ocd typical behaviour? I hardly know ‘er

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Oh cool, the crushing weight of my mental illness manifesting while I'm trying to help a customer. Maybe this time my anxiety is right and I have ruined everything and violently cussed out this nice woman without noticing or provoking even the mildest reaction, or maybe its just a stupid little voice that won't SHUT THE FUCK UP
NOME: Francis de’ Medici Valois.
IDADE: 28 anos.
GÊNERO: Cisgênero masculino.
CARGO: Professor de Estatística na Universidade Valhalla.
IRMANDADE: Diretor da Omega Chi Delta.
EXTRACURRICULARES: -
DIVINDADE: Loki (mitologia nórdica).
FACES CLAIM: Toby Regbo.
+ GOSTOS: Frio, vinho, mulheres, viagens, répteis e França.
- DESGOSTOS: Calor, gritos, ironia da parte dos outros para com ele, estupidez, felinos e ingleses.
❝ biografia ❞
Traição vem do latim traditione, mentira é um termo com origem no latim mentionica e ambos são sinônimos usados para se referir a entrega de alguma coisa que pode prejudicar alguém; a incapacidade de ser fiel a uma única pessoa ou a seus valores. O conceito implica em caráter tal como em ter a confiança do outro. Existem vários tipos de traições, contra o coração, a família, a nação. Algumas traições são vistas como necessárias, mas tal fato não significa necessariamente que serão perdoadas.
Aimeé e Louis Chevalier costumavam ser um casal feliz. Namoravam desde o colégio, e acabaram se casando, não porque havia amor, mas por estarem acostumados um com a presença do outro. Contudo, a falta de tal sentimento, não parecia atrapalhar o casal. Ao menos não até Aimeé escorregar em gelo fino e se apaixonar por outro homem. A gravidez inesperada fez com que a francesa se afastasse do marido, passando então os nove meses de gestação sozinha. Culpava a criança pelas consequências de seus atos, esperando apenas que o garotinho de cabelos dourados coroasse ao mundo para se livrar do pequeno embrulho azul, se livrar do resultado de sua traição. E foi assim que o garotinho parou na porta dos Valois.
Quando Thierry olhou para o bebe de grandes olhos verdes e cabelos loiros, ele já sabia que aquela criança mudaria tudo. E não era só bajulação, era a pura verdade. Ele sabia que o garotinho de cabelo de ouro mudaria suas vidas, seus pensamentos e até seus corações. Até tentou protestar com Eloise de que não poderiam ficar com ele, mas era véspera de Natal, e o embrulho azul havia choramingado na porta deles. Se não era um milagre dos deuses, o que mais poderia ser? E foi pensando assim que Eloise o batizou de Francis, lhe dando o nome dos Valois junto com todo amor, carinho e atenção que todo filho precisa. Para ela não importava se ele havia ou não sido gerado em seu ventre, o que importava era que ele era seu. Tendo seus desejos concedidos pela mãe, foi assim que Francis foi crescendo. Aprendeu de tudo, música, guerra, arte, francês. Mas ele seguia ignorando o que não achava necessário e absorvendo sobre as artes da manipulação. Algumas pessoas diziam que tudo mudaria com a vinda de Pierre, pobres inocentes, estavam muito enganados. Para falar a verdade tudo isso só piorou com o nascimento do irmão sete anos mais novo. Thierry parecia só oferecer atenção ao legítimo, e Francis parecia batalhar pela atenção da mãe. Foi então que as brincadeiras que costumava fazer enquanto corria pelos corredores se tornaram mais intensas, e até perigosas.
