrar.
"Perdão, você é tão inebriante." Ele sussurrou, lentamente levando as mãos até seus joelhos e aproximando o rosto de sua calcinha. Malleus suspirou ao inclinar-se o bastante para o nariz estar a centímetros de distância de seu núcleo, sentindo de imediato uma onda forte do seu cheiro já tentador. "Seu cheiro está tão forte que eu quase sinto que não posso respirar." Choramingou. "Eu- eu espero ser capaz de fazer algo que lhe agrade." Disse, logo em seguida dando um beijo suave em sua calcinha, um beijo quente que fez meu estômago vibrar, seguido de outro mais baixo - rente a seu clitóris, e então outro mais por lado. Beijos desconexos e fumegantes, ainda beijos agradáveis.
"Eu te guio caso precise." Mencionou, recebendo apenas um som de murmúrio vindo do garoto entre suas pernas.
Malleus apertou as mãos em seus joelhos e mordiscou o pano levemente umedecido, sem notar roçando os caninos longos e afiados em seus lábios maiores e fazendo-a se pressionar com mais força no encosto do banco. Sua bunda doeu um pouco, mas o contraste entre o ar frio e a pele quente de Malleus a estava encantando demais para se importar - quando ele olhou para você timidamente por trás dos longos cílios, gemendo frente a sua fonte de excitação, se tornou demais. O dragão é uma visão mais fodidamente desconcertante do que ele sabe, e para se manter com algum apoio decente tratou de rapidamente levar as mãos até os chifres de Malleus, que arregalou levemente os olhos e virou o rosto um pouco para cima.
"Fiz algo errado?" Sussurrou, temeroso e ainda assim sentindo uma fisgada dolorosa entre as próprias pernas.
"Não, continue. Sem a calcinha. Continue sem ela no caminho." Pediu meio ofegante, não perdendo a forma com a qual as pupilas dele viraram uma fenda fina e rapidamente dilataram até cobrir quase toda as orbes verdes. Foi quase hipnotizante.
Mas o rapaz logo voltou à tarefa em questão, estranhamente adorando que você o tenha tocado nos chifres - parecia que o estava controlando. Ditando o que ele deveria ou não fazer apenas com as mãos, e meio que estava, afinal, forçou a cabeça dele para suas pernas sem pestanejar. O Draconia não demorou também a pegar o pano com a ponta dos dentes e o mais comportado possível arrastar a calxinha pro lado, gemendo audivelmente assim que visualizou sua carne levemente brilhante, porém fodidamente cheirosa.
Passou por muitos alfas e ômegas com cheiros distintos, com presenças distintas, mas o que você emana agora não é nada como isso; é muito mais sexual, faminto, e seguindo a lógica de que os feromônios exalados pelos da espécie dele muitas vezes expressam as necessidades mais primais, Malleus soube pelo seu cheiro que sua maior necessidade era consumi-lo por inteiro. Esse cheiro odeixou viciado em uma única fungada; ele quis mais. Quis saber se o gosto seria tão forte e possessivo quanto. Foi sem pensar muito que ele passou a ponta da língua bifurcada em suas dobras, mal ouvindo seu suspiro de deleite ao longe conforme seu sabor e cheiro se infiltraram na mente dele.
As mãos em seus joelhos abriram mais suas pernas, a longa língua deu outra lambida, e o dragão logo sentiu o chifre ser puxado para frente. O coração inflou com isso, com o controle que você tão sem hesitar exerce sobre ele, seguindo sua vontade de imediato e pressionando os lábios em sua vagina em beijos contínuos que a faziam contrair os músculos.
"Chupa, Malleus. Esse montinho logo aí em cima, chupa ele. Enfia a língua em mim. Saí do básico." Arfou, mal percebendo o aceno fraco do Draconia quando ele de fato envolveu os lábios em seu clitóris e sugou.
