Muitos desejam a Cristo como Salvador de suas almas, mas poucos O desejam como Senhor de suas vidas.
Cristo é Senhor sobre sua vida, seus pensamentos, fala e agir?, ESE

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Cristo Rei, Senhor do universo e da minha vida (da sua também.)
Caução – Tudo o que Precisas de Saber Antes de Arrendares uma Casa
Se vais arrendar uma casa, já deves ter ouvido falar da caução. Normalmente é exigida pelo senhorio, no entanto há várias questões que devem ser abordadas em relação à caução. Como por exemplo: o que é a caução, no fundo? Para que serve? Como é que funciona?
O que é a Caução?
A caução é, resumidamente, uma garantia que é exigida por parte de um senhorio aquando o momento de arredamento de uma casa e o contrato é realizado entre as duas partes, como previsto no artigo 1076º do Código Civil.
O objetivo da caução é assegurar que o contrato celebrado é respeitado e que as exigências feitas pelo senhorio sejam cumpridas. Se estas forem cumpridas, a caução deve ser devolvida à pessoa que a pagou, no momento do fim do contrato.
Em Portugal, a caução é algo muito comum de se pedir no momento de arrendar uma casa, bem como em vários outros países, nomeadamente na Europa. É ao mesmo tempo uma garantia dada ao senhorio que o inquilino irá cumprir as suas obrigações, e uma proteção do inquilino se este estiver numa situação de atraso no pagamento da renda, maus tratos aos bens do senhorio, recusa de abandonar o imóvel, etc.
Como é que a caução exercer a sua função?
Primeiramente, o valor respeitante à caução é acordado entre as duas partes e as suas condições são expostas no contrato de arrendamento.
Se o inquilino não entrar em incumprimento para com as exigências acordadas com o senhorio e não cause prejuízo para o mesmo, o valor da caução deve ser devolvido na íntegra, obrigando a emissão de um recibo de quitação cujo valor será inscrito no anexo F do IRS, como gastos suportados e pagos pelo locador.
Por outro lado, se o inquilino entrar em incumprimento para com o contrato feito, o senhorio tem o direito de ficar com parte ou totalidade da caução, para fazer face às despesas causadas (como por exemplo, irresponsabilidade perante o imóvel ou para com o recheio do mesmo).
No caso de os prejuízos não ultrapassarem o valor acordado da caução, o senhorio deve devolver o que sobrar da caução e apresentar todos os recibos das despesas de forma a comprovar onde foi gasto o dinheiro. Por outro lado, se as despesas ultrapassarem o valor da caução presente no contrato, não só o proprietário tem o direito de ficar com a totalidade da caução, como também poderá exigir ao inquilino que pague despesas extra-caução fruto da sua irresponsabilidade para com o contrato.
Como se manifesta a caução?
Quando existe um atraso no pagamento da renda, é difícil que a caução, por vezes, cubra a totalidade dos prejuízos tidos pelo proprietário, pois o atraso na renda pode durar muitos meses, tendo ainda em conta que existe uma indemnização de 50% sobre o valor da renda. No que toca ao atraso no pagamento da renda, uma medida de caução que deixaria qualquer senhorio mais seguro seria o pagamento da caução em seis ou sete vezes o valor da renda. No entanto, nenhum inquilino aceitaria tais condições contratuais
Exatamente por isso, existem outras formas de como a caução se manifesta, que não sejam apenas o depósito habitual. O senhorio pode, legalmente, exigir ao inquilino outras maneiras de assegurar o mínimo prejuízo, tais como o recurso a um fiador (ou seja, alguém que mais tarde pagará a dívida do inquilino em caso de total incumprimento), um seguro de renda ou, ainda, o recurso a garantias bancárias. Desta forma, o proprietário é assegurado no valor de, na maioria dos casos, seis meses de renda, enquanto que o inquilino ficará a dever não ao senhorio mais sim às entidades referidas anteriormente.
Qual a diferença entre caução e renda antecipada?
É muito comum a exigência de renda antecipada, como é de caução. A renda antecipada não deve exceder à correspondência a três meses de renda e é paga no momento do início do contrato.