Francis não gostava da ideia de dividir. Fosse a atenção da mãe, ou o olhar de ordem do pai. Ele não gostava. Mesmo sendo um bastardo ele havia chego primeiro, e imaginava ter seus direitos. Foi quando tudo aconteceu. O garoto tinha apenas dez anos quando sujou as mãos de sangue pela primeira vez, acidentalmente derrubando o pequeno Pierre da escada. Ele não queria ter feito aquilo, tanto que agradeceu quando o irmão voltou para casa após algumas semanas, mas para ele parecia a solução mais simples para deus problemas, que aumentaram quando Pierre voltou. O mais velho fora deixado ainda mais de lado, tachado como culpado e sendo esquecido, afinal, o caçula precisava de cuidados especiais. E assim tudo seguiu, Francis aprontando, sendo chamada a sua atenção, mas esquecendo-se das consequências de seus atos. Não importavam os meios, mas sim os finais. Era o que dizia como justificativa de ações com caráter questionável.
Os anos foram passando, se arrastando, até Francis completar os seus tão sonhados dezoito anos. Era um homem, não tão honrado, mas ainda sim um homem. Haviam comemorado com uma grande festa na mansão Valois, contudo, nem todo mar é de rosas, se me permitem o trocadilho, alguns são verdadeiros mares de monstras. E bastou soar a vigésima quarta badalada para o caos se instalar em toda a França. O filho ilegítimo, e aniversariante, começou um discurso onde expunha as verdades atrás da riqueza Valois; e buscando se defender ou apenas cala-lo, Thierry partiu para cima dele, deixando as mãos de Francis ainda mais sujas com o sangue da família. O filho mais velho esgueirou-se do ataque do pai, ignorando até mesmo as súplicas da mãe quando partiu em direção ao mais velho com uma faca de jantar empunhada, contudo não esperava que o outro ainda o atacasse, e só parou quando o corpo de Thierry cedeu ao chão.
Na manhã seguinte ao incidente o garoto recebeu auxilio de Eloise para deixar a França, mas deveria ser para sempre. Concordou, por mais que não desejasse. Seu coração estava acelerado e todos os outros ficaram para trás quando ele se viu há milhares de quilômetros da terra natal. Fez de Londres sua nova morada, afinal, crianças descolada fazem do local onde estão uma felicidade. Entretanto, até a criança mais descolada pode se sentir um pouco deslocada. E não demorou muito para que Francis se entregasse ao vício, nadando de mãos atadas no álcool. A sobriedade vez ou outra o acompanhava, e foi em uma dessas vezes que ele a conheceu, em uma festa de um amigo em comum. Uma garota tão jovem e querendo se casar, foi quando Francis fez o segundo discurso de sua vida, contando verdades que ele conhecia sobre o amor e o casamento, e dizendo que o que ela buscava era maior que tudo aquilo.
Certamente sentiu-se atraído pela garota, e nos meses que se seguiram buscava comparecer a festas de amigos em comum, na esperança de encontrá-la. Mas na noite do segundo encontro, Francis não estava acompanhado da sobriedade. Seu riso era exagerado, seu desejo por bebida ainda mais, e não se surpreendeu quando não conseguiu ir embora sozinho. Contudo, surpreendeu-se na manhã seguinte, ao acordar com ela. A inocência misturada com o poder de manipulação de Elphaba o atraía. E assim os encontros foram se repetindo, cada vez com mais frequência. Festa seguida de festa, e então cafés, quartos. Fora quando Francis a teve na palma das mãos, não apenas no sentido metafórico da expressão.
O destino continuou os seguindo quando ela entrou para faculdade e ele virou professor. Os encontros eram diários, por mais que o Valois dissesse a si mesmo que era apenas um “rolo casual”. Entretanto, mesmo estando dormindo com metade da instituição, o sentimento para com a Campbell era diferente. Claro que tudo mudou quando ele decidiu se abrir, quando ele disse a ela que não poderia ser fiel, mas que a queria apenas para si, e em um ato talvez impulsivo a pediu em casamento. Tendo ela de branco à sua frente, dentro de uma igreja, ele prometeu fidelidade, mesmo quebrando o voto pouco tempo depois. Mas, mesmo não sabendo, a culpa não era sua, afinal, a traição estava em seu sangue. Bem vindo a história de Francis de’ Medici Valois…Este é o ponto que ela termina, por enquanto.
