@technicolor-laura
“i wonder what she’d think of all this. . . all this spectacle.”
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@technicolor-laura
“i wonder what she’d think of all this. . . all this spectacle.”

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
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@thecreatvre
“Ugh, god, how many tissues am I going to go through today?”
𝗙𝗢𝗥𝗘𝗦𝗧 𝗩𝗘𝗡𝗚𝗘𝗔𝗡𝗖𝗘
ㅤㅤDepois do último fim de semana caótico, nada em mim desconfiava que esse seguiria o mesmo rumo. Afinal, a semana foi incrível, me diverti bastante com Yumin dançando e andando de bicicleta por ai. Ela era como uma brisa fresca para esse começo de verão. E não sei o motivo, meus pensamentos acabavam hora ou outra sendo puxados até a norte coreana, lembrando da forma que os olhos dela ficavam em meias luas quando sorria, iguaizinhos aos meus, ou por exemplo me perguntando o que ela estaria fazendo naquele momento em que eu tentava estudar.
ㅤㅤA minha concentração já era difícil e tudo só piorou quando o ruído familiar de televisão fora de conexão explodiu na minha cabeça. Aquilo acontecia quando os espíritos queriam falar comigo. Ou seja, não tinham hora e nem dia marcado, eles apenas apareciam quando lhes dava na telha ou quando queriam me irritar. Por sorte eu até que sou muito paciência.
ㅤㅤ“O que foi, CARALHO?” Minha daemon corvejou, irritada e impaciente, no lugar que descansava lá na varanda. Ela não gostava muito de ter o sono interrompido pelos mortos. — Enya, shhhh, deixa que eu cuido disso! — Descansei a caneta e me virei na direção do som, imediatamente me deparando com silhuetas cinzentas e esbranquiçadas flutuando no meu quarto. Nenhuma delas tinha a aparência realmente visível, mas seu eu me concentrasse o suficiente ainda conseguia distinguir alguns contornos de feições e membros corporais. Me comuniquei com elas, questionando sobre o que queriam de mim naquela tarde. A resposta foi uma onda gelada, pois todas vieram de uma vez para cima de mim com suas presenças fantasmagóricas, como se me pedindo para segui-las. E assim o fiz.
ㅤㅤAcabei na varanda do meu quarto, rodeado por aquela névoa que só eu e Enya podíamos ver; até que uma abertura surgiu e foi aumentando, como se as almas me apontassem para onde olhar. Vendo através desse ciclo reconheci O Forte Dourado. Bem na frente do edifício, brotava do chão uma criatura semelhante a uma árvore imensa, mas que tinha um rosto, mãos e pés. Imediatamente cogitei se tratar de um antigo Ente, dado as descrições dos livros que já li a respeito dessa espécie. Aquilo era incrível e eu precisava ver mais de perto.
ㅤㅤPulei na abertura, seguido por Enya e as almas, assim nos transportamos todos para fora do meu quarto até o local d'O Forte. Me escondi atrás do prédio vizinho, encolhido e inclinado em um dos seus cantos para dar uma melhor olhada no Ente. Só que, quando a criatura falou, sua voz grave me arrepiou por inteiro. Era como o ruído de milhares de galhos e plantas sendo movidas juntas pelo vento. As palavras do Ente carregavam avisos e ameaças, mas acima de tudo algo que as entidades da natureza julgavam como “justiça” pelo recente incêndio na floresta sagrada.
ㅤㅤ— Isso é loucura! O mundo não deve sofrer por causa das ações de um homem.— Desabafei, sentindo o coração acelerar em preocupação sobre o futuro daquilo tudo. “Noah está morto!” ouvi o sussurro em minha orelha esquerda, logo em seguida uma voz diferente disse na direita “Quem o matou?”. Aquilo era demais, estava quase tão ruim quanto o último fim de semana. Entretanto, se tratando de uma morte não natural como os espíritos me diziam ser, era meu dever como protegido de Mors tentar descobrir algo.