Gemeu um pouco alto pela força, mas não foi num todo desagradável - afinal, ele logo recompensou passando a língua mole, macia e quente no botão agora inchado, envolvendo e puxando com as pontinhas da língua como se fossem dedos. A esse ponto, você se agarrou aos chifres de Malleus como se fossem tudo que a mantivesse viva, sendo consumida pelo ar espesso ao seu redor e pelo calor absurdo que parece aumentar cada vez mais; pela primeira vez, entendeu o quão forte é o cheiro de Malleus, sendo esse grande o bastante para nublar até mesmo os sentidos de alguém que não possui a mesma percepção hormonal que as pessoas desse mundo. Mas diferente dos demais, que fogem dessa nuvem espessa e poderosa, você se viu querendo aumentá-la e consumi-la até não sobrar nada. Talvez um dia pudesse, mas não hoje.
A língua do rapaz coçando sua boceta, descendo em seus lábios para entrar em seu núcleo vazando toda trêmula devido ao gemido gutural que ele soltou unicamente ao penetrá-la com a língua fez sua mente embranquecer. O rapaz pode estar fazendo movimentos desconexos e sem fundamentos reais, porém ele tem uma língua tão longa e quente que somente de estar contra você a deixa no limite. Explorando sua boceta assim, passando-a por cada parede macia, relevo, sentindo cada centímetro de seu interior, você não conseguia mais controlar a voz. O puxou com força, muito mais do que antes, e enquanto ele choraminga pela picada na cabeça, você gemeu ao ter o nariz pontiagudo roçando seu clitóris e os dentes afiados a um centímetro de perfurar seus lábios vaginais. Não temeu, entretanto, e nem sequer pensou sobre isso; só quis gozar logo na boca ansiosa do maior.
"E-eu tô tão perto... Ahh, senhor!" Grunhiu, apertando a ponta dos pés dentro dos sapatos para ser capaz de aguentar o prazer sem se contorcer no encosto do banco fino e desconfortável.
Mas orgulhoso ao ouvir suas palavras satisfeitas, não demorou para o alfa encontrar o ponto que mais lhe agrada e tornar seu auto controle uma tarefa quase impossível de se manter. O Dragão suspirou em orgulho próprio quanto suas pernas abruptamente se forçaram tanto que ele não raciocínio que deveria segurá-las, e logo sentiu os lado da cabeça serem apertados e as orelhas grandes e pontudas achatadas por suas coxas. Adorou o quão acolhedor pareceu, e nem tentou se libertar - Malleus apenas gemeu, enviando tremores pela boca até sua boceta agora gotejante, e continuou passando a língua naquele mesmo ponto, uma e outra vez ao entrar e sair, somente mudando ocasionalmente ao tentar atingir o mais profundamente que conseguia de dentro de você antes de volta ao padrão anterior.
"Malleus, juro, você vai ser meu pra sempre se continuar indo bem assim." Gemeu, se deliciando com a força de vontade dobrada do rapaz agora duplamente animado e feliz. Tuas palavras o encantaram, e essa promessa para ele era tesouro.
Malleus queria de fato ser seu pela eternidade e além; então expirou ar quente em seu clitóris e moveu um pouco a cabeça, acariciando seu montinho de nervos ao mesmo tempo em que contrai a língua, torce e move, bem fundo em sua boceta. Repetido ritmicamente os movimentos, sentindo o sangue fazer barulho nos ouvidos conforme as sensações dele mesmo aumentavam - o orgulho, tesão, felicidade, a ligeira falta de oxigênio e circulação pelo seu aperto moral, tudo contribuindo para tudo nele ficar dormente, e ainda assim Malleus continuou firme no oral que lhe fornecia, muito mais preocupado em continuar engolindo seus fluídos saborosos e sentindo em primeira mão seu cheiro marcante, tô totalmente focado em satisfazer você; sua dona, sua rainha.
"É-é isso! Que delícia!" Incapaz de se conter, elogiou um pouco alto, mas não que importasse para o rapaz com a audição abafada por suas coxas.