❝ Características ❞
+ Persistente, focado, protetor, inteligente e galanteador.
- Mentiroso, sádico, egoísta, infiel, manipulador, impulsivo e arrogante.
❝Poderes ❞
Clarividência : Capacidade de obter informações sobre um objeto, pessoa, localização física de eventos que aconteceram, estão acontecendo, ou vão acontecer. Estas informações aparecem para Francis através de visões ou sonhos, não sendo algo que o homem possui muito controle ou entenda perfeitamente.
NOME: Heath Sutcliff.
IDADE: 20 anos
GÊNERO: Cisgênero masculino.
CURSO: Medicina na Universidade Valhalla.
IRMANDADE: Omega Chi Delta.
EXTRACURRICULARES: Atletismo e Fotografia
DIVINDADE: Hermes (mitologia grega).
FACE CLAIM: -
+ GOSTOS: Mapas, moedas estrangeiras, artesanato indiano, Discovery Channel, catálogo de carros antigos.
+ DESGOSTOS: Stand-up comedy, mapas políticos, violência, psicólogos, comida de postos de gasolina.
❝ biografia ❞
Quando tinha seis anos, Heath e seu pai iniciaram um projeto na garagem durante as férias de verão. Era um carro incrível, que poderia abrigar a família e suas malas, no qual poderiam cruzar o estado e conhecer os pontos mais afastados, passando pelas atrações de estrada mais esdruxulas possíveis. Mesmo com tão pouca idade, Heath se apaixonou pela ideia de conhecer e explorar, sair e saber mais. Sendo uma criança curiosa, não se contentava com a pouca informação que lhe era dada pela vizinhança de Olympia, tranquila demais. Quando começou a ver os documentários na televisão sobre outros países e culturas, seus interesses se expandiram, e em algum momento passou a sentir-se preso naquele pequeno pedaço de terra. Viajar com a família seria a oportunidade perfeita para aliviar essa tensão no peito.
Anos depois, ao completar doze, ele e seu pai conseguiram finalmente finalizar o projeto na garagem. Todavia, algumas semanas antes de iniciarem a viagem, sua mãe cometeu suicídio. Chegando da escola, encontrou o pai chorando sobre o cadáver da esposa, ainda com a marca da corda ao redor do pescoço. Heath permaneceu paralisado no umbral da porta por muito tempo, em choque, sem pensamentos que fizessem sentido, apenas observando e tentando absorver a cena com os olhos vidrados. O pai o retirou dali após se recompor, abraçando o filho como nunca havia feito antes, dizendo que o amava. Eles leram juntos a carta que a mulher deixou grudada na geladeira, falando sobre o câncer maligno descoberto em seu cérebro há alguns dias. Não desejava estender o sofrimento da família por muito tempo, visando que não possuíam dinheiro suficiente para qualquer forma de tratamento ou cirurgia.
Foram necessários anos para que Heath e seu pai voltassem a viver normalmente em família. Agora solitários, decidiram viajar por conta própria o quanto antes, mudar de ares, sair daquela cidade. Entraram no carro apenas com a roupa do corpo, trancaram a casa e deixaram a chave para o vizinho. Por anos, os Sutcliff desbravaram os cinquenta estados do país, nem sempre em seu carro, já que o patriarca da família nunca foi um mecânico muito bom: coube ao filho aprender um pouco disso para auxiliar durante as panes no motor, além de desenvolver fluência em espanhol para se comunicar com alguns hispânicos encontrados no caminho, com quem sempre acabava criando amizade. Por cada pedaço de terra que passavam, na verdade, Heath aprendia um pouco mais e desenvolvia amor por uma nova língua e cultura. Houve aquela prostituta francesa, a drag queen dinamarquesa, um brasileiro que era caixa do posto de gasolina, e até o policial mexicano com quem ainda hoje troca mensagens de feliz aniversário no Facebook. Foi bom o suficiente para esquecerem a tragédia de suas vidas por algum tempo.
