Ben’s Corkboard - feat. @princssfrog

seen from Germany
seen from Germany
seen from China

seen from France
seen from United States
seen from Brazil
seen from United Kingdom
seen from United States

seen from Russia

seen from Malaysia
seen from Malaysia
seen from China
seen from Finland
seen from United States
seen from China
seen from China

seen from Canada
seen from Australia

seen from United States
seen from China
Ben’s Corkboard - feat. @princssfrog

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
-- Foi difícil, mas aqui está, para o seu prazer magibolístico... -- Tabby abriu o zíper do saco protetor da camisa. Tinha aprendido que, com esses colecionadores, o que importava era a apresentação. Se parecia legítimo, as pessoas tinham menos necessidade de checar se era legítimo. E ela até que estava ficando boa com as etiquetas falsas e tudo o mais. -- Uma camisa de Magibol da temporada de quatro anos atrás, número 13 do Knights of Excalibur. Eu gostei de quando eles usavam o preto assim. Melhor do que agora, na minha opinião. Mas o que é que eu sei? Eu não sei a diferença de um touchdown e um throwdown.
starter fechado com @princssfrog
Pela forma como Patrick agia quando Naveen entrava em cena ou em algum assunto, não deveria ser novidade para ninguém que ele era sua celebridade favorita ali em Storydom. O homem era um gênio na música, quem poderia culpá-lo? Conseguia combinar bem os ritmos, a voz melódica parecia de um anjo... E ele era tão bonito que o Triton queria chorar às vezes quando olhava para algum pôster do cantor ou uma foto nova no bibbidi news. Então, bem, era de se esperar que @princssfrog fosse uma fonte inesgotável de artefatos raros usados pelo D'Orleans; a garota sempre lhe deixava com dúvidas na mente se queria ser filho de Naveen ou roubá-lo de vez da família. Sinceramente, não sabia qual possibilidade seria melhor no quesito ser tão fã dele. “Já aviso que não tenho muitas excals aqui comigo então você tem que pegar leve aí com o preço, acho que ultimamente você vem aumentando muito, sabia?" as letrinhas surgiram para entregar sua reclamação à Anne Marie.
starter fechado para @princssfrog
Não era mistério para ninguém que Ewan não era o maior entusiasta de Magibol. Na verdade, era bastante claro que ele era o menos entusiasmado com Magibol de todo o time, incluindo os reservas, onde se incluía. O pior de tudo, é claro, era que ele não era um mau jogador. Ele fazia tudo que era pedido dele e sua habilidade se provava bastante útil contra jogadores ofensivos do outro lado. O problema era que ele fazia apenas o que era pedido dele e era o primeiro a desistir quando não sabia o que fazer.
Quando o treino terminava, ele gostava de ser o primeiro a sair para não ficar preso arrumando os materiais de treinamento. Mas, naquele dia, quando Anne Marie trancou sua passagem, ele só pôde suspirar e se resignar. -- Já é hora para a lição de moral desse mês? É serio, Anne. Fazemos isso o tempo todo. Será que não podemos variar? Porque você não me compra um sorvete? Eu ouço melhor quando estou com um sorvete.
This is a starter for @princssfrog
Para alguém tão teimosa e persistente, a instabilidade que Alicia tinha para relacionamentos chegava a ser cômica, ela verdadeiramente não se lembrava da última vez que algum de seus relacionamentos tenha durado mais de um mês inteiro. Porém, tempo poderia ser uma coisa relativa, não é? O importante na sua concepção era se divertir e separar quando já não dava mais certo, sem essa de insistir em ficar em um barco furado. Claro, nem todos pensavam da mesma forma, mas haviam aqueles que sim e com isso ela buscava manter uma relação amigável com a maioria de seus ex, afinal, eram pessoas que ela curtia e essa era o caso de Anne Marie. Outra pra lista dos Royals que ela julgava suportáveis, um número bem seleto e em sua maioria mulheres. ❝Ei, esse é o meu casaco!❞ Exclamou assim que se aproximou da mais nova, com rapidez por conta dos patins que tinha nos pés. ❝Eu tava procurando ele semana passada, por que lembro que você jurava de pé junto que tinha me devolvido tipo o que... 3 meses atrás? Mas tudo bem, eu perdoo por que ele combinou com o resto da roupa e fica bom em você.❞ Deu de ombros, elogios em relação a moda não eram frequentes vindo da Dora, mas aconteciam as vezes com algumas pessoas bem específicas. ❝Amiga, você sabe de alguma festa que esteja pra rolar? Tô muito afim de sair, mas acho que todo mundo meio que desanimou depois do que aconteceu no jardim da ordem, aliás você tava lá? Chegou a ouvir aquele discurso ridículo?❞