Com seu corpo tremendo enquanto todo aquele calor acumulado no estômago explode como mil fogos de artifício sobre a superfície de sua pele, o rapaz de longos cabelos negros e lindos olhos verdes sorriu grandemente em sua entrada, deleitando-se com a sensação de missão cumprida enquanto a língua retrai e a boca é preenchida por seu gozo líquido qual ele az questão de beber inteuro, tudo enquanto geme satisfeito. Suas pernas trêmulas ao redor dele logo relaxaram, e com a respiração ofegante você o libertou do aperto no chifre, mal dando tempo para Malleus lamber os resquícios de seus sucos quando arrastou a bunda marcada para frente afim de sentar-se corretamente no banco.
"Cuidado." Malleus exclamou preocupado ao te ver quase cair nos chifres dele, rapidamente levando a cabeça para trás e erguendo as mãos para te segurar pela cintura e tornar sua queda no banco mais suave.
"Você fica bonito com o rosto gozado e vermelho." Suspirou, ainda grogue pelo forte orgasmo, mas também admirada pelo rosto brilhante do rapaz que é, de fato, etéreo. É uma beleza quase vilanesca, bruta e maléfica, mas ainda tão inocente e gentil. Malleus consegue ser os dois extremos sem nem se esforçar; um alfa de instintos ômega é um bom exemplo.
"Oh..." ele arregalou de leve os olhos, lambendo os lábios manchados antes do olhar suavizar e o Draconia sorrir amorosamente. "Então espero que me permita ficar com o rosto assim mais vezes." A fala dele a fez rir suavemente, estendendo as mãos para acariciar as bochechas também meio úmidas do maior, que sorriu ainda mais com seu carinho. Malleus nunca esteve tão feliz. "Espero ter sido do seu agrado."
"Você foi perfeito. Meu companheiro é perfeito." Sussurrou, abaixando o rosto para bicar os lábios do dragão suavemente, este que estremeceu ao ser chamado de seu outra vez.
"Fico feliz, nesse caso." Malleus riu anasalado junto a ti, pouco incomodado com a ereção ainda presente entre as penas. Recebendo sua atenção assim, ele não consegue se importar com a dor da ereção. Você ainda o inebria com seu cheiro e aparência amorosa, e isso é tudo que o moreno sempre quis.
"Malleus." Sussurrou, olhando profundamente nos olhos verde neon.
"Sim, minha rainha?" Sussurrou de volta, soando tão apaixonado quanto de fato está. Seu coração inchou com o apelido.
"Odeio ter que dizer, mas devemos ir dormir." O lembrou, fazendo o sorriso largo cair um centímetro e a sobrancelha franzir levemente. "Não faça essa cara. Amanhã estarei com você no almoço." Agora, isso fez o rosto do rapaz voltar a se iluminar, muito mais esperançoso.
"Realmente?"
"Você queria ser cuidado como ômega, não é? Preciso sentar com meu garoto se eu quiser me certificar de que ele está comendo tudo o que eu mandar." Sua pequena declaração soou como o paraíso para o Draconia, que movido pela vontade de passar os almoços no refeitório ao seu lado se levantou da posição agachada com elegância de forma que suas mãos caíssem das bochechas dele e manteve as dele entendidas em sua direção, oferecendo-se com um sorriso gentil e amoroso.
"Gostaria que eu te carregasse até seu quarto?"
"Eu adoraria, na verdade." Riu, entendendo os braços para o dragão envolver os dele por baixo de suas costelas e puxá-la para cima, notando o estado ainda meio mole de suas pernas com orgulho.
Malleus fica deslumbrado apenas em ser de tamanha serventia para sua companheira.
This was a request, but I think I lost it somewhere 😭 I hope y'all like it babies!! 💖💖💖💖
tw: abo dynamics, unprotected sex, edging, crying, reader is a little rude, jerking off, nipple play, cum swallowing, etc.
Last board meeting went hectic. You were the head of the meeting, conducting every single detail and discussion, very focused on finding the solutions the other shareholders needed. One of them was pushing for a sale you were reluctant to accept because you really didn't find any benefit on it. A stupid alpha that couldn't think ahead like you could.