Supondo que o teu contrato é iniciado no dia 1 de Janeiro, o teu senhorio pode pedir-te, por lei, o equivalente às rendas de Fevereiro, Março e Abril, para além da já paga de Janeiro. Este valor não é reembolsado, pois permite ao inquilino a permanência na habitação até ao final desses três meses de adiantamento, após o fim do contrato e caso esse adiantamento não tenha sido usado. Desta forma, assegura-se o proprietário de que a renda será paga a tempo e horas.
Agora suponhamos que o teu contrato é de um ano e que termina dia 1 de Janeiro. Ser-te-ia possível não pagares as rendas de Outubro, Novembro e Dezembro, caso não tivesses falhado anteriormente com nenhuma renda.
Quanto à caução, uma das grandes diferenças em relação à renda antecipada é o facto de não haver um valor limite para a mesma, enquanto que a renda antecipada tem um limite legal de três meses de renda, como dissemos anteriormente. Simplificando, o valor da caução é estipulado do ponto de vista do proprietário e é celebrado se o inquilino aceitar as suas condições. A caução deve ter o seu valor escrito no contrato, bem como as condições e garantias e regras de devolução no final do arrendamento.
Proprietário – direitos e deveres
Para além da questão da caução e garantias relevantes num contrato de arrendamento, tanto o proprietário como o inquilino têm diferentes direitos e obrigações, de forma a que se evitem prejuízos por parte de ambos.
Alguns dos principais deveres do proprietário é passar os recibos referentes às rendas, cauções e adiantamentos de renda, bem como a realização de obras de conservação, suportar os custos do condomínio e tem de ter em conta que no caso de obras estruturais durante o período do contrato terá que realojar o inquilino, suportando qualquer despesa extra. Um outro dever é a comunicação com antecedência qualquer aumento de renda e por carta de aviso.
Os direitos do senhorio variam entre o direito à renda antecipada e à caução, bem como o direito de receber o seu imóvel no mesmo estado em que o alugou, tendo em vista que qualquer obra feita por si pode ver a sua despesa retirada do valor da caução ou obrigar o inquilino a pagar pelas obras que nada têm que ver com as suas obrigações enquanto proprietário. Tem ainda ao direito de visitar e examinar a casa ou imóvel quando achar que existem razões para tal e, caso não exista tempo determinado da duração do contrato, pode exigir o imóvel de volta a qualquer altura, se o necessitar para viver.
Inquilino – direitos e deveres
Os deveres do inquilino são os seguintes: pagar a renda antecipadamente e a caução, não utilizar o imóvel arrendado para outros fins que não os estipulados no contrato, deve facilitar as visitas feitas pelo senhorio, bem como avisar o mesmo de algum perigo no imóvel e devolvê-lo assim que o contrato findar. Outro dever é o de fazer qualquer tipo de reparação urgente ao imóvel.
Quanto aos seus direitos, o inquilino é assegurado pela lei de que o proprietário o irá realojar em caso de necessidade devido a obras que o exijam, suportando qualquer custo adicional ao estipulado para a renda. Também no momento de venda da casa, o inquilino tem prioridade pelo direito de preferência sobre a habitação, se assim o desejar. O inquilino tem o direito de, ainda, denunciar o contrato antes do termo do mesmo, desde que respeite o aviso legal de 60 a 120 dias, dependendo.
Um contrato bem feito de arrendamento pressupõe que se evitem prejuízos para alguma ou ambas as partes e que serão cumpridos todos os requisitos, obrigações e garantias por parte do inquilino e proprietário. Assim, o inquilino pode receber de volta a sua caução e o senhorio pode receber o seu imóvel no estado em que o deixou.
Paulo, prisioneiro de Jesus Cristo Filemom 1:1 Já no início de sua carta a Filemom Paulo não apresenta o seu título de apóstolo mas prisioneiro no serviço de Cristo. Percebe que é o mesmo espírito que caracterizou Jesus? Paulo, tendo a autoridade de mandar, prefere persuadir em amor. Ele intercede por Onésimo que é escravo e havia aparentemente roubado ao seu Senhor. A história na íntegra você encontra no livro de Filemom ( a propósito tem um capítulo apenas) O que me chama atenção entre várias coisas é o amor de Paulo, vale lembrar algumas coisinhas: 1) Que ele era um que julgava e condenava. 2) Que ele alcançou misericórdia e graça de Cristo Jesus. 3) Que Jesus o havia resgatado, transformado e agora o usava grandemente. 4) E que esse mesmo Paulo não esquecia do que havia encontrado em Jesus, isso no dia a dia da vida, apesar de ser alguém grande, conhecido, respeitado. Ele, Paulo, continuava a ser quem ele viu em Jesus. Quanto a mim e a você o que podemos fazer no mínimo senão o mesmo que Paulo. Podemos começar reconhecendo que Jesus nos resgatou para um lugar e que sim devemos usar de nossa "fé" para com Cristo pra produzir bençãos, não para gozar pessoalmente mas para compartilhar com os santos. Que sejamos verdadeiros embaixadores do reino de Deus. #embaixador #reinodedeus #bênçãos #entregas #senhorio #serviços #paulo #onésimo #filemom #resgate #vida #reconhecimento #fé #compartilhar #misericordia #graça #julgar #condenar #escravo (em Jardim Colorado, Vila Velha / Es) https://www.instagram.com/p/B_zpE15HXIl/?igshid=3impia4iwjpe
A geração gourmet e o Senhorio de Cristo.
Mas, a quem assemelharei esta geração? É semelhante aos meninos que se assentam nas praças, e clamam aos seus companheiros, e dizem: Tocamo-vos flauta, e não dançastes; cantamo-vos lamentações, e não chorastes. (Mt.11:16-17 ACF)
A análise de Jesus sobre sua geração assemelha-se à geração atual. Homens e mulheres cada vez mais agindo como crianças, que encontram-se entediados com tudo ao seu redor, que aguardam a próxima novidade tecnológica que talvez os tirará desse estado de tédio.
Pessoas que preocupam-se mais com sua próxima viagem de férias,seu post “lacrador”, ou seu novo celular, do que com seus deveres, ou com seu próximo. Para essa geração que atingiu o ápice de sua liberdade,que pode escolher dentre milhares de tipos de café ou dos melhores restaurantes especializados em “hambúrgueres artesanais”, com os ingredientes devidamente selecionados, o cristianismo não foi excluído desse processo. Nesse cardápio de tantas escolhas, surge a pergunta: Como ser um discípulo de Jesus, nesse mundo gourmetizado?
O termo submissão é algo inimaginável,para esse tempo gourmet, estar sobre o controle e domínio de algo ou alguém parece ser uma prática de tempos muito longínquos. O significado da palavra Senhor como Proprietário, possuidor, dono absoluto de algo, foi perdendo-se com o tempo e a palavra senhor perdeu sua força, significando apenas uma forma de tratamento respeitosa e pouco utilizada nos dias atuais.
A denominação de Jesus como senhor, sendo assim, possuidor e dono absoluto, torna-se um verdadeiro escândalo para a geração pós-moderna. Com a errônea compreensão do termo, surge o Jesus “legal”, que se resume a ser aquele que sacrificou-se pela humanidade, que sempre está disposto a amar, quer que todos sejam felizes e nunca demanda nada de ninguém. Sendo assim, os pregadores atuais o apresentam como uma espécie de “gênio da lâmpada”, que tem por obrigação realizar todos os desejos por mais estranhos que pareçam, de uma Ferrari a uma libertação de prisão de ventre, vale tudo.
Os pregadores midiáticos não enfatizam o senhorio soberano de Cristo, pois os mesmos também não sabem o que significa mais o vocábulo. Há uma crise etimológica, a palavra senhor já não comunica a mesma ideia ao público que foi primeiramente escrito.
A palavra senhor não tem hoje o mesmo significado de quando Jesus se achava na terra.
