Ă, hoje doeu! E como estĂĄ doendo, aquela dor que quando bate, nĂŁo Ă© sĂł pra doer, Ă© pra abrir novamente as feridas. E me desculpe quem nunca a sentiu, mas vocĂȘ nĂŁo sabe o que Ă© amar de verdade.
E eu queria saber porquĂȘ, porque ainda tem que doer tanto? Se eu sei que antes de ontem mesmo, vocĂȘ estava nos braços de outra... PorquĂȘ? PorquĂȘ dĂłi quando vocĂȘ nĂŁo faz afago quando me vĂȘ, quando vocĂȘ nĂŁo brinca, quando vocĂȘ nĂŁo me chama pra subir e ir com vocĂȘ?
Porra! NĂŁo dĂĄ! NĂŁo dĂĄ pra ser a gente, do mesmo jeito que nĂŁo dĂĄ pra eu deixar de querer que seja.
Ainda Ă© vocĂȘ em tudo, ainda Ă© vocĂȘ que eu ando pelas ruas procurando, ainda Ă© vocĂȘ que apesar de bloqueado eu espero chegar os registros das ligaçÔes, ainda Ă© vocĂȘ de quem eu quero que todas as outras e afastem, ainda Ă© em vocĂȘ que eu tĂŽ pensando quando minha calcinha fica molhada.
E caralho! Eu sĂł quero que tudo pare de doer, que teu olhar e nem a falta dele me incomode mais, me incomode ao ponto de eu estar agora querendo olhar pra ele de novo.