"It's not up to you to deny anything" The alpha said, her eyes were cold and her demeanor was definitely disgusted; Many alphas didn't like omegas in position of power. You felt in the depths of your soul she really wanted to say Omegas had no say in anything.
"Well, Ms..." You looked down looking for a paper with her name. "Park, isn't it?"Lifting your head, you could see her eyebrows slightly lift in this contained anger. "Ms Park Sooyoung, I do in fact have a say in this since I'm the head of the board and my success rates are high. Higher than any of yours, I might say"
She tried to make you back down by staring at you, her pheromones strong as she tried to make you submit. That was so disrespectful and rude to do on a work setting that you felt your anger bubble inside you. When you were about to say something, a more sharp voice cut your phrase through, the sound reverberating around the meeting room.
"If you have any decorum, I advise you to stop this little attempt of strength play with your weak pheromones and leave this meeting" You looked straight at her, Kang Seulgi. Pretty, collected and overall avoiding of you. Your eyes quickly scanned her and you lightly scoffed.
Another brainless Alpha trying to assert dominance.
"I don't need a knight in a shiny armor, Ms Kang. I can handle insubordination myself" You said before the other Alpha could respond. She lowered her eyes, looking at her hands as she clenched her jaw. "But since you said it, it is against the company's policy to try making anyone to submit on the clock, specially in democratic meetings" You took a deep breath a little affected by Sooyoung, but your poker face was impeccable. "This meeting is over, for now" You said seeing red, dismissing all the others and going straight to your own office.
Anger seething, your blood boiling for so many reasons. You stood by your window trying to collect yourself, wanting nothing more than to jump onto Park's neck, end that little arrogant look. You fucking hated those types of alphas.
And Kang Seulgi? Oh she was so much worse with that condescending tone and those eyes, those fucking lowered eyes...
Next thing you knew you had already asked your secretary to call her to your office. You needed to see something by yourself.
"Did you ask to see me, boss?" She entered your office, closing the door behind her; perfect posture, secure of herself and her surroundings.
"Indeed" You said. Your glasses perched up on the tip of your nose, staring at her. You called your secretary, your voice ice cold as you spoke. "Ms Kim would you mind telling me if we hired any bodyguards for me, please?" You simply asked, still staring at her. You saw her avoid your eyes again, slightly looking down.
"There are no bodyguards on the record, boss. Why? Do you need one?" Yeri asked, a bit concerned.
"No, not at all" You said. "I was just checking, thank you" That anger was still there, mixed with a little bit of curiosity.
Narrowing your eyes, you tilted your head to the right.
"You do not get to speak for me" Poison dripping, you fixed your glasses on your face.
"It wasn't my intention, I was-" She looked anywhere but you, her posture tense now. "I didn't like the way she spoke with you and that stare... You don't deserved it" She cleared her throat. "It was unprofessional"
Now that she looked at you, you could see how she wasn't being condescending. It was something else and that was definitely something... good.
"Oh, I see..." You got up, going around your desk, crossing your arms under your breasts and leaning on it. "Maybe you don't want to be my bodyguard..." You said, eyeing her down. Her grey suit was perfect on her figure, but you could see the bulge forming inside her pants. "A loyal dog, maybe?"
You saw in first hand as a sharp exhale left her lips, her hands clenching by her sides.
"Oh, you would like to be my loyal dog" She finally returned your stare, her eyes pleading in an embarrassed, conflicted way. You got up to lock the door.
"I-" She gave a step towards you and you quickly shut her off.
"Stay" Was all you said and, much for your surprise and pleasure, she did stay; a tent on her pants as she looked down. "What an obedient dog..." Your tone changed to an alluring one. Standing in front of her, you smelled how aroused she was. "What a rare finding..." You traced her tie with one of your fingers and she whimpered. "Look at me" You commanded and she promptly did so, her eyes following how you licked your lower lip.