Naquela época, ela significava autoridade máxima, o número um, o homem que estava acima de todos os outros, o dono de toda a criação. O vocábulo grego kurios (que significa senhor) com inicial minúscula, era usado pelos escravos ao se dirigirem a seus amos. A mesma palavra, com inicial maiúscula, era aplicada a apenas uma pessoa em todo o Império Romano — a César. O césar romano era o Senhor. Em verdade, quando os funcionários públicos ou soldados se encontravam na rua, tinham que saudar uns aos outros com as palavras: "César é o Senhor!" E a resposta invariavelmente era: "Sim; César é o Senhor!"(ORTIZ,p.13)
Senhor era o mais alto grau de tratamento, e como César significava a autoridade máxima, era assim que os cristãos enxergavam Cristo, como o Soberano Senhor (Jd.1.4), sendo maior do que César ou qualquer outro tipo de autoridade humana.O que levou os cristãos às prisões,a serem mortos pelos leões, pelo fogo ou serem crucificados, foi exatamente esse recursar-se a dobrar seus joelhos ante César, o que revela a gravidade do termo Senhor.
Por outro lado, as mensagens e os pregadores atuais enfatizam mais o que Deus pode fazer pelo homem, do que sobre uma verdadeira submissão e obediência a Ele. Assim como o vocábulo senhor perdeu a sua força, Jesus também foi destituído de seu poder e autoridade na modernidade líquida.
Jesus virou “pop” e sua mensagem foi suavizada. As palavras sobre inferno (Mc.9:47), sobre obrigações morais e sociais (Mt.25), suas afirmações mais duras, como a de que ele não veio trazer a paz, porém a espada (Mt.10:34) ou sobre pedir que um jovem entregue tudo o que tinha (Mt.19:16-22), não fazem parte das demandas do Cristianismo atual, que somente preocupa-se com nosso bem estar e nossa felicidade.Esse Jesus Pop não poderia fazer nada para que ficássemos tristes. Ele virou bonzinho demais, Ele é compreensivo com nossas falhas e está sempre disposto a perdoar todas elas, mesmo que não nos arrependamos,e isso é o que faz mais sucesso.
Na contramão de todo pensamento atual, O Jesus das escrituras sagradas demanda tudo, suas palavras são radicais e únicas, pois demanda ser mais importante que seus parentes ou cônjuges, requer todo seu tempo, recursos e a sua própria vida (Lc.14.26-27). O chamado de Cristo é um chamado para abrir mão de tudo por encontrar Nele aquilo que é muito maior.
Jesus compara a importância do reino e sua exclusividade, a um homem que encontra um tesouro escavado no terreno e pela preciosidade desse tesouro, vende tudo para comprar essa propriedade e obter o bem tão valioso (Mt.13:44).
Bonhoeffer faz considerações acerca do chamado radical de Cristo,
Não lhe interessam razões psicológicas para explicar as decisões piedosas de um ser humano. Por que não? Porque para esta sequência de chamado e ação só existe uma razão válida: o próprio Jesus Cristo. É ele quem chama, e, por isso, o publicano o segue. Neste encontro é testemunhada a autoridade de Jesus, que é incondicional, imediata e sem explicações. Nada o precede e nada lhe segue senão a obediência da pessoa que foi chamada. O fato de Jesus ser o Cristo dá-lhe todo o poder para chamar e exigir obediência à sua palavra. ( BONHOEFFER, 2007. p.20)
Não há qualquer tipo de prerrogativa para a demanda de Cristo, só cabe a simples obediência - ele é o verdadeiro Senhor. Sendo Senhor, tem por seu domínio todos aqueles que dizem serem seus servos ou escravos.
A total submissão a Cristo é a única forma de obediência, independentemente das demandas atuais por democracia ou pelo pluralismo, que faz com que sempre se questione e queira-se argumentar contra as ordens dadas. Essas ideologias têm esvaziado a mensagem radical de Cristo.
Disciplina, senso de pertencimento, preço a pagar, submissão, são conceitos muito difusos e que terão de ser trabalhados com cuidado, até que a pessoa descubra as alegrias, o descanso, o significado, a plenitude da vida sob autoridade. Ela precisa aprender o que é ter um verdadeiro e único pai e ser um verdadeiro filho. (AMORESE, p.104)
Os cristãos atuais não compreendem essas premissas básicas, pois estão inseridos nesse contexto líquido de ser. Precisam desintoxicar-se de todas essas falsas ideias para ter a compreensão do Pai e serem filhos obedientes. As ordens diretas de Cristo como, vem e me segue, deixa tudo e dá aos pobres, deixe os mortos enterrarem seus mortos, e tantas outras, requerem obediência pura e simples e isso é o que é exigido dos seguidores do Nazareno.
