𝒏𝒐𝒘 𝒘𝒆’𝒗𝒆 𝒈𝒐𝒕 𝒃𝒂𝒅 𝒃𝒍𝒐𝒐𝒅 w. @s-umner.
stuyvesant, depois de dançar mais do que seus pés aguentavam, estava desesperada para sair do aglomerado de pessoas e sentar em algum lugar. qualquer lugar. o tamanho de seu sapato impedia que ficasse mais de trinta minutos se movimentando sem sentir dores, e nem mesmo a serotonina e as substâncias ingeridas estavam conseguindo impedir. no meio do caminho, no entanto, tropeçou nos cadarços de alguém (quem, em sã consciência, vai para uma festa de tênis? ela não conseguia nem imaginar) e espirrou algumas gotas de sua tequila em alguém. “merde, merde, fuck. desculpa! sou uma idiota desastrada mesmo.” soltou um suspiro longo, desculpando-se, antes de olhar para o rosto da pessoa e reconhecer de quem se tratava. “eu retiro as desculpas, na verdade. você quem deveria pedir desculpas, não? por ter quebrado a porra do coração de ouro da melhor menina dessa escola. e ainda chamá-la de mentirosa!” a simples menção de clémentine magoada fez o sangue de isabelle ferver. era muito protetora com todos os amigos, mas era diferente com a agreste, porque vinha fazendo isso desde criança.