"I will do anything you want, boss" She finally said it, eyes locked into yours. You scoffed.
"Everyone does that already" Your cleavage fully on display made her dick pulse hard and she gulped. "What makes you different from everyone else, Ms Kang?" You got closer, heat emanating from her body to yours.
It felt so fucking good to be in full dominance mode with an Alpha like Kang Seulgi. It made you feel millions of times hotter. You always pushed away your omega nature, specially against some traditions the dynamics between Alphas, Betas and Omegas required.
"I can do whatever you ask me" She pleaded, her low voice was basically a whisper. "I am very good at obeying" You took a deep breath. Wet was an understatement, you were completely soaked and your lacy panties ruined.
You pondered, really thinking about it. Office sex wasn't something abnormal. If anything, office sex was the most normal thing in this situation.
"Sit down, hands on your sides" You told her, glancing at your leather couch and she did so. You unbuttoned your white button up just enough to pull your breasts out of your bra. Seulgi visibly shivered and you stood in front of her. "If you cum unauthorized I'll stop" You said, unbuckling her belt and pulling her dick out. "If you try to scent me I'll stop and kick your ass out of here" You have a good look to her cock.
It was was absolutely hung and veiny, throbbing on your hand as you pulled your pencil skirt up on your thighs and your panties to the side, sinking in next. Yes it was big and stretched you just fine, but you didn't express any type of reaction. She moaned, her eyes attentive on yours.
"If you manage to obey me until the end I'll be your dom" You told her, rolling your hips against her cock and she grabbed at the couch, whimpering. "If you want to stop you can just ask. Understood?" You said through gritted teeth.
"yes, b-boss" She stammered, her eyes rolling back a little.
You started riding her like there was no tomorrow, your cunt sinking deliciously on her cock and coating it with your slick. You tried to, but couldn't resist her pretty lips when she made all those sinful moans, kissing her roughly with your hand tangled on her beautiful wavy hair. You pulled it back, exposing her neck to lick and bite as you set an impossibly harder pace, your hips slamming against hers.
You moaned against each other's lips and she stopped kissing you to grab one of your boobs between her lips and you yelped, her tongue felt deliciously hot against your nipple. You stopped bouncing on her lap and started humping, your clit grazing against the fabric of her pants and a little bit of exposed skin. You were about to cum, clenching and unclenching on her big cock completely stretched.
"You want to cum inside me so much, I can feel it" You decided to play dirty as she sucked on your nipples very sloppily, coating your breasts with her saliva. "Aren't you an alpha after all?" You gather every ounce o strength you had not to moan while saying all that, but the woman was a rock. Holding herself in the most painful, delicious way.
In a last attempt to make her cum before you, you grabbed her neck while kissing her, squeezing it just right to a perfect chockehold. She shivered, her body shaking so hard it felt good under you.
You were still mounting here and absolutely losing the battle, cumming so hard on her cock you saw nothing but blank spots, body slumping forward on hers as she kept taking deep breaths with her eyes closed. You tried to catch your breath, swallowing hard when you managed to look at her face.
Absolutely beautiful and that little dumb look was pathetic but oh, so fucking hot. You kissed her roughly again, holding her neck.
"You did good, congratulations Ms. Kang" You said and she bit her lip, smiling. "I could've let you cum inside me..." You got off of her lap and she hissed, you felt your legs weak. "But I didn't told you to suck my breasts" You scoffed, sitting by her side.
"I am so sorry boss, I-" You shushed her, pulling her head to your lap, commanding her to lie down on the couch and she did, her dick standing proudly erect and furiously red from all the action and no cum.
"To show you I am no monster, I'll make you cum" You said, pulling her mouth to your nipple, your hand going to her cock. "Suck as hard as you can, but tell me when you get closer"
"Yes, boss" Her beautiful brown eyes glimmered and you bit your lip. "Thank you so much" She said, putting her mouth to work as you spat on your hand then started to pump her cock up and down, swirling your hand against the tip, your thumb rubbing at her slit.