Mas como ser um verdadeiro seguidor de Cristo? Pedro nos ilumina a respeito dessa questão, “humilhai-vos, pois, debaixo da potente mão de Deus, para que a seu tempo vos exalte”. (IPe.5.6) “Humilhai-vos”, aqui temos o termo grego tapeinós, que pode ser traduzido por curvar-se, abaixar-se ou fazer-se baixo. também pode ser utilizado o sujeitai-vos como em Tiago.4.6. Logo, o evangelho só pode ser aceito e Cristo ser o dono de tudo, pela sujeição. Essa sujeição passa pela morte, que é a submissão final e o início do evangelho, simbolizado por Cristo na sua primeira mensagem: “arrependei-vos, pois é chegado o Reino dos Céus” (Mt.3.2).
Sem a morte ou arrependimento, é impossível ser um discípulo e aceitar todas as demandas radicais do Messias. O evangelho é a sujeição primária a tudo e a todos, e por meio da compreensão e submissão ao senhorio de Jesus. Essa subordinação não é feita por uma imposição ditatorial, mas através do amor. “Era esse amor que Jesus nos trazia, como exemplo vivo. Um amor que não precisa de força bruta para manter a coesão familiar. Porque autoridade e submissão, no reino, se dão voluntariamente: o voluntariado do amor.”(AMORESE,p.111)
Essa sujeição ocorre através do amor, pelo constrangimento de sermos amados mesmo sendo pecadores (Rm.5.8,), logo a submissão passa por entender que é Jesus aquele digno de toda a honra e é o todo-poderoso(Ap.4.11), sendo ela a única forma de servi-lo em plenitude. Não há outra forma de sermos verdadeiros discípulos, a não ser pela via mais dolorosa - a morte do ego, que é representada pelo sujeição ao mestre e seu exemplo de vida e amor.
BIBLIOGRAFIA
ORTIZ,Juan Carlos. O discípulo: Belo Horizonte, Betânia, 2007
BONHOEFFER,Dietrich.Discipulado: São Leopoldo, Sinodal, 2007
AMORESE, Rubem. Icabode; da mente de Cristo à conciência moderna. Viçosa: Ultimato, 1998.

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Foque o Senhorio de Cristo - não, o que é secundário.
Mensagens Bíblicas "Vivendo pela fé” Série em Romanos 29a. Mensagem Pr Domingos M. Alves 11/09/2016
Mensagem: O verdadeiro cristão reconhece-se como servo do Senhor Jesus Cristo, e por issocompromete-se com o viver agradável a Deus e aprovado por todos os que vivem debaixo doSenhorio de Cristo (14.9,18).
Introdução
1. Recordando
Domingo, 28/08, na 28a. Mensagem, refletimos sobre "O cristão e o as autoridades humanas", Rm 13.1-8. Mensagem: O verdadeiro cristão, no relacionamento com as autoridades humanas, reflete o viver piedoso que agrada e glorifica a Deus.
2. Hoje, 11/09 - 29a. Mensagem - Foque o Senhorio de Cristo - não, o que é secundário, Rm14.1-12.
a. Introdução a Rm 14.
Rm 14.1 Acolheiao que é débilna fé, não, porém, para discutir opiniões.
“O fraco na fé têm uma consciência muito sensível sobre fazer coisas que são permitidas para um cristão. Uma consciência sensível é uma coisa boa, mas às vezes, desnecessarimante, pode levar uma pessoa para restringir sua liberdade’ (Constable’s Notes).
“”Os “débeis na fé” eram os cristãos imaturos, que se sentiam constrangidos a obedecer as regras mais regras legalistas com respeito à alimentação e às ocasiões de adoração”” (Wiersbe, NT 1, p. 729).