ㅤㅤEu precisava investigar!
ㅤㅤCertifiquei que carregava a pequena caderneta e caneta de emergência no bolso do jeans antes de me afastar do centro com cautela. Gostava de anotar as coisas que via para dar mais atenção e não esquecer depois, aquilo me ajudava. No caminho, notei dezenas de Entes andando calmamente pelos terrenos da Academia e respirei aliviado, afinal eles não era conhecidos por serem criaturas agressivas. Certo? Estava admirando um deles quando alguém esbarrou em mim. Era Junho.
ㅤㅤAssim como o duque parece ter esquecido, ou preferido esquecer, sobre as danças esquisitas dele na festa de ontem, eu segui o ritmo e não comentei sobre isso. Apenas puxei conversa sobre o que acontecia por ali e descobri que ele também estava curioso para saber mais, então o convidei para se juntar a mim. As almas ao meu redor soltaram ruídos aleatórios e entre eles reconheci essas palavras: submundo & círculo de fogo. Perguntei ao coreano se aquilo tinha algum significado para ele, então ao que me disse sim, nós logo já sabíamos por onde começar a nossa investigação.
ㅤㅤUm amigo do duque acabou se juntando a nós, seu nome era Haoran. Ele tinha uma aparência e aura singulares. Era um pouco assustador, mas interessante. Após as devidas apresentações, seguimos sutilmente até uma das entradas do submundo.
ㅤㅤJustamente quando eu achei que nada de mais estranho poderia acontecer naquela tarde, encontramos alguém com uma fantasia de Sherlock Holmes no caminho. Era Azir, que parecia ter encontrado alguma pista em uma entrada de formigueiro ou estava completamente perdido. — Azir? — Chamei um pouco confuso, mas sentindo minhas bochechas esquentarem quando o garoto se virou em minha direção, pois imediatamente me lembrei do que tínhamos feito na noite passada. Eu nunca havia beijado um menino, mas Azir era um cara legal e, quando ele me pediu, eu me tornei incapaz de dizer não. Foi estranho, muito estranho. Acho que a culpa foi minha por não estar tão confortável quanto ele, enfim… não precisava pensar sobre isso agora.
ㅤㅤO cosplay de Sherlock se uniu ao nosso trio e por alguma razão eu sentia estar fazendo parte da turma do Scooby Doo. Esperava que eu ao menos fosse a Velma.
ㅤㅤAssim que chegamos no Círculo de Fogo eu tive vontade de dar as costas e sair. O lugar era escuro, gorduroso e muito fedido. Todos ali, exceto por nós, pareciam mal encarados e eu não conhecia um ser vivo que frequentava o lugar. Porém, Junho reconheceu um Australiano chamado Rayleigh, que segundo ele tinha uma inimizade com Noah. Nos aproximamos dele, mas acho que os outros foram um pouco invasivos demais já chegando com tantas perguntas e pedras na mão, o que claramente não agradou o príncipe e as coisas não demoraram a esquentar. Ray ficou agressivo e isso parecia um imã para os outros encrenqueiros dali, pois logo todos nos olhavam com fogo nos olhos. "Seus bundões fedidos!" Enya grasnou alto, não ajudando em nada. A última coisa que eu fiz foi agarrar o bico dela e sair correndo dali atrás dos outros.
ㅤㅤNão tínhamos conseguido nenhuma informação útil para a investigação da morte de Noah, apenas mais suspeitas. Porém, ao menos ainda estávamos vivos e inteiros. Só isso já era bom e me deixava feliz por hora.
@callededie
“you did all that you could. sometimes things like this just happen.”
@addy-venture
“look at all these wreaths and bouquets. it’s like they stripped a whole field of it’s flowers. i hope no one here has bad allergies.”

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@callededie
“i kept looking for her, you know? i searched and searched. but it was like she disappeared.”