SIM, SENHOR - parte 1
durante a faculdade, as hormonas e a tesão, em geral estão ao rubro. no meu segundo ano, todas as quartas-feiras à tarde, tinha um professor muito charmoso e muitÃssimo competente. era 15-20 anos mais velho e eu achava-lhe piada: ao ar que fazia quando me apanhava distraÃda, quando me mandava a caneta ao chão sem que ninguém se apercebesse que era ele, como me tratava pela minha alcunha em forma de gozo e como olhava para mim, se ia de decote ou de vestido.
a época de frequências aproximava-se e o trabalho ficava mais difÃcil. estava sem tempo para nada e nas vésperas do teste da cadeira dele, avisou-me que tinha de esmerar porque não ia ser piedoso comigo. não mentiu. quando nos devolveu as notas, a minha retornava num 4/20, a minha mais baixa de sempre. fiquei em choque mas disfarcei bem. no fim da aula, chamou-me à parte. disse-me: "a menina não pode achar que compensa tudo com um sorriso e com olhinhos, à s vezes tem mesmo de mostrar que quer as coisas". uma mensagem dúbia mas que não me deixava dúvidas do que queria. perguntei-lhe então se me podia ajudar com algumas perguntas e acedeu, disse que teria tempo na semana a seguir.
na aula seguinte, calcei as minhas botas pretas pelo joelho e vesti a mais curta saia que tinha. terminei com uma camisola preta, justa e com um ligeiro decote, e sentei-me mesmo à frente. assim, não só não me podia ignorar como tinha de o tentar fazer, um dilema delicioso para mim. quando entrou na sala e me viu, topou-me de alto abaixo e perguntou-me se não estava frio lá fora. disse-lhe que não, que eu estava bem quente. sorriu e em nada avançou. nesse dia, era eu quem mordia a caneta enquanto o olhava e a mandava ao chão quando ele passava, para que fosse obrigado a ver de perto as minhas pernas expostas. queria-o provocar, queria deixar claro que, também eu, não estava ali para brincar. no fim da aula, perguntei-lhe se o professor me podia ajudar com as minhas perguntas, como tÃnhamos combinado. riu-se e disse que sim, que podia passar no escritório dele no fim da tarde, que teria tempo para mim por volta das 19h.
às 18h55, quando me dirigi para o escritório do professor, vi que todos os gabinetes estavam desertos e em todo o lado ecoava o som das minhas botas a subir as escadas. "posso, professor?", disse enquanto entrava na toca do lobo. "sim, entre" - respondeu, sem levantar os olhos dos papéis em que escrevia e numa voz austera. sentei-me do outro lado da secretária, a mala no chão, o dossier no colo, a olhá-lo enquanto trabalhava. "diga lá então, quais são as suas dúvidas para despacharmos isto antes da hora de jantar", fiquei confusa pelo profissionalismo do momento mas continuei, abri o dossier e expus as questões que me atormentavam desde a nota da frequência. perguntava-as quase como a pedir satisfações pela nota negativa, como se me tivesse de me justificar cada resposta.
sem dizer uma palavra, levantou-se, veio até junto de mim, colocou a mão por cima da cadeira que tocava as minhas costas e a outra na mesa, junto ao meu corpo, deixando-me bloqueada. estava a reler a frequência e o cheiro do perfume dele ia-me invadindo pela proximidade com que estava. virou então o rosto para falar comigo. senti a sua respiração na minha cara enquanto me encarava e não me contive a morder o lábio. a verdade é que aquele momento tenso e formal me estava a deixar excitada, com vontade de me entregar a todos os pedidos dele. creio que se tenha apercebido porque sentou-se na beira da secretária e disse que eu ainda nos ia pôr em problemas com esta atitudezinha. fiz-me de sonsa e perguntei-lhe "que atitude, professor? estou a seguir os seus conselhos, a mostrar que quero". naquele momento, o tempo congelou. ele tinha uma oportunidade e eu teria a confirmação. pensou calmamente na resposta mas antes que pudesse abrir a boca para responder, ouvimos passos nas escadas, a subirem na nossa direção.
afastou-se rapidamente e disse que me enviaria o parecer dele por email. desejou-me boa tarde e mergulhou novamente nos seus papéis. agradeci e saÃ, completamente alheia ao que se tinha passado, se teria ou não confundido os sinais e a sentir-me estúpida.