Acolhei ('proslambanō' - traga para junto de ti, receber com amizade, aceitar com real interesse) – cf. 15.7.
15.1 Ora, nós que somos fortes devemos suportar as debilidades dos fracos e não agradar-nos a nós mesmos.
15.1 Ora, nós que somos fortes ('dunatos' ...)
... devemos suportar ('bastazō' ... )
... as debilidades ('asthenēma' - escrúpulo de consciência, ... )
... dos fracos ('adunatos' ... )
... e não agradar-nos a nós mesmos.
... ao que é débil ('astheneō' - fraco, doente...)
... na fé ('pistis' – aqui Rm 14, fé - convicção e compromisso com os fundamentos bíblicos, no tocante ao viver...).
14.1b ... não, porém, para discutir opiniões ('diakrisis', discussão; 'dialogismos', pensamentos, opiniões – não para debates de assuntos polêmicos, diferença de opiniões ... – 14.5b).
b. Questões secundárias podem gerar discussões e divisões...
Como vimos, Rm 14, não está se tratando de questões doutrinárias e éticas e morais a luz da Bíblia - palavra de Deus, ou seja, não está se tratando questões, éticas e morais, relacionadas aopecado e nem questões, de fé e crença, relacionadas as heresias doutrinárias. Rm 14, trata de questões relacionadas as diferenças e aos conflitos de opiniões pessoais, entre judeus e gentios cristãos, sobre alimentos e dias sagrados, e aouso da liberdade cristã.
No mundo contemporâneo, também temos em nossas igrejas, conflitos semelhantes aos tratados em Rm 14. Conflitos por diferença de pensamentos em questões secundárias relacionadas com comida, bebida, vestimenta, dias e espaços sagrados...
Lembremo-nos da declaração da Aliança Evangélica Mundial: “Nas coisas essenciais, unidade; nas coisas não essenciasm liberdade; em todas as coisas, amor”.
Questões doutrinárias e eticas e morais a luz da palavra de Deus, são questões essenciais para fé cristã; questões sobre comida, e “dias santos”, ..., são questões secundárias...
O verdadeiro cristão reconhece-se como servo do Senhor Jesus Cristo, e por issocompromete-se com o viver agradável a Deus e aprovado por todos os que vivem debaixo doSenhorio de Cristo (14.9,18).
Analisemos e comprometamo-nos com duas ações que precisamos em Jesus Cristo para o viver agradável a Deus e aprovado todos que O temem.
I. Não foque o que é secundário no viver cristão
a. O que pode ou não comer?
A questão da liberdade do comer ou não carne... Uma questão séria entrealguns judeus cristãos e gentios cristãos.
14.2 Um crê que de tudo pode comer, mas o débil come legumes; 3 quem come não despreze o que não come; e o que não come não julgue o que come, porque Deus o acolheu. 4 Quem és tu que julgas o servo alheio? Para o seu próprio senhor está em pé ou cai; mas estará em pé, porque o Senhor é poderoso para o suster.
6b e quem come para o Senhor come, porque dá graças a Deus; e quem não come para o Senhor não come e dá graças a Deus
Cl 2.16,17 Ninguém, pois, vos julgue por causa de comida, ou dia de festa, ou lua nova, ou sábados, porque tudo isso tem sido sombra das coisas que haviam de vir; porém o corpo é de Cristo.
b. Qual dia é o mais santo?
A questão da liberdade sobre qual dia é mais santo, sagrado, do que outro, e ou que dia guardar para cultuar a Deus... Guardar o sábado ou o domingo, em qual dia praticar o jejum, ou não fazer diferença entre todos os dias? Esta, também, era outra questão séria entrealguns judeus cristãos e gentios cristãos.
14.5 Um faz diferença entre dia e dia; outro julga iguais todos os dias. Cada um tenha opinião bem definida em sua própria mente.
6a Quem distingue entre dia e dia para o Senhor o faz...
Cl 2.16,17 Ninguém, pois, vos julgue por causa de comida, ou dia de festa, ou lua nova, ou sábados, porque tudo isso tem sido sombra das coisas que haviam de vir; porém o corpo é de Cristo.