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
When daylight comes | @princssfrog
Assim que viu a notícia no Bibbidi News, Ben mandou uma mensagem para Anne. Não tinham se falado desde a última interação desconfortável - para dizer o mínimo. Mas agora... Ele começou andando de um lado para o outro no apartamento, esperando por mais detalhes. Tentou se distraiu fazendo Wishees no Wisher, mas, como sempre, isso só o deixou mais zangado. Ele até chegou a tentar começar uma massa de pão, mas ela nunca pegava a consistência correta e ele acabou desistindo.
Ben ligou. Ninguém atendeu.
Talvez ele devesse deixar ela em paz. Não era o momento de ver ninguém. Se a Bread estivesse em chamas, a última coisa que Ben ia querer era ver qualquer pessoa. Mas, ao mesmo tempo, se fosse a Bread que tivesse queimado, ele sabia que ele precisaria de alguém, nem que fosse pra gritar com, para descontar sua frustração. E foi isso que o levou até o Dormitório Las Vegas e o fez bater na porta do 208, embora ninguém tivesse respondido.
Ela devia ter ido para casa. E invadir a privacidade dos D’Orleans nesse momento era algo que ele não faria. Ben voltou para o quarto e tentou dormir. Conseguiu roubar alguns minutos de sono entre discutir no Wisher e fofocar com alguns amigos. Por fim, perto do meio dia, ainda meio tonto de sono, ele viu um Wishee de Anne, que imediatamente respondeu pedindo que ela olhasse suas mensagens, onde ele prometia que iria onde ela estivesse.
Ela visualizou e digitou por algum tempo antes de responder estou em casa. Não era um convite, mas também não era uma negativa. Era tudo que ele precisava. Se ela não deixasse ele passar da porta, tudo bem. Ele ia se sentar nos degraus e esperar.
---
O portal o levou rapidamente até a área de mansões onde a casa dos D’Orleans ficava. Tinha estado lá recentemente para tomar café com Beau e ainda se lembrava do caminho. O público tinha sido rápido e já havia cartões e ursos de pelúcia, cartas longas e fotos hot para confortar Tiana e Naveen pela sua perda.
Se sentindo meio ridículo, Ben bateu à porta. O funcionário que abriu a porta parecia prestes a enxotá-lo dali como mais um fã ou jornalista, mas ele conseguiu explicar que tinha vindo ver Anne e perguntar se ela estava aceitando visitas. O funcionário pareceu um tanto contrariado, mas o deixou entrar. -- Srta. D’Orleans não saiu do quarto o dia todo. -- Ele sussurrou no caminho escadas acima em tom conspiratório. -- Sr. e Sra. D’Orleans ainda não chegaram. Por favor, avise a Srta. Anne Marie que o almoço está pronto para ela quando ela quiser.
Ben assentiu e o funcionário lhe indicou a porta. Respirando fundo, ele bateu duas vezes antes de abrir a porta e espiar o lado de dentro. -- Oi. -- Ele disse, sentindo-se como um invasor nesse espaço. -- Me deixaram entrar. -- Ele apontou para o corredor, percebendo que não pegara o nome do funcionário. -- Eu vim para... -- Te consolar? Te fazer companhia? Me humilhar? Qualquer opção parecia válida àquela altura, mas nenhuma era exatamente correta. -- Eu não queria que você ficasse sozinha.
A exemplo do Baile de Sangue, Ben e Anne tinham combinado de se encontrar logo antes da valsa e tinham se dedicado a explorar o local e o evento. De vez em quando, ele a via de longe entrando por um corredor ou falando com alguns dos colegas deles. Eles tinham até se cruzado algumas vezes durante o evento, momentos em que tinham conversado brevemente - e, em um deles, tinham se beijado por uns minutos atrás de uma estátua de humano petrificado.
