
seen from Germany
seen from Pakistan
seen from United States
seen from United States

seen from United States
seen from United States

seen from Germany
seen from Australia

seen from Russia
seen from Türkiye
seen from Germany

seen from United States

seen from United States
seen from United States

seen from Singapore

seen from United Kingdom

seen from United States

seen from Syria

seen from United States

seen from United States

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
Entrada 09 28-01-24 intenção deambulações
O mundo da média-arte digital tornou-se um espaço de stanning (STalker+fAN=STAN; stanning, a obssessão e "dependência" das pessoas em relação a artistas, celebridades, um "apego" disfuncional)? Até que ponto a média-arte digital contribui para a "cultura" de standom como algo algo positivo, quando não o é? Ryan Ken - they/them/theirs, Jokes. Thoughts. Actor. TV writer (Ken, 2024) fala-nos dos EUA como tendo um grande problema, o seu primeiro produto cultural: myth making. Ao mesmo tempo, o projeto cultural número um é a America's distraction economy. Este projeto baseia-se em: fita-cola, genocídio, escravatura e preces/rezas. A reflexão e opinião de Ken surge no contexto do single Hiss, de Megan T. Stallion, que na sua análise como artista, avalia a arte de T. Stallion e vai aquém da visão redutora de uma mera faixa de diss (canção cuja letra visa atacar ou responder a ataques de outr@s artistas ou pessoas). É um testemunho de sobrevivência, chegou a ser alvejada por outro artista - tornando-se alvo de gozo, intimidação e de acusações de falso testemunho, estando a maioria das pessoas do lado do atirador. O outro artista acabou por ser condenado a 13 anos de prisão, contudo, as coisas que Stallion passou foram penosas e traumatizam. Assim, acima de tudo, o que distingue, neste caso, Hiss de mero entretenimento e posiciona como arte, é o facto de Megan Thee Stalion dizer que fez as pazes com o facto de não gostarem dela. Nas palavras de Ken (2024): I'm making peace with being disliked. Stallion faz um processo de healing através da sua arte, esta é o seu veículo espiritual. A artista mostra o dedo do meio a tod@s quando decide viver a sua vida, mesmo passando por dor, luto, altos e baixos e sobrevivendo against all odds. Será esta uma maneira de elevar a nossa forma de arte? Stanning sobrevive da vulnerabilidade e inseguranças d@s artistas: an artist insecurity is our bridge to them (...) they need us to know their own value and worth and we want to be celebrities or we want to proximities to celebrities - diz Ken sobre as pessoas que fazem parte de standom: so them staying in a state of insecurity is beneficial for our fantasy (...) as an artist, if you really love someone as artist, do you love them enough for them not to need you? Qual será o papel da comunidade artística de média-arte digital, e no geral, para a cultura de stanning, e qual o papel d@s fãs, como consumidores que, a dada altura, encaram quem adoram como objetos, propriedade, serviços/produtos que, quando são considerados pouco produtivos, recebem reclamações ad nauseum e não são merecedores de...nada?
Se nós, artistas, não nos distanciarmos da cultura de standom, passamos a unpaid employees cujos clientes ou entidades patronais não têm a mínima consideração ou empatia, diz Ken, penso eu, será que pensamos muit@s mais? Como artistas de média-arte digital, temos um papel fulcral: “with great power comes great responsibility” - Voltaire.
gospel artist and pastor apologizes for offensive remarks
[1312026989235187719/1312027470334504960]

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming