— take care, nicholas wang.
avisos. dirty talk, masturbação masculina, relacionamento estabelecido, nicho x op gordinha. te amo, lalau @redtearsheart ❤️
“Ah, amor! Eu tô todo queimado... Tá ardendo 'pra caralho.”, Nicho reclamou, tirando com o maior cuidado do mundo sua camiseta.
“Toma um banho geladinho, vai melhorar, prometo.”, você fala, se sentando em sua cama.
“Toma comigo...”, pediu manhoso.
Essa era a questão. Não havia como negar nada a Nicholas Wang.
Os olhinhos pidões, a risadinha nervosa, ele sempre seria desenrolado. Você se levantou da cama, entrando no banheiro com seu namorado.
Haviam passado o dia inteiro na praia, e como ele não era tão acostumado assim, ficou todo vermelho e queimadinho. Você retirou a parte de cima do seu biquini, e reparou ele olhando de rabo de olho para seus seios fartos pelo espelho. Facilitou sua visão, virando completamente para ele, para ajudá-lo a tirar a bermuda.
“Aí, aí.”, ele resmungou apertando os olhos, enquanto você descia sua bermuda pela pele bem vermelha.
“Nem tá doendo, mô.”, você riu, achando engraçada a reação exagerada dele.
“Tá sim.”, resmungou exibindo um bico.
Tirou por completo sua bermuda, deixando a mostra a pele que não havia pegado sol, branca como uma vela. Tentou não rir, sabia que Nicho já era envergonhado o suficiente, não precisava piorar a situação.
Puxou a mão do taiwanês até o chuveiro, e ligou no modo desligado. A água fria caia pelas costas do seu namorado, fazendo com que ele soltasse um suspiro aliviado. Realmente a água gelada melhorava a situação. Você pegou o sabonete, desta vez sem a esponja, faria o máximo para ajudá-lo sem que sua pele sensível ardesse mais. Passou o sabonete de levinho, fazendo com que ele abrisse os olhos, e passasse a prestar atenção em suas mãos delicadas traçando um caminho por todo o abdômen sequinho, e definido. Nicho faltava apenas ronronar como um gatinho. Adorava receber seus carinhos, e não negava isso em momento algum. Venerava você, venerava seu corpo gordinho, seu rosto, seu cabelo, sua voz.
Foi aí que você teve uma ideia. Esfregou mais o sabonete em suas mãos, fazendo espuma o suficiente para descer mais um pouco, e passou a esfregar a virilha de seu namorado. Ele levantou o olhar, te olhando com um sorrisinho tímido, porém sapeca. Apesar de tudo, Nicho ainda era um garoto de apenas vinte e quatro anos, e a ideia de qualquer ato sexual o animava.
“Mais pra baixo, amor...”, ele murmurou ansioso.
“Hum? Onde?”, você se fez de desentendida. Ele sabia que você estava entendendo o que ele queria.
“Aqui...”, ele desceu sua mão até seu pau semi ereto. Naquele momento ele nem lembrava mais da pele ardendo. “Bate uma 'pra mim, por favor.”, pediu manhoso.
Como disse antes, era praticamente impossível negar qualquer coisa a Nicho Wang.
Você passou a movimentar as mãos, ainda meio escorregadias pelo sabonete, pelo pau dele. Ele dava leves arfares, quando você fazia questão de apertar com um pouco mais de força a cabecinha já inchada. Admirava cada detalhe; desde o pré gozo lubrificando sua extensão robusta, até seus olhinhos fechados, o cenho franzido, e os gemidinhos manhosos.
Com a outra mão, tateou levemente seus testículos macios, não muito grandes, redondinhos e depilados, fazendo com que seu arfar fosse maior.
“Vai, amor...”, murmurava desconexamente.
Continuava a massagem em suas bolas, e o sobe e desce em seu pau. Dava para perceber sua pele arrepiadinha, enquanto ele recostava o corpo na parede molhada do box. Seu quadril, sem que percebesse, ia para frente e para trás, auxiliando o vai e vem de suas mãos.
Nicho então a puxa pelo pescoço, e lhe dá um beijo mais desesperado, firme. Vamos combinar, é muito pra ele. No banheiro da casa de seus pais, com eles no andar de baixo, a filha boazinha no chuveiro, batendo uma bem gostoso pra ele.
“Amor...”, murmurou descolando a boca da sua. “Vou gozar.”
Sentia seu corpo se arrepiar a todo momento, enquanto aumentava a velocidade do quadril, afim de que a fricção de sua mão em seu membro também aumentasse. Gostaria de estar transando com você, não negaria, mas aí também já era pedir demais para o horário. Por hora uma punheta era mais que o suficiente para agradá-lo, era sensacional.
Seus testículos, que ainda estavam pesando em sua mão esquerda, contraíram repetidas vezes, trazendo o esperma em jatos abundantes direto para sua barriga. Enquanto gozava, provavel que Nicho tenha até machucado os lábios, tentando conter um urro de prazer. Quase ficou na ponta dos pés, aproveitando ao máximo a sensação. Nicho a sujou inteira. Ainda pulsando um pouco, você o ordenhou até a última gota, fazendo com que o corpo cansado de seu namorado recostasse na parede novamente, enquanto ele arfafa tentando se recuperar de um delicioso orgasmo.
“Te amo, te amo, te amo.”, murmurou sorridente repetidas vezes.
“Também te amo, meu bebê.”, você recostou no peitoral do mais alto, enquanto ele te abraçava, e dava um beijo carinhoso em seu cabelo molhado.
“Se você for cuidar tão bem de mim assim toda vez que eu ficar queimado, vou sair daqui direto pra praia de novo.”. ouviu ele murmurar sorridente.
“Tenta só pra ver.”












