So there's this bullshit...in summary:
If you live in Arkansas PLEASE keep an eye on this and PLEASE spread awareness. This is dark ages bullshit and we can't stand for it.

#dc comics#dc#dick grayson#dc fanart#batman#tim drake#batfam#batfamily#bruce wayne

seen from Germany
seen from China
seen from United States
seen from United States
seen from United States
seen from Macao SAR China
seen from Russia

seen from United States
seen from United States
seen from United States

seen from India

seen from Canada
seen from United States
seen from United States

seen from Canada
seen from Canada
seen from China

seen from United States

seen from Canada
seen from China
So there's this bullshit...in summary:
If you live in Arkansas PLEASE keep an eye on this and PLEASE spread awareness. This is dark ages bullshit and we can't stand for it.

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
A double upload to make up for skipping last month!
Here’s the first two chapters of Machimiya (and Ibitani’s) Spare bike!!
I... Love these chapters so far. But also. What’s up with Kure Minami?! Poor kids.
Download SB 43 here~
And SB 44 Here!!!
All my completed scanlations are on this page.
Otherwise you can check the ‘raz scanlates’ tag.
Thanks!
Capítulo 43 - Reconciliação.
Eu sabia que não teria coragem de bater quando parei na porta da casa dele. Aparentemente, Alden estava lá dentro, eu podia ouvir o som do video-game que ele colocava no último quando estava chateado. Olhei pra minha mão fechada suspensa no ar, prestes a bater e a vi abaixar mais uma vez, repetindo o mesmo ato de quatro tentativas atrás. Suspirei alto e me virei, desci as escadas e parei para encarar a porta de novo. Podia ver a janela do quarto dele, aberta. Imaginei Alden jogado na cama com os cobertores grandes e macios, um controle na mão e a TV ligada. Dei as costas a casa e caminhei até a praça perto do mercadinho, me sentei em um banco e fiquei olhando pra minhas próprias pernas. Eu havia tomado um banho, trocando o curativo (usando a caixa de primeiro socorros que eu e Loria havíamos comprado), as roupas e o sapato, vestia agora um short jeans, uma regata preta e um coturno marrom. Me sentia outra pessoa depois de limpa, por isso achei que teria coragem de falar com Alden, mas ali estava eu, sozinha num banco de praça. A rua estava vazia, no playground, uma criança jogava areia na mãe e ela ria, jogando no garotinho também e em outro banco uma senhora alimentava os pombos, fora isso, mais ninguém.Por mais calor que fizesse nessa época do ano, um vento gelado me alcançou, lançando arrepios pelo meu corpo. Me levantei um pouco tonta, resultado de noites mal dormidas, sacudi a cabeça pra me livrar da sensação vertiginosa. Caminhei pela calçada totalmente sem rumo, procurando algo para me apoiar, acabei escorregando o corpo pela parede e sentando. Apoiei a cabeça nos joelhos e respirei fundo. Depois de alguns instantes de silêncio pude ouvir passos, não me incomodei, quem quisesse passaria por mim sem problemas, eu ocupava pouco espaço na calçada. - Ashy? - Os passos pararam na minha frente. Meu corpo todo gelou e um medo insano me invadiu quando reconheci a voz. Era a voz de Chuck, mas não, não podia ser. Eu esperava não ter que encontrá-lo nunca mais. Levantei minha cabeça lentamente, aflita, para me deparar com ele, me olhando como se nada de ruim tivesse acontecido entre nós. Meu coração pulou, dando um nó gigante, eu não podia acreditar, era ele, o Chuck que eu conhecia e amava. No entanto, a desconfiança era demais e tudo que eu pude fazer foi me afastar dele, me espremer contra a parede e fechar os olhos com força, torcendo que tudo fosse um pesadelo estranho. Chuck: Tá tudo bem, você pode abrir os olhos. - Ele sentou-se do meu lado na calçada, sua voz era doce. Eu o fiz, mas não consegui dizer nada. Reparei que ele tinha sentado a alguns bons centímetros de mim, e que eu fiquei ansiosa para acabar com aquela pequena distância e abraçá-lo. E então o instinto de correr, fugir daquela situação me invadiu, fazendo com que eu ficasse extremamente confusa. No fim, eu suspirei, me mantendo no lugar, eu sabia que não iria sair dali sem escutar o que ele tinha pra falar. Chuck: Sei que eu não devia ter voltado, mas em algum momento entre a saída de SP e a chegada aqui eu soube que tinha que te pedir desculpa por tudo. - Ele pousou as mãos nos joelhos. Ele vestia uma calça jeans velha e uma blusa surrada vermelha, visivelmente amarrotadas. Eu: Então você pegou o trem mesmo sem saber se me pediria desculpas? - Eu o encarei. Chuck: Não te assusta mais do que me assusta. - Ele desviou o olhar. Uma calma inacreditável me invadiu, fazendo com que eu tomasse coragem pra perguntar o que havia me perturbado durante toda a ausência de Chuck, depois do que havia acontecido naquele beco. Eu: Só me diz o porquê. - Eu olhei pra frente e encarei meus pés. - Me diz porque me beijou, porque disse que eu não poderia me apaixonar por você, porque fez aquela cena toda e depois foi embora. - Eu o ouvi suspirar, certamente procurando por onde começar. Chuck: Eu te beijei porque eu estava afim de você. - Eu não ousei virar para olhá-lo. - Não só aquele dia, eu sempre tive uma paixonite por você, com sua vinda pra cá, só se intensificou. Eu fiquei maluco sem você, perdi o controle, Ben já não me aguentava mais. Foi então que eu arrastei ele até aqui. - Ele suspirou. - Então eu perdi o controle de novo e te beijei. - Pude ver ele se mexendo desconfortavelmente pelo canto dos olhos. - Eu fui covarde, Ashy, tive medo que estivesse ficando comigo por pena, e então fui um completo idiota - Ele parou, tomando um tom triste. - ...e te machuquei. - Ele disse, com nojo. - Eu tive consciência de que tava usando muita força quando te segurei pelos braços, e que fui extremamente cruel por aquele tapa, mas não estava nem aí na hora. Acho que parte da razão pra minha fuga foi isso, eu não me reconheci. Nunca, nunca iria passar pela minha cabeça que eu te machucaria, mas eu o fiz e me arrependo cada dia da minha vida por isso. - Ele suspirou e eu me virei para ele. O encarei por alguns segundos, procurando alguma falha, algo que me dissesse pra correr, me esconder, mas tudo que eu vi foi um Chuck extremamente cansado e triste. Ele puxou a mochila para o colo, a abriu e tirou um colar lá de dentro. Eu reconhecia aquele colar, era o colar que Ben sempre usava. Chuck: Eu contei a história toda pro Ben, e ele me chutou da casa dele, só me deixou entrar quando eu mostrei a passagem pra cá e disse que viria me desculpar com você. - Ele deu um sorriso triste. - Ele pediu que eu trouxesse isso pra você. - Ele estendeu o colar até mim, que fiz uma concha com as mãos e o agarrei quando ele soltou. Eu: Você ainda não tá desculpado. - Eu suspirei. - Achei que nunca diria isso, mas não confio mais em você. Chuck: Fico feliz pelo simples fato de que você me escutou. - Ele estendeu sua mão na minha direção. Eu coloquei minha mão em cima da sua, apertando o colar de Ben entre elas como um símbolo de que nossa amizade pudesse ser salva.
Próximo Capítulo >>