Voltando para casa, ainda na estrada, Heath marcou uma prova na Tríade Godness, tentando uma vaga para a faculdade que iniciaria no ano seguinte após algum tempo parado. Ele foi rapidamente aceito, por mais que não tenha sido o melhor, e entrou no curso de medicina com muitas histórias para contar e inúmeros boatos espalhados pela vizinhança sobre os dois Sutcliff malucos que deixaram tudo para trás em busca do sonho de conquistar as estradas. Heath, com muito prazer, sentava-se no pátio e falava sobre a viagem, também aproveitando para inserir em sua lista nomes de países que ainda iria visitar no futuro.
❝ psicológico ❞
ESPERTO → Na estrada por tantos anos, Heath desenvolveu jogo de cintura suficiente para sair de qualquer situação. Ele é bastante diplomático, mas pode facilmente ser manipulador se o caso exigir. Aprendeu alguns truques com um ilusionista de New Orleans e eles servem para ludibriar e atrair a atenção das pessoas quando seus planos acabam indo por água a baixo. Sorte, porém, que Heath sempre tem um plano B, C, D, E...
CRIATIVO → Heath tem umas histórias cabeludas nas quais teve até de utilizar alguns truques de um ladrão português que conheceu em Louisiana, fora aquela vez em que teve que se maquiar com algumas artistas de circo chinesas para conseguir escapar de um traficante de drogas venezuelano que havia o confundido com um devedor. Ou seja, criatividade nunca foi algo que faltou na mente do jovem Sutcliff. Aliada com sua lábia, a imaginação fértil pode fazê-lo atingir grandes objetivos.
COMUNICATIVO → No campus corre o ditado de que Heath é a alma das festas, por mais que Dylan Reed provoque êxtase geral com uma simples aparição no mezanino. Mas Heath? Com seu bom humor e piadas, ele pode montar uma festa em qualquer lugar. Agitado e cheio de energia, sempre disposto a incluir os excluídos e tímidos que ficam no canto, por mais esquisitos que sejam, é comum que seja amigo de todo amigo. Se alguém disser que não gosta de Heath Sutcliff, provavelmente é porque não o conhece o suficiente.
❝ poderes ❞
LINGUAGENS → A forma como sempre conseguia se comunicar com extrema facilidade, mesmo com as pessoas que falavam línguas que nunca ouviu antes, sempre foi estranha. Aprendê-las também foi muito fácil, acontecendo com rapidez surpreendente. Mas Heath atribuiu a capacidade ao seu incrível carisma antes de qualquer coisa.
NOME: Aleksander Górski.
IDADE: À escolha do player. Sugerimos um espectro de 20-25 anos.
GÊNERO: Cisgênero masculino.
CURSO: Música na Universidade Valhalla.
IRMANDADE: Omega Chi Delta.
DIVINDADE: Apolo (mitologia grega).
FACES SUGERIDAS: Darren Criss, Matthew Daddario, Jacob Artist, Aaron Taylor-Johnson, Tyler Posey, Jack Kilmer.
+ GOSTOS: Fogos de artifício, coisas brilhantes, flertar, poesia, terapia musical.
+ DESGOSTOS: Noites chuvosas, chapéis de abas largas, tarefas domésticas, Rússia, inverno.

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NOME: Zanchi Canetti.
IDADE: 25 anos
GÊNERO: Cisgênero masculino.
CURSO: Administração na Universidade Valhalla.
IRMANDADE: Omega Chi Delta.
EXTRACURRICULARES: Tutoragem, Capitão do Time de Futebol Americano, Clube de Debate
DIVINDADE: Zeus (mitologia grega).
FACE CLAIM: Jack O’ Connell.
+ GOSTOS: Scarlett Johansson, tempestades, águias, aviões, dançar.