Finalmente, porém, os casais estavam se encontrando para a valsa e eles se encontraram também, no meio da pista de dança. Ele estendeu a mão para pegar a dela, levando-a até os lábios. -- Oi. Senti sua falta.
Ele não sabia que era uma coisa boba de se dizer quando eles tinham literalmente se beijado duas horas atrás. -- Como é que foi a sua noite até aqui? -- Embora só houvesse música ambiente, ele a rodou uma vez antes de voltar a se concentrar na conversa. Gostava de ter a liberdade de poder fazer esse tipo de coisa. Descobrira que conseguia ser bastante criativo com os seus carinhos. -- Acho que eu assustei uns Nova-Iorquinhos. Não foi fácil. Mas pelo menos não fiquei preso no mundo non-maj para sempre.
starter fechado com @princssfrog
Somewhere in the crowd there’s you | starter fechado com @princssfrog
Ben não sabia quanto tempo ele estava encolhido contra uma tenda, esperando que o movimento passasse um pouco para que ele pudesse levantar sem ser derrubado novamente. A dor dos pisões e chutes acidentais que tinha levado - minutos? horas? - antes vinha de todos os lados, pontadas afiadas contra a pele clara. Seu cérebro estava preso em um looping de preciso sair, não posso sair, preciso sair, não posso sair.
Só aí que ele a viu. Como se as nuvens tivessem se partido e um único raio de sol descido de cima, um holofote direto. É assim que ele se lembraria, embora a realidade não fosse tão dramática assim. Anne, algumas tendas de distância, correndo na direção dele - ou pelo menos, por um percurso que passaria por ele. Ele sentiu lágrimas subirem as olhos e estendeu a mão para cima, para ela.
-- Anne! -- Ele chamou, a mão dele encontrando a dela e usando seu puxão para se levantar. Os músculos doloridos demoraram a alcançar o ritmo que ela vinha correndo, mas ele se manteve próximo mesmo assim. -- Eu vou onde você for. Só não me deixa sozinho.
Foi tudo que ele conseguiu dizer. À essa altura, os defensores já estavam mais organizados. Eles estavam empurrando grupos de alunos na direção da academia, ladrando as ordens para que fossem para os dormitórios. Ben nem acreditou quando os pés alcançaram a areia e a multidão rareou e de repente, eles estavam no mesmo castelo em que viviam. Como se nada tivesse mudado, como se eles pudessem apenas ir para o quarto.
Ele tinha consciência de que deveria dizer alguma coisa. De que estava tremendo e provavelmente deveria dizer alguma coisa para tranquilizar Anne. Mas tudo que conseguia fazer era continuar andando - quem estava liderando, se era ele ou ela, ele não fazia ideia - e olhar para trás para se provar que não tinha imaginado tudo que tinha acontecido. A pedra da academia fazia o mesmo som de sempre, mesmo nos sapatos incomuns da fantasia. Sua mente entrou em outra espiral até que ele percebeu que eles tinham parado no meio do caminho entre os dormitórios dos dois. Bénigne percebeu que talvez tivesse ignorado alguma pergunta e que Anne estava esperando uma resposta.
-- Eu não quero ir para o dormitório. Me leva com você. Quero ficar com você. -- Ele entrelaçou os dedos dos dois, traçando círculos inquietos na parte de trás da mão dela. A mera ideia de ficar em um quarto fechado sozinho era arrepiante. Mais instintivamente do que conscientemente, ele levou a mão dele até os lábios e fechou os olhos, inspirando o mesmo aroma da sua vela do amor verdadeiro. -- Deixa eu ficar com você.