She moaned against your breast, releasing a lot of precum as her body shook. It took less than a minute of you jerking her off, that's how needy she was.
"I'm close" She said, tensing and you completely stopped letting go of her cock. She whined, her mouth still sucking hard on your nipple and you whimpered.
She didn't protest, didn't even stop sucking. She held herself again, like a good girl. You caressed her hair, starting all over again that beautiful torture, jerking her even harder, her hips shaking as you stopped once again, feeling her hot tears on your lap. Fuck, she was so beautiful.
"Shh, it's okay" You cooed as she sobbed still sucking your breasts, her eyes locked into yours. Her nose was red and her eyes puffy. A masterpiece. "It's okay Ms Kang, this it the last time..." You said.
Going back to jerking her off, you could feel on the way she tossed against the couch how painful that was but she didn't complain once. You felt your pride grow, coaxing her into her climax. It hit her hard as your palm rubbed specially against the tip.
She came hard, ropes and ropes of her thick cum filling your hand and you kept swirling her tip. She was still crying, your breasts purple with how forceful her sucking was, but you didn't mind in the slightest.
You kept saying sweet nothings onto her ear, helping her to recollect herself and to come out of subspace, her sobs felt electrifying against your skin but you knew she couldn't take anything anymore.
You took your hand to her mouth and she licked it clean, sucking on every bit of her cum she could take from your hand as you caressed her hair, being careful not to scent her.
"Good girl... you were perfect Ms Kang" You whispered and she nodded, still sucking on your fingers. "Now you are my good loyal dog" You said, excitement taking over you when you realized how this finding was uncommon...
For flawsinthevoodoo for the 2022 Star Wars Rarepairs Exchange
rated E, chose not to use archive warnings, (nontraditional) omegaverse, order 66 happened differently
Summary: After Order 66, Fox has accidentally landed himself an entire pack, complete with a mate who has no idea they’re married, babies (so many littles), a scary competent sister-in-law, and even a bonus adult problem-child.
Then his suppressants wear off.
.
Mace is smiling at him when he turns to look, and Fox thinks I should tell him now, like he always does in these quiet intimate moments.
We got married that day, when you fell from a Sith’s hands into my lap, he doesn’t say, as always. The force bond that had sprung up between them thrums. Theirs feels different than the ones Anakin has grudgingly accepted. All the Jedi have little tendrils, connectors that reach out to one another, and they scrupulously maintain them like horticulturists do a garden.
They, adults and children alike, want to fold Fox into their culture, or what’s left of it, anyway. He feels about as Jedi as he feels Mandalorian, which is to say: a little bit, yes, but borrowed. He is even more culture-less than this Temple remnant. Is there such a thing as clone culture? Or maybe he’s Coruscanti; he did spend the whole war on that planet. But honestly, he figures he’s as Coruscanti as the Jedi themselves are.
So none of the marriage customs they accidentally fulfilled count, he insists to himself for the hundredth time. Just because he wants them to, doesn't have any bearing on the actual state of things.
read on AO3 🔒 https://archiveofourown.org/works/43181325
I just love really soft Alpha's not those kinds you expect society to act like.
I mean these alpha s aren't gonna hold back loving cute things, cooking, and just being a geek or nerd!!!
Adoring their partner/mate so much, since sometimes society really is cruel, putting expectations on alphas to be "manly"
Good stuff!
In my au, the emphasis isn't on alphas to be "manly" because not all of my alphas are men. Similarly, not all of my omegas are women so there isn't an emphasis on being "feminine". Instead, alpha's are socialized to be self-assured/attentive, betas are taught to be earnest/loyal, and omegas are taught to be dedicated/proactive.
These are traits that aren't gendered but can also materialize a million different ways in a million different people, with common threads.
That was a bit of a tangent, but the moral of the story is good work and make sure you have some sort of reasoning behind why your alpha being soft is abnormal!
Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
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I’m going to work on his legs and feet until he is going crazy. Then he will ask if I want to trade places, and I of course say “YES”! Especially the cuffs, Sir.