+ DESGOSTOS: Ciúmes, James Buchanan, ser ignorado, pessoas grudentas, fofoca.
❝ biografia ❞
Zanchi nasceu em berço de ouro, mimado desde bebê, com todos os luxos que uma criança poderia querer. Na mansão onde morava com os pais, haviam empregados para fazer tudo pelo primogênito Canetti, e todos esperavam que logo viesse outra criança, mas Ravenna ficou estéril após o nascimento do primeiro e único filho. Isso fez com que o suposto amor que Cesare sentia por ela fosse esquecido com facilidade, e a vida em família tornou-se um inferno. Cesare retomou seu cargo como diretor do Grupo Godness, mas Ravenna estava chocada demais para trabalhar novamente, e desenvolveu um tipo de amor materno super protetor, não querendo afastar-se de seu filho por um único momento sequer.
Zanchi, porém, nunca sofreu com a família desestruturada. Ele era o centro das atenções. Mesmo que os pais brigassem, ele poderia fazê-los parar com uma simples palavra ou com uma interpretação de choro bem feita. Ou então poderia apenas trancar-se no quarto, esquecer que o mundo existia e sonhar com seu próprio universo, ignorando os gritos lá fora. Vivendo em um dos mais nobres bairros de Roma, nunca era permitido que saísse para além dos muros de sua mansão, mas logo descobriu um jeito de fazê-lo sem que ninguém descobrisse. Achou três ou quatro crianças com quem brincar, mas logo se zangou com elas, pois as mesmas tinham a irritante mania de dividir o comando das brincadeiras. Acostumado a sempre mandar em tudo e todos, sempre queria ser o líder, mas com aquelas crianças era diferente. Mesmo que ordenasse, fizesse cenas para chamar a atenção ou as ameaçasse, não conseguia nada além de risadas. Foi assim que ele descobriu que, ao contrário do que pensava, o mundo não se curvava aos seus pés pra obedecer todas as suas ordens passivamente. Para muitos poderia parecer besteira, mas para Zanchi foi um choque, tanto que seus pais acabaram decidindo se mudar para longe da cidade, uma casa tão grande quanto aquela em que moravam antes, mas num local mais calmo e agradável, no qual seu filho não tivesse contato com outras crianças — pois, segundo Ravenna, elas faziam muito mal a ele.
Porém, Zanchi mal sabia que sua vida iria virar de cabeça para baixo. Aos nove anos, seus pais resolveram adotar outras crianças, e assim ele foi apresentado à Henrique e Pietro. Ele não gostou dos dois logo de cara, insistindo para que aquelas crianças estranhas fossem embora, atirando vasos no pai e gritando com a mãe. Mas Cesare já estava farto daquele filho mimado e birrento, por isso decidiu pô-lo de castigo, e o garoto foi impedido de sair do quarto por duas semanas. Ele não poderia ver televisão, mexer no computador, jogar videogame ou falar com ninguém. No início pensou que se não comesse nada e preocupasse os pais, sua mãe poderia se compadecer e tirá-lo dali, mas isso não aconteceu, apenas servindo para deixá-lo mais fraco. Ele teve a sensação de ter passado séculos dentro daquele cômodo, com nada para fazer exceto ler seus chatos livros sobre geografia. Quando saiu, culpou os dois novos irmãos por causa disso, e decidiu que fazer da vida deles um inferno seria uma tarefa muito divertida.
Todas as atenções foram voltadas para Henrique após este evento. Zanchi começou a brigar com o garoto, mas ele mal lhe dava bola, lhe deixando falando sozinho quando começava a provocá-lo. O primogênito Canetti apenas conseguiu realmente trocar alguns socos com o mesmo quando bateu em seu irmão mais novo, Pietro. A partir desse momento, as brigas na família passaram a ser mais frequentes, principalmente entre os dois. Era comum que rolassem pelo chão em meio a chutes e palavrões, mesmo sendo apenas crianças desajeitadas, e acabavam sempre com olhos roxos ou algum ferimento mais grave. Zanchi ficava cada vez mais rancoroso e invejoso, e isso piorou quando foram para Corbenic e começaram a estudar juntos (até ali, tinham cursado o ensino fundamental em escolas separadas).