Desafio: o “forte na fé”, não seja soberbo, e assim não despreze o outro (14.3a); o “fraco na fé”, não seja soberbo, e assim não julgue (não se faça o juíz) ooutro (14.3b), mas acolham-se mutuamente (15.7). Cada um esteja convicto e guarde para si mesmo a sua opinião (14.5b), e faça tudo para o Senhor, com gratidão a Ele (14.6).
II. Foque o principal - o senhorio de Cristo em tua vida.
Em vez de focarmos, de brigarmos, de nos dividirmos por causa da diferença de opiniões religiosas e pessoais, questões essas que são secundárias, foquemos e sejamos unidos no que é principal em Jesus Cristo, com seus desafios e suas implicações.
Pergunte-se: por que eu devo focar o senhorio de Cristo em minha vida?
Porque...
a. Pertencemos a Jesus Cristo.
14.7 Porque nenhum de nós vive para si mesmo, nem morre para si. 8 Porque, se vivemos, para o Senhor vivemos; se morremos, para o Senhor morremos. Quer, pois, vivamos ou morramos, somos do Senhor.
Temos a convicção de que realmente pertencemos ou não a Cristo, efomos resgatados da morte, da condenção do pecado, ..., pelo precioso sangue de Jesus Cristo? (1 Co 6.20; 1 Pe 1.17-21).
b Jesus Cristo é o Senhor.
14.9 Foi precisamente para esse fim que Cristo morreu e ressurgiu: para ser Senhor tanto de mortos como de vivos.
Nós devemos reconhecer o Senhorio de Cristo em nossas vidas, e viver em plena obediência a Sua vontade (2 Co 5.14,15; Lc 6.46-49).
c. Todos nós prestaremos contas a Deus
14.10 Tu, porém, por que julgas teu irmão? E tu, por que desprezas o teu? Pois todos compareceremos perante o tribunal de Deus. [...] 12 Assim, pois, cada um de nós dará contas de si mesmo a Deus.
Devemos viver com a consciência e o temor e tremor de que todos nós, “fracos” ou “fortes” na fé, uma dia prestaremos contas ao Senhor dos senhor, ao “Legislador e Juiz, aquele que pode salvar e fazer perecer” - Tg 4.12a (1 Co 4.5; 2 Co 5.10).
d. Deus nos chamou para o viver em adoração e louvor do seu Nome
14.11 Como está escrito: Por minha vida, diz o Senhor, diante de mim se dobrará todo joelho, e toda língua dará louvores a Deus.
Como servos de Cristo, em todos os dias e em todas as áreas da nossa vida, vivamos hoje - adorando e louvando a Deus, o que na eternidade viveremos plenamente (Fp 2.9-11; Rm 15.9-11).
Conclusão
Nós somos desafiados por Deus a reconhecermos de que cada verdadeiro cristão é um servo do Senhor Jesus Cristo, e assim deve estar comprometido com o viver agradável a Deus e aprovado pelos homens que focam o Senhorio de Cristo (14.9, 18).
Lembre-se:
A sua responsabilidade, debaixo da graça e capacitação divina é a de perseverante, e confiantemente aplicar os princípios e as verdades divinas que tens ouvido (Fp. 2.12,13; 1 Tm. 4.7-9; Tg. 1.22-27). Ao meditar nesta mensagem, pergunte-se:
* O queDeus quer transformar no meu modo de pensar e agir?
* Como eu posso colocar isso em prática na minha vida?
* Qual o primeiro passo que darei nessa direção (para que haja real transformação em minha vida)?
Conheça... Creia... Aproprie-se... E, pratique a verdade divina para que experimentes a vida plena que há em Jesus Cristo (João 10.10).
Pr. Domingos M. Alves
www.novaalianca.com
Ribeirão Preto - SP
Setembro de 2016
O Reino é do Senhor!
O Reino é do Senhor!
Homens e mulheres que não aceitam o senhorio de Deus! Donos de igrejas! Pessoas que colocam-se acima do próprio Rei! Muitos ávidos por poder e não por servir! É muito claro que, em um reinado, não pode haver mais do que um rei! Acompanhe o Salmo 22… (more…)
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