nesse dia, devo ter actualizado a minha caixa de correio mais de mil vezes por minuto.
quase à meia-noite desse dia, recebo então o email. não era o institucional mas também não parecia ser o seu pessoal, era um outro email. não assinou, mas eu conseguia perceber pela forma de escrever que era ele. no email só dizia que eu tinha de ter cuidado com o que queria e que me daria mais instruções, às quais eu devia seguir à risca. respondi-lhe apenas "sim, senhor". na minha cabeça era uma forma brincalhona de lhe responder à assertividade, mas depressa me apercebi que esse seria o nosso trato daà para a frente, naquele mundo em segredo.
enviava-me apenas um email por dia, à noite, com pedidos ou instruções, mas nunca no dia anterior às aulas. eram coisas simples, como não usar calças no dia seguinte, ou não colocar sutiã, ou subir e descer a escada, a uma determinada hora. não sabia se me via, mas cumpria sempre à risca. não entendia o silêncio no dia que antecedia às aulas portanto, no fim de uma das aulas (que corriam com normalidade e até alguma frieza agora), dirigi-me a ele e perguntei: "porque é que o professor nunca me responde às terças?" - para a menina é "senhor", falamos depois, resto de bom dia. - e saiu pela porta ainda antes de me deixar formular uma resposta.
nessa noite, recebi um novo email. tinha apenas um local e uma hora. era uma casa de banho num pavilhão antigo, onde já ninguém ia, muito menos aquela hora, no inverno, às 19h, quando as aulas da noite começavam e a faculdade estava deserta.
à hora certa, conforme me dirigia para lá, vi-o entrar primeiro. tomei atenção se ninguém nos via e segui. ao entrar, pediu-me que fechasse a porta e trancasse. que pousasse as minhas coisas no chão. que fosse até ao canto e me virasse para a parede. os passos dele atrás de mim, iam-me deixando desconcertada, com palpitações, nervosa.
chegado a mim, colocou as mãos nas minhas ancas, subindo um braço até à minha barriga e dobrando-me. passou a outra mão no meu rabo e, enquanto me dizia que me tinha portado muito bem, passava a mão devagar, pelas minhas nádegas, suavemente por cada centÃmetro. sem que tivesse tempo de me aperceber, dá-me uma palmada seca e com força, entre as nádegas, abaixo do rabo. soltei um grito modesto e surpreso, sem olhar para trás. explicou-me então que não lhe devia nunca pedir satisfações em momento algum e que teria de me pôr no lugar já, para eu perceber quem é que mandava. mandou-me colocar as mãos na parede e afastar as pernas. estava de vestido, como sabia que ele gostava. subiu-o e agarrou-o no fundo das minhas costas, deixando-me apenas as collants e as cuecas à mostra. disse que não gostava de collants e que as devia baixar até aos joelhos, coisa que fiz de imediato.
estava agora só de cuecas, umas cuecas bege, de fio dental rendadas que coloquei só para ele. bateu-me novamente. a palma perfeitamente encaixada com força fez um som estrondoso que se multiplicou por aquela casa de banho. "a menina vai-se portar melhor agora, não vai? vai fazer exactamente o que lhe peço, quando lhe peço" - disse. de soslaio olhei para trás e respondi apenas "só isso?" e eis que o vi, enérgico e cheio de tesão, encostou-se a mim, agarrando-me no pescoço, esfregando-se contra o meu rabo para que o sentisse duro, e dirigindo a outra mão em direção às minhas cuecas. deslizou a mão por dentro, sentindo os meus grandes lábios na sua palma, bem até ao fundo, podendo sentir a humidade que de mim emanava e voltando a retirar a mão. bateu-me precisamente ali e disse-me ao ouvido "de certeza que é isto que quer?", respondi-lhe baixinho e ofegante "sim, senhor".
afastou-se novamente, dando-me outra palmada no rabo, e pediu que me compusesse. assistiu a cada movimento e, no fim, ajustou-me o vestido, aproximou-se de mim e beijou-me a testa "linda menina. espere cinco minutos antes de sair, entrarei em contacto" e saiu.
não podia acreditar no que tinha acabado de acontecer, o meu corpo estava todo activado, desejoso por mais, cheia de vontade de ser novamente tocada por ele. as minhas cuecas bege deixavam transparecer a minha excitação, transferindo-a para as minhas collants. estava completamente molhada.





















