Repare na metáfora bordada no cortejo Teu nome nos Campos ElÃsios Eternamente flora, dividindo odes Com canários e beija-flores de origami Parem os tambores Senhora dividade, espere um segundo Enquanto minha oferenda és requentada em banho-maria Ofertarei-lhe o melhor do aço solvido aos ossos do passado O lábio seco sob o metal franzido Era a prova dos outros nove O vale da morte mudara de endereço Atendendo em horário de almoço Eu clamo por ti, Nos termos boêmios Onde dividÃamos lençóis E fabricávamos o sigilo da fome Amor idiota que amo Enforca-me nota por nota Em cada novo verso escrito Pondo aspas e e reticências nas feridas O sexo da santa faz menção Ao sexo de auto reconciliação Dentro da lÃngua do primeiro Narciso Vide videiras rasteiras sangrando o vinho... Declamação fatal ao colibri Confetes sob ouroboros Borrando a já enferma miopia Rasgando pupilas no banquete Diga-me Sérgio Em qual dobra de rugas, Perdera o meu amor lisérgico Seria nas convenções carnavalescas dos homens ingleses?
Amor Lisérgico, Pierrot RuivoÂ