Nos anos seguintes, Zanchi virou o rei da escola, tanto por ser filho do diretor quanto por ser extremamente popular pela lábia infindável. A partir do primeiro ano, passou a dilacerar os corações das garotas, e logo já estava promovendo as melhores festas sem nunca ser pego. Virou monitor e não demorou para assumir o posto de presidente de sua fraternidade, por ser um “aluno modelo”, embora muitos dissessem que isso se devia ao fato de seu pai ser quem era — até mesmo a Acidulante anunciava isso aos seus leitores. Acabou se tornando o pesadelo de todos os alunos, e o sonho de todas as garotas, embora já estivesse namorando Helena McFadden — mas todos sabiam o quão infiel Zanchi era. Ao entrar na faculdade, nada mudou. Escolheu um curso que seu pai já manifestara interesse por, querendo destacar-se mais do que Henrique, mas não obteve nenhum êxito na tarefa. Em seu segundo ano de faculdade, está decidido a provocar a fúria do pai como nunca provocou antes, chamando sua atenção para si mais uma vez, finalmente.
❝ psicológico ❞
GALANTEADOR → Um sorriso extremamente branco e olhos claros são toda a munição que Zanchi precisa. Ele é naturalmente charmoso e sabe exatamente as reações que tem de obter de todas as garotas com quem flerta, assim como também sabe o que tem de fazer para conquistar todas elas. Costuma apostar com seus amigos durante as festas para verem quantos números de telefone conseguem até o final das mesmas, e Zanchi geralmente ganha com apenas algumas palavras doces ditas ao pé do ouvido.
PERSISTENTE → Sua persistência foi usada para conseguir a maioria das coisas quando era mais novo. Para ele, era difícil entender que muitas vezes teria que abrir mão de algumas coisas que queria, por isso insistia, insistia e insistia até irritar alguém e esta mesma pessoa ceder-lhe o que queria. Fosse o que fosse: uma garota bonita, alguma peça de roupa nova na loja, ou uma chance de trocar qualquer coisa por algo melhor, Zanchi não se importa com quanto tempo tem que gastar para convencer a pessoa, ou com quantas vezes tem que tentar até obter o que quer. Quando Zanchi quer algo, nada irá pará-lo até que o mesmo tenha conseguido obtê-la.
CONFIANTE → Se existe algo a que Zanchi não está familiarizado é a incerteza. Ele acredita em suas próprias habilidades e sabe como usá-las para ter vantagem em situações difíceis. Zanchi inspira confiança e respeito quando anda, tanto por sua boa aparência e postura quanto por seu sobrenome. Foi essa mesma confiança que lhe garantiu tanto carisma e simpatia para conquistar todos à sua volta e fazê-los acreditar que é um verdadeiro príncipe, quando na verdade não passa de mais um babaca. Sabe exatamente o que fazer em qualquer situação, e quando não sabe, finge que sabe. Para ele, falhas e erros são apenas desafios temporários — e ele está sempre disposto a um desafio.
❝ poderes ❞
ENCANTAMENTO → Inspirando confiança em todos ao seu redor, por ruim que seja a personalidade de Zanchi, é muito fácil tornar-se fã dele. Um líder carismático, que sabe exatamente como lidar com as pessoas e manipulá-las para atingir os objetivos que deseja: seja pelas palavras bem escolhidas ou pelo sorriso brilhante, ele sempre acabará conquistando alguns milhares de admiradores por onde passa. Poucas pessoas possuem resistência aos discursos inconfundíveis do rapaz, que reconhece e utiliza seu poder com excelência — mas, ainda assim, nunca foi capaz de identificar sua natureza sobrenatural.
a letter to death